OFERTA FORMATIVA

Ref. 190ACD-26 22/23 Inscrições abertas até 12-06-2023 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: ACD26-2022-2023

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 6.0 horas

Início: 14-06-2023

Fim: 14-06-2023

Regime: Presencial

Local: Auditório da Biblioteca Municipal José Soares

Destinatários

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Releva

Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.

Certificado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Comissões de Proteção de Crianças e Jovens (CPCJ) de Nazaré

Razões

A importância de estarmos alerta para a identificação de sinais de risco de violência e maus tratos em crianças e jovens, exige uma observação atenta de comportamentos nos nossos alunos. Neste contexto, convidámos a Doutora Fátima Duarte, da Comissão Nacional de Promoção dos Direitos e Proteção das Crianças e Jovens para nos falar sobre esses sinais de alerta, de forma a prevenir situações e agir com a rapidez desejável. Esta ação enquadra-se no trabalho em rede das Equipas Multidisciplinares de Apoio à Educação Inclusiva (EMAEI), em implementação neste CFAE, abrindo a possibilidade de frequência a outros docentes.

Objetivos

Identificar marcas, indicadores e sintomas de Maus-Tratos/Abusos e sua etiologia (acidental ou intencional). Adequar a intervenção técnica às situações concretas e identificadas.

Conteúdos

Definições de Maus-Tratos/Abusos contra Crianças e Jovens. Reconhecimento de marcas, indicadores físicos, psicológicos e comportamentais. Testemunhos em vídeo de Jovens Adultos Vítimas de Maus-Tratos/Abusos na Infância.

Metodologias

Sessão teórica/prática.

Avaliação

Preenchimento de questionário de avaliação da ação.

Modelo

Preenchimento de questionário de avaliação a enviar por email.


Observações

Mestre Maria de Fátima Duarte.


INSCREVER-ME

Ref. 170C24/A5 Inscrições abertas até 28-07-2023 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-116140/22

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50.0 horas (25.0 horas presenciais + 25.0 horas de trabalho autónomo)

Início: 15-09-2023

Fim: 30-12-2023

Regime: b-learning

Local: AECISTER/ online

Destinatários

Professores dos Ensinos Básico, Secundário e Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Ensinos Básico, Secundário e Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. 

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Razões

O Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores, da Comissão Europeia (DigCompEdu), pretende promover a competência digital (CD) e a inovação na educação. É essencial que os docentes desenvolvam um conjunto de CD, de modo a tirar partido do potencial das tecnologias digitais. Esta ação visa contribuir para desenvolver as CD dos docentes do sistema educativo e formativo nacional (nível 2) e a sua capacidade para implementar estratégias inovadoras de ensino e de aprendizagem. Ambiciona-se criar condições favoráveis a práticas educativas que se revelem promotoras do desenvolvimento de competências digitais dos alunos. Conjuntamente com esta formação, serão submetidas outras duas, articuladas ao nível da progressão dos conteúdos.

Objetivos

Esta ação de formação pretende desenvolver com os docentes de nível 2 (B1/B2 do DigCompEdu) um conjunto de conhecimentos e estratégias que lhes permita desenvolver CD do nível seguinte (C1/C2 do DigCompEdu). São objetivos específicos: - promover o desenvolvimento, aprofundamento e densificação das CD dos docentes, tendo em vista as 6 áreas do referencial DigCompEdu; - capacitar os docentes para a realização de atividades com tecnologias digitais em diferentes modalidades de ensino; - capacitar os docentes para a implementação de atividades que promovam a aprendizagem e o desenvolvimento das CD dos alunos; - estimular a reflexão, partilha e utilização crítica das tecnologias em contexto educativo.

Conteúdos

Os conteúdos da ação surgem, em sentido articulado e incremental, com os conteúdos da formação de nível 1. - Documentos de enquadramento das políticas educativas. (2 horas) - Envolvimento profissional: Discussão, renovação e inovação na prática profissional. Processos de liderança na era digital. (3 horas) - Recursos Educativos Digitais (RED): Utilização de estratégias e RED avançados de forma abrangente. Promoção da utilização de RED de forma colaborativa. (4 horas) - Ensino e Aprendizagem: Renovação da prática de ensino de forma estratégica e intencional. Inovação no processo de ensino e de aprendizagem em diferentes modalidades de ensino. (4 horas) - Avaliação das aprendizagens: Reflexão crítica sobre estratégias de avaliação digital. Inovação na avaliação das aprendizagens com recursos a soluções digitais. (4 horas) - CD dos Alunos: Promoção da CD dos alunos de forma abrangente e crítica. Inovação no envolvimento dos alunos utilizando formatos inovadores para promover a sua CD. (4 horas) - Planeamento da formação e aprendizagem ao longo da vida. (4 horas)

Metodologias

Esta ação enquadra-se no Plano de Ação para a Tansição Digital, determinado pela Resolução do Conselho de Ministros nº 30, de 21 de Abril de 2020, Pilar I. Capacitação e inclusão digital das Pessoas, Subpilar I. Educação Digital, Medida 1: Programa de Digitalização para as Escolas, Dimensão. Plano de Capacitação Digital de Docentes, encontra-se estruturada de modo a contribuir para o desenvolvimento de competências consignadas nas áreas previstas no DigCompEdu – Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores, está desenhada para realização em regime a distância, tirando partido das vantagens deste regime de formação no contexto pandémico em que foi criada e visa a capacitação digital dos docentes - Nível 1 (B1 e B2 do DigCompEdu). Os conteúdos da ação surgem, em sentido articulado e incremental, com os conteúdos da formação de nível 1. - Documentos de enquadramento das políticas educativas. (2 horas) - Envolvimento profissional: Discussão, renovação e inovação na prática profissional. Processos de liderança na era digital. (3 horas) - Recursos Educativos Digitais (RED): Utilização de estratégias e RED avançados de forma abrangente. Promoção da utilização de RED de forma colaborativa. (4 horas) - Ensino e Aprendizagem: Renovação da prática de ensino de forma estratégica e intencional. Inovação no processo de ensino e de aprendizagem em diferentes modalidades de ensino. (4 horas) - Avaliação das aprendizagens: Reflexão crítica sobre estratégias de avaliação digital. Inovação na avaliação das aprendizagens com recursos a soluções digitais. (4 horas) - CD dos Alunos: Promoção da CD dos alunos de forma abrangente e crítica. Inovação no envolvimento dos alunos utilizando formatos inovadores para promover a sua CD. (4 horas) - Planeamento da formação e aprendizagem ao longo da vida. (4 horas)

Avaliação

Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o “Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final individual elaborado e apresentado pelos formandos.

Bibliografia

Comissão Europeia (2020). Blended learning in school education – guidelines for the start of the academic year 2020/21. Disponível em: https://www.schooleducationgateway.eu/pt/pub/resources/ publications/blended-learning-guidelines.htm Comissão Europeia (2018). Plano de Ação para a Educação Digital. Disponível em: https://eur-lex.europa.eu/legal-content/PT/TXT/PDF/?uri=CELEX:52018DC0022&from=EN Lucas, M., & Moreira, A. (2018). DigCompEdu: Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores. Aveiro: UA Editora. Licht, A.H, Tasiopoulou, E., & Wastiau, P. (2017). Open Book of Educational Innovation. European Schoolnet, Brussels. Disponível em: http://www.eun.org/documents/411753/817341/ Open_book_of_Innovational_Education.pdf Ministério da Educação (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, Lisboa: ME

Anexo(s)


Observações

Última oportunidade a realizar em setembro


INSCREVER-ME

Ref. 157C10ECB Inscrições Fechadas

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-115694/22

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 18-09-2023

Fim: 29-12-2023

Regime: e-learning

Local: Online

Formador

Zélia Maria Lopes Marques

Destinatários

Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário e Professores de Educação Especial e grupo de recrutamento 360

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário e Professores de Educação Especial e grupo de recrutamento 360. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. 

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

CFAECAN

Razões

Decorrente da situação pandémica vivida nos dois últimos anos e da convicção de que o potencial da formação de professores contribui para atuar como uma alavanca para a mudança no sistema de ensino, a Direção-Geral da Educação de forma a garantir o desenvolvimento do seu plano de formação, reorganizou esse mesmo plano de acordo com o estabelecido na Carta Circular CCPFC-1/2020, e subsequentes, passando assim a assegurar a frequência das ações de formação de “regime presencial” para “regime a distância”. A partir desta necessidade surgiram ambientes virtuais de ensino a distância, tendo-se verificado as seguintes vantagens: bom acolhimento por parte dos formandos, melhor gestão e rentabilização do tempo, redução de custos inerentes às suas deslocações, desenvolvimento de competências digitais, possibilidade de desenvolvimento de trabalho colaborativo/em grupo nas sessões síncronas, acesso aos conteúdos (documentos - texto, áudio, vídeo, etc.) e controlo do seu progresso e desempenho no LMS.

Objetivos

Explorar os documentos legislativos (DL n.º 54/2018 e 55/2018, PASEO, Aprend. Essenciais) e de apoio à prática letiva de forma integrada, identificando implicações para a organização de práticas pedagógicas mais inclusivas Consolidar o conhecimento sobre os modelos de enquadramento à operacionalização da educação inclusiva nas suas características essenciais Planear com intencionalidade estratégica, organizando a dinâmica pedagógica, conciliando as aprendizagens a desenvolver e as características de todos alunos (Desenho Universal para a Aprendizagem) Aprofundar o conhecimento sobre metodologias e estratégias pedagógicas inclusivas e inovadoras Consolidar a implementação do ciclo: Avaliar–Planear–Agir– Rever para a inclusão Promover a avaliação como parte integrante da gestão inclusiva do currículo e instrumento ao serviço do ensino e das aprendizagens Reforçar competências de trabalho colaborativo, reflexivo e de resolução de problemas entre os profissionais

Conteúdos

Módulo 1 - Impacto das orientações de política educativa nas práticas pedagógicas • Exploração de documentos legislativos (DL n.º 54/2018, DL n.º 55/2018, Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória e Aprendizagens Essenciais) de apoio à prática letiva de forma integrada, destacando-se a reflexão e a análise de práticas sobre: o os valores e princípios de base humanista, onde o aluno assume a centralidade da ação; o a gestão inclusiva, integrada, flexível e articulada do currículo; o o recurso a modelos de intervenção e modelos pedagógicos de resposta à diversidade e de promoção de uma educação de qualidade para todos os alunos; o a valorização da avaliação como parte integrante da gestão do currículo e instrumento ao serviço do ensino e das aprendizagens; o a voz dos alunos e das suas famílias, aumentando os seus níveis de participação. Módulo 2 - Ambientes educativos inclusivos - opções metodológicas • Práticas de ensino e intervenção diferenciadas, em função do perfil de competências dos alunos. • Estratégias de antecipação da diversidade em sala de aula, com recurso a ambientes de aprendizagem flexíveis e centrados no aluno (Desenho Universal para a Aprendizagem). Módulo 3 – Gerir a diversidade em sala de aula • Gestão da diversidade em sala de aula atendendo à participação e aprendizagem efetivas de todos os alunos – partilha de práticas. • Mecanismos de planeamento e gestão curricular com caráter intencional e estratégico, que conciliem as aprendizagens a desenvolver e as características de todos alunos. Módulo 4 – Avaliação como processo regulador do ensino e da aprendizagem • Caráter contínuo e sistemático da avaliação, ao serviço das aprendizagens, enquanto processo regulador do ensino e das aprendizagens. • Planificação intencional da avaliação formativa tendo como objetivos melhorar os resultados das aprendizagens e ajustar o processo de ensino. • O feedback como uma das dimensões indispensáveis à aplicação prática da avaliação formativa na sala de aula.

Metodologias

Nesta formação, em regime de frequência e-learning, serão abordados os conteúdos recorrendo a metodologias ativas de ensino e de aprendizagem. Será privilegiado o trabalho em pequeno e grande grupo com momentos de reflexão e de discussão restrita e alargada. Nas sessões, devem ser definidos tempos de partilha e de reflexão em torno das experiências e das práticas dos formandos, devendo o formador ter um papel ativo na ligação das práticas às políticas educativas de inclusão. Os docentes devem ser desafiados à revisão das suas práticas pedagógicas de acordo com os referenciais normativos em vigor. Elaboração de trabalho/reflexão final individual em função dos interesses e preferências dos formandos. Módulo 1 - Impacto das orientações de política educativa nas práticas pedagógicas (4 horas – 2 sessões de 2 h) Módulo 2 - Ambientes educativos inclusivos - opções metodológicas (8 horas – 4 sessões de 2h) Módulo 3 – Gerir a diversidade em sala de aula (6 horas – 3 sessões de 2 h) Módulo 4 – Avaliação como processo regulador do ensino e da aprendizagem (7horas - 2 sessões de 2 h e uma de 3h)

Avaliação

Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o “Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final individual elaborado pelos formandos.

Bibliografia

- DGE (2018), Para uma educação inclusiva: Manual de Apoio à Prática Disponível em https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/EEspecial/manual_de_apoio_a_pratica.pdf Acesso 02/02/2022 - Cosme, A., Lima L., Ferreira D., Ferreira N., Metodologias, métodos e situações de aprendizagem: propostas e estratégias de ação : ensino básico, ensino secundário,1ª ed. - Porto: Porto Editora, 2021. - European Agency for Special Needs and Inclusive Education (2018), Key Actions for Raising Achievement, Guidance for Teachers and Leaders Disponível em https://www.european-agency.org/sites/default/files/Key%20Actions%20for%20Raising%20Achievement.pdf Acesso 02/02/2022 - Fernandes, D. (2021). Para uma Fundamentação e Melhoria das Práticas de Avaliação Pedagógica no Âmbito do Projeto MAIA, Texto de Apoio à formação - Projeto de Monitorização, Acompanhamento e Investigação em Avaliação Pedagógica (MAIA). Ministério da Educação/Direção-Geral da Educação. Acesso 02/02/2022 - UNESCO (2022). REACHING OUT TO ALL LEARNERS: a resource pack for supporting inclusion and equity in education. Geneva: UNESCO – IBE. Disponível em: http://www.ibe.unesco.org/en/news/reaching-out-all-learners-resource-pack-supporting-inclusion-and-equity-education.

Anexo(s)

Práticas pedagógicas inclusivas em sala de aula


Observações

.

As datas de começo e término são indicativas, quando a turma estiver formada, far-se-á a Calendarização definitiva. Os formandos serão notificados antecipadamente.


Ref. 155C11/T1 Inscrições abertas até 30-06-2023 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-115692/22

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50.0 horas (25.0 horas presenciais + 25.0 horas de trabalho autónomo)

Início: 18-09-2023

Fim: 28-12-2023

Regime: b-learning

Local: Escola Secundária D. Inês de Castro - AE Cister

Destinatários

Educadores de Infância; Professores do 2º Ciclo; Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário; Professores da Educação Especial;

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância; Professores do 2º Ciclo; Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário; Professores da Educação Especial;. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância; Professores do 2º Ciclo; Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário; Professores da Educação Especial;. 

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

CFAECAN

Razões

O enquadramento legal da educação inclusiva e as orientações sobre a recuperação das aprendizagens constituem um enorme desafio para novas/os práticas pedagógicas, interfaces comunicativas, fundamentos humanistas em que todos são parte do sistema e desenvolvem um diálogo igualitário, um pensamento e uma consciência próprios. Assim, há que criar ambientes seguros e estimulantes nas escolas para que o diálogo, a reflexão e a partilha orientem os agentes educativos para a inclusão. Esta formação procura apoiar a operacionalização de práticas pedagógicas inclusivas para que os alunos sejam melhores aprendentes e o professor melhor ensinante, definindo com maior acuidade as ações bem como as evidências a identificar em contexto de sala de aula. A presente ação insere-se no processo de concretização do Projeto Educação Inclusiva 21-23 e do plano integrado para a recuperação das aprendizagens dos alunos do ensino básico e secundário, Plano 21|23 Escola+.

Objetivos

• Explorar os documentos legislativos (Decreto- Lei n.º 54/2018, Decreto-Lei n.º 55/2018, Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, Aprendizagens Essenciais) e de apoio à prática letiva de forma integrada, identificando implicações para a organização de práticas mais inclusivas • Aplicar colaborativamente os princípios subjacentes ao desenho universal para a aprendizagem e à abordagem multinível • Planear com intencionalidade estratégica, organizando a dinâmica pedagógica, conciliando as aprendizagens a desenvolver e a diversidade de todos alunos • Conceber instrumentos de suporte à recolha de informação que contribuam para a tomada de decisão. • Consolidar a implementação do ciclo: Avaliar – Planear – Agir - Rever • Produzir e aplicar em contexto de sala de aula instrumentos de avaliação e planificação das aprendizagens • Partilhar experiências facilitadoras do um processo ensino-aprendizagem inclusivo • Explorar colaborativamente práticas educativas inovadoras

Conteúdos

Módulo 1. Impacto das orientações de política educativa nas práticas pedagógicas • Exploração integrada dos documentos de política educativa (Decreto- Lei n.º 54/2018, Decreto-Lei n.º 55/2018, Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, Aprendizagens Essenciais) Módulo 2. Ambientes educativos inclusivos - opções metodológicas • Práticas de ensino e intervenção diferenciadas, em função do perfil de competências dos alunos • Estratégias de antecipação da diversidade em sala de aula, com recurso a ambientes de aprendizagem flexíveis e centrados no aluno (DUA) Módulo 3. Valorização da diversidade em sala de aula – criação e partilha de recursos • Mecanismos de planeamento e gestão curricular com caráter intencional e estratégico • O que ensinar e porquê, como, quando, com que prioridades, com que meios, com que organização e com que resultados: exercícios práticos Módulo 4. Avaliação formativa enquanto processo regulador do ensino e da aprendizagem • Planificação intencional da avaliação formativa tendo como objetivos melhorar os resultados das aprendizagens e ajustar o processo de ensino

Metodologias

A metodologia de formação é de cariz teórico-prática, propondo-se dinâmicas que visam encorajar o envolvimento dos participantes em atividades de aprendizagem, partilha e reflexão sobre a temática, com vista à otimização e concretização dos objetivos propostos para esta ação de formação, em regime de frequência b-learning, nomeadamente: - Apresentação de conteúdos e conceitos; - Partilha de experiências; - Trabalho(s) de grupo; - Reflexão e debate de ideias; No desenvolvimento do trabalho autónomopretende-se que os formandos apliqueminstrumentos e conhecimentos adquiridos, noâmbito da formação, em contexto escola/sala deaula, tendo presente o ciclo: avaliar o contexto,planear, aplicar, rever, ajustar. Trabalho autónomo (25h) Sessão 1 (presencial)- Impacto das orientações de política educativa nas práticas pedagógicas (5h) Enquadramento teórico Desenvolvimento de atividades práticas Reflexão crítica Sessão 2 e 3 (on-line síncronas) - Ambientes educativos inclusivos - opções metodológicas (5h- 2 sessões de 2h30 cada) Enquadramento teórico Desenvolvimento de atividades práticas Reflexão crítica Sessão 4 e 5 (on-line síncronas) - Valorização da diversidade em sala de aula – criação e partilha de recursos (5h- 2sessões de 2h30 cada) Enquadramento teórico Desenvolvimento de atividades práticas Reflexão crítica Sessão 6 e 7 (on-line síncronas) - Avaliação formativa enquanto processo regulador do ensino e da aprendizagem (5h- 2sessões de 2h30 cada) Enquadramento teórico - Desenvolvimento de atividades práticas Reflexão crítica Sessão 8 (presencial)- Apresentação de relatórios individuais desenvolvidos durante o trabalho autónomo e reflexão critica sobre os mesmos(5H) Sessões presenciais conjuntas: 2 sessões – 10 horas: primeira sessão (5 h) e última sessão (5h – apresentação dos trabalhos finais da formação) Sessões online síncronas: 6 (15H- 2h30 cada sessão) Trabalho autónomo: 25 horas

Avaliação

Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o “Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final individual elaborado pelos formandos.

Bibliografia

- DGE (2018), Para uma educação inclusiva: Manual de Apoio à Prática https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/EEspecial/manual_de_apoio_a_pratica.pdf Acesso 02/02/2022 - Cosme, A., Lima L., Ferreira D., Ferreira N. (2021), Metodologias, métodos e situações de aprendizagem: propostas e estratégias de ação : ensino básico, ensino secundário,1ª ed. - Porto: Porto Editora. - European Agency for Special Needs and Inclusive Education (2018), Key Actions for Raising Achievement, Guidance for Teachers and Leaders • Disponível em https://www.european-agency.org/sites/default/files/Key%20Actions%20for%20Raising%20Achievement.pdf Acesso 02/02/2022 - Fernandes, D. (2021). Para uma Fundamentação e Melhoria das Práticas de Avaliação Pedagógica no Âmbito do Projeto MAIA, Texto de Apoio à formação - Projeto de Monitorização, Acompanhamento e Investigação em Avaliação Pedagógica (MAIA). Ministério da Educação/Direção-Geral da Educação. Acesso 02/02/2022 - UNESCO (2022). REACHING OUT TO ALL LEARNERS: a resource pack for supporting inclusion and equity in education. Geneva: UNESCO – IBE. Disponível em: http://www.ibe.unesco.org/en/news/reaching-out-all-learners-resource-pack-supporting-inclusion-and-equity-education Acesso em 02/02/2022

Anexo(s)

Criação de ambientes de aprendizagem inclusivos e inovadores



INSCREVER-ME

Ref. 165C18/T1 Inscrições abertas até 31-07-2023 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-116997/22

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 18-09-2023

Fim: 15-11-2023

Regime: b-learning

Local: Escola Secundária D. Inês de Castro - AE Cister

Destinatários

Educadores de Infância; Professores do 2º Ciclo; Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário; Professores da Educação Especial;

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância; Professores do 2º Ciclo; Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário; Professores da Educação Especial;. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância; Professores do 2º Ciclo; Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário; Professores da Educação Especial;. 

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Razões

Esta ação tem como destinatários os docentes dos agrupamentos envolvidos no projeto Comunidades de Aprendizagem-INCLUD-ED. Este projeto idealizado pelo grupo de pesquisa CREA (Community of Research on Excellence for All, daUniversidade de Barcelona) visa a promoção e criação de condições para que as escolas possam vivenciar um projeto detransformação incorporando nos seus espaços uma cultura de comunidade de aprendizagem. A Comunidade deAprendizagem é um projeto de transformação Educacional e Social que apresenta 6 ações educativas de sucesso (gruposinterativos, tertúlias dialógicas literárias, formação de familiares, formação pedagógica dialógica, modelo de prevenção eresolução de conflitos e participação educativa da comunidade).Estas ações educativas de sucesso assentam nospressupostos concetuais da aprendizagem dialógica e têm por base os diálogos igualitários, as interações em que ainteligência cultural é reconhecida em todas as pessoas e orientada para a transformação dos níveis anteriores deconhecimento e do contexto sociocultural, visando o sucesso de todos. Assente em interações que aumentam aaprendizagem instrumental, favorece a criação de sentido pessoal e social, guiadas por princípios de solidariedade e emque a igualdade e a diferença são valores compatíveis e, mutuamente, enriquecedores (Aubert et al, 2008: p. 167).Espera-se que esta reflexão possa inventariar um conjunto de soluções que visam aproximar as escolas da comunidade.

Objetivos

Com este curso de formação pretende-se proporcionar o debate, a construção e a operacionalização quer demetodologias e técnicas quer de instrumentos, recursos e produtos pedagógicos e/ou didáticos com vista a resolverproblemas concretos e devidamente identificados ao nível da escola e/ou da sala de aula. Assim, pretende-se que osformandos possam vivenciar e explorar as potencialidades das ações educativas de sucesso com vista a: 1. Capacitar, os professores, sobre os processos de ensino baseados na aprendizagem dialógica. 2. Capacitar, os professores, sobre as fases de transformação de um contexto educativo em comunidade deaprendizagem. 3. Capacitar, os professores, sobre a importância de uma prática assente em princípios teóricos e concetuaiscientificamente fundamentados. 4. Vivenciar e refletir sobre as experiências de colaboração experienciadas que possam suportar a transição de uma cultura individualista para uma cultura de cooperação ao nível do trabalho docente.

Conteúdos

A ação totaliza 25 horas de formação de caráter teórico-prático, em modalidade presencial e à distância. Organiza-se em8 sessões a partir dos módulos disponibilizados pelo CREA em formato aberto (registado para Creative CommonsAtribuição-NãoComercial-SemDerivações 4.0 Internacional - CC BY-NC-ND 4.0). 1ª Sessão(3h) Presencial– Bases Científicas das comunidades de aprendizagem e a Aprendizagem dialógica. Apresentação da formação. Módulo 1- Bases científicas das comunidades de aprendizagem 1.1 Introdução às comunidades de aprendizagem; 1.2 A sociedade da informação; 1.3 Bases científicas das comunidades de aprendizagem;1.4 Ações educativas de sucesso. Módulo 2- Aprendizagem dialógica 2.1 Da abordagem individual à comunidade; 2.2 Aprendizagem dialógica; 2.2.1 Diálogo igualitário; 2.2.2 Inteligência cultural; 2.2.3 Transformação; 2.2.4 Dimensão instrumental; 2.2.5 Criação de sentido; 2.2.6 Solidariedade; 2.2.7 Igualdade de diferenças. 2ª Sessão (3h) – Módulo 3–Transformação de um centro educativo numa comunidade de aprendizagem 3.1 Fases de transformação de uma escola em comunidade de aprendizagem; 3.1.1 A sensibilização; 3.1.2 A tomada de decisão; 3.1.3 O sonho; 3.1.4 A seleção de prioridades; 3.1.5 A planificação; 3.2 Organização de uma comunidade de aprendizagem. 3ª Sessão (3h) –Módulo 5 - A multiculturalidade nas comunidades de aprendizagem 5.1 Formas de racismo na convivência; 5.2 A perspetiva comunicativa na igualdade entre as diferenças; 5.3 Diversidade e excelência: ação positiva. 4ª Sessão (3h) –Módulo 6 - Grupos Interativos 6.1 Grupos em sala de aula; 6.1.1 Igualdade de oportunidades no acesso: mistura; 6.1.2 A diversidade a partir da diferença: homogeneização; 6.1.3 Igualdade de oportunidades de acesso e resultados: inclusão; 6.2 Grupos interativos;6.2.1 Características e funcionamento; 6.2.2 Aprendizagem dialógica em grupos interativos; 6.2.3 O que é e o que não é um grupo interativo; 6.2.4 Impacto dos grupos interativos. Experimentar um grupo interativo. 5ª Sessão (3h) –Módulo 7 - As Tertúlias Dialógicas 7.1 Tertúlias literárias dialógicas; 7.2 Outras tertúlias dialógicas. Experimentar uma tertúlia literária dialógica. 6ª Sessão (3h) – Participação Educativa da Comunidade e o Papel dos voluntários Módulo 8- Participação da comunidade 8.1 Tipos de participação das famílias nas escolas; 8.2 Ações de sucesso na participação educativa da comunidade; 8.2.1Leitura dialógica; 8.2.2 Extensão do tempo de aprendizagem; 8.2.3 Comissões de trabalho mistas. Módulo 4 – O papel do voluntariado 4.1 Quem são os voluntários, como é que colaboram e o que é que trazem? 4.2 Coordenação e gestão do voluntariado. 7ª Sessão (3h) – Módulo 9 - A Formação de Familiares e Formação Dialógica de Professores 9.1 Formação de familiares; 9.2 Formação dialógica de professores. 8ª Sessão (4h) Presencial– Módulo 10 - Modelo dialógico de Prevenção e Resolução de Conflitos 10.1 Do modelo disciplinar ao modelo dialógico; 10.2 A socialização preventiva da violência de género. Avaliação da ação.

Metodologias

O planeamento dos conteúdos do curso, conforme mencionado anteriormente, totaliza 25 horas de formação de carácterteórico-prático em modalidade presencial e à distância, em que cada formando deve ler toda a documentação científicaque faz parte dos módulos correspondentes a cada uma das sessões para que as mesmas possam ser alvo de reflexão edebate, bem como auxiliem na conceção e produção de recursos e produtos pedagógicos para resolver problemasconcretos. Existindo essa necessidade as sessões podem, ainda, iniciar ou terminar com uma exposição dos pontos adestacar em cada módulo. Nas sessões 4 e 5 os formandos colocar-se-ão numa situação de experimentação dosconteúdos abordados nessas sessões.

Avaliação

- Avaliação contínua. Participação dos formandos nas atividades a desenvolver ao longo das sessões. - Avaliação dos trabalhos produzidos pelos formandos individualmente ou em grupo. - Relatórios individuais dos formandos. A avaliação expressa-se de acordo com a tabela de 1 a 10 valores, conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 06de maio e respeitando todos os normativos legais da avaliação contínua de professores.

Bibliografia

Aubert, A., Flecha, A., García, C., Flecha, R., & Racionero, S. (2016). Aprendizagem dialógica na Sociedade daInformação. São Carlos: EdUFSCar. Flecha, R. (1997). Compartiendo palabras. Barcelona: Paidós. Flecha, R. (Ed.). (2015). Successful educational actions for inclusion and social cohesion in Europe. Springer. Valls, R. &Kyriakides, L. (2013). The power of Interactive Groups: how diversity of adults volunteering in classroom groups canpromote inclusion and success for children of vulnerable minority ethnic populations. Cambridge Journal of Education, 43(1), 17-33 INCLUD-ED Project (2011). Actuaciones de éxito en las escuelas europeas. Madrid: Ministerio de Educación, IFIIE,European Comission, Estudios CREADE.

Anexo(s)

comunidades-de-aprendizagem-includ-ed-pela-inclusao-e-sucesso-de-todos.pdf


Observações

Distribuição de horas: 7 Nº de horas online síncrono: 18 1.ª sessão (3h) Presencial - Apresentação da formação. Módulo 1 e 2 (Bases científicas das comunidades de aprendizagem e Aprendizagem dialógica). 2.ª Sessão (3h) À distância, síncrona - Módulo 3 (Transformação de um centro educativo numa comunidade de aprendizagem) - Leitura e debate 3.ª Sessão (3h) À distância, síncrona - Módulo 5 (A multiculturalidade nas comunidades de aprendizagem) - Leitura e debate 4.ª Sessão (3h) À distância, síncrona - Módulo 6 (Grupos Interativos). Experimentação de um grupo interativo. 5.ª Sessão (3h) À distância, síncrona - Módulo 7 (As Tertúlias Dialógicas). Experimentação de uma tertúlia literária dialógica. 6.ª Sessão (3h) À distância, síncrona - Módulo 8 e 4 (Participação Educativa da Comunidade e o Papel dos voluntários e O papel do voluntariado) - Leitura e debate 7.ª Sessão (3h) À distância, síncrona - Módulo 9 (A Formação de Familiares e Formação Dialógica de Professores) - Leitura e debate. 8.ª sessão (4h) Presencial - Módulo 10 (Modelo dialógico de Prevenção e Resolução de Conflitos). Avaliação da ação.

Datas de inicio e fim a definir


INSCREVER-ME

Ref. 179C20/T1 Inscrições abertas até 31-07-2023 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-117726/22

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50.0 horas (25.0 horas presenciais + 25.0 horas de trabalho autónomo)

Início: 18-09-2023

Fim: 15-11-2023

Regime: b-learning

Local: Escola Secundária D. Inês de Castro - AE Cister

Destinatários

Professores do Grupo 110

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do Grupo 110. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do Grupo 110. 

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação da associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré e AE/ENA Associadas

Razões

Pretende-se com esta Oficina de Formação instituir um tempo de estudo autónomo e o apoio individualizado às aprendizagens na sala de aula, de forma a diferenciar o ensino e a aprendizagem, tendo em vista o sucesso curricular de todos os alunos. A par do desenvolvimento de competências de estudo autónomo e do uso de um plano individual de trabalho semanal, o professor apoia, de forma interativa e sistemática, os alunos com dificuldades na aprendizagem curricular. A presente formação justifica-se, não só, pela necessidade de diferenciar o ensino e a aprendizagem, como, pela importância de desenvolver em todos os alunos competências de estudo autónomo na sala de aula. Nesse sentido, é fulcral o envolvimento dos alunos na gestão do currículo, de forma a que se responsabilizem e trabalhem autonomamente, de acordo com as suas necessidades curriculares e, sempre que necessário, com o apoio do professor e colegas. Perante a defesa de uma escola para todos, onde se valorizam as diferenças, a diferenciação pedagógica, sustentada pela cooperação, é, necessariamente, algo fundamental para o sucesso educativo de todos os alunos. Dado o atual trabalho excessivo nas escolas e o cansaço acumulado dos docentes, por um lado, e o excelente ambiente de partilha e resultados alcançados ocorrido nas anteriores Oficinas

Objetivos

1. Desenvolver um tempo de estudo autónomo diário, de forma a diferenciar o ensino e a aprendizagem, tendo em vista o sucesso curricular de todos os alunos; 2. Desenvolver a autonomia, a responsabilidade, a cooperação e a participação ativa dos alunos na apropriação do currículo escolar; 3. Desenvolver competências de estudo autónomo (planeamento, gestão e autorregulação) nos alunos; 4. Promover o apoio (sistemático, interativo e eficaz) individual aos alunos com dificuldades na aprendizagem curricular. 5. Desenvolver parcerias eficazes entre os alunos, de forma a promover/recuperar as aprendizagens curriculares; 6. Desenvolver competências metacognitivas nos alunos (autoavaliar-se e aprender a aprender); 7. Instituir rotinas e instrumentos de trabalho que privilegiam uma avaliação formativa

Conteúdos

1. Diferenciação pedagógica: Estudo autónomo e apoio individualizado - conceitos;- 3 horas 2. O Plano Individual de Trabalho;- 3 horas 3. Instrumentos de pilotagem do trabalho;- 3 horas 4. Ficheiros autocorretivos;-3 horas 5. O papel e o apoio do professor;-3 horas 6. As parcerias entre alunos;-3 horas 7. O planeamento e a avaliação/regulação do trabalho.- 4 horas 8.Avaliação da ação de formação. - 3 horas

Metodologias

PRESENCIAL: Apresentação (com recurso fotográfico) e discussãocrítica, por parte dos professores, dos aspetos mais significativos (estratégias, instrumentos de pilotagem,ficheiros, produções dos alunos...) implementados nas suas turmas; • Discussão crítica de textos teóricos e ou de cariz prático; • Apresentação e discussão dos conteúdos da Oficina porparte do formador. Total: 25 horas TRABALHO AUTÓNOMO: Trabalho autónomo (entre sessões): • Implementação na sala de aula das estratégias einstrumentos de pilotagem apresentados e discutidos nas sessões presenciais; • Leitura de textos teóricos e ou de cariz prático; • Escrita descritiva e reflexiva sobre as mudançasimplementadas na prática pedagógica (Portefólio). Total de 25 horas

Avaliação

A avaliação tem um carácter qualitativo e quantitativo (Despacho n.º 4595/2015). A escala de avaliação é compreendida entre 1 a 10 valores, sendo que a aprovação na oficina de formação dependerá da obtenção de classificação igual ou superior a 5 valores. Escala de avaliação e respetivas menções: • Excelente – de 9 a 10 valores; • Muito Bom – de 8 a 8,9 valores; • Bom – de 6,5 a 7,9 valores; • Regular – de 5 a 6,4 valores; • Insuficiente – de 1 a 4,9 valores. Consideram-se três critérios (2+4+4): • Participação: Pontualidade; Intervenções/Apresentações (Pertinência/Clareza/Nível de reflexão); Empenho/Iniciativa; Cooperação/Partilha (2 valores); • Produção de trabalho/materiais: Adequação/Pertinência (4 valores); • Trabalho Final/Portefólio: Correção Formal (1); Conteúdo (Rigor, Fundamentação, Problematização, Coerência Interna, Apresentação) (1,5); e Aplicação dos conteúdos (1,5) (4 valores)

Bibliografia

- Assunção, C. (2011). O Tempo de Estudo Autónomo e a diferenciação pedagógica. Escola Moderna, 42(5), 13-24. - Duarte, J. (2012). A prá tica da avaliaç ã o formativa no desenvolvimento de uma regulaç ã o individualizada dasaprendizagens. Escola Moderna, 40(5), 13-23. - Fróis, J. (novembro de 2010). Perplexidades de uma experiê ncia de implementaç ã o de Tempo de Estudo Autó nomo. Olugar dos nossos textos – Escritos partilhados II. - Grave-Resendes, L. & Soares, J. (2002). Diferenciação pedagógica. Universidade aberta. - Liberal, J. (2010a). O Plano Individual de trabalho: contributos para a avaliação qualitativa das aprendizagens. EscolaModerna, 37(5), 38-58.

Anexo(s)


Observações

Formador_ Doutor Luís Mestre- Presidente do Movimento da Escola Moderna

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo
1 06-09-2023 (Quarta-feira) 17:00 - 20:30 3:30 Presencial
2 13-09-2023 (Quarta-feira) 17:00 - 20:00 3:00 Online síncrona
3 27-09-2023 (Quarta-feira) 17:00 - 20:00 3:00 Online síncrona
4 04-10-2023 (Quarta-feira) 17:00 - 20:00 3:00 Online síncrona
5 18-10-2023 (Quarta-feira) 17:00 - 20:00 3:00 Online síncrona
6 25-10-2023 (Quarta-feira) 17:00 - 20:00 3:00 Online síncrona
7 08-11-2023 (Quarta-feira) 17:00 - 20:00 3:00 Online síncrona
8 15-11-2023 (Quarta-feira) 17:00 - 20:30 3:30 Presencial

INSCREVER-ME

Ref. 170C24/A6 Inscrições Fechadas

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-116140/22

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50.0 horas (25.0 horas presenciais + 25.0 horas de trabalho autónomo)

Início: 18-09-2023

Fim: 20-11-2023

Regime: b-learning

Local: AECISTER/ online

Destinatários

Professores dos Ensinos Básico, Secundário e Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Ensinos Básico, Secundário e Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. 

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Razões

O Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores, da Comissão Europeia (DigCompEdu), pretende promover a competência digital (CD) e a inovação na educação. É essencial que os docentes desenvolvam um conjunto de CD, de modo a tirar partido do potencial das tecnologias digitais. Esta ação visa contribuir para desenvolver as CD dos docentes do sistema educativo e formativo nacional (nível 2) e a sua capacidade para implementar estratégias inovadoras de ensino e de aprendizagem. Ambiciona-se criar condições favoráveis a práticas educativas que se revelem promotoras do desenvolvimento de competências digitais dos alunos. Conjuntamente com esta formação, serão submetidas outras duas, articuladas ao nível da progressão dos conteúdos.

Objetivos

Esta ação de formação pretende desenvolver com os docentes de nível 2 (B1/B2 do DigCompEdu) um conjunto de conhecimentos e estratégias que lhes permita desenvolver CD do nível seguinte (C1/C2 do DigCompEdu). São objetivos específicos: - promover o desenvolvimento, aprofundamento e densificação das CD dos docentes, tendo em vista as 6 áreas do referencial DigCompEdu; - capacitar os docentes para a realização de atividades com tecnologias digitais em diferentes modalidades de ensino; - capacitar os docentes para a implementação de atividades que promovam a aprendizagem e o desenvolvimento das CD dos alunos; - estimular a reflexão, partilha e utilização crítica das tecnologias em contexto educativo.

Conteúdos

Os conteúdos da ação surgem, em sentido articulado e incremental, com os conteúdos da formação de nível 1. - Documentos de enquadramento das políticas educativas. (2 horas) - Envolvimento profissional: Discussão, renovação e inovação na prática profissional. Processos de liderança na era digital. (3 horas) - Recursos Educativos Digitais (RED): Utilização de estratégias e RED avançados de forma abrangente. Promoção da utilização de RED de forma colaborativa. (4 horas) - Ensino e Aprendizagem: Renovação da prática de ensino de forma estratégica e intencional. Inovação no processo de ensino e de aprendizagem em diferentes modalidades de ensino. (4 horas) - Avaliação das aprendizagens: Reflexão crítica sobre estratégias de avaliação digital. Inovação na avaliação das aprendizagens com recursos a soluções digitais. (4 horas) - CD dos Alunos: Promoção da CD dos alunos de forma abrangente e crítica. Inovação no envolvimento dos alunos utilizando formatos inovadores para promover a sua CD. (4 horas) - Planeamento da formação e aprendizagem ao longo da vida. (4 horas)

Metodologias

Esta ação enquadra-se no Plano de Ação para a Tansição Digital, determinado pela Resolução do Conselho de Ministros nº 30, de 21 de Abril de 2020, Pilar I. Capacitação e inclusão digital das Pessoas, Subpilar I. Educação Digital, Medida 1: Programa de Digitalização para as Escolas, Dimensão. Plano de Capacitação Digital de Docentes, encontra-se estruturada de modo a contribuir para o desenvolvimento de competências consignadas nas áreas previstas no DigCompEdu – Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores, está desenhada para realização em regime a distância, tirando partido das vantagens deste regime de formação no contexto pandémico em que foi criada e visa a capacitação digital dos docentes - Nível 1 (B1 e B2 do DigCompEdu). Os conteúdos da ação surgem, em sentido articulado e incremental, com os conteúdos da formação de nível 1. - Documentos de enquadramento das políticas educativas. (2 horas) - Envolvimento profissional: Discussão, renovação e inovação na prática profissional. Processos de liderança na era digital. (3 horas) - Recursos Educativos Digitais (RED): Utilização de estratégias e RED avançados de forma abrangente. Promoção da utilização de RED de forma colaborativa. (4 horas) - Ensino e Aprendizagem: Renovação da prática de ensino de forma estratégica e intencional. Inovação no processo de ensino e de aprendizagem em diferentes modalidades de ensino. (4 horas) - Avaliação das aprendizagens: Reflexão crítica sobre estratégias de avaliação digital. Inovação na avaliação das aprendizagens com recursos a soluções digitais. (4 horas) - CD dos Alunos: Promoção da CD dos alunos de forma abrangente e crítica. Inovação no envolvimento dos alunos utilizando formatos inovadores para promover a sua CD. (4 horas) - Planeamento da formação e aprendizagem ao longo da vida. (4 horas)

Avaliação

Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o “Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final individual elaborado e apresentado pelos formandos.

Bibliografia

Comissão Europeia (2020). Blended learning in school education – guidelines for the start of the academic year 2020/21. Disponível em: https://www.schooleducationgateway.eu/pt/pub/resources/ publications/blended-learning-guidelines.htm Comissão Europeia (2018). Plano de Ação para a Educação Digital. Disponível em: https://eur-lex.europa.eu/legal-content/PT/TXT/PDF/?uri=CELEX:52018DC0022&from=EN Lucas, M., & Moreira, A. (2018). DigCompEdu: Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores. Aveiro: UA Editora. Licht, A.H, Tasiopoulou, E., & Wastiau, P. (2017). Open Book of Educational Innovation. European Schoolnet, Brussels. Disponível em: http://www.eun.org/documents/411753/817341/ Open_book_of_Innovational_Education.pdf Ministério da Educação (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, Lisboa: ME

Anexo(s)



Ref. 121C11/A1 A decorrer

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-119794/23

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 25.0 horas (12.5 horas presenciais + 12.5 horas de trabalho autónomo)

Início: 05-06-2023

Fim: 05-07-2023

Regime: Presencial

Local: AE São Martinho do Porto

Formador

Paula Cristina Nogueiro Mesquita

Destinatários

Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. 

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação da Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré

Razões

O Moodle é uma plataforma que tem como principal função a gestão de aprendizagens. Inclui um conjunto de funcionalidades sistematizadas em 4 dimensões básicas: acesso protegido e gestão de perfis de utilizador, gestão de acesso a conteúdos, ferramentas de comunicação síncrona e assíncrona e sistemas de controlo de atividades (Santos, 2010). É uma plataforma que permite o desenvolvimento de capacidades necessárias à formação à distância promovendo a autonomia dos participantes, bem como a partilha de conhecimentos (Meirinhos, 2006). Deste modo, o Moodle permite aos alunos uma aprendizagem feita através da experimentação, desenvolvendo a autonomia e a reflexão. Ao professor permite construir recursos, que disponibilizará aos alunos, de forma a diversificar e otimizar a aprendizagem. Com os meios tecnológicos existentes nos nossos dias, parece contraproducente estar a “deixar de fora” um dos métodos com que os professores mais podem contar para os apoiar na difícil missão que é ensinar (Santos, 2012). Este Curso assume especial importância no contexto atual e surge da necessidade urgente de responder aos desafios e necessidades de melhorar as competências dos docentes na plataforma Moodle que lhes permitam planificar e desenvolver práticas de Ensino à Distância.

Objetivos

•Contribuir para o desenvolvimento das competências dos professores em relação à utilização das TIC, através do recurso a um ambiente virtual de gestão de aprendizagens designado MOODLE; •Contribuir para que a utilização pedagógica das TIC se integre efetivamente no processo de ensino e aprendizagem, estimulando o trabalho colaborativo e contribuindo para responder às necessidades individuais dos alunos; •Favorecer a seleção e organização de um conjunto de recursos e materiais de apoio ao desenvolvimento do trabalho de professores para apoio aos alunos à distância; •Contribuir para a criação de uma atitude colaborativa através da comunicação e da partilha de recursos e práticas; •Capacitar os professores para atuarem eficazmente com as tecnologias e de revelarem capacidade de aprofundar e desenvolver as suas competências neste domínio.

Conteúdos

Plataforma Moodle - Início •Apresentação do formador e formandos •Organização da oficina •Conteúdos da oficina •Critérios de avaliação da oficina •Como fazer o registo na plataforma e o pedido de disciplina no Moodle • Inscrição de utilizadores na página da disciplina Edição de uma disciplina no Moodle •Ativar modo de edição •Estrutura da disciplina: Tópicos versus Sumários •Separadores •Pastas (repositórios de ficheiros) Métodos de comunicação síncrona e assíncrona •Chat •Criar, editar e apagar fóruns Edição de uma disciplina no Moodle •Glossário •Sondagem Edição de uma disciplina no Moodle •Adicionar um ficheiro/documento •Entrega de um trabalho/documento Edição de uma disciplina no Moodle •Adicionar uma URL (páginas de Internet, vídeos online…) Edição de uma disciplina no Moodle •Avaliação/testes online Final •Apresentação da disciplina desenvolvida por parte dos formandos •Autoavaliação e Avaliação da formação

Metodologias

Presencial Como metodologia de trabalho salienta-se a preocupação em promover uma ação de formação participada, valorizando na mesma, uma vertente de trabalho ativa, de experimentação, exploração e aplicação. O espaço educativo virtual estará estruturado de acordo com as 8 sessões presenciais/síncronas (12,5 horas), assentes na plataforma Moodle intercaladas com sessões de trabalho autónomo /assíncronos. No trabalho autónomo/assíncrono (12,5) pretende-se que os formandos apliquem os conteúdos abordados através da realização de exercícios práticos num ambiente colaborativo, de partilha e reflexão. A exploração das sessões será feita de uma forma gradual e sequencial. Cada sessão terá associado um conjunto de tarefas, previamente definidas pela formadora, tendo como base a prática docente e o ensino e aprendizagem dos alunos, as quais serão tornadas visíveis e acessíveis aos participantes de acordo com o desenrolar das atividades e manter-se-ão visíveis até ao final da ação. Em cada sessão serão explicitados os seguintes aspetos: objetivos, a duração estimada de cada atividade; os recursos fornecidos aos formandos para a concretização das atividades propostas, sempre numa ligação aos contextos de intervenção dos formandos. Este trabalho pode ser coadjuvado pelo formador mediante os meios de comunicação síncronos e assíncronos (videoconferência, chat e fórum) disponibilizados na plataforma Moodle.

Avaliação

Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o “Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base: - Participação/contributos e realização das tarefas nas sessões (2.5 valores) 25% - Trabalho de aplicação de conteúdos e realização dos trabalhos e atividades propostos (6 valores) 60% - Relatório final/reflexão crítica (1.5 valores) 15%

Bibliografia

Meirinhos, M. F. A. (2006). Desenvolvimento profissional docente em ambientes colaborativos de aprendizagem a distância: estudo de caso no âmbito da formação contínua. Tese de doutoramento em Estudos da Criança - Tecnologias da Informação e Comunicação. Universidade do Minho. Braga. Neto, P. (2017). A plataforma Moodle numa escola secundária: um estudo de opinião e uso. Dissertação de Mestrado em Educação. IE-UL Rocha, A. P. (2017). AVALIAÇÃO FORMATIVA.UM ESTUDO SOBRE FORMAÇÃO DE PROFESSORES EM CONTEXTO BLEARNING. Relatório de investigação de Pós-Doutoramento na Especialidade: Educação a distância e e-learning da Universidade Aberta. Santos, A. (2010). Um estudo sobre a influência da formação nos índices de utilização das TIC e na autoeficácia dos professores. Dissertação de Mestrado- Instituto de Educação da Universidade de Lisboa. Santos, A. (2014). Um estudo longitudinal sobre o efeito da formação no índice de autoeficácia e nos níveis de utilização das TIC pelos professores. Tese de doutoramento .Instituto de Educação da Universidade de Lisboa.

Anexo(s)


Observações

As datas de início e fim são indicativas. A calendarização definitiva será elaborada após o encerramento das inscrições.

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo
1 05-06-2023 (Segunda-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Presencial
2 19-06-2023 (Segunda-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Presencial
3 28-06-2023 (Quarta-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Presencial
4 05-07-2023 (Quarta-feira) 17:30 - 21:00 3:30 Presencial

Ref. 154C8/T4 A decorrer

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-115691/22

Modalidade: Círculo de Estudos

Duração: 38.0 horas (25.0 horas presenciais)

Início: 01-06-2023

Fim: 20-07-2023

Regime: Presencial

Local: AE Cister

Formador

Salomé da Silva Pedro

Destinatários

Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. 

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

CFAECAN

Razões

No âmbito do Projeto MAIA, e ao longo dos anos letivos de 2019/2020 e 2020/2021, realizaram-se centenas de Oficinas de Formação (OF), que ocorreram em praticamente todos os CFAE e cujo principal produto foi a conceção e a elaboração de um Projeto de Intervenção (PI) no domínio da avaliação pedagógica. Este PI, definia um conjunto de Princípios de Avaliação Pedagógica que enquadrava quer a definição de uma Política de Avaliação, quer a definição de uma Política de Classificação. A ideia que presidiu à elaboração dos PI era a de o concretizar nos AE/ENA dos formandos que os conceberam e elaboraram, tendo em conta as condições concretas de cada instituição, bem como o respetivo Projeto Educativo Como seria expectável, atendendo às condições existentes em cada AE/ENA, há diferentes graus de apropriação dos propósitos do Projeto MAIA e, consequentemente, o mesmo sucede com a concretização e desenvolvimento dos PI. Assim, há dificuldades que têm sido recorrentemente sinalizadas por diversos intervenientes neste processo. Reconheceu-se, assim, a necessidade de se conceber e desenvolver o presente Círculo de Estudos de modo a contribuir para que dificuldades possam ser ultrapassadas e para que as instituições que estão envolvidas neste processo possam concretizar e desenvolver os seus PI. Através desta modalidade de formação, os formandos terão a oportunidade ultrapassar as dificuldades reportadas de através da reflexão e discussão das experiências das suas unidades orgânicas.

Objetivos

• clarificar os conceitos estruturantes que deverão fundamentar e enquadrar os PI. • aprofundar a conceção e a elaboração dos PI. • analisar materiais que possam facilitar a consecução e desenvolvimento dos PI. • produzir materiais que possam facilitar a consecução e desenvolvimento dos PI. • delinear estratégias destinadas a promover a concretização e desenvolvimento dos PI atendendo às condições concretas de cada instituição. • contribuir para integrar os PI no desenvolvimento dos Projetos Educativos das instituições. • desenvolver hábitos de trabalho colaborativo e de reflexão em torno de situações vividas nas escolas, visando melhorar a qualidade do ensino, da aprendizagem e da avaliação. • partilhar ideias, experiências, materiais e métodos que contribuam para a concretização e desenvolvimento dos PI em cada instituição. • conceber uma Ação de Curta Duração visando a criação de uma oportunidade para que os professores possam discutir a consecução e o desenvolvimento dos PI.

Conteúdos

O desenvolvimento deste Círculo de Estudos será baseado no estudo, na discussão e na análise dos seguintes conteúdos principais: • Análise e reflexão acerca do Currículo vigente atualmente em Portugal. • Relações entre o Currículo, a Pedagogia e a Avaliação e suas implicações para a concretização e desenvolvimento dos PI. • Conceitos estruturantes da avaliação pedagógica tais como avaliação formativa, avaliação sumativa, feedback, critério, indicador ou descritor, autoavaliação, avaliação entre pares, avaliação holística, avaliação analítica, processos de recolha de informação e processos de classificação. • Conceção de materiais, processos e estratégias que integrem os conceitos e ideias da avaliação pedagógica e que suscitem a sua utilização nas práticas pedagógicas. • Análise e discussão de PI: reformulação, aprofundamento, ajustamento. • Processos de formação ativa de professores: fundamentos, processos e dinâmicas.

Metodologias

• O trabalho presencial será organizado de forma que os formandos estabeleçam relações entre o contexto da formação e das escolas. • Os participantes constituem uma comunidade de aprendizagem e de práticas, que discute os PI, visando a sua melhoraria, clarificação e aprofundamento. • Os formandos terão um papel central nos processos de formação, nomeadamente no que se refere à melhoria e/ou aprofundamento dos PI. • Os formadores são recursos qualificados que distribuirão feedback, orientando os formandos, dinamizando as sessões de trabalho e garantindo o desenvolvimento de discussões com real significado para a concretização e desenvolvimento dos PI. • As sessões presenciais serão planificadas tendo em vista a análise e discussão que permita eventuais ajustamentos e/ou melhorias dos PI.

Avaliação

Os formandos serão avaliados utilizando a tabela de 1 a 10 valores, conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, utilizando os parâmetros de avaliação estabelecidos e respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua. A avaliação dos formandos decorre ao longo de todas as sessões com base nas interações que se forem estabelecendo a partir das intervenções realizadas nas suas instituições. Os PI reformulados assim como os Planos de Formação serão objeto de apresentação e discussão nas sessões presenciais e constituirão processos e produtos fundamentais.

Bibliografia

- Fernandes, D. (2021). Para uma fundamentação e melhoria das práticas de avaliação pedagógica no âmbito do Projeto MAIA. Texto de Apoio à formação - Projeto de Monitorização, Acompanhamento e Investigação em Avaliação Pedagógica (MAIA). Ministério da Educação/Direção-Geral da Educação. - Fernandes, D. (2021). Para a Conceção e Elaboração do Projeto de Intervenção no Âmbito do Projeto MAIA. Texto de Apoio à formação - Projeto de Monitorização, Acompanhamento e Investigação em Avaliação Pedagógica (MAIA). Ministério da Educação/Direção-Geral da Educação. - Fernandes, D. (2021). Para um enquadramento da formação de professores. Texto de Apoio à formação - Projeto de Monitorização, Acompanhamento e Investigação em Avaliação Pedagógica (MAIA). Ministério da Educação/Direção-Geral da Educação. - Machado, E. A. (2021). Feedback. Folha de apoio à formação - Projeto de Monitorização, Acompanhamento e Investigação em Avaliação Pedagógica (MAIA). Ministério da Educação/Direção-Geral da Educação. - Wenger, E. (1998). Communities of practice: Learning, meaning, and identity. Cambridge University Press.

Anexo(s)

Para a Melhoria das Práticas de Avaliação Pedagógica_ desenvolvimento e concretização dos Projetos de Intervenção


Observações

.

As datas de começo e término são indicativas, quando a turma estiver formada, far-se-á a Calendarização definitiva. Os formandos serão notificados antecipadamente.


Ref. 175C22/A1 A decorrer

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-116262/22

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 30.0 horas (15.0 horas presenciais + 15.0 horas de trabalho autónomo)

Início: 15-05-2023

Fim: 26-06-2023

Regime: Presencial

Local: Centro Escolar de Alcobaça- AE Cister

Formador

Manuel Vicente Silva Cunha Calado

Destinatários

Professores dos Grupos 100 e 110

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 100 e 110. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 100 e 110. 

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação da associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré e AE/ENA Associadas

Razões

A programação de computadores constitui uma competência fulcral para o desenvolvimento de capacidades de resolução de problemas, bem como do raciocínio lógico. Deste modo, a sua integração em idades precoces é considerada fundamental, sendo apontada como um dos vetores de intervenção estratégica do plano de ação para a empregabilidade digital por ser uma das competências que abrem oportunidades de empregabilidade e respondem a determinados desafios societais. A utilização do computador deve também ser vista como uma atividade que permite o desenvolvimento do pensamento computacional, através da possibilidade de resolver problemas do mundo real de forma criativa, não se centrando apenas na programação, mas, principalmente, nos aspetos de conceção, planificação e implementação, necessários ao desenvolvimento de um determinado projeto. Importa, portanto, promover aprendizagens significativas e contextualizadas, desafiando as crianças a irem para além da literacia digital básica e a desenvolverem competências multidisciplinares, reforçando a confiança nas suas capacidades. Apesar do foco na programação, é importante centrar o processo nas ideias, na criatividade, na colaboração e na resolução de problemas, assumindo uma perspetiva pedagógica inovadora e motivadora. Neste sentido, a oficina de formação visa atualizar e aprofundar as competências teóricas e experimentais dos educadores e professores que dinamizam, ou possam vir a dinamizar, atividades de desenvolvimento do pensamento computacional e de introdução à programação no 1º ciclo.

Objetivos

- Refletir sobre relação do desenvolvimento do pensamento computacional, com as competências do século XXI; - Promover, em contexto de sala de aula/escolar, a realização de atividades interativas, colaborativas e incentivadoras da criatividade; - Construir atividades que desenvolvam o pensamento computacional, implementando-as em contexto sala de aula/escolar; - Desenvolver soluções codificadas, articulando o pensamento computacional com áreas curriculares do ensino básico e programando as respetivas soluções em ferramentas de programação por blocos; - Delinear atividades e estratégias de utilização de ferramentas de programação para crianças em contexto educativo, aplicando-as em contexto de sala de aula e refletindo sobre as práticas; - Avaliar as metodologias e as atividades construídas e implementadas, refletindo sobre as suas potencialidades, atendendo aos seus efeitos nos processos de ensino e de aprendizagem; - Promover o trabalho colaborativo e a partilha de experiências entre os professores.

Conteúdos

TRABALHO PRESENCIAL 1. Apresentação. Programa da ação, definição global do projeto final, metodologia de avaliação – 1 hora. 2. Competências para o Século XXI e Pensamento Computacional - 2 horas: 2.1. Competências para o século XXI; 2.2. Pensamento computacional: conceitos, caraterísticas e objetivos; atividades de pensamento computacional. 3. Ferramentas de Programação para Crianças - 10 horas: 3.1. Robótica Educativa; 3.2. Ferramentas de programação por blocos adequadas a crianças, suas caraterísticas e exploração das mesmas; 3.3. Planificação e conceção de recursos e atividades, utilizando as ferramentas de programação exploradas, promotores do pensamento computacional; 3.4. Reflexão sobre as metodologias e as atividades construídas e implementadas, analisando as suas potencialidades nos processos de ensino e de aprendizagem. 4. Projeto - 2 horas: 4.1. Análise de exemplos de planificações de atividades de programação no contexto de sala de aula; 4.2. Estratégias e modalidades de avaliação; 4.3. Reflexão crítica sobre o desenvolvimento de projeto suportado por metodologia de aprendizagem ativa, articulando a programação com áreas curriculares. TRABALHO AUTÓNOMO – 15 horas: 1. Pesquisa e pequena síntese escrita sobre Competências para o Século XXI e Pensamento Computacional. 2. Implementação das atividades planificadas nas sessões presenciais, em situações reais de ensino-aprendizagem com alunos. 3. Concretização do projeto final, de forma reflexiva, e envio através de email ou da plataforma Moodle ou similar.

Metodologias

As sessões presenciais são destinadas à exploração do ferramentas digitais de programação e reflexão sobre a articulação entre estas e o currículo; à realização de atividades práticas de partilha, suportadas por um ambiente colaborativo; ao desenvolvimento de atividades de aprendizagem promotoras da colaboração, comunicação e avaliação; à planificação e criação de atividades a implementar na escola, que promovam o desenvolvimento das CD docente e, simultaneamente, dos alunos; à reflexão crítica sobre o desenvolvimento profissional docente. Na componente de trabalho autónomo, pretende-se assegurar a implementação das atividades planificadas nas sessões presenciais, em situações reais de ensino-aprendizagem com alunos, articulando o DigCompEdu com as OCEPE e o currículo do 1º CEB, e a reflexão sobre as práticas desenvolvidas. Na última sessão, os formandos apresentarão os resultados dessas atividades, com evidências, proporcionando-se a discussão e a partilha.

Avaliação

Os formandos serão avaliados utilizando a tabela de 1 a 10 valores, conforme indicado o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio, utilizando os parâmetros de avaliação estabelecidos e respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua. Escala de avaliação: Excelente - de 9 a 10 valores; Muito Bom - de 8 a 8,9 valores; Bom - de 6,5 a 7,9 valores; Regular – de 5 a 6,4 valores; Insuficiente – de 1 a 4,9 valores. Dimensões a avaliar: i) Participação na ação (contributos e trabalho contínuo realizado ao longo das sessões presenciais) ii) Trabalho escrito individual final (qualidade das atividades produzidas, da descrição das práticas pedagógicas desenvolvidas com os alunos e da reflexão produzida) Creditação final de acordo com o regulamento da modalidade. A certificação da Ação será efetuada de acordo com a legislação em vigor.

Bibliografia

- AA.VV. (2017) – Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. [PDF] Disponível em http://dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/perfil_dos_alunos.pdf - Figueiredo, M., Torres, J. (2015). Iniciação à Programação no 1º Ciclo do Ensino Básico – Linhas Orientadoras. DGE, Lisboa. Disponível em: http://www.erte.dge.mec.pt/sites/default/files/Projetos/Programacao/IP1CEB/linhas_orientadoras.pdf - Ministério da Educação (2016). Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar. Disponível em: https://www.dge.mec.pt/ocepe/sites/default/files/Orientacoes_Curriculares.pdf - Ramos, J.L. e Espadeiro, R.G. (2015) Pensamento computacional na escola e práticas de avaliação das aprendizagens. Uma revisão sistemática da literatura. Disponível em: http://dspace.uevora.pt/rdpc/bitstream/10174/14227/1/challenges%202015br.pdf

Anexo(s)


Observações

As datas de começo e término são indicativas. Quando a turma estiver formada, far-se-á a Calendarização definitiva. Os formandos serão notificados antecipadamente.

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo
1 15-05-2023 (Segunda-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Presencial
2 29-05-2023 (Segunda-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Presencial
3 05-06-2023 (Segunda-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Presencial
4 12-06-2023 (Segunda-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Presencial
5 26-06-2023 (Segunda-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Presencial

Ref. 157C10/T3 A decorrer

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-115694/22

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 12-05-2023

Fim: 28-06-2023

Regime: e-learning

Local: Online

Formador

Eliana Borges Henriques Vieira

Destinatários

Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário e Professores de Educação Especial e grupo de recrutamento 360

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário e Professores de Educação Especial e grupo de recrutamento 360. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. 

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

CFAECAN

Razões

Decorrente da situação pandémica vivida nos dois últimos anos e da convicção de que o potencial da formação de professores contribui para atuar como uma alavanca para a mudança no sistema de ensino, a Direção-Geral da Educação de forma a garantir o desenvolvimento do seu plano de formação, reorganizou esse mesmo plano de acordo com o estabelecido na Carta Circular CCPFC-1/2020, e subsequentes, passando assim a assegurar a frequência das ações de formação de “regime presencial” para “regime a distância”. A partir desta necessidade surgiram ambientes virtuais de ensino a distância, tendo-se verificado as seguintes vantagens: bom acolhimento por parte dos formandos, melhor gestão e rentabilização do tempo, redução de custos inerentes às suas deslocações, desenvolvimento de competências digitais, possibilidade de desenvolvimento de trabalho colaborativo/em grupo nas sessões síncronas, acesso aos conteúdos (documentos - texto, áudio, vídeo, etc.) e controlo do seu progresso e desempenho no LMS.

Objetivos

Explorar os documentos legislativos (DL n.º 54/2018 e 55/2018, PASEO, Aprend. Essenciais) e de apoio à prática letiva de forma integrada, identificando implicações para a organização de práticas pedagógicas mais inclusivas Consolidar o conhecimento sobre os modelos de enquadramento à operacionalização da educação inclusiva nas suas características essenciais Planear com intencionalidade estratégica, organizando a dinâmica pedagógica, conciliando as aprendizagens a desenvolver e as características de todos alunos (Desenho Universal para a Aprendizagem) Aprofundar o conhecimento sobre metodologias e estratégias pedagógicas inclusivas e inovadoras Consolidar a implementação do ciclo: Avaliar–Planear–Agir– Rever para a inclusão Promover a avaliação como parte integrante da gestão inclusiva do currículo e instrumento ao serviço do ensino e das aprendizagens Reforçar competências de trabalho colaborativo, reflexivo e de resolução de problemas entre os profissionais

Conteúdos

Módulo 1 - Impacto das orientações de política educativa nas práticas pedagógicas • Exploração de documentos legislativos (DL n.º 54/2018, DL n.º 55/2018, Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória e Aprendizagens Essenciais) de apoio à prática letiva de forma integrada, destacando-se a reflexão e a análise de práticas sobre: o os valores e princípios de base humanista, onde o aluno assume a centralidade da ação; o a gestão inclusiva, integrada, flexível e articulada do currículo; o o recurso a modelos de intervenção e modelos pedagógicos de resposta à diversidade e de promoção de uma educação de qualidade para todos os alunos; o a valorização da avaliação como parte integrante da gestão do currículo e instrumento ao serviço do ensino e das aprendizagens; o a voz dos alunos e das suas famílias, aumentando os seus níveis de participação. Módulo 2 - Ambientes educativos inclusivos - opções metodológicas • Práticas de ensino e intervenção diferenciadas, em função do perfil de competências dos alunos. • Estratégias de antecipação da diversidade em sala de aula, com recurso a ambientes de aprendizagem flexíveis e centrados no aluno (Desenho Universal para a Aprendizagem). Módulo 3 – Gerir a diversidade em sala de aula • Gestão da diversidade em sala de aula atendendo à participação e aprendizagem efetivas de todos os alunos – partilha de práticas. • Mecanismos de planeamento e gestão curricular com caráter intencional e estratégico, que conciliem as aprendizagens a desenvolver e as características de todos alunos. Módulo 4 – Avaliação como processo regulador do ensino e da aprendizagem • Caráter contínuo e sistemático da avaliação, ao serviço das aprendizagens, enquanto processo regulador do ensino e das aprendizagens. • Planificação intencional da avaliação formativa tendo como objetivos melhorar os resultados das aprendizagens e ajustar o processo de ensino. • O feedback como uma das dimensões indispensáveis à aplicação prática da avaliação formativa na sala de aula.

Metodologias

Nesta formação, em regime de frequência e-learning, serão abordados os conteúdos recorrendo a metodologias ativas de ensino e de aprendizagem. Será privilegiado o trabalho em pequeno e grande grupo com momentos de reflexão e de discussão restrita e alargada. Nas sessões, devem ser definidos tempos de partilha e de reflexão em torno das experiências e das práticas dos formandos, devendo o formador ter um papel ativo na ligação das práticas às políticas educativas de inclusão. Os docentes devem ser desafiados à revisão das suas práticas pedagógicas de acordo com os referenciais normativos em vigor. Elaboração de trabalho/reflexão final individual em função dos interesses e preferências dos formandos. Módulo 1 - Impacto das orientações de política educativa nas práticas pedagógicas (4 horas – 2 sessões de 2 h) Módulo 2 - Ambientes educativos inclusivos - opções metodológicas (8 horas – 4 sessões de 2h) Módulo 3 – Gerir a diversidade em sala de aula (6 horas – 3 sessões de 2 h) Módulo 4 – Avaliação como processo regulador do ensino e da aprendizagem (7horas - 2 sessões de 2 h e uma de 3h)

Avaliação

Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o “Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final individual elaborado pelos formandos.

Bibliografia

- DGE (2018), Para uma educação inclusiva: Manual de Apoio à Prática Disponível em https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/EEspecial/manual_de_apoio_a_pratica.pdf Acesso 02/02/2022 - Cosme, A., Lima L., Ferreira D., Ferreira N., Metodologias, métodos e situações de aprendizagem: propostas e estratégias de ação : ensino básico, ensino secundário,1ª ed. - Porto: Porto Editora, 2021. - European Agency for Special Needs and Inclusive Education (2018), Key Actions for Raising Achievement, Guidance for Teachers and Leaders Disponível em https://www.european-agency.org/sites/default/files/Key%20Actions%20for%20Raising%20Achievement.pdf Acesso 02/02/2022 - Fernandes, D. (2021). Para uma Fundamentação e Melhoria das Práticas de Avaliação Pedagógica no Âmbito do Projeto MAIA, Texto de Apoio à formação - Projeto de Monitorização, Acompanhamento e Investigação em Avaliação Pedagógica (MAIA). Ministério da Educação/Direção-Geral da Educação. Acesso 02/02/2022 - UNESCO (2022). REACHING OUT TO ALL LEARNERS: a resource pack for supporting inclusion and equity in education. Geneva: UNESCO – IBE. Disponível em: http://www.ibe.unesco.org/en/news/reaching-out-all-learners-resource-pack-supporting-inclusion-and-equity-education.

Anexo(s)

Práticas pedagógicas inclusivas em sala de aula


Observações

.

As datas de começo e término são indicativas, quando a turma estiver formada, far-se-á a Calendarização definitiva. Os formandos serão notificados antecipadamente.

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo
1 12-05-2023 (Sexta-feira) 17:00 - 20:00 3:00 Online síncrona
2 17-05-2023 (Quarta-feira) 17:00 - 20:00 3:00 Online síncrona
3 19-05-2023 (Sexta-feira) 17:00 - 19:00 2:00 Online assíncrona
4 23-05-2023 (Terça-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Online síncrona
5 31-05-2023 (Quarta-feira) 17:00 - 20:00 3:00 Online síncrona
6 07-06-2023 (Quarta-feira) 17:00 - 20:00 3:00 Online síncrona
7 12-06-2023 (Segunda-feira) 17:00 - 19:00 2:00 Online assíncrona
8 21-06-2023 (Quarta-feira) 17:00 - 20:00 3:00 Online síncrona
9 28-06-2023 (Quarta-feira) 17:00 - 20:00 3:00 Online síncrona

Ref. 157C10/T4 A decorrer

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-115694/22

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 05-05-2023

Fim: 27-06-2023

Regime: e-learning

Local: Online

Formador

Zélia Maria Lopes Marques

Destinatários

Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário e Professores de Educação Especial e grupo de recrutamento 360

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário e Professores de Educação Especial e grupo de recrutamento 360. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. 

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

CFAECAN

Razões

Decorrente da situação pandémica vivida nos dois últimos anos e da convicção de que o potencial da formação de professores contribui para atuar como uma alavanca para a mudança no sistema de ensino, a Direção-Geral da Educação de forma a garantir o desenvolvimento do seu plano de formação, reorganizou esse mesmo plano de acordo com o estabelecido na Carta Circular CCPFC-1/2020, e subsequentes, passando assim a assegurar a frequência das ações de formação de “regime presencial” para “regime a distância”. A partir desta necessidade surgiram ambientes virtuais de ensino a distância, tendo-se verificado as seguintes vantagens: bom acolhimento por parte dos formandos, melhor gestão e rentabilização do tempo, redução de custos inerentes às suas deslocações, desenvolvimento de competências digitais, possibilidade de desenvolvimento de trabalho colaborativo/em grupo nas sessões síncronas, acesso aos conteúdos (documentos - texto, áudio, vídeo, etc.) e controlo do seu progresso e desempenho no LMS.

Objetivos

Explorar os documentos legislativos (DL n.º 54/2018 e 55/2018, PASEO, Aprend. Essenciais) e de apoio à prática letiva de forma integrada, identificando implicações para a organização de práticas pedagógicas mais inclusivas Consolidar o conhecimento sobre os modelos de enquadramento à operacionalização da educação inclusiva nas suas características essenciais Planear com intencionalidade estratégica, organizando a dinâmica pedagógica, conciliando as aprendizagens a desenvolver e as características de todos alunos (Desenho Universal para a Aprendizagem) Aprofundar o conhecimento sobre metodologias e estratégias pedagógicas inclusivas e inovadoras Consolidar a implementação do ciclo: Avaliar–Planear–Agir– Rever para a inclusão Promover a avaliação como parte integrante da gestão inclusiva do currículo e instrumento ao serviço do ensino e das aprendizagens Reforçar competências de trabalho colaborativo, reflexivo e de resolução de problemas entre os profissionais

Conteúdos

Módulo 1 - Impacto das orientações de política educativa nas práticas pedagógicas • Exploração de documentos legislativos (DL n.º 54/2018, DL n.º 55/2018, Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória e Aprendizagens Essenciais) de apoio à prática letiva de forma integrada, destacando-se a reflexão e a análise de práticas sobre: o os valores e princípios de base humanista, onde o aluno assume a centralidade da ação; o a gestão inclusiva, integrada, flexível e articulada do currículo; o o recurso a modelos de intervenção e modelos pedagógicos de resposta à diversidade e de promoção de uma educação de qualidade para todos os alunos; o a valorização da avaliação como parte integrante da gestão do currículo e instrumento ao serviço do ensino e das aprendizagens; o a voz dos alunos e das suas famílias, aumentando os seus níveis de participação. Módulo 2 - Ambientes educativos inclusivos - opções metodológicas • Práticas de ensino e intervenção diferenciadas, em função do perfil de competências dos alunos. • Estratégias de antecipação da diversidade em sala de aula, com recurso a ambientes de aprendizagem flexíveis e centrados no aluno (Desenho Universal para a Aprendizagem). Módulo 3 – Gerir a diversidade em sala de aula • Gestão da diversidade em sala de aula atendendo à participação e aprendizagem efetivas de todos os alunos – partilha de práticas. • Mecanismos de planeamento e gestão curricular com caráter intencional e estratégico, que conciliem as aprendizagens a desenvolver e as características de todos alunos. Módulo 4 – Avaliação como processo regulador do ensino e da aprendizagem • Caráter contínuo e sistemático da avaliação, ao serviço das aprendizagens, enquanto processo regulador do ensino e das aprendizagens. • Planificação intencional da avaliação formativa tendo como objetivos melhorar os resultados das aprendizagens e ajustar o processo de ensino. • O feedback como uma das dimensões indispensáveis à aplicação prática da avaliação formativa na sala de aula.

Metodologias

Nesta formação, em regime de frequência e-learning, serão abordados os conteúdos recorrendo a metodologias ativas de ensino e de aprendizagem. Será privilegiado o trabalho em pequeno e grande grupo com momentos de reflexão e de discussão restrita e alargada. Nas sessões, devem ser definidos tempos de partilha e de reflexão em torno das experiências e das práticas dos formandos, devendo o formador ter um papel ativo na ligação das práticas às políticas educativas de inclusão. Os docentes devem ser desafiados à revisão das suas práticas pedagógicas de acordo com os referenciais normativos em vigor. Elaboração de trabalho/reflexão final individual em função dos interesses e preferências dos formandos. Módulo 1 - Impacto das orientações de política educativa nas práticas pedagógicas (4 horas – 2 sessões de 2 h) Módulo 2 - Ambientes educativos inclusivos - opções metodológicas (8 horas – 4 sessões de 2h) Módulo 3 – Gerir a diversidade em sala de aula (6 horas – 3 sessões de 2 h) Módulo 4 – Avaliação como processo regulador do ensino e da aprendizagem (7horas - 2 sessões de 2 h e uma de 3h)

Avaliação

Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o “Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final individual elaborado pelos formandos.

Bibliografia

- DGE (2018), Para uma educação inclusiva: Manual de Apoio à Prática Disponível em https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/EEspecial/manual_de_apoio_a_pratica.pdf Acesso 02/02/2022 - Cosme, A., Lima L., Ferreira D., Ferreira N., Metodologias, métodos e situações de aprendizagem: propostas e estratégias de ação : ensino básico, ensino secundário,1ª ed. - Porto: Porto Editora, 2021. - European Agency for Special Needs and Inclusive Education (2018), Key Actions for Raising Achievement, Guidance for Teachers and Leaders Disponível em https://www.european-agency.org/sites/default/files/Key%20Actions%20for%20Raising%20Achievement.pdf Acesso 02/02/2022 - Fernandes, D. (2021). Para uma Fundamentação e Melhoria das Práticas de Avaliação Pedagógica no Âmbito do Projeto MAIA, Texto de Apoio à formação - Projeto de Monitorização, Acompanhamento e Investigação em Avaliação Pedagógica (MAIA). Ministério da Educação/Direção-Geral da Educação. Acesso 02/02/2022 - UNESCO (2022). REACHING OUT TO ALL LEARNERS: a resource pack for supporting inclusion and equity in education. Geneva: UNESCO – IBE. Disponível em: http://www.ibe.unesco.org/en/news/reaching-out-all-learners-resource-pack-supporting-inclusion-and-equity-education.

Anexo(s)

Práticas pedagógicas inclusivas em sala de aula


Observações

.

As datas de começo e término são indicativas, quando a turma estiver formada, far-se-á a Calendarização definitiva. Os formandos serão notificados antecipadamente.

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo
1 05-05-2023 (Sexta-feira) 17:00 - 20:00 3:00 Online síncrona
2 09-05-2023 (Terça-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Online síncrona
3 17-05-2023 (Quarta-feira) 17:00 - 19:00 2:00 Online assíncrona
4 19-05-2023 (Sexta-feira) 16:30 - 19:30 3:00 Online síncrona
5 23-05-2023 (Terça-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Online síncrona
6 31-05-2023 (Quarta-feira) 17:00 - 20:00 3:00 Online síncrona
7 09-06-2023 (Sexta-feira) 17:00 - 19:00 2:00 Online assíncrona
8 21-06-2023 (Quarta-feira) 17:00 - 20:00 3:00 Online síncrona
9 27-06-2023 (Terça-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Online síncrona

Ref. 175C22/A2 A decorrer

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-116262/22

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 30.0 horas (15.0 horas presenciais + 15.0 horas de trabalho autónomo)

Início: 04-05-2023

Fim: 26-06-2023

Regime: Presencial

Local: Escola Básica e Secundária de São Martinho do Porto

Formador

Andrea Isabel Pereira César Osório

Destinatários

Professores dos Grupos 100 e 110

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 100 e 110. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 100 e 110. 

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação da associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré e AE/ENA Associadas

Razões

A programação de computadores constitui uma competência fulcral para o desenvolvimento de capacidades de resolução de problemas, bem como do raciocínio lógico. Deste modo, a sua integração em idades precoces é considerada fundamental, sendo apontada como um dos vetores de intervenção estratégica do plano de ação para a empregabilidade digital por ser uma das competências que abrem oportunidades de empregabilidade e respondem a determinados desafios societais. A utilização do computador deve também ser vista como uma atividade que permite o desenvolvimento do pensamento computacional, através da possibilidade de resolver problemas do mundo real de forma criativa, não se centrando apenas na programação, mas, principalmente, nos aspetos de conceção, planificação e implementação, necessários ao desenvolvimento de um determinado projeto. Importa, portanto, promover aprendizagens significativas e contextualizadas, desafiando as crianças a irem para além da literacia digital básica e a desenvolverem competências multidisciplinares, reforçando a confiança nas suas capacidades. Apesar do foco na programação, é importante centrar o processo nas ideias, na criatividade, na colaboração e na resolução de problemas, assumindo uma perspetiva pedagógica inovadora e motivadora. Neste sentido, a oficina de formação visa atualizar e aprofundar as competências teóricas e experimentais dos educadores e professores que dinamizam, ou possam vir a dinamizar, atividades de desenvolvimento do pensamento computacional e de introdução à programação no 1º ciclo.

Objetivos

- Refletir sobre relação do desenvolvimento do pensamento computacional, com as competências do século XXI; - Promover, em contexto de sala de aula/escolar, a realização de atividades interativas, colaborativas e incentivadoras da criatividade; - Construir atividades que desenvolvam o pensamento computacional, implementando-as em contexto sala de aula/escolar; - Desenvolver soluções codificadas, articulando o pensamento computacional com áreas curriculares do ensino básico e programando as respetivas soluções em ferramentas de programação por blocos; - Delinear atividades e estratégias de utilização de ferramentas de programação para crianças em contexto educativo, aplicando-as em contexto de sala de aula e refletindo sobre as práticas; - Avaliar as metodologias e as atividades construídas e implementadas, refletindo sobre as suas potencialidades, atendendo aos seus efeitos nos processos de ensino e de aprendizagem; - Promover o trabalho colaborativo e a partilha de experiências entre os professores.

Conteúdos

TRABALHO PRESENCIAL 1. Apresentação. Programa da ação, definição global do projeto final, metodologia de avaliação – 1 hora. 2. Competências para o Século XXI e Pensamento Computacional - 2 horas: 2.1. Competências para o século XXI; 2.2. Pensamento computacional: conceitos, caraterísticas e objetivos; atividades de pensamento computacional. 3. Ferramentas de Programação para Crianças - 10 horas: 3.1. Robótica Educativa; 3.2. Ferramentas de programação por blocos adequadas a crianças, suas caraterísticas e exploração das mesmas; 3.3. Planificação e conceção de recursos e atividades, utilizando as ferramentas de programação exploradas, promotores do pensamento computacional; 3.4. Reflexão sobre as metodologias e as atividades construídas e implementadas, analisando as suas potencialidades nos processos de ensino e de aprendizagem. 4. Projeto - 2 horas: 4.1. Análise de exemplos de planificações de atividades de programação no contexto de sala de aula; 4.2. Estratégias e modalidades de avaliação; 4.3. Reflexão crítica sobre o desenvolvimento de projeto suportado por metodologia de aprendizagem ativa, articulando a programação com áreas curriculares. TRABALHO AUTÓNOMO – 15 horas: 1. Pesquisa e pequena síntese escrita sobre Competências para o Século XXI e Pensamento Computacional. 2. Implementação das atividades planificadas nas sessões presenciais, em situações reais de ensino-aprendizagem com alunos. 3. Concretização do projeto final, de forma reflexiva, e envio através de email ou da plataforma Moodle ou similar.

Metodologias

As sessões presenciais são destinadas à exploração do ferramentas digitais de programação e reflexão sobre a articulação entre estas e o currículo; à realização de atividades práticas de partilha, suportadas por um ambiente colaborativo; ao desenvolvimento de atividades de aprendizagem promotoras da colaboração, comunicação e avaliação; à planificação e criação de atividades a implementar na escola, que promovam o desenvolvimento das CD docente e, simultaneamente, dos alunos; à reflexão crítica sobre o desenvolvimento profissional docente. Na componente de trabalho autónomo, pretende-se assegurar a implementação das atividades planificadas nas sessões presenciais, em situações reais de ensino-aprendizagem com alunos, articulando o DigCompEdu com as OCEPE e o currículo do 1º CEB, e a reflexão sobre as práticas desenvolvidas. Na última sessão, os formandos apresentarão os resultados dessas atividades, com evidências, proporcionando-se a discussão e a partilha.

Avaliação

Os formandos serão avaliados utilizando a tabela de 1 a 10 valores, conforme indicado o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio, utilizando os parâmetros de avaliação estabelecidos e respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua. Escala de avaliação: Excelente - de 9 a 10 valores; Muito Bom - de 8 a 8,9 valores; Bom - de 6,5 a 7,9 valores; Regular – de 5 a 6,4 valores; Insuficiente – de 1 a 4,9 valores. Dimensões a avaliar: i) Participação na ação (contributos e trabalho contínuo realizado ao longo das sessões presenciais) ii) Trabalho escrito individual final (qualidade das atividades produzidas, da descrição das práticas pedagógicas desenvolvidas com os alunos e da reflexão produzida) Creditação final de acordo com o regulamento da modalidade. A certificação da Ação será efetuada de acordo com a legislação em vigor.

Bibliografia

- AA.VV. (2017) – Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. [PDF] Disponível em http://dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/perfil_dos_alunos.pdf - Figueiredo, M., Torres, J. (2015). Iniciação à Programação no 1º Ciclo do Ensino Básico – Linhas Orientadoras. DGE, Lisboa. Disponível em: http://www.erte.dge.mec.pt/sites/default/files/Projetos/Programacao/IP1CEB/linhas_orientadoras.pdf - Ministério da Educação (2016). Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar. Disponível em: https://www.dge.mec.pt/ocepe/sites/default/files/Orientacoes_Curriculares.pdf - Ramos, J.L. e Espadeiro, R.G. (2015) Pensamento computacional na escola e práticas de avaliação das aprendizagens. Uma revisão sistemática da literatura. Disponível em: http://dspace.uevora.pt/rdpc/bitstream/10174/14227/1/challenges%202015br.pdf

Anexo(s)


Observações

As datas de começo e término são indicativas, quando a turma estiver formada, far-se-á a Calendarização definitiva. Os formandos serão notificados antecipadamente.

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo
1 04-05-2023 (Quinta-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial
2 15-05-2023 (Segunda-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial
3 29-05-2023 (Segunda-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial
4 12-06-2023 (Segunda-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial
5 26-06-2023 (Segunda-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial

Ref. 134Turma C21/A4 A decorrer

Registo de acreditação: DGAE/625/2021

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 06-04-2023

Fim: 14-07-2023

Regime: Presencial

Local: Agrupamento de Escolas da Benedita

Formador

Ronaldo Carvalho Filipe

Destinatários

Assistentes Técnicos e Assistentes Operacionais

Acreditado pelo

DGAE - Direção-Geral da Administração Escolar

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação da Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré

Razões

O Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores da Comissão Europeia (doravante DigCompEdu), pretende promover a competência digital (CD) e a inovação na educação. É essencial que os Assistentes Técnicos e Operacionais desenvolvam um conjunto de CD, de modo a tirar partido do potencial das tecnologias digitais. Esta ação visa contribuir para desenvolver as CD dos Assistentes do sistema educativo e formativo nacional e a sua capacidade para implementar estratégias inovadoras de apoio e suporte ao ensino e à aprendizagem. Ambiciona-se, assim, criar condições favoráveis a práticas educativas que se revelem promotoras do desenvolvimento de CD dos Assistentes. Os Assistentes Técnicos e Operacionais fazem parte das comunidades educativas e de aprendizagem assumindo-se como destinatários primordiais definidos pelo quadro Europeu de Competências Digitais para os Educadores, quadro definido pela Comissão Europeia e pelos programas nacionais de desenvolvimento da literacia digital dos cidadãos nacionais (INCODE).

Objetivos

Esta ação de formação pretende desenvolver com os Assistentes de nível 1 (A1/A2 do DigCompEdu) um conjunto de conhecimentos e estratégias que lhes permita desenvolver a sua literacia digital. São objetivos específicos:- promover o desenvolvimento das CD dos assistentes, tendo em vista as 6 áreas do referencial DigCompEdu;- capacitar os assistentes para a realização de atividades com tecnologias digitais em diferentes áreas de trabalho profissional;- capacitar os assistentes na utilização significativa de ambientes e ferramentas digitais e definição de estratégias diversificadas de integração destes em contexto educativo; - capacitar os assistentes para a implementação de atividades promotoras do desenvolvimento dos seus níveis de literacia digital.

Conteúdos

Documentos enquadradores das políticas educativas atuais associados ao Plano nacional de Transição Digital. 2. Envolvimento profissional: Exploração de opções digitais para colaboração e comunicação institucional e melhoria da prática profissional. 3. Recursos Digitais: Exploração, seleção e adequação de RED ao contexto de aprendizagem. Utilização de RED interativos. 4. Profissionalidade: Exploração de estratégias de apoio ao ensino e à aprendizagem digital. 5. Desafios no desempenho profissional: Exploração de estratégias de profissionalidade digital. Melhoria das abordagens de intervenção através de soluções digitais. 6. Consolidação de atividades profissionais com tecnologias digitais em diferentes situações de intervenção profissional. 7. Avaliação.

Avaliação

Ponderação: Participação (%) :40 Assiduidade (%): 10 Teste escrito / Trabalhos (%): 50 Escala de 1 a 20 valores

Bibliografia

Comissão Europeia (2018). Plano de Ação para a Educação Digital. Disponível em: https://eur-lex.europa.eu/leg Portugal Digital. Formar pessoas para o digital. Disponível em https://portugaldigital.gov.pt/formar-pessoas-para-o-digital/


Observações

As datas são indicativas, após o encerramento das inscrições será divulgada a calendarização definitiva.


Ref. 134C21/A1 A decorrer

Registo de acreditação: DGAE/625/2021

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 31-03-2023

Fim: 14-06-2023

Regime: Presencial

Local: Agrupamento de Escolas de Cister

Formador

Nuno Miguel Murraças Borda de Água

Destinatários

Assistentes Técnicos e Assistentes Operacionais

Acreditado pelo

DGAE - Direção-Geral da Administração Escolar

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação da Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré

Razões

O Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores da Comissão Europeia (doravante DigCompEdu), pretende promover a competência digital (CD) e a inovação na educação. É essencial que os Assistentes Técnicos e Operacionais desenvolvam um conjunto de CD, de modo a tirar partido do potencial das tecnologias digitais. Esta ação visa contribuir para desenvolver as CD dos Assistentes do sistema educativo e formativo nacional e a sua capacidade para implementar estratégias inovadoras de apoio e suporte ao ensino e à aprendizagem. Ambiciona-se, assim, criar condições favoráveis a práticas educativas que se revelem promotoras do desenvolvimento de CD dos Assistentes. Os Assistentes Técnicos e Operacionais fazem parte das comunidades educativas e de aprendizagem assumindo-se como destinatários primordiais definidos pelo quadro Europeu de Competências Digitais para os Educadores, quadro definido pela Comissão Europeia e pelos programas nacionais de desenvolvimento da literacia digital dos cidadãos nacionais (INCODE).

Objetivos

Esta ação de formação pretende desenvolver com os Assistentes de nível 1 (A1/A2 do DigCompEdu) um conjunto de conhecimentos e estratégias que lhes permita desenvolver a sua literacia digital. São objetivos específicos:- promover o desenvolvimento das CD dos assistentes, tendo em vista as 6 áreas do referencial DigCompEdu;- capacitar os assistentes para a realização de atividades com tecnologias digitais em diferentes áreas de trabalho profissional;- capacitar os assistentes na utilização significativa de ambientes e ferramentas digitais e definição de estratégias diversificadas de integração destes em contexto educativo; - capacitar os assistentes para a implementação de atividades promotoras do desenvolvimento dos seus níveis de literacia digital.

Conteúdos

Documentos enquadradores das políticas educativas atuais associados ao Plano nacional de Transição Digital. 2. Envolvimento profissional: Exploração de opções digitais para colaboração e comunicação institucional e melhoria da prática profissional. 3. Recursos Digitais: Exploração, seleção e adequação de RED ao contexto de aprendizagem. Utilização de RED interativos. 4. Profissionalidade: Exploração de estratégias de apoio ao ensino e à aprendizagem digital. 5. Desafios no desempenho profissional: Exploração de estratégias de profissionalidade digital. Melhoria das abordagens de intervenção através de soluções digitais. 6. Consolidação de atividades profissionais com tecnologias digitais em diferentes situações de intervenção profissional. 7. Avaliação.

Avaliação

Ponderação: Participação (%) :40 Assiduidade (%): 10 Teste escrito / Trabalhos (%): 50 Escala de 1 a 20 valores

Bibliografia

Comissão Europeia (2018). Plano de Ação para a Educação Digital. Disponível em: https://eur-lex.europa.eu/leg Portugal Digital. Formar pessoas para o digital. Disponível em https://portugaldigital.gov.pt/formar-pessoas-para-o-digital/


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo
1 31-03-2023 (Sexta-feira) 15:00 - 17:30 2:30 Presencial
2 05-04-2023 (Quarta-feira) 15:00 - 17:30 2:30 Presencial
3 26-04-2023 (Quarta-feira) 15:00 - 17:30 2:30 Presencial
4 05-05-2023 (Sexta-feira) 15:00 - 17:30 2:30 Presencial
5 17-05-2023 (Quarta-feira) 15:00 - 17:30 2:30 Presencial
6 19-05-2023 (Sexta-feira) 15:00 - 17:30 2:30 Presencial
7 24-05-2023 (Quarta-feira) 15:00 - 17:30 2:30 Presencial
8 31-05-2023 (Quarta-feira) 15:00 - 17:30 2:30 Presencial
9 07-06-2023 (Quarta-feira) 15:00 - 17:30 2:30 Presencial
10 14-06-2023 (Quarta-feira) 15:00 - 17:30 2:30 Presencial

Ref. 154C8/T1 A decorrer

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-115691/22

Modalidade: Círculo de Estudos

Duração: 38.0 horas (25.0 horas presenciais)

Início: 29-03-2023

Fim: 14-06-2023

Regime: Presencial

Local: Externato Cooperativo da Benedita

Formador

Salomé da Silva Pedro

Destinatários

Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. 

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

CFAECAN

Razões

No âmbito do Projeto MAIA, e ao longo dos anos letivos de 2019/2020 e 2020/2021, realizaram-se centenas de Oficinas de Formação (OF), que ocorreram em praticamente todos os CFAE e cujo principal produto foi a conceção e a elaboração de um Projeto de Intervenção (PI) no domínio da avaliação pedagógica. Este PI, definia um conjunto de Princípios de Avaliação Pedagógica que enquadrava quer a definição de uma Política de Avaliação, quer a definição de uma Política de Classificação. A ideia que presidiu à elaboração dos PI era a de o concretizar nos AE/ENA dos formandos que os conceberam e elaboraram, tendo em conta as condições concretas de cada instituição, bem como o respetivo Projeto Educativo Como seria expectável, atendendo às condições existentes em cada AE/ENA, há diferentes graus de apropriação dos propósitos do Projeto MAIA e, consequentemente, o mesmo sucede com a concretização e desenvolvimento dos PI. Assim, há dificuldades que têm sido recorrentemente sinalizadas por diversos intervenientes neste processo. Reconheceu-se, assim, a necessidade de se conceber e desenvolver o presente Círculo de Estudos de modo a contribuir para que dificuldades possam ser ultrapassadas e para que as instituições que estão envolvidas neste processo possam concretizar e desenvolver os seus PI. Através desta modalidade de formação, os formandos terão a oportunidade ultrapassar as dificuldades reportadas de através da reflexão e discussão das experiências das suas unidades orgânicas.

Objetivos

• clarificar os conceitos estruturantes que deverão fundamentar e enquadrar os PI. • aprofundar a conceção e a elaboração dos PI. • analisar materiais que possam facilitar a consecução e desenvolvimento dos PI. • produzir materiais que possam facilitar a consecução e desenvolvimento dos PI. • delinear estratégias destinadas a promover a concretização e desenvolvimento dos PI atendendo às condições concretas de cada instituição. • contribuir para integrar os PI no desenvolvimento dos Projetos Educativos das instituições. • desenvolver hábitos de trabalho colaborativo e de reflexão em torno de situações vividas nas escolas, visando melhorar a qualidade do ensino, da aprendizagem e da avaliação. • partilhar ideias, experiências, materiais e métodos que contribuam para a concretização e desenvolvimento dos PI em cada instituição. • conceber uma Ação de Curta Duração visando a criação de uma oportunidade para que os professores possam discutir a consecução e o desenvolvimento dos PI.

Conteúdos

O desenvolvimento deste Círculo de Estudos será baseado no estudo, na discussão e na análise dos seguintes conteúdos principais: • Análise e reflexão acerca do Currículo vigente atualmente em Portugal. • Relações entre o Currículo, a Pedagogia e a Avaliação e suas implicações para a concretização e desenvolvimento dos PI. • Conceitos estruturantes da avaliação pedagógica tais como avaliação formativa, avaliação sumativa, feedback, critério, indicador ou descritor, autoavaliação, avaliação entre pares, avaliação holística, avaliação analítica, processos de recolha de informação e processos de classificação. • Conceção de materiais, processos e estratégias que integrem os conceitos e ideias da avaliação pedagógica e que suscitem a sua utilização nas práticas pedagógicas. • Análise e discussão de PI: reformulação, aprofundamento, ajustamento. • Processos de formação ativa de professores: fundamentos, processos e dinâmicas.

Metodologias

• O trabalho presencial será organizado de forma que os formandos estabeleçam relações entre o contexto da formação e das escolas. • Os participantes constituem uma comunidade de aprendizagem e de práticas, que discute os PI, visando a sua melhoraria, clarificação e aprofundamento. • Os formandos terão um papel central nos processos de formação, nomeadamente no que se refere à melhoria e/ou aprofundamento dos PI. • Os formadores são recursos qualificados que distribuirão feedback, orientando os formandos, dinamizando as sessões de trabalho e garantindo o desenvolvimento de discussões com real significado para a concretização e desenvolvimento dos PI. • As sessões presenciais serão planificadas tendo em vista a análise e discussão que permita eventuais ajustamentos e/ou melhorias dos PI.

Avaliação

Os formandos serão avaliados utilizando a tabela de 1 a 10 valores, conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, utilizando os parâmetros de avaliação estabelecidos e respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua. A avaliação dos formandos decorre ao longo de todas as sessões com base nas interações que se forem estabelecendo a partir das intervenções realizadas nas suas instituições. Os PI reformulados assim como os Planos de Formação serão objeto de apresentação e discussão nas sessões presenciais e constituirão processos e produtos fundamentais.

Bibliografia

- Fernandes, D. (2021). Para uma fundamentação e melhoria das práticas de avaliação pedagógica no âmbito do Projeto MAIA. Texto de Apoio à formação - Projeto de Monitorização, Acompanhamento e Investigação em Avaliação Pedagógica (MAIA). Ministério da Educação/Direção-Geral da Educação. - Fernandes, D. (2021). Para a Conceção e Elaboração do Projeto de Intervenção no Âmbito do Projeto MAIA. Texto de Apoio à formação - Projeto de Monitorização, Acompanhamento e Investigação em Avaliação Pedagógica (MAIA). Ministério da Educação/Direção-Geral da Educação. - Fernandes, D. (2021). Para um enquadramento da formação de professores. Texto de Apoio à formação - Projeto de Monitorização, Acompanhamento e Investigação em Avaliação Pedagógica (MAIA). Ministério da Educação/Direção-Geral da Educação. - Machado, E. A. (2021). Feedback. Folha de apoio à formação - Projeto de Monitorização, Acompanhamento e Investigação em Avaliação Pedagógica (MAIA). Ministério da Educação/Direção-Geral da Educação. - Wenger, E. (1998). Communities of practice: Learning, meaning, and identity. Cambridge University Press.

Anexo(s)

Para a Melhoria das Práticas de Avaliação Pedagógica_ desenvolvimento e concretização dos Projetos de Intervenção


Observações

.


Ref. 154C8/T2 A decorrer

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-115691/22

Modalidade: Círculo de Estudos

Duração: 38.0 horas (25.0 horas presenciais)

Início: 22-03-2023

Fim: 14-06-2023

Regime: Presencial

Local: Externato Cooperativo da Benedita

Formador

Marisa Costa Ferreira

Destinatários

Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. 

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

CFAECAN

Razões

No âmbito do Projeto MAIA, e ao longo dos anos letivos de 2019/2020 e 2020/2021, realizaram-se centenas de Oficinas de Formação (OF), que ocorreram em praticamente todos os CFAE e cujo principal produto foi a conceção e a elaboração de um Projeto de Intervenção (PI) no domínio da avaliação pedagógica. Este PI, definia um conjunto de Princípios de Avaliação Pedagógica que enquadrava quer a definição de uma Política de Avaliação, quer a definição de uma Política de Classificação. A ideia que presidiu à elaboração dos PI era a de o concretizar nos AE/ENA dos formandos que os conceberam e elaboraram, tendo em conta as condições concretas de cada instituição, bem como o respetivo Projeto Educativo Como seria expectável, atendendo às condições existentes em cada AE/ENA, há diferentes graus de apropriação dos propósitos do Projeto MAIA e, consequentemente, o mesmo sucede com a concretização e desenvolvimento dos PI. Assim, há dificuldades que têm sido recorrentemente sinalizadas por diversos intervenientes neste processo. Reconheceu-se, assim, a necessidade de se conceber e desenvolver o presente Círculo de Estudos de modo a contribuir para que dificuldades possam ser ultrapassadas e para que as instituições que estão envolvidas neste processo possam concretizar e desenvolver os seus PI. Através desta modalidade de formação, os formandos terão a oportunidade ultrapassar as dificuldades reportadas de através da reflexão e discussão das experiências das suas unidades orgânicas.

Objetivos

• clarificar os conceitos estruturantes que deverão fundamentar e enquadrar os PI. • aprofundar a conceção e a elaboração dos PI. • analisar materiais que possam facilitar a consecução e desenvolvimento dos PI. • produzir materiais que possam facilitar a consecução e desenvolvimento dos PI. • delinear estratégias destinadas a promover a concretização e desenvolvimento dos PI atendendo às condições concretas de cada instituição. • contribuir para integrar os PI no desenvolvimento dos Projetos Educativos das instituições. • desenvolver hábitos de trabalho colaborativo e de reflexão em torno de situações vividas nas escolas, visando melhorar a qualidade do ensino, da aprendizagem e da avaliação. • partilhar ideias, experiências, materiais e métodos que contribuam para a concretização e desenvolvimento dos PI em cada instituição. • conceber uma Ação de Curta Duração visando a criação de uma oportunidade para que os professores possam discutir a consecução e o desenvolvimento dos PI.

Conteúdos

O desenvolvimento deste Círculo de Estudos será baseado no estudo, na discussão e na análise dos seguintes conteúdos principais: • Análise e reflexão acerca do Currículo vigente atualmente em Portugal. • Relações entre o Currículo, a Pedagogia e a Avaliação e suas implicações para a concretização e desenvolvimento dos PI. • Conceitos estruturantes da avaliação pedagógica tais como avaliação formativa, avaliação sumativa, feedback, critério, indicador ou descritor, autoavaliação, avaliação entre pares, avaliação holística, avaliação analítica, processos de recolha de informação e processos de classificação. • Conceção de materiais, processos e estratégias que integrem os conceitos e ideias da avaliação pedagógica e que suscitem a sua utilização nas práticas pedagógicas. • Análise e discussão de PI: reformulação, aprofundamento, ajustamento. • Processos de formação ativa de professores: fundamentos, processos e dinâmicas.

Metodologias

• O trabalho presencial será organizado de forma que os formandos estabeleçam relações entre o contexto da formação e das escolas. • Os participantes constituem uma comunidade de aprendizagem e de práticas, que discute os PI, visando a sua melhoraria, clarificação e aprofundamento. • Os formandos terão um papel central nos processos de formação, nomeadamente no que se refere à melhoria e/ou aprofundamento dos PI. • Os formadores são recursos qualificados que distribuirão feedback, orientando os formandos, dinamizando as sessões de trabalho e garantindo o desenvolvimento de discussões com real significado para a concretização e desenvolvimento dos PI. • As sessões presenciais serão planificadas tendo em vista a análise e discussão que permita eventuais ajustamentos e/ou melhorias dos PI.

Avaliação

Os formandos serão avaliados utilizando a tabela de 1 a 10 valores, conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, utilizando os parâmetros de avaliação estabelecidos e respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua. A avaliação dos formandos decorre ao longo de todas as sessões com base nas interações que se forem estabelecendo a partir das intervenções realizadas nas suas instituições. Os PI reformulados assim como os Planos de Formação serão objeto de apresentação e discussão nas sessões presenciais e constituirão processos e produtos fundamentais.

Bibliografia

- Fernandes, D. (2021). Para uma fundamentação e melhoria das práticas de avaliação pedagógica no âmbito do Projeto MAIA. Texto de Apoio à formação - Projeto de Monitorização, Acompanhamento e Investigação em Avaliação Pedagógica (MAIA). Ministério da Educação/Direção-Geral da Educação. - Fernandes, D. (2021). Para a Conceção e Elaboração do Projeto de Intervenção no Âmbito do Projeto MAIA. Texto de Apoio à formação - Projeto de Monitorização, Acompanhamento e Investigação em Avaliação Pedagógica (MAIA). Ministério da Educação/Direção-Geral da Educação. - Fernandes, D. (2021). Para um enquadramento da formação de professores. Texto de Apoio à formação - Projeto de Monitorização, Acompanhamento e Investigação em Avaliação Pedagógica (MAIA). Ministério da Educação/Direção-Geral da Educação. - Machado, E. A. (2021). Feedback. Folha de apoio à formação - Projeto de Monitorização, Acompanhamento e Investigação em Avaliação Pedagógica (MAIA). Ministério da Educação/Direção-Geral da Educação. - Wenger, E. (1998). Communities of practice: Learning, meaning, and identity. Cambridge University Press.

Anexo(s)

Para a Melhoria das Práticas de Avaliação Pedagógica_ desenvolvimento e concretização dos Projetos de Intervenção


Observações

.

As datas de início e término são indicativas. As turmas serão constituídas por AE/ENA, tendo cada uma no máximo 10 elementos.

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo
1 22-03-2023 (Quarta-feira) 16:30 - 19:30 3:00 Presencial
2 29-03-2023 (Quarta-feira) 16:30 - 19:30 3:00 Presencial
3 26-04-2023 (Quarta-feira) 16:30 - 19:30 3:00 Presencial
4 17-05-2023 (Quarta-feira) 16:30 - 19:30 3:00 Presencial
5 24-05-2023 (Quarta-feira) 16:30 - 19:30 3:00 Presencial
6 31-05-2023 (Quarta-feira) 16:30 - 19:30 3:00 Presencial
7 07-06-2023 (Quarta-feira) 16:30 - 19:30 3:00 Presencial
8 14-06-2023 (Quarta-feira) 16:30 - 20:30 4:00 Presencial

Ref. 154C8/T3 A decorrer

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-115691/22

Modalidade: Círculo de Estudos

Duração: 38.0 horas (25.0 horas presenciais)

Início: 14-03-2023

Fim: 13-06-2023

Regime: Presencial

Local: Escola Básica e Secundária de São Martinho do Porto

Formador

Carla Cristina Miguel Crisóstomo

Destinatários

Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. 

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

CFAECAN

Razões

No âmbito do Projeto MAIA, e ao longo dos anos letivos de 2019/2020 e 2020/2021, realizaram-se centenas de Oficinas de Formação (OF), que ocorreram em praticamente todos os CFAE e cujo principal produto foi a conceção e a elaboração de um Projeto de Intervenção (PI) no domínio da avaliação pedagógica. Este PI, definia um conjunto de Princípios de Avaliação Pedagógica que enquadrava quer a definição de uma Política de Avaliação, quer a definição de uma Política de Classificação. A ideia que presidiu à elaboração dos PI era a de o concretizar nos AE/ENA dos formandos que os conceberam e elaboraram, tendo em conta as condições concretas de cada instituição, bem como o respetivo Projeto Educativo Como seria expectável, atendendo às condições existentes em cada AE/ENA, há diferentes graus de apropriação dos propósitos do Projeto MAIA e, consequentemente, o mesmo sucede com a concretização e desenvolvimento dos PI. Assim, há dificuldades que têm sido recorrentemente sinalizadas por diversos intervenientes neste processo. Reconheceu-se, assim, a necessidade de se conceber e desenvolver o presente Círculo de Estudos de modo a contribuir para que dificuldades possam ser ultrapassadas e para que as instituições que estão envolvidas neste processo possam concretizar e desenvolver os seus PI. Através desta modalidade de formação, os formandos terão a oportunidade ultrapassar as dificuldades reportadas de através da reflexão e discussão das experiências das suas unidades orgânicas.

Objetivos

• clarificar os conceitos estruturantes que deverão fundamentar e enquadrar os PI. • aprofundar a conceção e a elaboração dos PI. • analisar materiais que possam facilitar a consecução e desenvolvimento dos PI. • produzir materiais que possam facilitar a consecução e desenvolvimento dos PI. • delinear estratégias destinadas a promover a concretização e desenvolvimento dos PI atendendo às condições concretas de cada instituição. • contribuir para integrar os PI no desenvolvimento dos Projetos Educativos das instituições. • desenvolver hábitos de trabalho colaborativo e de reflexão em torno de situações vividas nas escolas, visando melhorar a qualidade do ensino, da aprendizagem e da avaliação. • partilhar ideias, experiências, materiais e métodos que contribuam para a concretização e desenvolvimento dos PI em cada instituição. • conceber uma Ação de Curta Duração visando a criação de uma oportunidade para que os professores possam discutir a consecução e o desenvolvimento dos PI.

Conteúdos

O desenvolvimento deste Círculo de Estudos será baseado no estudo, na discussão e na análise dos seguintes conteúdos principais: • Análise e reflexão acerca do Currículo vigente atualmente em Portugal. • Relações entre o Currículo, a Pedagogia e a Avaliação e suas implicações para a concretização e desenvolvimento dos PI. • Conceitos estruturantes da avaliação pedagógica tais como avaliação formativa, avaliação sumativa, feedback, critério, indicador ou descritor, autoavaliação, avaliação entre pares, avaliação holística, avaliação analítica, processos de recolha de informação e processos de classificação. • Conceção de materiais, processos e estratégias que integrem os conceitos e ideias da avaliação pedagógica e que suscitem a sua utilização nas práticas pedagógicas. • Análise e discussão de PI: reformulação, aprofundamento, ajustamento. • Processos de formação ativa de professores: fundamentos, processos e dinâmicas.

Metodologias

• O trabalho presencial será organizado de forma que os formandos estabeleçam relações entre o contexto da formação e das escolas. • Os participantes constituem uma comunidade de aprendizagem e de práticas, que discute os PI, visando a sua melhoraria, clarificação e aprofundamento. • Os formandos terão um papel central nos processos de formação, nomeadamente no que se refere à melhoria e/ou aprofundamento dos PI. • Os formadores são recursos qualificados que distribuirão feedback, orientando os formandos, dinamizando as sessões de trabalho e garantindo o desenvolvimento de discussões com real significado para a concretização e desenvolvimento dos PI. • As sessões presenciais serão planificadas tendo em vista a análise e discussão que permita eventuais ajustamentos e/ou melhorias dos PI.

Avaliação

Os formandos serão avaliados utilizando a tabela de 1 a 10 valores, conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, utilizando os parâmetros de avaliação estabelecidos e respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua. A avaliação dos formandos decorre ao longo de todas as sessões com base nas interações que se forem estabelecendo a partir das intervenções realizadas nas suas instituições. Os PI reformulados assim como os Planos de Formação serão objeto de apresentação e discussão nas sessões presenciais e constituirão processos e produtos fundamentais.

Bibliografia

- Fernandes, D. (2021). Para uma fundamentação e melhoria das práticas de avaliação pedagógica no âmbito do Projeto MAIA. Texto de Apoio à formação - Projeto de Monitorização, Acompanhamento e Investigação em Avaliação Pedagógica (MAIA). Ministério da Educação/Direção-Geral da Educação. - Fernandes, D. (2021). Para a Conceção e Elaboração do Projeto de Intervenção no Âmbito do Projeto MAIA. Texto de Apoio à formação - Projeto de Monitorização, Acompanhamento e Investigação em Avaliação Pedagógica (MAIA). Ministério da Educação/Direção-Geral da Educação. - Fernandes, D. (2021). Para um enquadramento da formação de professores. Texto de Apoio à formação - Projeto de Monitorização, Acompanhamento e Investigação em Avaliação Pedagógica (MAIA). Ministério da Educação/Direção-Geral da Educação. - Machado, E. A. (2021). Feedback. Folha de apoio à formação - Projeto de Monitorização, Acompanhamento e Investigação em Avaliação Pedagógica (MAIA). Ministério da Educação/Direção-Geral da Educação. - Wenger, E. (1998). Communities of practice: Learning, meaning, and identity. Cambridge University Press.

Anexo(s)

Para a Melhoria das Práticas de Avaliação Pedagógica_ desenvolvimento e concretização dos Projetos de Intervenção


Observações

.

As datas de início e término são indicativas. As turmas serão constituídas por AE/ENA, tendo cada uma no máximo 10 elementos.

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo
1 14-03-2023 (Terça-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Presencial
2 28-03-2023 (Terça-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Presencial
3 18-04-2023 (Terça-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Presencial
4 02-05-2023 (Terça-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Presencial
5 16-05-2023 (Terça-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Presencial
6 23-05-2023 (Terça-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Presencial
7 30-05-2023 (Terça-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Presencial
8 13-06-2023 (Terça-feira) 17:30 - 21:30 4:00 Presencial

Ref. 104C23/A3 A decorrer

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-116806/22

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50.0 horas (25.0 horas presenciais + 25.0 horas de trabalho autónomo)

Início: 06-03-2023

Fim: 19-06-2023

Regime: b-learning

Local: Online/Escola Secundária D. Inês de Castro - AE Cister

Formador

Andrea Isabel Pereira César Osório

Destinatários

Professores dos Ensinos Básico e Secundário, Professores de Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Ensinos Básico e Secundário, Professores de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. 

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação da Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré

Razões

O Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores da Comissão Europeia (doravante DigCompEdu), pretende promover a competência digital (CD) e a inovação na educação. É essencial que os docentes desenvolvam um conjunto de CD, de modo a tirar partido do potencial das tecnologias digitais. Esta ação visa contribuir para desenvolver as CD dos docentes do sistema educativo e formativo nacional (nível 2) e a sua capacidade para implementar estratégias inovadoras de ensino e de aprendizagem. Ambiciona-se criar condições favoráveis a práticas educativas que se revelem promotoras do desenvolvimento de competências digitais dos alunos. Conjuntamente com esta formação, serão submetidas outras duas, articuladas ao nível da progressão dos conteúdos.

Objetivos

EFEITOS A PRODUZIR Esta ação de formação pretende desenvolver com os docentes de nível 3 (C1/C2 do DigCompEdu) um conjunto de conhecimentos e processos que lhes permita potenciar as suas competências digitais na promoção de estratégias e ações inovadoras na comunidade educativa. São objetivos específicos: - formular estratégias pedagógicas inovadoras e promotoras das CD dos docentes e alunos; - capacitar os docentes para a realização de atividades com tecnologias digitais em diferentes modalidades de ensino; - promover o desenvolvimento de ações que contribuam para os Plano de Ação para o Desenvolvimento Digital das suas escolas; - promover e estimular a reflexão, a partilha e a utilização crítica das tecnologias digitais em contexto educativo.

Conteúdos

Os conteúdos da ação surgem, em sentido articulado e incremental, com os conteúdos da formação de nível 1 e 2. - Exploração de documentos de enquadramento das políticas educativas. (2 horas) - Discussão, renovação e inovação na prática profissional. (3 horas) - Reflexão em torno de conceitos relacionados com escolas, professores e alunos digitalmente competentes. (4 horas) - Utilização das tecnologias digitais na colaboração e inovação pedagógica ao serviço da comunidade educativa. (4 horas) - Estratégias e metodologias relacionadas com o desenvolvimento curricular através de ambientes e ferramentas digitais. (4 horas) - Estratégias digitais de caráter Científico-Pedagógico promotoras do desenvolvimento profissional dos docentes. (4 horas) - Planeamento de atividades didático-pedagógicas promotoras do desenvolvimento da competência digital dos alunos. (4 horas) - Conceção de Planos de Ação para o Desenvolvimento Digital: conceitos, metodologias de desenvolvimento, implementação, monitorização, avaliação. (4 horas)

Metodologias

Sessões presenciais - 9 horas Online/síncronas _ 16 horas As sessões presenciais/online/síncrona são destinadas à exploração do referencial DigCompEdu e reflexão sobre a articulação entre as áreas de competência; à realização de atividades práticas inovadoras num ambiente colaborativo, de partilha e de reflexão; à exploração de ferramentas digitais para o desenvolvimento de atividades de aprendizagem promotoras da colaboração, comunicação, partilha e avaliação; à reflexão crítica sobre o desenvolvimento da componente de trabalho autónomo. Ao longo das sessões conjuntas estimular-se-á a criação e/ou participação e colaboração em comunidades de prática neste âmbito. As sessões serão teórico/práticas, realizadas em regime presencial/distância, síncronas. As metodologias incluirão método expositivo, demonstrativo, interrogativo e ativo, resolução de problemas e realização de trabalhos práticos. Haverá abordagem teórica; Planificação da ação a realizar; Adaptação da atividade ao contexto de cada professor; Aplicação da atividade por cada professor; Análise dos processos e dos produtos; Avaliação do trabalho desenvolvido; Conclusões. Momentos de reflexão teórica, debate, realização de atividades por parte dos formandos e apresentação e discussão conjunta das produções obtidas configura espaços de partilha de experiência sobre a aplicação da proposta, sendo feita a sua análise em termos práticos e teóricos. Trabalho autónomo No trabalho autónomo pretende-se estimular a planificação e conceção de ações que contribuam para a criação dos Planos de Ação de Desenvolvimento Digital, bem como para a sua regular monitorização e posterior avaliação. Na última sessão presencial os formandos apresentarão os resultados dessas atividades, com evidências, proporcionando-se momentos para a partilha e reflexão.

Avaliação

Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei no 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho no 4595/2015, de 6 de maio e com o “Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.o 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final individual elaborado e apresentado pelos formandos.

Modelo

Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o “Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final individual elaborado e apresentado pelos formandos.

Bibliografia

Comissão Europeia (2020). Blended learning in school education – guidelines for the start of the academic year 2020/21. Disponível em: https://www.schooleducationgateway.eu/pt/pub/resources/publications/blended-learning-guidelines.htm Comissão Europeia (2018). Plano de Ação para a Educação Digital. Disponível em: https://eur-lex.europa.eu/legal-content/PT/TXT/PDF/?uri=CELEX:52018DC0022&from=ENEU Science Hub (2018). Self-reflection tool for digitally capable schools (SELFIE). Disponível em: https://ec.europa.eu/jrc/en/digcomporg/selfie-tool Lucas, M., & Moreira, A. (2018). DigCompEdu: Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores. Aveiro: UA Editora. Licht, A.H, Tasiopoulou, E., & Wastiau, P. (2017). Open Book of Educational Innovation. European Schoolnet, Brussels. Disponível em: http://www.eun.org/documents/411753/817341/Open_book_of_Innovational_Education.pd

Anexo(s)


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo
1 06-03-2023 (Segunda-feira) 18:15 - 21:45 3:30 Online síncrona
2 13-03-2023 (Segunda-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Online síncrona
3 20-03-2023 (Segunda-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Presencial
4 17-04-2023 (Segunda-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Online síncrona
5 08-05-2023 (Segunda-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Online síncrona
6 22-05-2023 (Segunda-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Presencial
7 05-06-2023 (Segunda-feira) 18:15 - 21:45 3:30 Online síncrona
8 19-06-2023 (Segunda-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Presencial

Ref. 104C23/A4 A decorrer

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-116806/22

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50.0 horas (25.0 horas presenciais + 25.0 horas de trabalho autónomo)

Início: 06-03-2023

Fim: 19-06-2023

Regime: b-learning

Local: Online/Escola Secundária D. Inês de Castro_ AE Cister

Formador

José Carlos Vieira Bastos

Destinatários

Professores dos Ensinos Básico e Secundário, Professores de Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Ensinos Básico e Secundário, Professores de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. 

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação da Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré

Razões

O Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores da Comissão Europeia (doravante DigCompEdu), pretende promover a competência digital (CD) e a inovação na educação. É essencial que os docentes desenvolvam um conjunto de CD, de modo a tirar partido do potencial das tecnologias digitais. Esta ação visa contribuir para desenvolver as CD dos docentes do sistema educativo e formativo nacional (nível 2) e a sua capacidade para implementar estratégias inovadoras de ensino e de aprendizagem. Ambiciona-se criar condições favoráveis a práticas educativas que se revelem promotoras do desenvolvimento de competências digitais dos alunos. Conjuntamente com esta formação, serão submetidas outras duas, articuladas ao nível da progressão dos conteúdos.

Objetivos

EFEITOS A PRODUZIR Esta ação de formação pretende desenvolver com os docentes de nível 3 (C1/C2 do DigCompEdu) um conjunto de conhecimentos e processos que lhes permita potenciar as suas competências digitais na promoção de estratégias e ações inovadoras na comunidade educativa. São objetivos específicos: - formular estratégias pedagógicas inovadoras e promotoras das CD dos docentes e alunos; - capacitar os docentes para a realização de atividades com tecnologias digitais em diferentes modalidades de ensino; - promover o desenvolvimento de ações que contribuam para os Plano de Ação para o Desenvolvimento Digital das suas escolas; - promover e estimular a reflexão, a partilha e a utilização crítica das tecnologias digitais em contexto educativo.

Conteúdos

Os conteúdos da ação surgem, em sentido articulado e incremental, com os conteúdos da formação de nível 1 e 2. - Exploração de documentos de enquadramento das políticas educativas. (2 horas) - Discussão, renovação e inovação na prática profissional. (3 horas) - Reflexão em torno de conceitos relacionados com escolas, professores e alunos digitalmente competentes. (4 horas) - Utilização das tecnologias digitais na colaboração e inovação pedagógica ao serviço da comunidade educativa. (4 horas) - Estratégias e metodologias relacionadas com o desenvolvimento curricular através de ambientes e ferramentas digitais. (4 horas) - Estratégias digitais de caráter Científico-Pedagógico promotoras do desenvolvimento profissional dos docentes. (4 horas) - Planeamento de atividades didático-pedagógicas promotoras do desenvolvimento da competência digital dos alunos. (4 horas) - Conceção de Planos de Ação para o Desenvolvimento Digital: conceitos, metodologias de desenvolvimento, implementação, monitorização, avaliação. (4 horas)

Metodologias

Sessões presenciais - 9 horas Online/síncronas _ 16 horas As sessões presenciais/online/síncrona são destinadas à exploração do referencial DigCompEdu e reflexão sobre a articulação entre as áreas de competência; à realização de atividades práticas inovadoras num ambiente colaborativo, de partilha e de reflexão; à exploração de ferramentas digitais para o desenvolvimento de atividades de aprendizagem promotoras da colaboração, comunicação, partilha e avaliação; à reflexão crítica sobre o desenvolvimento da componente de trabalho autónomo. Ao longo das sessões conjuntas estimular-se-á a criação e/ou participação e colaboração em comunidades de prática neste âmbito. As sessões serão teórico/práticas, realizadas em regime presencial/distância, síncronas. As metodologias incluirão método expositivo, demonstrativo, interrogativo e ativo, resolução de problemas e realização de trabalhos práticos. Haverá abordagem teórica; Planificação da ação a realizar; Adaptação da atividade ao contexto de cada professor; Aplicação da atividade por cada professor; Análise dos processos e dos produtos; Avaliação do trabalho desenvolvido; Conclusões. Momentos de reflexão teórica, debate, realização de atividades por parte dos formandos e apresentação e discussão conjunta das produções obtidas configura espaços de partilha de experiência sobre a aplicação da proposta, sendo feita a sua análise em termos práticos e teóricos. Trabalho autónomo No trabalho autónomo pretende-se estimular a planificação e conceção de ações que contribuam para a criação dos Planos de Ação de Desenvolvimento Digital, bem como para a sua regular monitorização e posterior avaliação. Na última sessão presencial os formandos apresentarão os resultados dessas atividades, com evidências, proporcionando-se momentos para a partilha e reflexão.

Avaliação

Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei no 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho no 4595/2015, de 6 de maio e com o “Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.o 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final individual elaborado e apresentado pelos formandos.

Modelo

Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o “Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final individual elaborado e apresentado pelos formandos.

Bibliografia

Comissão Europeia (2020). Blended learning in school education – guidelines for the start of the academic year 2020/21. Disponível em: https://www.schooleducationgateway.eu/pt/pub/resources/publications/blended-learning-guidelines.htm Comissão Europeia (2018). Plano de Ação para a Educação Digital. Disponível em: https://eur-lex.europa.eu/legal-content/PT/TXT/PDF/?uri=CELEX:52018DC0022&from=ENEU Science Hub (2018). Self-reflection tool for digitally capable schools (SELFIE). Disponível em: https://ec.europa.eu/jrc/en/digcomporg/selfie-tool Lucas, M., & Moreira, A. (2018). DigCompEdu: Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores. Aveiro: UA Editora. Licht, A.H, Tasiopoulou, E., & Wastiau, P. (2017). Open Book of Educational Innovation. European Schoolnet, Brussels. Disponível em: http://www.eun.org/documents/411753/817341/Open_book_of_Innovational_Education.pd

Anexo(s)


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo
1 06-03-2023 (Segunda-feira) 18:15 - 21:45 3:30 Online síncrona
2 13-03-2023 (Segunda-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Online síncrona
3 20-03-2023 (Segunda-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Presencial
4 17-04-2023 (Segunda-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Online síncrona
5 08-05-2023 (Segunda-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Online síncrona
6 22-05-2023 (Segunda-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Presencial
7 05-06-2023 (Segunda-feira) 18:15 - 21:45 3:30 Online síncrona
8 19-06-2023 (Segunda-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Presencial

Ref. 1841 Em avaliação

Registo de acreditação: ACD22- 2022/2023

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 3.0 horas

Início: 03-04-2023

Fim: 03-04-2023

Regime: Presencial

Local: Escola Secundária D. Inês de Castro_ AE Cister

Formador

Maria Manuela da Silva Lourenço

Destinatários

Educadores de InfProfessores dos Ensinos Básico, Secundário e Educação Especial

Releva

Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

AE cister


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo
1 03-04-2023 (Segunda-feira) 15:00 - 18:00 3:00 Presencial

Ref. 157C10/T1 Em avaliação

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-115694/22

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 23-03-2023

Fim: 01-06-2023

Regime: e-learning

Local: Online

Formador

Zélia Maria Lopes Marques

Destinatários

Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário e Professores de Educação Especial e grupo de recrutamento 360

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário e Professores de Educação Especial e grupo de recrutamento 360. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. 

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

CFAECAN

Razões

Decorrente da situação pandémica vivida nos dois últimos anos e da convicção de que o potencial da formação de professores contribui para atuar como uma alavanca para a mudança no sistema de ensino, a Direção-Geral da Educação de forma a garantir o desenvolvimento do seu plano de formação, reorganizou esse mesmo plano de acordo com o estabelecido na Carta Circular CCPFC-1/2020, e subsequentes, passando assim a assegurar a frequência das ações de formação de “regime presencial” para “regime a distância”. A partir desta necessidade surgiram ambientes virtuais de ensino a distância, tendo-se verificado as seguintes vantagens: bom acolhimento por parte dos formandos, melhor gestão e rentabilização do tempo, redução de custos inerentes às suas deslocações, desenvolvimento de competências digitais, possibilidade de desenvolvimento de trabalho colaborativo/em grupo nas sessões síncronas, acesso aos conteúdos (documentos - texto, áudio, vídeo, etc.) e controlo do seu progresso e desempenho no LMS.

Objetivos

Explorar os documentos legislativos (DL n.º 54/2018 e 55/2018, PASEO, Aprend. Essenciais) e de apoio à prática letiva de forma integrada, identificando implicações para a organização de práticas pedagógicas mais inclusivas Consolidar o conhecimento sobre os modelos de enquadramento à operacionalização da educação inclusiva nas suas características essenciais Planear com intencionalidade estratégica, organizando a dinâmica pedagógica, conciliando as aprendizagens a desenvolver e as características de todos alunos (Desenho Universal para a Aprendizagem) Aprofundar o conhecimento sobre metodologias e estratégias pedagógicas inclusivas e inovadoras Consolidar a implementação do ciclo: Avaliar–Planear–Agir– Rever para a inclusão Promover a avaliação como parte integrante da gestão inclusiva do currículo e instrumento ao serviço do ensino e das aprendizagens Reforçar competências de trabalho colaborativo, reflexivo e de resolução de problemas entre os profissionais

Conteúdos

Módulo 1 - Impacto das orientações de política educativa nas práticas pedagógicas • Exploração de documentos legislativos (DL n.º 54/2018, DL n.º 55/2018, Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória e Aprendizagens Essenciais) de apoio à prática letiva de forma integrada, destacando-se a reflexão e a análise de práticas sobre: o os valores e princípios de base humanista, onde o aluno assume a centralidade da ação; o a gestão inclusiva, integrada, flexível e articulada do currículo; o o recurso a modelos de intervenção e modelos pedagógicos de resposta à diversidade e de promoção de uma educação de qualidade para todos os alunos; o a valorização da avaliação como parte integrante da gestão do currículo e instrumento ao serviço do ensino e das aprendizagens; o a voz dos alunos e das suas famílias, aumentando os seus níveis de participação. Módulo 2 - Ambientes educativos inclusivos - opções metodológicas • Práticas de ensino e intervenção diferenciadas, em função do perfil de competências dos alunos. • Estratégias de antecipação da diversidade em sala de aula, com recurso a ambientes de aprendizagem flexíveis e centrados no aluno (Desenho Universal para a Aprendizagem). Módulo 3 – Gerir a diversidade em sala de aula • Gestão da diversidade em sala de aula atendendo à participação e aprendizagem efetivas de todos os alunos – partilha de práticas. • Mecanismos de planeamento e gestão curricular com caráter intencional e estratégico, que conciliem as aprendizagens a desenvolver e as características de todos alunos. Módulo 4 – Avaliação como processo regulador do ensino e da aprendizagem • Caráter contínuo e sistemático da avaliação, ao serviço das aprendizagens, enquanto processo regulador do ensino e das aprendizagens. • Planificação intencional da avaliação formativa tendo como objetivos melhorar os resultados das aprendizagens e ajustar o processo de ensino. • O feedback como uma das dimensões indispensáveis à aplicação prática da avaliação formativa na sala de aula.

Metodologias

Nesta formação, em regime de frequência e-learning, serão abordados os conteúdos recorrendo a metodologias ativas de ensino e de aprendizagem. Será privilegiado o trabalho em pequeno e grande grupo com momentos de reflexão e de discussão restrita e alargada. Nas sessões, devem ser definidos tempos de partilha e de reflexão em torno das experiências e das práticas dos formandos, devendo o formador ter um papel ativo na ligação das práticas às políticas educativas de inclusão. Os docentes devem ser desafiados à revisão das suas práticas pedagógicas de acordo com os referenciais normativos em vigor. Elaboração de trabalho/reflexão final individual em função dos interesses e preferências dos formandos. Módulo 1 - Impacto das orientações de política educativa nas práticas pedagógicas (4 horas – 2 sessões de 2 h) Módulo 2 - Ambientes educativos inclusivos - opções metodológicas (8 horas – 4 sessões de 2h) Módulo 3 – Gerir a diversidade em sala de aula (6 horas – 3 sessões de 2 h) Módulo 4 – Avaliação como processo regulador do ensino e da aprendizagem (7horas - 2 sessões de 2 h e uma de 3h)

Avaliação

Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o “Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final individual elaborado pelos formandos.

Bibliografia

- DGE (2018), Para uma educação inclusiva: Manual de Apoio à Prática Disponível em https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/EEspecial/manual_de_apoio_a_pratica.pdf Acesso 02/02/2022 - Cosme, A., Lima L., Ferreira D., Ferreira N., Metodologias, métodos e situações de aprendizagem: propostas e estratégias de ação : ensino básico, ensino secundário,1ª ed. - Porto: Porto Editora, 2021. - European Agency for Special Needs and Inclusive Education (2018), Key Actions for Raising Achievement, Guidance for Teachers and Leaders Disponível em https://www.european-agency.org/sites/default/files/Key%20Actions%20for%20Raising%20Achievement.pdf Acesso 02/02/2022 - Fernandes, D. (2021). Para uma Fundamentação e Melhoria das Práticas de Avaliação Pedagógica no Âmbito do Projeto MAIA, Texto de Apoio à formação - Projeto de Monitorização, Acompanhamento e Investigação em Avaliação Pedagógica (MAIA). Ministério da Educação/Direção-Geral da Educação. Acesso 02/02/2022 - UNESCO (2022). REACHING OUT TO ALL LEARNERS: a resource pack for supporting inclusion and equity in education. Geneva: UNESCO – IBE. Disponível em: http://www.ibe.unesco.org/en/news/reaching-out-all-learners-resource-pack-supporting-inclusion-and-equity-education.

Anexo(s)

Práticas pedagógicas inclusivas em sala de aula


Observações

.

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo
1 23-03-2023 (Quinta-feira) 18:15 - 21:45 3:30 Online síncrona
2 29-03-2023 (Quarta-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Online síncrona
3 19-04-2023 (Quarta-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Online síncrona
4 10-05-2023 (Quarta-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Online síncrona
5 17-05-2023 (Quarta-feira) 17:00 - 18:30 1:30 Online assíncrona
6 18-05-2023 (Quinta-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Online síncrona
7 23-05-2023 (Terça-feira) 17:00 - 18:30 1:30 Online assíncrona
8 24-05-2023 (Quarta-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Online síncrona
9 01-06-2023 (Quinta-feira) 18:15 - 21:45 3:30 Online síncrona

Ref. 157C10/T2 Em avaliação

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-115694/22

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 23-03-2023

Fim: 01-06-2023

Regime: e-learning

Local: Online

Formador

Eliana Borges Henriques Vieira

Destinatários

Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário e Professores de Educação Especial e grupo de recrutamento 360

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário e Professores de Educação Especial e grupo de recrutamento 360. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. 

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

CFAECAN

Razões

Decorrente da situação pandémica vivida nos dois últimos anos e da convicção de que o potencial da formação de professores contribui para atuar como uma alavanca para a mudança no sistema de ensino, a Direção-Geral da Educação de forma a garantir o desenvolvimento do seu plano de formação, reorganizou esse mesmo plano de acordo com o estabelecido na Carta Circular CCPFC-1/2020, e subsequentes, passando assim a assegurar a frequência das ações de formação de “regime presencial” para “regime a distância”. A partir desta necessidade surgiram ambientes virtuais de ensino a distância, tendo-se verificado as seguintes vantagens: bom acolhimento por parte dos formandos, melhor gestão e rentabilização do tempo, redução de custos inerentes às suas deslocações, desenvolvimento de competências digitais, possibilidade de desenvolvimento de trabalho colaborativo/em grupo nas sessões síncronas, acesso aos conteúdos (documentos - texto, áudio, vídeo, etc.) e controlo do seu progresso e desempenho no LMS.

Objetivos

Explorar os documentos legislativos (DL n.º 54/2018 e 55/2018, PASEO, Aprend. Essenciais) e de apoio à prática letiva de forma integrada, identificando implicações para a organização de práticas pedagógicas mais inclusivas Consolidar o conhecimento sobre os modelos de enquadramento à operacionalização da educação inclusiva nas suas características essenciais Planear com intencionalidade estratégica, organizando a dinâmica pedagógica, conciliando as aprendizagens a desenvolver e as características de todos alunos (Desenho Universal para a Aprendizagem) Aprofundar o conhecimento sobre metodologias e estratégias pedagógicas inclusivas e inovadoras Consolidar a implementação do ciclo: Avaliar–Planear–Agir– Rever para a inclusão Promover a avaliação como parte integrante da gestão inclusiva do currículo e instrumento ao serviço do ensino e das aprendizagens Reforçar competências de trabalho colaborativo, reflexivo e de resolução de problemas entre os profissionais

Conteúdos

Módulo 1 - Impacto das orientações de política educativa nas práticas pedagógicas • Exploração de documentos legislativos (DL n.º 54/2018, DL n.º 55/2018, Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória e Aprendizagens Essenciais) de apoio à prática letiva de forma integrada, destacando-se a reflexão e a análise de práticas sobre: o os valores e princípios de base humanista, onde o aluno assume a centralidade da ação; o a gestão inclusiva, integrada, flexível e articulada do currículo; o o recurso a modelos de intervenção e modelos pedagógicos de resposta à diversidade e de promoção de uma educação de qualidade para todos os alunos; o a valorização da avaliação como parte integrante da gestão do currículo e instrumento ao serviço do ensino e das aprendizagens; o a voz dos alunos e das suas famílias, aumentando os seus níveis de participação. Módulo 2 - Ambientes educativos inclusivos - opções metodológicas • Práticas de ensino e intervenção diferenciadas, em função do perfil de competências dos alunos. • Estratégias de antecipação da diversidade em sala de aula, com recurso a ambientes de aprendizagem flexíveis e centrados no aluno (Desenho Universal para a Aprendizagem). Módulo 3 – Gerir a diversidade em sala de aula • Gestão da diversidade em sala de aula atendendo à participação e aprendizagem efetivas de todos os alunos – partilha de práticas. • Mecanismos de planeamento e gestão curricular com caráter intencional e estratégico, que conciliem as aprendizagens a desenvolver e as características de todos alunos. Módulo 4 – Avaliação como processo regulador do ensino e da aprendizagem • Caráter contínuo e sistemático da avaliação, ao serviço das aprendizagens, enquanto processo regulador do ensino e das aprendizagens. • Planificação intencional da avaliação formativa tendo como objetivos melhorar os resultados das aprendizagens e ajustar o processo de ensino. • O feedback como uma das dimensões indispensáveis à aplicação prática da avaliação formativa na sala de aula.

Metodologias

Nesta formação, em regime de frequência e-learning, serão abordados os conteúdos recorrendo a metodologias ativas de ensino e de aprendizagem. Será privilegiado o trabalho em pequeno e grande grupo com momentos de reflexão e de discussão restrita e alargada. Nas sessões, devem ser definidos tempos de partilha e de reflexão em torno das experiências e das práticas dos formandos, devendo o formador ter um papel ativo na ligação das práticas às políticas educativas de inclusão. Os docentes devem ser desafiados à revisão das suas práticas pedagógicas de acordo com os referenciais normativos em vigor. Elaboração de trabalho/reflexão final individual em função dos interesses e preferências dos formandos. Módulo 1 - Impacto das orientações de política educativa nas práticas pedagógicas (4 horas – 2 sessões de 2 h) Módulo 2 - Ambientes educativos inclusivos - opções metodológicas (8 horas – 4 sessões de 2h) Módulo 3 – Gerir a diversidade em sala de aula (6 horas – 3 sessões de 2 h) Módulo 4 – Avaliação como processo regulador do ensino e da aprendizagem (7horas - 2 sessões de 2 h e uma de 3h)

Avaliação

Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o “Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final individual elaborado pelos formandos.

Bibliografia

- DGE (2018), Para uma educação inclusiva: Manual de Apoio à Prática Disponível em https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/EEspecial/manual_de_apoio_a_pratica.pdf Acesso 02/02/2022 - Cosme, A., Lima L., Ferreira D., Ferreira N., Metodologias, métodos e situações de aprendizagem: propostas e estratégias de ação : ensino básico, ensino secundário,1ª ed. - Porto: Porto Editora, 2021. - European Agency for Special Needs and Inclusive Education (2018), Key Actions for Raising Achievement, Guidance for Teachers and Leaders Disponível em https://www.european-agency.org/sites/default/files/Key%20Actions%20for%20Raising%20Achievement.pdf Acesso 02/02/2022 - Fernandes, D. (2021). Para uma Fundamentação e Melhoria das Práticas de Avaliação Pedagógica no Âmbito do Projeto MAIA, Texto de Apoio à formação - Projeto de Monitorização, Acompanhamento e Investigação em Avaliação Pedagógica (MAIA). Ministério da Educação/Direção-Geral da Educação. Acesso 02/02/2022 - UNESCO (2022). REACHING OUT TO ALL LEARNERS: a resource pack for supporting inclusion and equity in education. Geneva: UNESCO – IBE. Disponível em: http://www.ibe.unesco.org/en/news/reaching-out-all-learners-resource-pack-supporting-inclusion-and-equity-education.

Anexo(s)

Práticas pedagógicas inclusivas em sala de aula


Observações

.

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo
1 23-03-2023 (Quinta-feira) 18:15 - 21:45 3:30 Online síncrona
2 29-03-2023 (Quarta-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Online síncrona
3 19-04-2023 (Quarta-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Online síncrona
4 10-05-2023 (Quarta-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Online síncrona
5 17-05-2023 (Quarta-feira) 17:00 - 18:30 1:30 Online assíncrona
6 18-05-2023 (Quinta-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Online síncrona
7 23-05-2023 (Terça-feira) 17:00 - 18:30 1:30 Online assíncrona
8 24-05-2023 (Quarta-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Online síncrona
9 01-06-2023 (Quinta-feira) 18:15 - 21:45 3:30 Online síncrona

Ref. 134C21/A3 Em avaliação

Registo de acreditação: DGAE/625/2021

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 22-03-2023

Fim: 07-06-2023

Regime: Presencial

Local: Agrupamento de Escolas de São Martinho do Porto

Formador

Andrea Isabel Pereira César Osório

Destinatários

Assistentes Técnicos e Assistentes Operacionais

Acreditado pelo

DGAE - Direção-Geral da Administração Escolar

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação da Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré

Razões

O Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores da Comissão Europeia (doravante DigCompEdu), pretende promover a competência digital (CD) e a inovação na educação. É essencial que os Assistentes Técnicos e Operacionais desenvolvam um conjunto de CD, de modo a tirar partido do potencial das tecnologias digitais. Esta ação visa contribuir para desenvolver as CD dos Assistentes do sistema educativo e formativo nacional e a sua capacidade para implementar estratégias inovadoras de apoio e suporte ao ensino e à aprendizagem. Ambiciona-se, assim, criar condições favoráveis a práticas educativas que se revelem promotoras do desenvolvimento de CD dos Assistentes. Os Assistentes Técnicos e Operacionais fazem parte das comunidades educativas e de aprendizagem assumindo-se como destinatários primordiais definidos pelo quadro Europeu de Competências Digitais para os Educadores, quadro definido pela Comissão Europeia e pelos programas nacionais de desenvolvimento da literacia digital dos cidadãos nacionais (INCODE).

Objetivos

Esta ação de formação pretende desenvolver com os Assistentes de nível 1 (A1/A2 do DigCompEdu) um conjunto de conhecimentos e estratégias que lhes permita desenvolver a sua literacia digital. São objetivos específicos:- promover o desenvolvimento das CD dos assistentes, tendo em vista as 6 áreas do referencial DigCompEdu;- capacitar os assistentes para a realização de atividades com tecnologias digitais em diferentes áreas de trabalho profissional;- capacitar os assistentes na utilização significativa de ambientes e ferramentas digitais e definição de estratégias diversificadas de integração destes em contexto educativo; - capacitar os assistentes para a implementação de atividades promotoras do desenvolvimento dos seus níveis de literacia digital.

Conteúdos

Documentos enquadradores das políticas educativas atuais associados ao Plano nacional de Transição Digital. 2. Envolvimento profissional: Exploração de opções digitais para colaboração e comunicação institucional e melhoria da prática profissional. 3. Recursos Digitais: Exploração, seleção e adequação de RED ao contexto de aprendizagem. Utilização de RED interativos. 4. Profissionalidade: Exploração de estratégias de apoio ao ensino e à aprendizagem digital. 5. Desafios no desempenho profissional: Exploração de estratégias de profissionalidade digital. Melhoria das abordagens de intervenção através de soluções digitais. 6. Consolidação de atividades profissionais com tecnologias digitais em diferentes situações de intervenção profissional. 7. Avaliação.

Avaliação

Ponderação: Participação (%) :40 Assiduidade (%): 10 Teste escrito / Trabalhos (%): 50 Escala de 1 a 20 valores

Bibliografia

Comissão Europeia (2018). Plano de Ação para a Educação Digital. Disponível em: https://eur-lex.europa.eu/leg Portugal Digital. Formar pessoas para o digital. Disponível em https://portugaldigital.gov.pt/formar-pessoas-para-o-digital/


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo
1 22-03-2023 (Quarta-feira) 16:00 - 18:30 2:30 Presencial
2 05-04-2023 (Quarta-feira) 11:00 - 13:30 2:30 Presencial
3 03-05-2023 (Quarta-feira) 16:00 - 18:30 2:30 Presencial
4 10-05-2023 (Quarta-feira) 16:00 - 18:30 2:30 Presencial
5 17-05-2023 (Quarta-feira) 16:00 - 18:30 2:30 Presencial
6 24-05-2023 (Quarta-feira) 16:00 - 18:30 2:30 Presencial
7 31-05-2023 (Quarta-feira) 16:00 - 18:30 2:30 Presencial
8 07-06-2023 (Quarta-feira) 16:00 - 18:30 2:30 Presencial
9 14-06-2023 (Quarta-feira) 16:00 - 18:30 2:30 Presencial
10 21-06-2023 (Quarta-feira) 16:00 - 18:30 2:30 Presencial

Ref. 134C21/A2 Em avaliação

Registo de acreditação: DGAE/625/2021

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 20-03-2023

Fim: 15-05-2023

Regime: Presencial

Local: Agrupamento de Escolas da Nazaré

Formador

José Alexandre Mirão Brilhante

Destinatários

Assistentes Técnicos e Assistentes Operacionais

Acreditado pelo

DGAE - Direção-Geral da Administração Escolar

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação da Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré

Razões

O Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores da Comissão Europeia (doravante DigCompEdu), pretende promover a competência digital (CD) e a inovação na educação. É essencial que os Assistentes Técnicos e Operacionais desenvolvam um conjunto de CD, de modo a tirar partido do potencial das tecnologias digitais. Esta ação visa contribuir para desenvolver as CD dos Assistentes do sistema educativo e formativo nacional e a sua capacidade para implementar estratégias inovadoras de apoio e suporte ao ensino e à aprendizagem. Ambiciona-se, assim, criar condições favoráveis a práticas educativas que se revelem promotoras do desenvolvimento de CD dos Assistentes. Os Assistentes Técnicos e Operacionais fazem parte das comunidades educativas e de aprendizagem assumindo-se como destinatários primordiais definidos pelo quadro Europeu de Competências Digitais para os Educadores, quadro definido pela Comissão Europeia e pelos programas nacionais de desenvolvimento da literacia digital dos cidadãos nacionais (INCODE).

Objetivos

Esta ação de formação pretende desenvolver com os Assistentes de nível 1 (A1/A2 do DigCompEdu) um conjunto de conhecimentos e estratégias que lhes permita desenvolver a sua literacia digital. São objetivos específicos:- promover o desenvolvimento das CD dos assistentes, tendo em vista as 6 áreas do referencial DigCompEdu;- capacitar os assistentes para a realização de atividades com tecnologias digitais em diferentes áreas de trabalho profissional;- capacitar os assistentes na utilização significativa de ambientes e ferramentas digitais e definição de estratégias diversificadas de integração destes em contexto educativo; - capacitar os assistentes para a implementação de atividades promotoras do desenvolvimento dos seus níveis de literacia digital.

Conteúdos

Documentos enquadradores das políticas educativas atuais associados ao Plano nacional de Transição Digital. 2. Envolvimento profissional: Exploração de opções digitais para colaboração e comunicação institucional e melhoria da prática profissional. 3. Recursos Digitais: Exploração, seleção e adequação de RED ao contexto de aprendizagem. Utilização de RED interativos. 4. Profissionalidade: Exploração de estratégias de apoio ao ensino e à aprendizagem digital. 5. Desafios no desempenho profissional: Exploração de estratégias de profissionalidade digital. Melhoria das abordagens de intervenção através de soluções digitais. 6. Consolidação de atividades profissionais com tecnologias digitais em diferentes situações de intervenção profissional. 7. Avaliação.

Avaliação

Ponderação: Participação (%) :40 Assiduidade (%): 10 Teste escrito / Trabalhos (%): 50 Escala de 1 a 20 valores

Bibliografia

Comissão Europeia (2018). Plano de Ação para a Educação Digital. Disponível em: https://eur-lex.europa.eu/leg Portugal Digital. Formar pessoas para o digital. Disponível em https://portugaldigital.gov.pt/formar-pessoas-para-o-digital/


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo
1 20-03-2023 (Segunda-feira) 16:00 - 18:30 2:30 Presencial
2 22-03-2023 (Quarta-feira) 16:00 - 18:30 2:30 Presencial
3 27-03-2023 (Segunda-feira) 16:00 - 18:30 2:30 Presencial
4 17-04-2023 (Segunda-feira) 16:00 - 18:30 2:30 Presencial
5 19-04-2023 (Quarta-feira) 16:00 - 18:30 2:30 Presencial
6 26-04-2023 (Quarta-feira) 16:00 - 18:30 2:30 Presencial
7 03-05-2023 (Quarta-feira) 16:00 - 18:30 2:30 Presencial
8 08-05-2023 (Segunda-feira) 16:00 - 18:30 2:30 Presencial
9 10-05-2023 (Quarta-feira) 16:00 - 18:30 2:30 Presencial
10 15-05-2023 (Segunda-feira) 16:00 - 18:30 2:30 Presencial

Ref. 156C9/T2 Em avaliação

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-115693/22

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 16-03-2023

Fim: 02-06-2023

Regime: Presencial

Local: Escola Secundária D. Inês de Castro_ AE Cister

Formador

Zélia Maria Lopes Marques

Eliana Borges Henriques Vieira

Destinatários

Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário, de Educação Especial, do grupo de recrutamento 360

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário, de Educação Especial, do grupo de recrutamento 360. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. 

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

CFAECAN

Razões

Inclusão, equidade, cooperação, solidariedade, responsabilidade e interligação, são conceitos-chave que enformam as políticas e as práticas educativas. Assegurar o direito de todos à educação é garantir acesso, presença, participação e sucesso em processos educativos de qualidade. Os atores educativos, nomeadamente lideranças de topo e intermédias, são figuras essenciais na educação e na transformação social. Acolher e apoiar todos os alunos, independentemente das suas capacidades e exigências, são dois compromissos éticos e profissionais indiscutíveis. Uma escola inclusiva exige uma liderança eficaz, capaz de apoiar e promover o envolvimento de toda a comunidade escolar. A presente ação insere-se no processo de concretização do Projeto Educação Inclusiva 21-23 e do plano integrado para a recuperação das aprendizagens dos alunos do ensino básico e secundário, Plano 21|23 Escola+.

Objetivos

Identificar práticas de gestão e organização pedagógica, de topo e intermédias, à luz dos normativos/documentos de referência sobre políticas de inclusão Explorar fatores que se constituem como obstáculo à inclusão na escola e sociedade Consolidar uma perspetiva de abordagem integrada de práticas que concorrem para a inclusão Refletir sobre a relevância das aprendizagens informais, os meios de as incorporar na promoção de ambientes educativos favoráveis à participação de alunos na condução do processo educativo Promover estratégias de otimização da participação dos alunos na vida da escola Elencar mecanismos de promoção do envolvimento das famílias na criação de ambientes inclusivos Refletir sobre o papel das lideranças na criação de ambientes promotores de aprendizagens não-formais e informais consistentes com os objetivos da educação inclusiva Equacionar os termos da cooperação interinstitucional em ordem à inclusão Refletir sobre instrumentos de monitorização das práticas de inclusão

Conteúdos

1. Enquadramento teórico e normativo 1.1. Quadro conceptual Os direitos humanos e as políticas de inclusão. Justiça distributiva e éticas do cuidado. Tradução dos princípios de justiça em direitos e capacidades. O projeto Strength Through Diversity e a diversidade dos públicos na educação escolar: dimensões da diversidade; abordagens multinível da diversidade em educação. 1.2. Quadro normativo de referência Os Decretos-Leis nº 54/2018 de 6 de julho (na sua redação atual) e n.º 55/2018, de 6 de julho (e respetivas Portarias). O Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Autonomia e responsabilidade dos decisores locais: interpretação dos normativos; as margens de autonomia potenciada pela portaria n.º 181/2019, de 11 de junho, na sua redação atual. Documentos curriculares e instrumentos de autonomia dos AE/ENA. 1.3. Dimensões organizacionais das políticas de inclusão – exercício exploratório [trabalho com os formandos, orientado pela abordagem prévia dos pontos 1.1. e 1.2.] 2. Concretização das políticas de inclusão 2.1 As escolas e as práticas A inclusão em contexto: modelos educativos e conceções de cidadania e equidade. 2.2. Os agentes sociais das práticas de inclusão Pessoas, instituições, ambientes de aprendizagem. Cooperação interinstitucional em ordem à inclusão. 2.3. Os recursos para a inclusão A identificação e gestão dos recursos (humanos, materiais, institucionais) e a sua potencialização na promoção da escola inclusiva. 2.4. Contextos de interação socioeducativa na perspetiva da inclusão: a sala de aula e ‘o resto’ – exercício exploratório [trabalho com os formandos, orientado pela abordagem prévia dos pontos 2.1., 2.2. e 2.3.] 3. Conhecer, partilhar, decidir 3.1. Conhecer e cooperar com as pessoas e as instituições 3.2. Conhecer, estimular e proteger as crianças e jovens: princípios, métodos, instrumentos 3.3. Conhecer para transformar: dos instrumentos de suporte à monitorização às modalidades de participação de professores, pais e alunos nos processos de decisão – exercício exploratório [trabalho com os formandos, orientado pela abordagem prévia dos pontos 3.1. e 3.2.] 4. Avaliação Apresentação e discussão dos trabalhos/produtos finais dos formandos

Metodologias

Exploração dos temas propostos, com adequado suporte teórico. Reflexão, análise e discussão em grupo, com recurso a fontes documentais pertinentes. Debate em plenário. Elaboração individual de trabalho/produto final da ação, em função dos interesses dos formandos.

Avaliação

Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o “Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final individual elaborado pelos formandos.

Bibliografia

- Cerna, L. et al. (2021) Promoting inclusive education for diverse societies: A conceptual framework. Disponível em: Promoting inclusive education for diverse societies : A conceptual framework | OECD Education Working Papers | OECD iLibrary (oecd-ilibrary.org) - Eurydice (2020). A equidade na educação escolar na Europa (trad. Lisboa: DGEEC/Unidade portuguesa de Eurydice). Disponível em: https://op.europa.eu/en/publication-detail/-/publication/517ee2ef-4404-11eb-b59f-01aa75ed71a1/language-pt - European Agency for Special Needs and Inclusive Education (2021). Inclusive School Leadership: A Tool for Self-Reflection on Policy and Practice. (M. Turner-Cmuchal, E. Óskarsdóttir and M. Bilgeri, eds.). Odense, Denmark. Disponível em: https://www.european-agency.org/sites/default/files/SISL_Self-Reflection_Tool.pdf - Pereira, F. (Coord.). (2018). Para uma Educação Inclusiva. Manual de Apoio à Prática. Lisboa. Ministério da Educação. Direção-Geral da Educação. Disponível em: https://dge.mec.pt/sites/default/files/EEspecial/manual_de_apoio_a_pratica.pdf - UNESCO (2022). Reaching out to all learners: a resource pack for supporting inclusion and equity in education. Geneva: UNESCO, IBE. Disponível em: http://www.ibe.unesco.org/en/news/reaching-out-all-learners-resource-pack-supporting-inclusion-and-equity-education

Anexo(s)

As lideranças na promoção de ambientes educativos inclusivos


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo
1 16-03-2023 (Quinta-feira) 17:45 - 20:45 3:00 Presencial
2 22-03-2023 (Quarta-feira) 17:45 - 21:15 3:30 Presencial
3 30-03-2023 (Quinta-feira) 17:45 - 20:45 3:00 Presencial
4 20-04-2023 (Quinta-feira) 17:45 - 20:45 3:00 Presencial
5 04-05-2023 (Quinta-feira) 17:45 - 20:45 3:00 Presencial
6 11-05-2023 (Quinta-feira) 17:45 - 20:45 3:00 Presencial
7 25-05-2023 (Quinta-feira) 17:45 - 20:45 3:00 Presencial
8 02-06-2023 (Sexta-feira) 17:45 - 21:15 3:30 Presencial

Ref. 170C24/A2 Em avaliação

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-116140/22

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50.0 horas (25.0 horas presenciais + 25.0 horas de trabalho autónomo)

Início: 07-03-2023

Fim: 16-05-2023

Regime: b-learning

Local: Agrupamento de Escolas de Cister/Online

Formador

José Carlos Vieira Bastos

Destinatários

Professores dos Ensinos Básico, Secundário e Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Ensinos Básico, Secundário e Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. 

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Razões

O Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores, da Comissão Europeia (DigCompEdu), pretende promover a competência digital (CD) e a inovação na educação. É essencial que os docentes desenvolvam um conjunto de CD, de modo a tirar partido do potencial das tecnologias digitais. Esta ação visa contribuir para desenvolver as CD dos docentes do sistema educativo e formativo nacional (nível 2) e a sua capacidade para implementar estratégias inovadoras de ensino e de aprendizagem. Ambiciona-se criar condições favoráveis a práticas educativas que se revelem promotoras do desenvolvimento de competências digitais dos alunos. Conjuntamente com esta formação, serão submetidas outras duas, articuladas ao nível da progressão dos conteúdos.

Objetivos

Esta ação de formação pretende desenvolver com os docentes de nível 2 (B1/B2 do DigCompEdu) um conjunto de conhecimentos e estratégias que lhes permita desenvolver CD do nível seguinte (C1/C2 do DigCompEdu). São objetivos específicos: - promover o desenvolvimento, aprofundamento e densificação das CD dos docentes, tendo em vista as 6 áreas do referencial DigCompEdu; - capacitar os docentes para a realização de atividades com tecnologias digitais em diferentes modalidades de ensino; - capacitar os docentes para a implementação de atividades que promovam a aprendizagem e o desenvolvimento das CD dos alunos; - estimular a reflexão, partilha e utilização crítica das tecnologias em contexto educativo.

Conteúdos

Os conteúdos da ação surgem, em sentido articulado e incremental, com os conteúdos da formação de nível 1. - Documentos de enquadramento das políticas educativas. (2 horas) - Envolvimento profissional: Discussão, renovação e inovação na prática profissional. Processos de liderança na era digital. (3 horas) - Recursos Educativos Digitais (RED): Utilização de estratégias e RED avançados de forma abrangente. Promoção da utilização de RED de forma colaborativa. (4 horas) - Ensino e Aprendizagem: Renovação da prática de ensino de forma estratégica e intencional. Inovação no processo de ensino e de aprendizagem em diferentes modalidades de ensino. (4 horas) - Avaliação das aprendizagens: Reflexão crítica sobre estratégias de avaliação digital. Inovação na avaliação das aprendizagens com recursos a soluções digitais. (4 horas) - CD dos Alunos: Promoção da CD dos alunos de forma abrangente e crítica. Inovação no envolvimento dos alunos utilizando formatos inovadores para promover a sua CD. (4 horas) - Planeamento da formação e aprendizagem ao longo da vida. (4 horas)

Metodologias

Esta ação enquadra-se no Plano de Ação para a Tansição Digital, determinado pela Resolução do Conselho de Ministros nº 30, de 21 de Abril de 2020, Pilar I. Capacitação e inclusão digital das Pessoas, Subpilar I. Educação Digital, Medida 1: Programa de Digitalização para as Escolas, Dimensão. Plano de Capacitação Digital de Docentes, encontra-se estruturada de modo a contribuir para o desenvolvimento de competências consignadas nas áreas previstas no DigCompEdu – Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores, está desenhada para realização em regime a distância, tirando partido das vantagens deste regime de formação no contexto pandémico em que foi criada e visa a capacitação digital dos docentes - Nível 1 (B1 e B2 do DigCompEdu). Os conteúdos da ação surgem, em sentido articulado e incremental, com os conteúdos da formação de nível 1. - Documentos de enquadramento das políticas educativas. (2 horas) - Envolvimento profissional: Discussão, renovação e inovação na prática profissional. Processos de liderança na era digital. (3 horas) - Recursos Educativos Digitais (RED): Utilização de estratégias e RED avançados de forma abrangente. Promoção da utilização de RED de forma colaborativa. (4 horas) - Ensino e Aprendizagem: Renovação da prática de ensino de forma estratégica e intencional. Inovação no processo de ensino e de aprendizagem em diferentes modalidades de ensino. (4 horas) - Avaliação das aprendizagens: Reflexão crítica sobre estratégias de avaliação digital. Inovação na avaliação das aprendizagens com recursos a soluções digitais. (4 horas) - CD dos Alunos: Promoção da CD dos alunos de forma abrangente e crítica. Inovação no envolvimento dos alunos utilizando formatos inovadores para promover a sua CD. (4 horas) - Planeamento da formação e aprendizagem ao longo da vida. (4 horas)

Avaliação

Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o “Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final individual elaborado e apresentado pelos formandos.

Bibliografia

Comissão Europeia (2020). Blended learning in school education – guidelines for the start of the academic year 2020/21. Disponível em: https://www.schooleducationgateway.eu/pt/pub/resources/ publications/blended-learning-guidelines.htm Comissão Europeia (2018). Plano de Ação para a Educação Digital. Disponível em: https://eur-lex.europa.eu/legal-content/PT/TXT/PDF/?uri=CELEX:52018DC0022&from=EN Lucas, M., & Moreira, A. (2018). DigCompEdu: Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores. Aveiro: UA Editora. Licht, A.H, Tasiopoulou, E., & Wastiau, P. (2017). Open Book of Educational Innovation. European Schoolnet, Brussels. Disponível em: http://www.eun.org/documents/411753/817341/ Open_book_of_Innovational_Education.pdf Ministério da Educação (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, Lisboa: ME

Anexo(s)


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo
1 07-03-2023 (Terça-feira) 18:15 - 21:45 3:30 Online síncrona
2 14-03-2023 (Terça-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Online síncrona
3 21-03-2023 (Terça-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Presencial
4 28-03-2023 (Terça-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Online síncrona
5 18-04-2023 (Terça-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Online síncrona
6 02-05-2023 (Terça-feira) 18:15 - 21:45 3:30 Online síncrona
7 09-05-2023 (Terça-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Presencial
8 16-05-2023 (Terça-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Presencial

Ref. 170C24/A4 Em avaliação

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-116140/22

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50.0 horas (25.0 horas presenciais + 25.0 horas de trabalho autónomo)

Início: 07-03-2023

Fim: 16-05-2023

Regime: b-learning

Local: Agrupamento de Escolas de Cister/Online

Formador

Andrea Isabel Pereira César Osório

Destinatários

Professores dos Ensinos Básico, Secundário e Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Ensinos Básico, Secundário e Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. 

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Razões

O Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores, da Comissão Europeia (DigCompEdu), pretende promover a competência digital (CD) e a inovação na educação. É essencial que os docentes desenvolvam um conjunto de CD, de modo a tirar partido do potencial das tecnologias digitais. Esta ação visa contribuir para desenvolver as CD dos docentes do sistema educativo e formativo nacional (nível 2) e a sua capacidade para implementar estratégias inovadoras de ensino e de aprendizagem. Ambiciona-se criar condições favoráveis a práticas educativas que se revelem promotoras do desenvolvimento de competências digitais dos alunos. Conjuntamente com esta formação, serão submetidas outras duas, articuladas ao nível da progressão dos conteúdos.

Objetivos

Esta ação de formação pretende desenvolver com os docentes de nível 2 (B1/B2 do DigCompEdu) um conjunto de conhecimentos e estratégias que lhes permita desenvolver CD do nível seguinte (C1/C2 do DigCompEdu). São objetivos específicos: - promover o desenvolvimento, aprofundamento e densificação das CD dos docentes, tendo em vista as 6 áreas do referencial DigCompEdu; - capacitar os docentes para a realização de atividades com tecnologias digitais em diferentes modalidades de ensino; - capacitar os docentes para a implementação de atividades que promovam a aprendizagem e o desenvolvimento das CD dos alunos; - estimular a reflexão, partilha e utilização crítica das tecnologias em contexto educativo.

Conteúdos

Os conteúdos da ação surgem, em sentido articulado e incremental, com os conteúdos da formação de nível 1. - Documentos de enquadramento das políticas educativas. (2 horas) - Envolvimento profissional: Discussão, renovação e inovação na prática profissional. Processos de liderança na era digital. (3 horas) - Recursos Educativos Digitais (RED): Utilização de estratégias e RED avançados de forma abrangente. Promoção da utilização de RED de forma colaborativa. (4 horas) - Ensino e Aprendizagem: Renovação da prática de ensino de forma estratégica e intencional. Inovação no processo de ensino e de aprendizagem em diferentes modalidades de ensino. (4 horas) - Avaliação das aprendizagens: Reflexão crítica sobre estratégias de avaliação digital. Inovação na avaliação das aprendizagens com recursos a soluções digitais. (4 horas) - CD dos Alunos: Promoção da CD dos alunos de forma abrangente e crítica. Inovação no envolvimento dos alunos utilizando formatos inovadores para promover a sua CD. (4 horas) - Planeamento da formação e aprendizagem ao longo da vida. (4 horas)

Metodologias

Esta ação enquadra-se no Plano de Ação para a Tansição Digital, determinado pela Resolução do Conselho de Ministros nº 30, de 21 de Abril de 2020, Pilar I. Capacitação e inclusão digital das Pessoas, Subpilar I. Educação Digital, Medida 1: Programa de Digitalização para as Escolas, Dimensão. Plano de Capacitação Digital de Docentes, encontra-se estruturada de modo a contribuir para o desenvolvimento de competências consignadas nas áreas previstas no DigCompEdu – Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores, está desenhada para realização em regime a distância, tirando partido das vantagens deste regime de formação no contexto pandémico em que foi criada e visa a capacitação digital dos docentes - Nível 1 (B1 e B2 do DigCompEdu). Os conteúdos da ação surgem, em sentido articulado e incremental, com os conteúdos da formação de nível 1. - Documentos de enquadramento das políticas educativas. (2 horas) - Envolvimento profissional: Discussão, renovação e inovação na prática profissional. Processos de liderança na era digital. (3 horas) - Recursos Educativos Digitais (RED): Utilização de estratégias e RED avançados de forma abrangente. Promoção da utilização de RED de forma colaborativa. (4 horas) - Ensino e Aprendizagem: Renovação da prática de ensino de forma estratégica e intencional. Inovação no processo de ensino e de aprendizagem em diferentes modalidades de ensino. (4 horas) - Avaliação das aprendizagens: Reflexão crítica sobre estratégias de avaliação digital. Inovação na avaliação das aprendizagens com recursos a soluções digitais. (4 horas) - CD dos Alunos: Promoção da CD dos alunos de forma abrangente e crítica. Inovação no envolvimento dos alunos utilizando formatos inovadores para promover a sua CD. (4 horas) - Planeamento da formação e aprendizagem ao longo da vida. (4 horas)

Avaliação

Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o “Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final individual elaborado e apresentado pelos formandos.

Bibliografia

Comissão Europeia (2020). Blended learning in school education – guidelines for the start of the academic year 2020/21. Disponível em: https://www.schooleducationgateway.eu/pt/pub/resources/ publications/blended-learning-guidelines.htm Comissão Europeia (2018). Plano de Ação para a Educação Digital. Disponível em: https://eur-lex.europa.eu/legal-content/PT/TXT/PDF/?uri=CELEX:52018DC0022&from=EN Lucas, M., & Moreira, A. (2018). DigCompEdu: Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores. Aveiro: UA Editora. Licht, A.H, Tasiopoulou, E., & Wastiau, P. (2017). Open Book of Educational Innovation. European Schoolnet, Brussels. Disponível em: http://www.eun.org/documents/411753/817341/ Open_book_of_Innovational_Education.pdf Ministério da Educação (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, Lisboa: ME

Anexo(s)


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo
1 07-03-2023 (Terça-feira) 18:15 - 21:45 3:30 Online síncrona
2 14-03-2023 (Terça-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Online síncrona
3 21-03-2023 (Terça-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Presencial
4 28-03-2023 (Terça-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Online síncrona
5 18-04-2023 (Terça-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Online síncrona
6 02-05-2023 (Terça-feira) 18:15 - 21:45 3:30 Online síncrona
7 09-05-2023 (Terça-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Presencial
8 16-05-2023 (Terça-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Presencial

Ref. 156C9/T1 Em avaliação

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-115693/22

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 02-03-2023

Fim: 02-06-2023

Regime: Presencial

Local: Escola Secundária D. Inês de Castro - AE Cister

Formador

Eliana Borges Henriques Vieira

Zélia Maria Lopes Marques

Destinatários

Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário, de Educação Especial, do grupo de recrutamento 360

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário, de Educação Especial, do grupo de recrutamento 360. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. 

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

CFAECAN

Razões

Inclusão, equidade, cooperação, solidariedade, responsabilidade e interligação, são conceitos-chave que enformam as políticas e as práticas educativas. Assegurar o direito de todos à educação é garantir acesso, presença, participação e sucesso em processos educativos de qualidade. Os atores educativos, nomeadamente lideranças de topo e intermédias, são figuras essenciais na educação e na transformação social. Acolher e apoiar todos os alunos, independentemente das suas capacidades e exigências, são dois compromissos éticos e profissionais indiscutíveis. Uma escola inclusiva exige uma liderança eficaz, capaz de apoiar e promover o envolvimento de toda a comunidade escolar. A presente ação insere-se no processo de concretização do Projeto Educação Inclusiva 21-23 e do plano integrado para a recuperação das aprendizagens dos alunos do ensino básico e secundário, Plano 21|23 Escola+.

Objetivos

Identificar práticas de gestão e organização pedagógica, de topo e intermédias, à luz dos normativos/documentos de referência sobre políticas de inclusão Explorar fatores que se constituem como obstáculo à inclusão na escola e sociedade Consolidar uma perspetiva de abordagem integrada de práticas que concorrem para a inclusão Refletir sobre a relevância das aprendizagens informais, os meios de as incorporar na promoção de ambientes educativos favoráveis à participação de alunos na condução do processo educativo Promover estratégias de otimização da participação dos alunos na vida da escola Elencar mecanismos de promoção do envolvimento das famílias na criação de ambientes inclusivos Refletir sobre o papel das lideranças na criação de ambientes promotores de aprendizagens não-formais e informais consistentes com os objetivos da educação inclusiva Equacionar os termos da cooperação interinstitucional em ordem à inclusão Refletir sobre instrumentos de monitorização das práticas de inclusão

Conteúdos

1. Enquadramento teórico e normativo 1.1. Quadro conceptual Os direitos humanos e as políticas de inclusão. Justiça distributiva e éticas do cuidado. Tradução dos princípios de justiça em direitos e capacidades. O projeto Strength Through Diversity e a diversidade dos públicos na educação escolar: dimensões da diversidade; abordagens multinível da diversidade em educação. 1.2. Quadro normativo de referência Os Decretos-Leis nº 54/2018 de 6 de julho (na sua redação atual) e n.º 55/2018, de 6 de julho (e respetivas Portarias). O Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Autonomia e responsabilidade dos decisores locais: interpretação dos normativos; as margens de autonomia potenciada pela portaria n.º 181/2019, de 11 de junho, na sua redação atual. Documentos curriculares e instrumentos de autonomia dos AE/ENA. 1.3. Dimensões organizacionais das políticas de inclusão – exercício exploratório [trabalho com os formandos, orientado pela abordagem prévia dos pontos 1.1. e 1.2.] 2. Concretização das políticas de inclusão 2.1 As escolas e as práticas A inclusão em contexto: modelos educativos e conceções de cidadania e equidade. 2.2. Os agentes sociais das práticas de inclusão Pessoas, instituições, ambientes de aprendizagem. Cooperação interinstitucional em ordem à inclusão. 2.3. Os recursos para a inclusão A identificação e gestão dos recursos (humanos, materiais, institucionais) e a sua potencialização na promoção da escola inclusiva. 2.4. Contextos de interação socioeducativa na perspetiva da inclusão: a sala de aula e ‘o resto’ – exercício exploratório [trabalho com os formandos, orientado pela abordagem prévia dos pontos 2.1., 2.2. e 2.3.] 3. Conhecer, partilhar, decidir 3.1. Conhecer e cooperar com as pessoas e as instituições 3.2. Conhecer, estimular e proteger as crianças e jovens: princípios, métodos, instrumentos 3.3. Conhecer para transformar: dos instrumentos de suporte à monitorização às modalidades de participação de professores, pais e alunos nos processos de decisão – exercício exploratório [trabalho com os formandos, orientado pela abordagem prévia dos pontos 3.1. e 3.2.] 4. Avaliação Apresentação e discussão dos trabalhos/produtos finais dos formandos

Metodologias

Exploração dos temas propostos, com adequado suporte teórico. Reflexão, análise e discussão em grupo, com recurso a fontes documentais pertinentes. Debate em plenário. Elaboração individual de trabalho/produto final da ação, em função dos interesses dos formandos.

Avaliação

Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o “Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final individual elaborado pelos formandos.

Bibliografia

- Cerna, L. et al. (2021) Promoting inclusive education for diverse societies: A conceptual framework. Disponível em: Promoting inclusive education for diverse societies : A conceptual framework | OECD Education Working Papers | OECD iLibrary (oecd-ilibrary.org) - Eurydice (2020). A equidade na educação escolar na Europa (trad. Lisboa: DGEEC/Unidade portuguesa de Eurydice). Disponível em: https://op.europa.eu/en/publication-detail/-/publication/517ee2ef-4404-11eb-b59f-01aa75ed71a1/language-pt - European Agency for Special Needs and Inclusive Education (2021). Inclusive School Leadership: A Tool for Self-Reflection on Policy and Practice. (M. Turner-Cmuchal, E. Óskarsdóttir and M. Bilgeri, eds.). Odense, Denmark. Disponível em: https://www.european-agency.org/sites/default/files/SISL_Self-Reflection_Tool.pdf - Pereira, F. (Coord.). (2018). Para uma Educação Inclusiva. Manual de Apoio à Prática. Lisboa. Ministério da Educação. Direção-Geral da Educação. Disponível em: https://dge.mec.pt/sites/default/files/EEspecial/manual_de_apoio_a_pratica.pdf - UNESCO (2022). Reaching out to all learners: a resource pack for supporting inclusion and equity in education. Geneva: UNESCO, IBE. Disponível em: http://www.ibe.unesco.org/en/news/reaching-out-all-learners-resource-pack-supporting-inclusion-and-equity-education

Anexo(s)

As lideranças na promoção de ambientes educativos inclusivos


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo
1 02-03-2023 (Quinta-feira) 17:45 - 21:15 3:30 Presencial
2 16-03-2023 (Quinta-feira) 17:45 - 20:45 3:00 Presencial
3 30-03-2023 (Quinta-feira) 17:45 - 20:45 3:00 Presencial
4 20-04-2023 (Quinta-feira) 17:45 - 20:45 3:00 Presencial
5 04-05-2023 (Quinta-feira) 17:45 - 20:45 3:00 Presencial
6 11-05-2023 (Quinta-feira) 17:45 - 20:45 3:00 Presencial
7 25-05-2023 (Quinta-feira) 17:45 - 20:45 3:00 Presencial
8 02-06-2023 (Sexta-feira) 17:45 - 21:15 3:30 Presencial

Ref. 170C24/A1 Em avaliação

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-116140/22

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50.0 horas (25.0 horas presenciais + 25.0 horas de trabalho autónomo)

Início: 27-02-2023

Fim: 15-05-2023

Regime: b-learning

Local: Agrupamento de Escolas de Cister/Online

Formador

Salomé da Silva Pedro

Destinatários

Professores dos Ensinos Básico, Secundário e Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Ensinos Básico, Secundário e Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. 

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Razões

O Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores, da Comissão Europeia (DigCompEdu), pretende promover a competência digital (CD) e a inovação na educação. É essencial que os docentes desenvolvam um conjunto de CD, de modo a tirar partido do potencial das tecnologias digitais. Esta ação visa contribuir para desenvolver as CD dos docentes do sistema educativo e formativo nacional (nível 2) e a sua capacidade para implementar estratégias inovadoras de ensino e de aprendizagem. Ambiciona-se criar condições favoráveis a práticas educativas que se revelem promotoras do desenvolvimento de competências digitais dos alunos. Conjuntamente com esta formação, serão submetidas outras duas, articuladas ao nível da progressão dos conteúdos.

Objetivos

Esta ação de formação pretende desenvolver com os docentes de nível 2 (B1/B2 do DigCompEdu) um conjunto de conhecimentos e estratégias que lhes permita desenvolver CD do nível seguinte (C1/C2 do DigCompEdu). São objetivos específicos: - promover o desenvolvimento, aprofundamento e densificação das CD dos docentes, tendo em vista as 6 áreas do referencial DigCompEdu; - capacitar os docentes para a realização de atividades com tecnologias digitais em diferentes modalidades de ensino; - capacitar os docentes para a implementação de atividades que promovam a aprendizagem e o desenvolvimento das CD dos alunos; - estimular a reflexão, partilha e utilização crítica das tecnologias em contexto educativo.

Conteúdos

Os conteúdos da ação surgem, em sentido articulado e incremental, com os conteúdos da formação de nível 1. - Documentos de enquadramento das políticas educativas. (2 horas) - Envolvimento profissional: Discussão, renovação e inovação na prática profissional. Processos de liderança na era digital. (3 horas) - Recursos Educativos Digitais (RED): Utilização de estratégias e RED avançados de forma abrangente. Promoção da utilização de RED de forma colaborativa. (4 horas) - Ensino e Aprendizagem: Renovação da prática de ensino de forma estratégica e intencional. Inovação no processo de ensino e de aprendizagem em diferentes modalidades de ensino. (4 horas) - Avaliação das aprendizagens: Reflexão crítica sobre estratégias de avaliação digital. Inovação na avaliação das aprendizagens com recursos a soluções digitais. (4 horas) - CD dos Alunos: Promoção da CD dos alunos de forma abrangente e crítica. Inovação no envolvimento dos alunos utilizando formatos inovadores para promover a sua CD. (4 horas) - Planeamento da formação e aprendizagem ao longo da vida. (4 horas)

Metodologias

Esta ação enquadra-se no Plano de Ação para a Tansição Digital, determinado pela Resolução do Conselho de Ministros nº 30, de 21 de Abril de 2020, Pilar I. Capacitação e inclusão digital das Pessoas, Subpilar I. Educação Digital, Medida 1: Programa de Digitalização para as Escolas, Dimensão. Plano de Capacitação Digital de Docentes, encontra-se estruturada de modo a contribuir para o desenvolvimento de competências consignadas nas áreas previstas no DigCompEdu – Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores, está desenhada para realização em regime a distância, tirando partido das vantagens deste regime de formação no contexto pandémico em que foi criada e visa a capacitação digital dos docentes - Nível 1 (B1 e B2 do DigCompEdu). Os conteúdos da ação surgem, em sentido articulado e incremental, com os conteúdos da formação de nível 1. - Documentos de enquadramento das políticas educativas. (2 horas) - Envolvimento profissional: Discussão, renovação e inovação na prática profissional. Processos de liderança na era digital. (3 horas) - Recursos Educativos Digitais (RED): Utilização de estratégias e RED avançados de forma abrangente. Promoção da utilização de RED de forma colaborativa. (4 horas) - Ensino e Aprendizagem: Renovação da prática de ensino de forma estratégica e intencional. Inovação no processo de ensino e de aprendizagem em diferentes modalidades de ensino. (4 horas) - Avaliação das aprendizagens: Reflexão crítica sobre estratégias de avaliação digital. Inovação na avaliação das aprendizagens com recursos a soluções digitais. (4 horas) - CD dos Alunos: Promoção da CD dos alunos de forma abrangente e crítica. Inovação no envolvimento dos alunos utilizando formatos inovadores para promover a sua CD. (4 horas) - Planeamento da formação e aprendizagem ao longo da vida. (4 horas)

Avaliação

Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o “Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final individual elaborado e apresentado pelos formandos.

Bibliografia

Comissão Europeia (2020). Blended learning in school education – guidelines for the start of the academic year 2020/21. Disponível em: https://www.schooleducationgateway.eu/pt/pub/resources/ publications/blended-learning-guidelines.htm Comissão Europeia (2018). Plano de Ação para a Educação Digital. Disponível em: https://eur-lex.europa.eu/legal-content/PT/TXT/PDF/?uri=CELEX:52018DC0022&from=EN Lucas, M., & Moreira, A. (2018). DigCompEdu: Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores. Aveiro: UA Editora. Licht, A.H, Tasiopoulou, E., & Wastiau, P. (2017). Open Book of Educational Innovation. European Schoolnet, Brussels. Disponível em: http://www.eun.org/documents/411753/817341/ Open_book_of_Innovational_Education.pdf Ministério da Educação (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, Lisboa: ME

Anexo(s)


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo
1 27-02-2023 (Segunda-feira) 18:15 - 21:30 3:15 Online síncrona
2 06-03-2023 (Segunda-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Online síncrona
3 13-03-2023 (Segunda-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Presencial
4 27-03-2023 (Segunda-feira) 18:15 - 21:30 3:15 Online síncrona
5 17-04-2023 (Segunda-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Presencial
6 26-04-2023 (Quarta-feira) 18:15 - 21:30 3:15 Online síncrona
7 03-05-2023 (Quarta-feira) 18:15 - 21:30 3:15 Online síncrona
8 15-05-2023 (Segunda-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Presencial

Ref. 129C4/A1 Em avaliação

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-110714/21

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50.0 horas (25.0 horas presenciais + 25.0 horas de trabalho autónomo)

Início: 08-02-2023

Fim: 10-05-2023

Regime: Presencial

Local: Escola Secundária D. Inês de Castro - AE Cister

Formador

Maria José Carreira da Silva

Destinatários

Professores dos Grupos 100, 110

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 100, 110. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. 

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação da Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré

Razões

O Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores da Comissão Europeia (doravante DigCompEdu), pretende promover a competência digital (CD) e a inovação na educação. É essencial que os educadores e os docentes desenvolvam um conjunto de CD, de modo a tirar partido do potencial das tecnologias digitais. Esta ação visa contribuir para desenvolver as CD dos educadores e docentes do sistema educativo e formativo nacional (nível 1) e a sua capacidade para implementar estratégias inovadoras de ensino e de aprendizagem. Ambiciona-se, assim, criar condições favoráveis a práticas educativas que se revelem promotoras do desenvolvimento de CD das crianças e dos alunos.

Objetivos

São objetivos específicos: - promover o desenvolvimento das Competências Digitais dos educadores e dos docentes, tendo em vista as 6 áreas do referencial DigCompEdu; - capacitar os educadores para a realização de atividades com tecnologias digitais em diferentes modalidades de ensino; - capacitar os educadores na utilização significativa de ambientes e ferramentas digitais e definição de estratégias diversificadas de integração destes em contexto educativo; - capacitar os educadores e os docentes para a implementação de atividades promotoras da aprendizagem e o desenvolvimento das CD dos alunos.

Conteúdos

1. Documentos enquadradores das políticas educativas atuais associados ao Plano nacional de Transição Digital. 2. Envolvimento profissional: Exploração de opções digitais para colaboração e comunicação institucional e melhoria da prática profissional. 3. Recursos Digitais: Exploração, seleção e adequação de RED ao contexto de aprendizagem. Utilização de RED interativos. 4. Ensino e Aprendizagem: Exploração de estratégias de ensino e de aprendizagem digital. Integração significativa de RED na melhoria de atividades de ensino e aprendizagem. 5. Avaliação das aprendizagens: Exploração de estratégias de avaliação digital. Melhoria das abordagens de avaliação através de soluções digitais. 6. CD dos Alunos em em educação pré-escolar: Exploração de estratégias de promoção e uso pedagógico de tecnologias digitais. Utilização de ferramentas e estratégias para suporte ao desenho e implementação de atividades de promoção da CD das crianças e dos alunos. 7. Planificação de atividades com tecnologias digitais em diferentes modalidades de ensino.

Metodologias

As sessões presenciais são destinadas à exploração do DigCompEdu e reflexão sobre a articulação entre as áreas de competência; à realização de atividades práticas de partilha, suportadas por um ambiente colaborativo; à exploração de ferramentas digitais para o desenvolvimento de atividades de aprendizagem promotoras da colaboração, comunicação e avaliação; à planificação e criação de atividades a implementar na escola, que promovam o desenvolvimento das CD docente e, simultaneamente, dos alunos; à reflexão crítica sobre o desenvolvimento profissional docente. Em específico, na componente de trabalho autónomo, pretende-se assegurar a implementação das atividades planificadas nas sessões presenciais, em situações reais de ensino-aprendizagem com alunos, articulando o DigCompEdu com o respetivo currículo,e OCEP, e a reflexão sobre as práticas desenvolvidas. Na última sessão, os formandos apresentarão os resultados dessas atividades, com evidências, proporcionando-se a discussão e a partilha.

Avaliação

Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o “Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final individual elaborado e apresentado pelos formandos.

Bibliografia

Comissão Europeia (2020). Blended learning in school education – guidelines for the start of the academic year 2020/21. Disponível em: https://www.schooleducationgateway.eu/pt/pub/resources/ publications/blended-learning-guidelines.htm Comissão Europeia (2018). Plano de Ação para a Educação Digital. Disponível em: https://eur-lex.europa.eu/legal-content/PT/TXT/PDF/?uri=CELEX:52018DC0022&from=EN Lucas, M., & Moreira, A. (2018). DigCompEdu: Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores. Aveiro: UA Editora. Licht, A.H, Tasiopoulou, E., & Wastiau, P. (2017). Open Book of Educational Innovation. European Schoolnet, Brussels. Disponível em: http://www.eun.org/documents/411753/817341/ Open_book_of_Innovational_Education.pdf Ministério da Educação (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, Lisboa: ME

Anexo(s)


Observações

Prioridade para os Educadores

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo
1 08-02-2023 (Quarta-feira) 16:30 - 19:30 3:00 Presencial
2 15-02-2023 (Quarta-feira) 16:30 - 19:30 3:00 Presencial
3 01-03-2023 (Quarta-feira) 16:30 - 19:30 3:00 Presencial
4 08-03-2023 (Quarta-feira) 16:30 - 19:30 3:00 Presencial
5 29-03-2023 (Quarta-feira) 17:00 - 20:00 3:00 Presencial
6 26-04-2023 (Quarta-feira) 17:00 - 20:00 3:00 Presencial
7 03-05-2023 (Quarta-feira) 17:00 - 20:00 3:00 Presencial
8 10-05-2023 (Quarta-feira) 17:00 - 21:00 4:00 Presencial

Ref. 103C2/A18 Em avaliação

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-110148/20

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50.0 horas (25.0 horas presenciais + 25.0 horas de trabalho autónomo)

Início: 06-02-2023

Fim: 22-05-2023

Regime: Presencial

Local: Escola Secundária D. Inês de Castro, Alcobaça - AE Cister

Formador

Paulo Arcanjo Ferreira Valentim

Destinatários

Professores dos Ensinos Básico e Secundário, Professores de Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Ensinos Básico e Secundário, Professores de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. 

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação da Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré

Razões

O Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores da Comissão Europeia (doravante DigCompEdu), pretende promover a competência digital (CD) e a inovação na educação. É essencial que os docentes desenvolvam um conjunto de CD, de modo a tirar partido do potencial das tecnologias digitais. Esta ação visa contribuir para desenvolver as CD dos docentes do sistema educativo e formativo nacional (nível 2) e a sua capacidade para implementar estratégias inovadoras de ensino e de aprendizagem. Ambiciona-se criar condições favoráveis a práticas educativas que se revelem promotoras do desenvolvimento de competências digitais dos alunos. Conjuntamente com esta formação, serão submetidas outras duas, articuladas ao nível da progressão dos conteúdos.

Objetivos

EFEITOS A PRODUZIR Esta ação de formação pretende desenvolver com os docentes de nível 2 (B1/B2 do DigCompEdu) um conjunto de conhecimentos e estratégias que lhes permita desenvolver CD do nível seguinte (C1/C2 do DigCompEdu). São objetivos específicos: promover o desenvolvimento, aprofundamento e densificação das CD dos docentes, tendo em vista as 6 áreas do referencial DigCompEdu; - capacitar os docentes para a realização de atividades com tecnologias digitais em diferentes modalidades de ensino; - capacitar os docentes para a implementação de atividades que promovam a aprendizagem e o desenvolvimento das CD dos alunos; - estimular a reflexão, partilha e utilização crítica das tecnologias em contexto educativo.

Conteúdos

Os conteúdos da ação surgem, em sentido articulado e incremental, com os conteúdos da formação de nível 1. - Documentos de enquadramento das políticas educativas. - Envolvimento profissional: Discussão, renovação e inovação na prática profissional. Processos de liderança na era digital. - Recursos Educativos Digitais (RED): Utilização de estratégias e RED avançados de forma abrangente. Promoção da utilização de RED de forma colaborativa. - Ensino e Aprendizagem: Renovação da prática de ensino de forma estratégica e intencional. Inovação no processo de ensino e de aprendizagem em diferentes modalidades de ensino. - Avaliação das aprendizagens: Reflexão crítica sobre estratégias de avaliação digital. Inovação na avaliação das aprendizagens com recursos a soluções digitais. - CD dos Alunos: Promoção da CD dos alunos de forma abrangente e crítica. Inovação no envolvimento dos alunos utilizando formatos inovadores para promover a sua CD. - Planeamento da formação e aprendizagem ao longo da vida.

Metodologias

Sessões presenciais As sessões presenciais são destinadas à exploração do DigCompEdu e reflexão sobre a articulação entre as áreas de competência; à realização de atividades práticas de partilha, suportadas por um ambiente colaborativo; à exploração de ferramentas digitais para o desenvolvimento de atividades de aprendizagem promotoras da colaboração, comunicação e avaliação; à planificação e criação de atividades a implementar na escola, que promovam o desenvolvimento das CD docente e, simultaneamente, dos alunos; à reflexão crítica sobre o desenvolvimento profissional docente. Trabalho autónomo Em específico, na componente de trabalho autónomo, pretende-se assegurar a implementação das atividades planificadas nas sessões presenciais, em situações reais de ensino-aprendizagem com alunos, articulando o DigCompEdu com o respetivo currículo, e a reflexão sobre as práticas desenvolvidas. Na última sessão, os formandos apresentarão os resultados dessas atividades, com evidências, proporcionando-se a discussão e a partilha.

Avaliação

Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei no 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho no 4595/2015, de 6 de maio e com o “Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.o 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final individual elaborado e apresentado pelos formandos.

Modelo

Aplicação e análise de questionários de avaliação preenchidos pelos formadores e pelos formandos.

Bibliografia

Comissão Europeia (2020). Blended learning in school education – guidelines for the start of the academic year 2020/21. Disponível em: https://www.schooleducationgateway.eu/pt/pub/resources/publications/blended-learning-guidelines.htm Comissão Europeia (2018). Plano de Ação para a Educação Digital. Disponível em: https://eur-lex.europa.eu/legal-content/PT/TXT/PDF/?uri=CELEX:52018DC0022&from=EN Lucas, M., & Moreira, A. (2018). DigCompEdu: Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores. Aveiro: UA Editora. Licht, A.H, Tasiopoulou, E., & Wastiau, P. (2017). Open Book of Educational Innovation. European Schoolnet, Brussels. Disponível em: http://www.eun.org/documents/411753/817341/Open_book_of_Innovational_Education.pdf Ministério da Educação (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, Lisboa: ME

Anexo(s)


Observações

.

Turma em regime presencial

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo
1 06-02-2023 (Segunda-feira) 18:15 - 21:45 3:30 Presencial
2 13-02-2023 (Segunda-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Presencial
3 27-02-2023 (Segunda-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Presencial
4 13-03-2023 (Segunda-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Presencial
5 27-03-2023 (Segunda-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Presencial
6 08-05-2023 (Segunda-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Presencial
7 10-05-2023 (Quarta-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Presencial
8 22-05-2023 (Segunda-feira) 18:15 - 21:45 3:30 Presencial

Ref. 162C/A1 Em avaliação

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-114824/22

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 30-11-2022

Fim: 02-05-2023

Regime: e-learning

Local: E-learning

Formador

Ana Paula das Neves Santos

Destinatários

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. 

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação da Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré

Razões

A proficiência digital das organizações educativas é fundamental para a melhoria do trabalho desenvolvido nas escolas. Neste quadro, considera-se, ainda, da maior importância o desenvolvimento das competências digitais dos docentes, dada a sua relevância para o ensino e a aprendizagem. Neste quadro, os AE/Ena foram convidados a elaborar o seu PADDE, que pretende ser um instrumento orientador e facilitador da adaptação e implementação das tecnologias digitais nos processos de ensino e de aprendizagem, bem como, apoiar as escolas a refletir e definir estratégias que permitam a exploração do potencial do digital integrando-o de forma holística na organização. Para que PADDE tenha o impacto esperado nas escolas, torna-se fundamental criar estratégias e instrumentos eficazes, tendo este curso o propósito de apoiar as EDD e as escolas no acompanhamento, monitorização, avaliação e reformulação dos PADDE.

Objetivos

Pretende-se apoiar as EDD das escolas no desenvolvimento de estratégias de monitorização e avaliação das ações inscritas no PADDE, que permitam melhorar a qualidade do trabalho em curso. Na formação pretende-se que as EDD, com o apoio dos ED, implementem estratégias de monitorização, avaliação, comunicação dos resultados e reformulação do PADDE da sua Escola, num processo em rede e promotor de mudança organizacional e pedagógica. São objetivos específicos da oficina: - refletir sobre processos organizativos, pedagógicos e tecnológicos que promovam a qualidade do processo educativo; - conceber e implementar estratégias de monitorização, avaliação e comunicação dos PADDE; - desenvolver estratégias de diagnóstico e reflexão conducentes à reformulação do PADDE.

Conteúdos

Os conteúdos da ação surgem da necessidade de capacitar as EDD para que realizem trabalho de monitorização da implementação das ações inscritas nos PADDE, de modo a aferir a execução dos respetivos objetivos e necessidade de ajustes à sua operacionalização. Surgem, ainda, da importância de os ED afetos aos CFAE acompanharem esse processo, apoiando as EDD nas ações de monitorização, de avaliação, de comunicação e de reformulação dos PADDE. As alterações anuais à constituição das EDD reforça a necessidade de apoiar as escolas em todo o processo, desde a conceção à avaliação dos planos. - Contextualização do Plano de Ação para a Transição Digital e da importância dos PADDE na melhoria do trabalho educativo das escolas. - Exploração do Roteiro de Apoio à Monitorização e Acompanhamento dos PADDE. - Assistente de apoio à inovação pedagógica através da utilização de ferramentas certificadas. - Processos de acompanhamento e monitorização da implementação do PADDE. - Estratégias de comunicação do PADDE e das ações implementadas Avaliação, diagnóstico e reformulação do PADDE.

Metodologias

A presente ação é dinamizada na modalidade de e-learning, com recurso a diversas ferramentas, nomeadamente um sistema de gestão de aprendizagem (LMS) e ferramentas de comunicação síncrona. A formação decorrerá num espaço virtual organizado com os conteúdos de formação disponibilizados e onde decorrem interações múltiplas (síncronas e assíncronas) entre formador-formando e formando-formando. O contexto de formação visa estimular a criação de momentos de partilha e reflexão no âmbito das práticas de monitorização e avaliação das ações do PADDE e dos seus resultados. A ação de formação tem como quadro geral de referência metodológico o construtivismo e a aprendizagem colaborativa, assentando em princípios como a formação participada e experiencial e a ação refletida.

Avaliação

Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o “Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos desenvolvidos pelos formandos, bem como a elaboração de trabalhos individuais.

Bibliografia

Comissão Europeia (2020). Plano de Ação para a Educação Digital. Disponível em: https://ec.europa.eu/education/sites/education/files/document-library-docs/deap-swd- sept2020_en.pdf Lucas, M., & Moreira, A. (2018). DigCompEdu: Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores. Aveiro: UA Editora. Licht, A.H, Tasiopoulou, E., & Wastiau, P. (2017). Open Book of Educational Innovation. European Schoolnet, Brussels. Disponível em: http://www.eun.org/documents/411753/817341/ Open_book_of_Innovational_Education.pdf Kampylis, P., Punie, Y. & Devine, J. (2015); Promoting Effective Digital-Age Learning - A European Framework for Digitally-Competent Educational Organisations. Disponível: http://publications.jrc.ec.europa.eu/repository/bitstream/JRC98209/jrc98209_r_digcomporg_final.pdf


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo
1 29-11-2022 (Terça-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Presencial
2 05-12-2022 (Segunda-feira) 18:00 - 20:31 2:31 Online assíncrona
3 21-12-2022 (Quarta-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Online síncrona
4 02-01-2023 (Segunda-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Online assíncrona
5 12-01-2023 (Quinta-feira) 18:00 - 20:15 2:15 Online síncrona
6 16-01-2023 (Segunda-feira) 18:00 - 20:00 2:00 Online assíncrona
7 25-01-2023 (Quarta-feira) 18:00 - 20:15 2:15 Online síncrona
8 30-01-2023 (Segunda-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Online assíncrona
9 28-02-2023 (Terça-feira) 18:00 - 20:15 2:15 Online síncrona
10 06-03-2023 (Segunda-feira) 18:00 - 20:15 2:15 Online assíncrona
11 02-05-2023 (Terça-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Online síncrona

Ref. 132B10/T2 Em avaliação

Registo de acreditação: CCPFC/ACC114266/22

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 40.0 horas

Início: 04-10-2022

Fim: 31-05-2023

Regime: Presencial

Local: Escola E.B. 2,3 Amadeu Gaudêncio-Nazaré (A.E. Nazaré)

Formador

Ana Rita Almeida Barreto

Destinatários

Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação de Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação de Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. 

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

AE Cister/Centro de Formação da Associação de Escolas dos concelhos de Alcobaça e Nazaré

Razões

A Lei 31/2002 de 20 de dezembro aprovou o sistema de avaliação dos estabelecimentos de educação pré-escolar e dos ensinos básico e secundário, definindo orientações gerais para a autoavaliação e para a avaliação externa. Em 2008, veio o Decreto-Lei nº 75/2008 relativo à autonomia, administração e gestão das Escolas, reforçar a referida metodologia, instituindo o relatório de autoavaliação enquanto instrumento de autonomia e de prestação de contas referente à concretização dos objetivos do projeto educativo. A implementação de modelos de autoavaliação CAF – Common Assessment Framework, recentemente revista para a versão 2020, permite o recurso aos modelos específicos da qualidade desenhados para a Administração Pública Europeia, posicionando as Escolas, através da CAF, no “estado de arte” da qualidade em serviços públicos e no acesso a uma rede vasta de partilha de experiências europeias, mediante o EIPA – European Institute for Public Administration. A pertinência do presente projeto formativo centra-se no desenvolvimento de um Sistema da Qualidade que represente a estratégia organizacional dos Agrupamentos/Escolas participantes na adoção nos princípios transversais de uma Cultura da Qualidade, considerando as atuais referências nos domínios de atuação e mudança das Organizações da Administração Pública. Mediante os instrumentos de autoavaliação instituídos pelo Modelo Europeu da Administração Pública – CAF pretende-se desenvolver o diagnóstico de desempenho organizacional e instituir uma ferramenta de gestão específica do sector público de forma a construir projetos de mudança sustentados, desenvolvendo uma cultura de serviço público orientado para a comunidade educativa.

Objetivos

O curso de formação visa suportar as iniciativas de inovação pedagógica e organizacional da Escola / Agrupamento de Escolas, concretizando-se em melhorias no desempenho educativo, nomeadamente: - Adquirir conhecimentos técnicos gerais nas metodologias e instrumentos da gestão da qualidade e excelência organizacional em integração com as estratégias de Public Governance; - Adquirir conhecimentos técnicos específicos na metodologia de autoavaliação com base nos critérios CAF 2020, constituindo um suporte para o processo de decisão e melhoria. - Garantir o desenvolvimento do diagnóstico do desempenho organizacional visando a identificação das oportunidades de melhoria; - Melhorar as competências de liderança, comunicação, planeamento e coordenação em alinhamento com a estratégia organizacional, constituindo um suporte para o processo de decisão e melhoria.

Conteúdos

As Estratégias da Qualidade em Serviços Públicos: Os principais referenciais da Qualidade adoptados pelos Serviços Públicos: 1 hora Principais diferenças no referencial CAF 2020: 2 horas CAF 2020 Estrutura Comum de Autoavaliação: Os critérios da autoavaliação das Escolas em contexto Europeu: 10 horas CAF: Instrumentos de Autoavaliação: A metodologia de um processo de autoavaliação e instrumentos associados: 3,5 horas CAF: Sistemas de Pontuação e Relatório de Autoavaliação: 3,5 horas

Metodologias

- Método Pedagógico e em sala presencial: Afirmativo com recurso a exercícios e análise de casos. O/a formador/a aborda as temáticas numa perspetiva teórica e pela análise de casos e define atividades concretas para serem desenvolvidas pelos formandos até à sessão seguinte. (20 horas): - Trabalho prático de aplicação de conhecimentos, individualmente e em grupo, e com recurso a plataformas digitais, síncrono e assíncrono, com supervisão do/a formador/a que acompanha a realização das atividades individuais e de grupo, através da partilha dos documentos no Moodle ou em plataforma idêntica, esclarece dúvidas e faz sugestões de melhoria dos trabalhos em desenvolvimento e desenvolver. Apoia os formandos na definição dos seus papéis, tarefas e responsabilidades, dá feedback. (20 horas). Devido à situação pandémica, e nos termos da Carta Circular n.5, do CCPFC, a totalidade ou parte das sessões poderão ter que decorrer online.

Avaliação

A avaliação final é quantitativa, na escala de 1 a 10, conforme indicado no Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua, tendo em conta os seguintes critérios: Participação/Trabalho Desenvolvido (50%); Relatório Final/Reflexão Crítica individual (50%).

Bibliografia

• Referenciais normativos internacionais ISO – International Standard Organization: NP EN ISO 9001, 14001, NP 4397, SA 8000 – Instituto Português da Qualidade • EIPA – European Institute for Public Administration – CAF and Education – www.eipa.eu/en/topic/show/&tid=191 • DGAEP - www.caf.dgaep.gov.pt/ - Guião de Auto-avaliação, Esquema 10 passos para a Auto-avaliação, Apresentação da CAF, Folheto da CAF2006; EFQM leading excellence - http://www.efqm.org • OECD - http://www.oecd.org/edu/ceri/governingcomplexeducationsystemsgces.htm Governing Education in a Complex World e Education Governance in Action • OECD Measuring Innovation in Education - http://www.oecd.org/edu/ceri/measuring-innovation-in-education.htm

Anexo(s)


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo
1 04-10-2022 (Terça-feira) 16:30 - 18:29 1:59 Presencial

Ref. 148PND1_ 22-23_ Em avaliação

Registo de acreditação: PND_ Ação1

Modalidade: Outro

Duração: 3.0 horas

Início: 12-09-2022

Fim: 12-09-2022

Regime: e-learning

Local: Online, plataforma Webex

Destinatários

Técnicos Superiores associados do CFAECAN

Acreditado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

CFAE dos concelhos de Alcobaça e Nazaré e AE/ENA associados

Razões

Educar é uma atividade exercida por educadores para outros a quem chamamos educandos. Este processo exige uma coisa ”vulgar” que se designa de relação e esta, para acontecer, subentende um conjunto de sistemas de regulação e reconhecimento de processo de significação dos acontecimentos. Neste sentido, com esta conferência pretende-se fazer uma reflexão acerca do processo relacional entre agentes educativos e os alunos : das causas emocionais às consequências para a construção do contexto ensino aprendizagem.

Objetivos

- Refletir acerca da importância do processo relacional entre Técnicos Especializados/docentes e os alunos : das causas emocionais às consequências para a construção do contexto ensino aprendizagem.,

Conteúdos

Ano Escolar 2022_2023_ Novos desafios e oportunidades 10:00_ Abertura e boas vindas - Diretores (as) dos AE/ENA e diretora do CFAE 10:30 - Conferência "Técnicos Especializados/docentes e alunos processo relacional: das causas emocionais às consequências para a construção do contexto ensino aprendizagem., pela Professora Doutora Maria João Santos.



Ref. 170C24/A3 Concluída

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-116140/22

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50.0 horas (25.0 horas presenciais + 25.0 horas de trabalho autónomo)

Início: 01-03-2023

Fim: 24-05-2023

Regime: b-learning

Local: Agrupamento de Escolas de Cister/Online

Formador

Nuno Miguel Murraças Borda de Água

Destinatários

Professores dos Ensinos Básico, Secundário e Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Ensinos Básico, Secundário e Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. 

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Razões

O Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores, da Comissão Europeia (DigCompEdu), pretende promover a competência digital (CD) e a inovação na educação. É essencial que os docentes desenvolvam um conjunto de CD, de modo a tirar partido do potencial das tecnologias digitais. Esta ação visa contribuir para desenvolver as CD dos docentes do sistema educativo e formativo nacional (nível 2) e a sua capacidade para implementar estratégias inovadoras de ensino e de aprendizagem. Ambiciona-se criar condições favoráveis a práticas educativas que se revelem promotoras do desenvolvimento de competências digitais dos alunos. Conjuntamente com esta formação, serão submetidas outras duas, articuladas ao nível da progressão dos conteúdos.

Objetivos

Esta ação de formação pretende desenvolver com os docentes de nível 2 (B1/B2 do DigCompEdu) um conjunto de conhecimentos e estratégias que lhes permita desenvolver CD do nível seguinte (C1/C2 do DigCompEdu). São objetivos específicos: - promover o desenvolvimento, aprofundamento e densificação das CD dos docentes, tendo em vista as 6 áreas do referencial DigCompEdu; - capacitar os docentes para a realização de atividades com tecnologias digitais em diferentes modalidades de ensino; - capacitar os docentes para a implementação de atividades que promovam a aprendizagem e o desenvolvimento das CD dos alunos; - estimular a reflexão, partilha e utilização crítica das tecnologias em contexto educativo.

Conteúdos

Os conteúdos da ação surgem, em sentido articulado e incremental, com os conteúdos da formação de nível 1. - Documentos de enquadramento das políticas educativas. (2 horas) - Envolvimento profissional: Discussão, renovação e inovação na prática profissional. Processos de liderança na era digital. (3 horas) - Recursos Educativos Digitais (RED): Utilização de estratégias e RED avançados de forma abrangente. Promoção da utilização de RED de forma colaborativa. (4 horas) - Ensino e Aprendizagem: Renovação da prática de ensino de forma estratégica e intencional. Inovação no processo de ensino e de aprendizagem em diferentes modalidades de ensino. (4 horas) - Avaliação das aprendizagens: Reflexão crítica sobre estratégias de avaliação digital. Inovação na avaliação das aprendizagens com recursos a soluções digitais. (4 horas) - CD dos Alunos: Promoção da CD dos alunos de forma abrangente e crítica. Inovação no envolvimento dos alunos utilizando formatos inovadores para promover a sua CD. (4 horas) - Planeamento da formação e aprendizagem ao longo da vida. (4 horas)

Metodologias

Esta ação enquadra-se no Plano de Ação para a Tansição Digital, determinado pela Resolução do Conselho de Ministros nº 30, de 21 de Abril de 2020, Pilar I. Capacitação e inclusão digital das Pessoas, Subpilar I. Educação Digital, Medida 1: Programa de Digitalização para as Escolas, Dimensão. Plano de Capacitação Digital de Docentes, encontra-se estruturada de modo a contribuir para o desenvolvimento de competências consignadas nas áreas previstas no DigCompEdu – Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores, está desenhada para realização em regime a distância, tirando partido das vantagens deste regime de formação no contexto pandémico em que foi criada e visa a capacitação digital dos docentes - Nível 1 (B1 e B2 do DigCompEdu). Os conteúdos da ação surgem, em sentido articulado e incremental, com os conteúdos da formação de nível 1. - Documentos de enquadramento das políticas educativas. (2 horas) - Envolvimento profissional: Discussão, renovação e inovação na prática profissional. Processos de liderança na era digital. (3 horas) - Recursos Educativos Digitais (RED): Utilização de estratégias e RED avançados de forma abrangente. Promoção da utilização de RED de forma colaborativa. (4 horas) - Ensino e Aprendizagem: Renovação da prática de ensino de forma estratégica e intencional. Inovação no processo de ensino e de aprendizagem em diferentes modalidades de ensino. (4 horas) - Avaliação das aprendizagens: Reflexão crítica sobre estratégias de avaliação digital. Inovação na avaliação das aprendizagens com recursos a soluções digitais. (4 horas) - CD dos Alunos: Promoção da CD dos alunos de forma abrangente e crítica. Inovação no envolvimento dos alunos utilizando formatos inovadores para promover a sua CD. (4 horas) - Planeamento da formação e aprendizagem ao longo da vida. (4 horas)

Avaliação

Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o “Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final individual elaborado e apresentado pelos formandos.

Bibliografia

Comissão Europeia (2020). Blended learning in school education – guidelines for the start of the academic year 2020/21. Disponível em: https://www.schooleducationgateway.eu/pt/pub/resources/ publications/blended-learning-guidelines.htm Comissão Europeia (2018). Plano de Ação para a Educação Digital. Disponível em: https://eur-lex.europa.eu/legal-content/PT/TXT/PDF/?uri=CELEX:52018DC0022&from=EN Lucas, M., & Moreira, A. (2018). DigCompEdu: Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores. Aveiro: UA Editora. Licht, A.H, Tasiopoulou, E., & Wastiau, P. (2017). Open Book of Educational Innovation. European Schoolnet, Brussels. Disponível em: http://www.eun.org/documents/411753/817341/ Open_book_of_Innovational_Education.pdf Ministério da Educação (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, Lisboa: ME

Anexo(s)


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo
1 01-03-2023 (Quarta-feira) 17:15 - 20:45 3:30 Online síncrona
2 08-03-2023 (Quarta-feira) 17:15 - 20:15 3:00 Online síncrona
3 22-03-2023 (Quarta-feira) 17:15 - 20:15 3:00 Presencial
4 29-03-2023 (Quarta-feira) 17:15 - 20:15 3:00 Online síncrona
5 19-04-2023 (Quarta-feira) 17:15 - 20:15 3:00 Online síncrona
6 03-05-2023 (Quarta-feira) 17:15 - 20:45 3:30 Online síncrona
7 10-05-2023 (Quarta-feira) 17:15 - 20:15 3:00 Presencial
8 24-05-2023 (Quarta-feira) 17:15 - 20:15 3:00 Presencial

Ref. 178C28/A1 Concluída

Registo de acreditação: ACD21-2022/2023

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 6.0 horas

Início: 01-03-2023

Fim: 01-03-2023

Regime: e-learning

Local: AE Cister/ Online

Formador

Salomé da Silva Pedro

Destinatários

Professores do 1º Ciclo; Professores do 2º Ciclo; Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário; Professores da Educação Especial;

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. 

Certificado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação da Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré

Razões

A proficiência digital das organizações educativas é fundamental para a melhoria do trabalho desenvolvido nas escolas. Neste quadro, considera-se, ainda, da maior importância o desenvolvimento das competências digitais dos docentes, dada a sua relevância para o ensino e a aprendizagem. O Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores da Comissão Europeia pretende promover a competência digital (CD) e a inovação na educação. É essencial que os docentes desenvolvam um conjunto de Competências Digitais, de modo a tirar partido do potencial das tecnologias digitais.

Objetivos

Esta ação visa contribuir para divulgar as boas práticas desenvolvidas, incrementadas e identificadas a quando da formação dos docentes nas Oficinas de Capacitação Digital de docentes de N1, N2 e N3 de modo a proporcionar, através da partilha, de momentos de trabalho colaborativo que se revelem promotores de melhorias nas aprendizagens dos alunos com recurso a metodologias de aprendizagem ativa com recurso ao digital. Deste modo como objetivos gerais pretende-se: - Contribuir para a promoção de estratégias e ações integradoras do digital em Ambientes Educativos. - Divulgar o trabalho desenvolvido pelos docentes no âmbito da sua participação nas Oficinas de Capacitação Digital de docentes de Nível 1, nível 2 e nível 3 - Criar o efeito de contágio nos outros docentes de práticas de ensino/aprendizagem inovadoras com recurso ao digital.

Conteúdos

Partilha de práticas realizadas em contexto de aprendizagem nas oficinas de capacitação digital de docentes N1, N2 e N3 relativas a: - A Integração Curricular em Ambientes Híbridos de Aprendizagem; - A avaliação em ambientes híbridos de aprendizagem, com recurso a Recursos Educativos Digitais integrados nas temáticas a apresentar.

Avaliação

A Certificação requer a frequência da totalidade das horas da ACD.

Bibliografia

Comissão Europeia (2018). Plano de Ação para a Educação Digital. Disponível em: https://eur-lex.europa.eu/legal-content/PT/TXT/PDF/?uri=CELEX:52018DC0022&from=ENEU Science Hub (2018). Self-reflection tool for digitally capable schools (SELFIE). Disponível em: https://ec.europa.eu/jrc/en/digcomporg/selfie-tool Lucas, M., & Moreira, A. (2018). DigCompEdu: Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores. Aveiro: UA Editora.

Anexo(s)


Observações

Data a definir A certificação requer a frequência integral da duração da ACD

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo
1 01-03-2023 (Quarta-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Presencial

Ref. 168B Concluída

Registo de acreditação: ACD13-2022/2023

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 6.0 horas

Início: 15-02-2023

Fim: 01-03-2023

Regime: Presencial

Local: Escola Secundária D. Inês de Castro, Alcobaça - AE Cister

Formador

José Pedro dos Santos Gonçalves Proença

Destinatários

Educadores de Infância, Professores de todos os grupos de recrutamento e Técnicos Especializados do Agrupamento de Escolas de Cister

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores de todos os grupos de recrutamento e Técnicos Especializados do Agrupamento de Escolas de Cister. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. 

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

UNICEF Portugal, Agrupamento de Escolas de Cister

Razões

Perante o cenário de acolhimento e integração de crianças e jovens não acompanhadas, esta ACD vem proporcionar aos docentes e outros profissionais de educação aprofundar a compreensão de necessidades dessas crianças e jovens estrangeiras não acompanhadas acolhidas em Portugal, reconhecendo e valorizando intervenções e práticas educativas promotoras de direitos humanos, da interculturalidade e da diversidade.

Objetivos

Compreender as especificidades sobre os aspectos sociais e antropológicos do fenómeno migratório de crianças não acompanhadas, os seus perfis e os fatores sociais subjacentes à migração; Compreender as especificidades sobre os aspectos sociais e antropológicos do fenómeno migratório de crianças não acompanhadas, os seus perfis e os fatores sociais subjacentes à migração; Ouvir e trabalhar com os participantes sobre o exercício da empatia: compreender a intervenção e a ação com os jovens, nas suas diferenças entre abordagens de direito ou necessidades, e a relação com o princípio de “não prejudicar”; Promover a consciência sobre a complexidade da comunicação intercultural e adquirir ferramentas para a sua gestão de forma a facilitar as relações interpessoais; Conhecer os princípios de atuação em Saúde Mental e Apoio Psicossocial no contexto de apoio a crianças não acompanhadas e as competências psicossociais básicas em contexto escolar.

Conteúdos

“Crianças em Movimento” – princípios orientadores no trabalho com crianças e jovens não acompanhados; Os direitos da criança - diferenças entre uma abordagem baseada em Necessidades e uma abordagem baseada em Direitos; Visibilidade ao protagonista da própria história: interculturalidade e mediação cultural; Saúde Mental e Apoio Psicossocial (SMAPS).

Metodologias

A formação tem por base uma abordagem participativa e interativa, que estimula a partilha, entre participantes, quer das suas experiências, dúvidas e dificuldades, bem como os recursos e ferramentas que já possuem.

Avaliação

A Certificação requer a frequência da totalidade das horas da ACD.

Bibliografia

Instituto Nacional de Emergência Médica de Portugal e Rede Internacional de Saúde Mental e Apoio Psicossocial (2020). Guia de Recursos sobre Saúde Mental e Apoio Psicossocial (SMAPS) durante a Covid-19 Comitê Permanente Interagências (IASC) (2007). Diretrizes do IASC sobre Saúde Mental e Apoio Psicossocial em Emergências Humanitárias. Tradução de Márcio Gagliato. Genebra: IASC Alliance for Child Protection in Humanitarian Action, Toolkit on Unaccompanied and Separated Children, Inter-agency Working Group on Unaccompanied and Separated Children, November 2016,


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo
1 15-02-2023 (Quarta-feira) 15:00 - 18:00 3:00 Presencial
2 01-03-2023 (Quarta-feira) 15:00 - 18:00 3:00 Presencial

Ref. 125C16/A2 Concluída

Registo de acreditação: ACD12-2021/2022

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 5.0 horas

Início: 10-02-2023

Fim: 17-02-2023

Regime: Presencial

Local: Online

Formador

Salomé da Silva Pedro

Destinatários

Educadores de Infância, professores do Ensino Básico e Secundário e de Educação Especial.

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, professores do Ensino Básico e Secundário e de Educação Especial.. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. 

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação da Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré

Razões

Pretende-se com esta Ação que os formandos contactem com os objetivos das competências digitais para educadores, definidas pela União Europeia (European Framework for the Digital Competence of Educators) no que diz respeito em particular à Área da Avaliação e as integrem nos documentos normativos portugueses.

Objetivos

Pretende-se que os professores sejam capazes de: - conhecer métodos e estratégias digitais para desenvolvimento da avaliação em contexto educativo; - desenvolver competências ao nível do uso de tecnologias digitais para avaliação formativa e sumativa através de recursos diversificados e inovadores; -construir rubricas utilizando ferramentas digitais.

Conteúdos

A importância da avaliação formativa nos processos de ensino/aprendizagem e o seu enquadramento nos normativos legais. O DigCompEdu e a Avaliação Pedagógica (digital). Princípios e propósito da Avaliação Pedagógica; feedback de qualidade; critérios de avaliação; rubricas de avaliação. Utilização de ferramentas digitais na construção de rubricas de avaliação. Apresentação de aplicações que permitem a criação de atividades para avaliação formativa: Socrative, Plickers, Kahoot, Quizizz, Nearpod, Edpuzzle,, Flipgrid, TEDEd … (Serão escolhidas as ferramentas que melhor se adaptem ao grupo de formandos selecionado, tendo em conta a(s) plataforma(s) LMS adoptadas pelo Agrupamento de Escolas/Escola Não Agrupada de origem.)

Bibliografia

Brookhart, S. (2013). How to create and use rubrics for formative assessment and grading. Alexandria, VA: ASCD. Redecker, C. European Framework for the Digital Competence of Educators: DigCompEdu. Punie, Y. (ed). EUR 28775 EN. Publications Office of the European Union, Luxembourg, 2017, ISBN 978-92-79-73494-6, doi:10.2760/159770, JRC107466


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo
1 10-02-2023 (Sexta-feira) 17:00 - 19:30 2:30 Online síncrona
2 17-02-2023 (Sexta-feira) 17:00 - 19:30 2:30 Online síncrona

Ref. 138C4/T4 Concluída

Registo de acreditação: ACD1-2022/2023

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 3.0 horas

Início: 18-01-2023

Fim: 18-01-2023

Regime: Presencial

Local: Online

Formador

Salomé da Silva Pedro

Destinatários

Professores do1.º 2.º e 3º Ciclos/Ensino Secundário; Professores da Educação Especial.

Releva

Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.

Certificado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação da Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré e AE/ENA associados

Razões

A publicação do Decreto-Lei n.º 55/2018, de 6 de julho, que define os princípios de organização do currículo dos ensinos básico e secundário, bem como do Decreto-Lei n.º 54/2018, de 6 de julho, que estabelece o regime jurídico da Educação Inclusiva, visa permitir às escolas a gestão do currículo, de forma autónoma, flexível, atendendo ao meio em que se inserem, de modo a que todos os alunos alcancem as competências previstas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Os DAC são um dos instrumentos que permitem a adequação do currículo às exigências do século XXI, contribuindo para o desenvolvimento de aprendizagens de qualidade, enquanto respostas efetivas às necessidades educativas de todos os alunos.

Objetivos

Desenvolver competências para que a gestão autónoma e flexível do currículo conduza à aquisição das competências definidas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Promover o trabalho colaborativo entre professores. Identificar os Domínios de Autonomia Curricular como uma das opões curriculares das escolas, no âmbito do Decreto-Lei n.º 55/2018. Compreender os diferentes tipos e níveis de integração curricular; Desenvolver competências para a elaboração de Domínios de Autonomia Curricular, de acordo com as Aprendizagens Essenciais e com o Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória.

Conteúdos

Autonomia e Flexibilização Curricular: enquadramento teórico e legal ; Níveis de integração curricular: disciplinaridade, multidisciplinaridade, interdisciplinaridade, transdisciplinaridade; Reflexão e partilha de práticas do AE relacionadas com articulação curricular e DAC; Planificação, Abordagens e Concretização de Domínios de Autonomia Curricular; O eixo 1.2.6. do Plano de Recuperação de Aprendizagens.

Avaliação

A Certificação requer a frequência da totalidade das horas da ACD.

Bibliografia

Direção-Geral da Educação, 2018. Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Decreto-Lei n.º 55/2018 de 6 de julho Decreto-Lei n.º 54/2018 de 6 de julho

Anexo(s)


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo
1 18-01-2023 (Quarta-feira) 16:30 - 19:30 3:00 Online síncrona

Ref. 106C7/A2 Concluída

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-110582/21

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 25.0 horas (12.5 horas presenciais + 12.5 horas de trabalho autónomo)

Início: 17-01-2023

Fim: 28-02-2023

Regime: b-learning

Local: Online/Agrupamento de Escolas de Cister

Formador

Salomé da Silva Pedro

Destinatários

Educadores de Infância e professores do Ensino Básico e Secundário.

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e professores do Ensino Básico e Secundário.. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. Ao abrigo do n.º 5, do art.º 3.º, do Despacho n.º 2053/2021, de 24 /02, 2.ª alteração do Despacho n.º 779/2019, de 8 /01, a presente ação de formação é excecionalmente considerada “como efetuada na dimensão científico-pedagógica de todos os grupos de recrutamento, independentemente do disposto no n.º 2.”.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação da Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré

Razões

Esta ação engloba metodologias inicialmente expositivas, mas com vista ao posterior desenvolvimento de trabalho prático e colaborativo, de forma a que os formandos contactem com os objetivos das competências digitais para educadores, definidas pela União Europeia (European Framework for the Digital Competence of Educators) no que diz respeito em particular à Área da Avaliação e as integrem nos documentos normativos portugueses. Deverão os formandos, em primeiro lugar, compreender as diferentes dimensões de avaliação através das tecnologias digitais e conhecer estratégias que, recorrendo a essas mesmas tecnologias, potenciem o processo avaliativo e o possam promover de forma inovadora, indo ao encontro do Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória e do Decreto-Lei n.o 55/2018, de 6 de julho. De seguida a ação contempla o desenvolvimento de trabalho prático, individual e de grupo, para a concepção de materiais adequados a avaliação formativa, monitorização, feedback aos estudantes e sumativa. No período que a Educação atravessa e onde o uso do digital se revelou de suma importância para a continuidade do processo de ensino e de aprendizagem, entende-se que o desenvolvimento de competências digitais transversais e, neste caso, em particular no que diz respeito à avaliação, assumem particular importância para se conseguir, doravante, que o digital e o presencial se articulem numa formação de carácter híbrido e onde os mundos online e offline colaboram para potenciar o ato de formar.

Objetivos

Pretende-se que os professores sejam capazes de: - conhecer métodos e estratégias digitais para desenvolvimento da avaliação em contexto educativo; - desenvolver competências ao nível do uso de tecnologias digitais para avaliação formativa e sumativa através de recursos diversificados e inovadores; - preparar recursos digitais que permitam a análise de evidências das competências dos estudantes bem como o feedback sobre essas evidências; - identificar recursos e estratégias que fazem uso do digital para adaptar as estratégias de ensino às necessidades dos estudantes; - identificar estratégias e recursos que fazem uso do digital para que os estudantes façam uso do feedback para estruturar o desenvolvimento das suas aprendizagens.

Conteúdos

A ação desenvolve-se em torno de três domínios específicos: - estratégias de avaliação; - análise de evidências; - planeamento e feedback. Estes três domínios integram o quadro referencial European Framework for the Digital Competence of Educators, e em conjunto visam o trabalho com tecnologias digitais de forma a criar um todo que recorre a diferentes evidências do trabalho com os estudantes para os orientar, guiar a auxiliar na construção dos seus conhecimentos. Num primeiro momento, serão apresentados os documentos orientadores e analisados pelos formandos, de forma a identificar as componentes específicas que compõem a Área da Avaliação. Num segundo momento serão apresentados diferentes recursos digitais, as suas características e funcionalidades específicas e de que forma podem ser utilizados em diferentes momentos do processo de monitorização e avaliação dos estudantes. Um terceiro momento da formação visa permitir aos docentes que trabalhem com as ferramentas apresentadas, de forma individual e/ou em grupo, para tomarem contacto com as suas potencialidades e compreenderem de que modo se podem apropriar delas para as suas experiências e necessidades individuais. Finalmente os formandos devem preparar um trabalho final, em grupo, que contemple diferentes etapas do processo de avaliação. Módulo 1 – Enquadramento e documentos orientadores (2 horas) - Apresentação dos documentos orientadores: - Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória e Decreto-Lei n.o 55/2018, de 6 de julho; - DigCompEdu – Quadro de referência para as competências Digitais dos Educadores; - Definição de um perfil de competências na área da Avaliação com recursos digitais. Módulo 2 – Estratégias de planeamento, análise de evidências, avaliação e feedback - Recursos e Tecnologias digitais para avaliação formativa e sumativa; - Cenários de avaliação que recorrem a instrumentos digitais para monitorização, acompanhamento e feedback; - Adequação de recursos de avaliação e acompanhamento à luz da educação inclusiva. Módulo 3 – Planificação de estratégias digitais de avaliação - Planificação e desenho de um projeto de avaliação a partir de recursos digitais (avaliação formativa e acompanhamento, avaliação sumativa e feedback); - Implementação do projeto desenhado em contexto educativo. Módulo 4 – Apresentação de trabalhos - Apresentação dos trabalhos realizados; - Discussão e conclusões da Ação.

Metodologias

O trabalho centra-se numa metodologia expositiva e de debate para apresentação e análise dos conteúdos teóricos da ação, preparação do trabalho a colocar em prática em contexto educativo e respetiva avaliação. O trabalho autónomo (12,5h) dos formandos será desenvolvido a partir de metodologias de trabalho individual e de grupo, de reflexão e descoberta, interação e trabalho de campo, pretendendo-se que os formandos contactem de forma prática com as ferramentas, se apropriem delas para desenhar o seu projeto e aplicar em contexto educativo. Os formandos deverão depois analisar e refletir sobre os resultados obtidos aquando da aplicação prática do projeto, aprender com a sua experiência e debater com os seus colegas os resultados obtidos na última sessão presencial.

Avaliação

Os/As formandos/as serão avaliados utilizando a escala de 1 a 10 valores, conforme estipulado no Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio, recorrendo aos parâmetros de avaliação estabelecidos pela DGE e respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua. A avaliação contínua do desempenho dos/as formandos/as terá por base o trabalho realizado nas sessões presenciais, assim como na componente de trabalho autónomo, em função das atividades realizadas com os/as alunos/as, ao nível da sala de aula e/ou de outros contextos das práticas pedagógicas dos/as formandos/as. Na parte final da ação, haverá também uma avaliação dos/as formandos/as tendo por objeto a apresentação dos trabalhos da componente autónoma, bem como o relatório individual.

Bibliografia

Dias-Trindade, S. & Ferreira, A. G. (2020). Digital teaching skills: DigCompEdu CheckIn as an evolution process from literacy to digital fluency. ICONO14. 18(2). Dias-Trindade, S.; Mill, D. (orgs.) (2019). Educação e Humanidades Digitais: aprendizagens, tecnologias e cibercultura. Coimbra: Imprensa da Universidade de Coimbra. ISBN: 978-989-26-1771-8. DOI: https://doi.org/10.14195/978-989-26-1772-5 EU SCIENCE HUB (2017). Learning and Skills for the Digital Era. Disponível em URL: https://ec.europa.eu/jrc/en/research-topic/learningand-skills. Acesso em 15 novembro 2019. Ranieri, M., Bruni, I., & Xivry, A. C. O. (2017). Teachers’ Professional Development on Digital and Media Literacy. Findings and recommendations from a European project. REM - Research on Education and Media. 10(2), 10-19. Redecker, C. European Framework for the Digital Competence of Educators: DigCompEdu. Punie, Y. (ed). EUR 28775 EN. Publications Office of the European Union, Luxembourg, 2017, ISBN 978-92-79-73494-6, doi:10.2760/159770, JRC107466

Anexo(s)


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo
1 17-01-2023 (Terça-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Presencial
2 20-01-2023 (Sexta-feira) 17:30 - 20:00 2:30 Online assíncrona
3 24-01-2023 (Terça-feira) 17:30 - 18:30 1:00 Online síncrona
4 07-02-2023 (Terça-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Presencial
5 28-02-2023 (Terça-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Presencial

Ref. 173C17/T1 Concluída

Registo de acreditação: ACD16-2022/2023

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 6.0 horas

Início: 17-01-2023

Fim: 28-03-2023

Regime: e-learning

Local: Online

Formador

Ana Cristina Silva Neves

Maria da Conceição Coelho Besteiro

Destinatários

Professores do grupo 500

Releva

Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.

Certificado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação da associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré e AE/ENA Associadas

Razões

No âmbito do projeto Contexto e Visão para a revisão curricular das Aprendizagens Essenciais em Matemática, em agosto de 2021 foram homologadas as novas Aprendizagens Essenciais de Matemática para o Ensino Básico (Despacho n.º 8209/2021, de 19 de agosto) que entrarão em vigor a partir do ano letivo: a) 2022/2023, no que respeita aos 1.º, 3.º, 5.º e 7.º anos de escolaridade; b) 2023/2024, no que respeita aos 2.º, 4.º, 6.º e 8.º anos de escolaridade; c) 2024/2025, no que respeita ao 9.º ano de escolaridade. Tendo consciência da necessidade de formação dos professores do grupo 110 para a operacionalização destes novos documentos curriculares em Matemática no Ensino Básico, procurar-se-á desenvolver uma formação focada em aspetos específicos das novas AE de Matemática para o Ensino Básico (AE, 2021), destacando o que de mais significativo e novo existe nestes documentos curriculares.

Objetivos

No final da formação, os professores participantes devem: - Compreender, de forma aprofundada, as orientações curriculares expressas nas novas AE de Matemática para o Ensino Básico, o seu racional e as consequências para o ensino da Matemática; - Estar dotados do conhecimento didático e o conhecimento matemático requeridos para o ensino orientado pelas novas AE de Matemática para o Ensino Básico; - Realizar práticas de ensino de Matemática que contemplem a planificação de aulas, a sua concretização e consequente reflexão, em contextos de trabalho colaborativo, tornando-se sensíveis e capazes de resolução para os problemas que possam surgir na prática de ensino das novas AE de Matemática para o 3.º ciclo do Ensino Básico.

Conteúdos

Continuação da partilha e reflexão em contexto de replicação da formação “Aprendizagens Essenciais da Matemática para o 3.º ciclo do Ensino Básico” cujos conteúdos são os seguintes: Orientações curriculares para o ensino da Matemática no Ensino Básico expressas nas novas AE 2021 - Caracterização das novas AE de Matemática - Articulação entre os temas nas novas AE de Matemática - Reflexos dos princípios nas opções curriculares das novas AE de Matemática Articulação entre diferentes temas matemáticos e capacidades matemáticas transversais, incorporando as capacidades e atitudes gerais transversais - Conteúdos de aprendizagem (conhecimentos, capacidades matemáticas, capacidades e atitudes gerais) que uma dada tarefa preferencialmente pode promover - Análise de produções de alunos - Feedback oral e escrito a fornecer pelo professor - Recursos, em particular tecnológicos, e suas potencialidades Práticas de ensino promotoras do desenvolvimento integrado de temas matemáticos, capacidades matemáticas transversais e capacidades e atitudes gerais transversais: - Planificação (objetivos de aprendizagem, tarefas, formas de as explorar e recursos, em particular ferramentas tecnológicas) - Operacionalização (dinâmica da aula; papel do professor e dos alunos, discussão em grande grupo) - Reflexão (aprendizagens realizadas, dificuldades reveladas pelos alunos e ações do professor, identificação de aspetos a melhorar, causas e aperfeiçoamentos para futuro).

Avaliação

A Certificação requer a frequência da totalidade das horas da ACD.

Bibliografia

Educação e Matemática, 158 - Educação e Matemática, 162 - NCTM (2017). Princípios para a ação. Lisboa: APM. - Ponte, J. P., Quaresma, M., & Mata Pereira, J. (2020). Como desenvolver o raciocínio matemático na sala de aula? Educação e Matemática, 156, 7-11. - Veloso, E. (2012). Simetria e transformações geométricas. Lisboa: APM.

Anexo(s)

Orientações Curriculares das novas AE de Matemática no 3.º Ciclo e as consequências para o Ensino da Matemática _ Parte II


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo
1 17-01-2023 (Terça-feira) 15:30 - 17:00 1:30 Online síncrona
2 14-02-2023 (Terça-feira) 15:30 - 17:00 1:30 Online síncrona
3 14-03-2023 (Terça-feira) 15:30 - 17:00 1:30 Online síncrona
4 28-03-2023 (Terça-feira) 15:30 - 17:00 1:30 Online síncrona

Ref. 167C25/A1 Concluída

Registo de acreditação: ACD12-2022/2023

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 6.0 horas

Início: 11-01-2023

Fim: 18-01-2023

Regime: Presencial

Local: Escola Secundária D. Inês de Castro_ AE Cister

Formador

Ana Paula das Neves Santos

Destinatários

Professores dos grupos 230 e 500

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. 

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

Agrupamento de Escolas de Cister e CFAE dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré

Razões

O Scratch está concebido especialmente para jovens entre os 8 e os 16 anos de idade. A capacidade de escrever programas de computadores é uma parte importante da literacia na sociedade atual. Quando se aprende a programar no Scratch, aprende-se estratégias importantes para resolver problemas, conceber projetos e comunicar ideias. Deste modo é de todo vantajoso saber utilizar recursos do Scratch para uma nova dinamização pedagógica dos alunos em atividades desenvolvidas dentro e fora da sala de aula. Nos documentos orientadores relativos às aprendizagens essenciais para o Ensino da Matemática está inerente a necessidade de “Desenvolver e mobilizar o pensamento computacional, capacidade que tem vindo a assumir relevância nos currículos de Matemática de diversos países. O pensamento computacional pressupõe o desenvolvimento, de forma integrada, de práticas como a abstração, a decomposição, o reconhecimento de padrões, a análise e definição de algoritmos, e o desenvolvimento de hábitos de depuração e otimização dos processos. Estas práticas são imprescindíveis na atividade matemática e dotam os alunos de ferramentas que lhes permitem resolver problemas, em especial relacionados com a programação.” (A.E. DGE, 2022).

Objetivos

Temos como objetivos proporcionar aos docentes a abordagem a uma ferramenta pedagógica e tecnológica capaz de cultivar, nos alunos, a literacia computacional assim como fornecer alguns conceitos básicos de como usar o Scratch como ferramenta auxiliar na prática docente e em atividades lúdicas.

Conteúdos

Abordagem ao Scratch tendo por recurso exemplos de atividades de programação no contexto do ensino básico.

Avaliação

A Certificação requer a frequência da totalidade das horas da ACD.

Bibliografia

Angeli, C., Voogt, J., Fluck, A., Webb, M., Cox, M., Malyn-Smith, J., & Zagami, J. (2016). A K- 6 Computational Thinking Curriculum Framework: Implications for Teacher Knowledge. Educational Technology & Society, 19 (3), 47-57. Acerca do Scratch consultado de https://scratch.mit.edu/about em 12/11/2023 DGE. Aprendizagens essenciais – ensino Básico consultado de https://www.dge.mec.pt/aprendizagens-essenciais-ensino-basico em 12/11/2022

Anexo(s)


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo
1 11-01-2023 (Quarta-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Presencial
2 18-01-2023 (Quarta-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Presencial

Ref. 144C7/T1 Concluída

Registo de acreditação: ACD10-2022/2023

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 6.0 horas

Início: 22-11-2022

Fim: 28-11-2022

Regime: e-learning

Local: Online

Formador

Salomé da Silva Pedro

Destinatários

Presidentes e membros do Conselho Geral, Diretores de AE/ENA, Diretores de CFAE, Subdiretores, Adjuntos da Direção, Coordenadores de Estabelecimento, Coordenadores de Departamento e outras lideranças

Releva

Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

CFAE Centro-Oeste e CFAECAN

Razões

A avaliação, a aprendizagem e o ensino são três processos pedagógicos incontornáveis e fundamentais que devem ser devidamente compreendidos por todos os intervenientes nos sistemas educativos (e.g., docentes, gestores escolares, decisores políticos, encarregados de educação). A avaliação, em qualquer nível de ensino, só fará real sentido se estiver fortemente articulada, ou mesmo integrada, com o ensino e com a aprendizagem. No contexto de mudanças significativas ao nível da gestão do currículo, e face à necessidade de apoiar os professores e as escolas no processo de melhoria das práticas de avaliação pedagógica, foi definido o Projeto MAIA, que visa contribuir para um incremento das competências e conhecimentos inerentes ao processo de avaliação das aprendizagens por parte dos professores e apoiar e acompanhar as escolas no desenvolvimento de projetos pedagógicos e didáticos em torno de práticas de avaliação formativa, feedback e participação, critérios de avaliação e processos de recolha de informação. No processo de operacionalização do Projeto MAIA, quer no âmbito dos CFAE, quer no âmbito de cada escola, as lideranças desempenham uma função indispensável e decisiva, pelo que importa enquadrar e explicitar os processos e dinâmicas de formação e de melhoria das práticas pedagógicas que são propostas aos professores e às escolas.

Objetivos

Repensar a Avaliação Pedagógica e o papel do Projeto MAIA (natureza, os processos e as finalidades); Partilhar práticas de Avaliação Pedagógica entre AE/ENA dos dois CFAE; Clarificar práticas e conceitos relacionados com Avaliação Pedagógica; Definir pontos fortes e ações de melhoria a desenvolver; Explicitar os princípios e fundamentos da avaliação pedagógica, designadamente no âmbito na definição de uma política de avaliação e de classificação; Repensar as necessidades de formação dos AE/ENA no âmbito do Projeto MAIA, clarificando, a dinâmica de formação, designadamente a conceção, discussão e implementação dos Projetos de Intervenção; Analisar o papel das lideranças no âmbito das dinâmicas de formação e de melhoria das práticas pedagógicas.

Conteúdos

Enquadramento da ACD e seus objetivos; Natureza, os processos e as finalidades do Projeto MAIA; Princípios, dinâmicas e processos de formação; Enquadramento legal das práticas de avaliação e de classificação; Partilha de práticas de avaliação pedagógica entre agrupamentos; Reflexão sobre as práticas; Partilha do levantamento de necessidades dos agrupamentos; Dinâmicas de formação a implementar – As necessidades dos Agrupamentos.

Metodologias

Adoção de uma dinâmica reflexiva e interativa, através da qual seja possível potenciar diversas perspetivas e as diferentes experiências, sendo certo que os AE/ENA estarão em fases diferentes, importa dar tempo e voz para a partilha das diversas experiências.

Avaliação

A Certificação requer a frequência da totalidade das horas da ACD.


Observações

Cada AE/ENA poderá propor 8 elementos para frequentar esta ACD.

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo
1 22-11-2022 (Terça-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Online síncrona
2 28-11-2022 (Segunda-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Online síncrona

Ref. 161SF1 Concluída

Registo de acreditação: ACD8-2022/2023

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 6.0 horas

Início: 09-11-2022

Fim: 04-01-2023

Regime: Presencial

Local: Centro de Alto Rendimento de Surf, Nazaré

Formador

Mário Nelson Teixeira da Costa

Destinatários

Professores dos Grupo 260 e 620

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupo 260 e 620. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupo 260 e 620. 

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

Agrupamento de Escolas de Nazaré - Centro Formação Desportiva Náuticas do Desporto Escolar

Razões

O surf é uma modalidade que tem cativado mais jovens para a prática desportiva. Numa zona com elevado potencial para esta modalidade é pertinente que se promova a formação dos professores para lecionarem com segurança e eficácia o ensino do surf.

Objetivos

Esta ação de curta duração visa dotar os docentes de meios, estratégias didáticas e metodológicas para o ensino e treino do Surf em perfeitas condições de segurança.

Conteúdos

A troca de experiências entre professores e treinadores de surf, no contexto de um método de treino de surf desenvolvido pelo João Macedo e credenciado pela Federação Portuguesa de Surf (FPS) e Internacional Surfing Association (ISA) permite uma adaptação em segurança às condições do mar especialmente durante o outono, inverno e primavera. Procura-se dar mais ferramentas aos professores para conseguirem dar aulas de surf (em todas as suas modalidades - incluindo assim BB por exemplo) consistentemente ao longo do ano complementando aulas de atletas mais avançados ou simplesmente permitindo uma iniciação em segurança.) Prática simulada ensino do surf em contexto escolar e de treino de grupo-equipa do desporto escolar surf/bodyboard.

Avaliação

A Certificação requer a frequência da totalidade das horas da ACD.

Bibliografia

Ser Surfista - Manual de Iniciação e Alta Performance (Prime Books 2015) Programa Desporto Escolar Aprendizagens essenciais ensino básico e secundário

Anexo(s)

acd-_-requerimento_-progtematicoacdsurf_i_9-e-23-novembro.pdf


Observações

1.º Professores dos grupos 620 e 260 do AE Nazaré; 2.º Professores responsáveis grupo-equipa surf/BB do CFAE dos concelhos de Alcobaça e Nazaré; 3.º Professores responsáveis grupo-equipa surf/BB; 4.º Professores coordenadores de Centro Formação Desportiva do Desporto Escolar de Atividades Náuticas; 5.º Professores dinamizadores de Centro Formação Desportiva do Desporto Escolar de Atividades Náuticas Material necessário aula prática: - Fato neoprene Prevê-se que as sessões ocorram nos dias 9 e 23 de novembro de 2022, das 15:00 às 18:00

1.º Professores dos grupos 620 e 260 do AE Nazaré; 2.º Professores responsáveis grupo-equipa surf/BB do CFAE dos concelhos de Alcobaça e Nazaré; 3.º Professores responsáveis grupo-equipa surf/BB; 4.º Professores coordenadores de Centro Formação Desportiva do Desporto Escolar de Atividades Náuticas; 5.º Professores dinamizadores de Centro Formação Desportiva do Desporto Escolar de Atividades Náuticas Material necessário aula prática: - Fato neoprene Prevê-se que as sessões ocorram nos dias 9 e 23 de novembro.

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo
1 09-11-2022 (Quarta-feira) 15:00 - 18:00 3:00 Presencial
2 04-01-2023 (Quarta-feira) 15:00 - 18:00 3:00 Presencial

Ref. 163C6/T1 Concluída

Registo de acreditação: ACD9-2022/2023

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 6.0 horas

Início: 08-11-2022

Fim: 12-12-2022

Regime: e-learning

Local: Online

Formador

Salomé da Silva Pedro

Destinatários

Docentes pertencentes às EMAEI dos AE/ENA do CFAECAN

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Docentes pertencentes às EMAEI dos AE/ENA do CFAECAN. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. 

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação da Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré

Razões

O enquadramento legal da educação inclusiva e as orientações sobre a recuperação das aprendizagens constituem um enorme desafio para novas/os práticas pedagógicas, interfaces comunicativas, fundamentos humanistas em que todos são parte do sistema e desenvolvem um diálogo igualitário, um pensamento e uma consciência próprios. Assim, há que criar ambientes seguros e estimulantes nas escolas para que o diálogo, a reflexão e a partilha orientem os agentes educativos para a inclusão. As Equipas Multidisciplinares de Apoio à Educação Inclusiva (EMAEI) têm um papel fundamental para a criação desses mesmos ambientes. Esta ACD pretende fomentar as experiências de partilha e reflexão do trabalho desenvolvido pelos diferentes AE/ENA do CFAE dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré

Objetivos

Construir conhecimento para a melhoria da ação a partir da partilha de outras práticas desenvolvidas por equipas da área do CFAE dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré. Aprofundar práticas de implementação da intervenção multinível, diferenciação pedagógica; trabalho de projeto; articulação entre aprendizagens essenciais e perfil dos alunos à saída da escolaridade; avaliação para as aprendizagens. Aprofundar a reflexão sobre o papel dos professores de educação especial no contexto duma educação inclusiva, bem com o papel dos psicólogos e outros técnicos, para uma visão holística e integrada de ação educativa e pedagógica especializada; Aprofundar o conhecimento da comunidade docente dos vários agrupamentos para a implementação eficaz das medidas universais previstas no Dec. Lei n.º 54/2018.

Conteúdos

O papel e ação das EMAEI no contexto mais geral da promoção da educação para todos, na equidade da ação pedagógica e na sensibilização para práticas de diferenciação e gestão curricular. Partilha e reflexão decorrentes da ação das diferentes EMAEI do CFAE dos concelhos de Alcobaça e Nazaré.

Bibliografia

Direção-Geral da Educação, 2018. Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Dec. Lei n.º 54/2018 de 6 julho; Dec. Lei n.º 55/2018 de 6 julho; DGE (2018). Manual de Apoio à Prática; https://afc.dge.mec.pt/


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo
1 08-11-2022 (Terça-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Online síncrona
2 12-12-2022 (Segunda-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Online síncrona

Ref. 164C6/T1 Concluída

Registo de acreditação: ASPND1- 2022-2023

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 6.0 horas

Início: 08-11-2022

Fim: 12-12-2022

Regime: e-learning

Local: Online

Formador

Carlos Alberto da Pedreira Simões

Salomé da Silva Pedro

Destinatários

Técnicos especializados pertencente às EMAEI dos AE/ENA do CFAECAN

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação da Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré

Razões

O enquadramento legal da educação inclusiva e as orientações sobre a recuperação das aprendizagens constituem um enorme desafio para novas/os práticas pedagógicas, interfaces comunicativas, fundamentos humanistas em que todos são parte do sistema e desenvolvem um diálogo igualitário, um pensamento e uma consciência próprios. Assim, há que criar ambientes seguros e estimulantes nas escolas para que o diálogo, a reflexão e a partilha orientem os agentes educativos para a inclusão. As Equipas Multidisciplinares de Apoio à Educação Inclusiva (EMAEI) têm um papel fundamental para a criação desses mesmos ambientes. Esta ACD pretende fomentar as experiências de partilha e reflexão do trabalho desenvolvido pelos diferentes AE/ENA do CFAE dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré.

Objetivos

Construir conhecimento para a melhoria da ação a partir da partilha de outras práticas desenvolvidas por equipas da área do CFAE dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré; Aprofundar práticas de implementação da intervenção multinível, diferenciação pedagógica; trabalho de projeto; articulação entre aprendizagens essenciais e perfil dos alunos à saída da escolaridade; avaliação para as aprendizagens; Aprofundar a reflexão sobre o papel dos professores de educação especial no contexto duma educação inclusiva, bem com o papel dos psicólogos e outros técnicos, para uma visão holística e integrada de ação educativa e pedagógica especializada; Aprofundar o conhecimento da comunidade docente dos vários agrupamentos para a implementação eficaz das medidas universais previstas no Dec. Lei n.º 54/2018

Conteúdos

O papel e ação das EMAEI no contexto mais geral da promoção da educação para todos, na equidade da ação pedagógica e na sensibilização para práticas de diferenciação e gestão curricular. Partilha e reflexão decorrentes da ação das diferentes EMAEI do CFAE dos concelhos de Alcobaça e Nazaré.

Avaliação

A Certificação requer a frequência da totalidade das horas da ACD.

Bibliografia

Direção-Geral da Educação, 2018. Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Dec. Lei n.º 54/2018 de 6 julho; Dec. Lei n.º 55/2018 de 6 julho; DGE (2018). Manual de Apoio à Prática; https://afc.dge.mec.pt/


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo
1 08-11-2022 (Terça-feira) 17:30 - 20:45 3:15 Online síncrona
2 12-12-2022 (Segunda-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Presencial

Ref. 104C23/A1 Concluída

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-116806/22

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50.0 horas (25.0 horas presenciais + 25.0 horas de trabalho autónomo)

Início: 24-10-2022

Fim: 27-02-2023

Regime: b-learning

Local: Escola Secundária D. Inês de Castro, AE Cister / Online

Formador

José Carlos Vieira Bastos

Destinatários

Professores dos Ensinos Básico e Secundário, Professores de Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Ensinos Básico e Secundário, Professores de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. 

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação da Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré

Razões

O Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores da Comissão Europeia (doravante DigCompEdu), pretende promover a competência digital (CD) e a inovação na educação. É essencial que os docentes desenvolvam um conjunto de CD, de modo a tirar partido do potencial das tecnologias digitais. Esta ação visa contribuir para desenvolver as CD dos docentes do sistema educativo e formativo nacional (nível 2) e a sua capacidade para implementar estratégias inovadoras de ensino e de aprendizagem. Ambiciona-se criar condições favoráveis a práticas educativas que se revelem promotoras do desenvolvimento de competências digitais dos alunos. Conjuntamente com esta formação, serão submetidas outras duas, articuladas ao nível da progressão dos conteúdos.

Objetivos

EFEITOS A PRODUZIR Esta ação de formação pretende desenvolver com os docentes de nível 3 (C1/C2 do DigCompEdu) um conjunto de conhecimentos e processos que lhes permita potenciar as suas competências digitais na promoção de estratégias e ações inovadoras na comunidade educativa. São objetivos específicos: - formular estratégias pedagógicas inovadoras e promotoras das CD dos docentes e alunos; - capacitar os docentes para a realização de atividades com tecnologias digitais em diferentes modalidades de ensino; - promover o desenvolvimento de ações que contribuam para os Plano de Ação para o Desenvolvimento Digital das suas escolas; - promover e estimular a reflexão, a partilha e a utilização crítica das tecnologias digitais em contexto educativo.

Conteúdos

Os conteúdos da ação surgem, em sentido articulado e incremental, com os conteúdos da formação de nível 1 e 2. - Exploração de documentos de enquadramento das políticas educativas. (2 horas) - Discussão, renovação e inovação na prática profissional. (3 horas) - Reflexão em torno de conceitos relacionados com escolas, professores e alunos digitalmente competentes. (4 horas) - Utilização das tecnologias digitais na colaboração e inovação pedagógica ao serviço da comunidade educativa. (4 horas) - Estratégias e metodologias relacionadas com o desenvolvimento curricular através de ambientes e ferramentas digitais. (4 horas) - Estratégias digitais de caráter Científico-Pedagógico promotoras do desenvolvimento profissional dos docentes. (4 horas) - Planeamento de atividades didático-pedagógicas promotoras do desenvolvimento da competência digital dos alunos. (4 horas) - Conceção de Planos de Ação para o Desenvolvimento Digital: conceitos, metodologias de desenvolvimento, implementação, monitorização, avaliação. (4 horas)

Metodologias

Sessões presenciais - 9 horas Online/síncronas _ 16 horas As sessões presenciais/online/síncrona são destinadas à exploração do referencial DigCompEdu e reflexão sobre a articulação entre as áreas de competência; à realização de atividades práticas inovadoras num ambiente colaborativo, de partilha e de reflexão; à exploração de ferramentas digitais para o desenvolvimento de atividades de aprendizagem promotoras da colaboração, comunicação, partilha e avaliação; à reflexão crítica sobre o desenvolvimento da componente de trabalho autónomo. Ao longo das sessões conjuntas estimular-se-á a criação e/ou participação e colaboração em comunidades de prática neste âmbito. As sessões serão teórico/práticas, realizadas em regime presencial/distância, síncronas. As metodologias incluirão método expositivo, demonstrativo, interrogativo e ativo, resolução de problemas e realização de trabalhos práticos. Haverá abordagem teórica; Planificação da ação a realizar; Adaptação da atividade ao contexto de cada professor; Aplicação da atividade por cada professor; Análise dos processos e dos produtos; Avaliação do trabalho desenvolvido; Conclusões. Momentos de reflexão teórica, debate, realização de atividades por parte dos formandos e apresentação e discussão conjunta das produções obtidas configura espaços de partilha de experiência sobre a aplicação da proposta, sendo feita a sua análise em termos práticos e teóricos. Trabalho autónomo No trabalho autónomo pretende-se estimular a planificação e conceção de ações que contribuam para a criação dos Planos de Ação de Desenvolvimento Digital, bem como para a sua regular monitorização e posterior avaliação. Na última sessão presencial os formandos apresentarão os resultados dessas atividades, com evidências, proporcionando-se momentos para a partilha e reflexão.

Avaliação

Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei no 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho no 4595/2015, de 6 de maio e com o “Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.o 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final individual elaborado e apresentado pelos formandos.

Modelo

Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o “Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final individual elaborado e apresentado pelos formandos.

Bibliografia

Comissão Europeia (2020). Blended learning in school education – guidelines for the start of the academic year 2020/21. Disponível em: https://www.schooleducationgateway.eu/pt/pub/resources/publications/blended-learning-guidelines.htm Comissão Europeia (2018). Plano de Ação para a Educação Digital. Disponível em: https://eur-lex.europa.eu/legal-content/PT/TXT/PDF/?uri=CELEX:52018DC0022&from=ENEU Science Hub (2018). Self-reflection tool for digitally capable schools (SELFIE). Disponível em: https://ec.europa.eu/jrc/en/digcomporg/selfie-tool Lucas, M., & Moreira, A. (2018). DigCompEdu: Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores. Aveiro: UA Editora. Licht, A.H, Tasiopoulou, E., & Wastiau, P. (2017). Open Book of Educational Innovation. European Schoolnet, Brussels. Disponível em: http://www.eun.org/documents/411753/817341/Open_book_of_Innovational_Education.pd

Anexo(s)


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo
1 24-10-2022 (Segunda-feira) 18:15 - 21:45 3:30 Online síncrona
2 07-11-2022 (Segunda-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Online síncrona
3 21-11-2022 (Segunda-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Presencial
4 05-12-2022 (Segunda-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Online síncrona
5 19-12-2022 (Segunda-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Online síncrona
6 09-01-2023 (Segunda-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Presencial
7 06-02-2023 (Segunda-feira) 18:15 - 21:45 3:30 Online síncrona
8 27-02-2023 (Segunda-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Presencial

Ref. 104C23/A2 Concluída

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-116806/22

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50.0 horas (25.0 horas presenciais + 25.0 horas de trabalho autónomo)

Início: 24-10-2022

Fim: 27-02-2023

Regime: b-learning

Local: Escola Secundária D. Inês de Castro, AE Cister / Online

Formador

Andrea Isabel Pereira César Osório

Destinatários

Professores dos Ensinos Básico e Secundário, Professores de Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Ensinos Básico e Secundário, Professores de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. 

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação da Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré

Razões

O Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores da Comissão Europeia (doravante DigCompEdu), pretende promover a competência digital (CD) e a inovação na educação. É essencial que os docentes desenvolvam um conjunto de CD, de modo a tirar partido do potencial das tecnologias digitais. Esta ação visa contribuir para desenvolver as CD dos docentes do sistema educativo e formativo nacional (nível 2) e a sua capacidade para implementar estratégias inovadoras de ensino e de aprendizagem. Ambiciona-se criar condições favoráveis a práticas educativas que se revelem promotoras do desenvolvimento de competências digitais dos alunos. Conjuntamente com esta formação, serão submetidas outras duas, articuladas ao nível da progressão dos conteúdos.

Objetivos

EFEITOS A PRODUZIR Esta ação de formação pretende desenvolver com os docentes de nível 3 (C1/C2 do DigCompEdu) um conjunto de conhecimentos e processos que lhes permita potenciar as suas competências digitais na promoção de estratégias e ações inovadoras na comunidade educativa. São objetivos específicos: - formular estratégias pedagógicas inovadoras e promotoras das CD dos docentes e alunos; - capacitar os docentes para a realização de atividades com tecnologias digitais em diferentes modalidades de ensino; - promover o desenvolvimento de ações que contribuam para os Plano de Ação para o Desenvolvimento Digital das suas escolas; - promover e estimular a reflexão, a partilha e a utilização crítica das tecnologias digitais em contexto educativo.

Conteúdos

Os conteúdos da ação surgem, em sentido articulado e incremental, com os conteúdos da formação de nível 1 e 2. - Exploração de documentos de enquadramento das políticas educativas. (2 horas) - Discussão, renovação e inovação na prática profissional. (3 horas) - Reflexão em torno de conceitos relacionados com escolas, professores e alunos digitalmente competentes. (4 horas) - Utilização das tecnologias digitais na colaboração e inovação pedagógica ao serviço da comunidade educativa. (4 horas) - Estratégias e metodologias relacionadas com o desenvolvimento curricular através de ambientes e ferramentas digitais. (4 horas) - Estratégias digitais de caráter Científico-Pedagógico promotoras do desenvolvimento profissional dos docentes. (4 horas) - Planeamento de atividades didático-pedagógicas promotoras do desenvolvimento da competência digital dos alunos. (4 horas) - Conceção de Planos de Ação para o Desenvolvimento Digital: conceitos, metodologias de desenvolvimento, implementação, monitorização, avaliação. (4 horas)

Metodologias

Sessões presenciais - 9 horas Online/síncronas _ 16 horas As sessões presenciais/online/síncrona são destinadas à exploração do referencial DigCompEdu e reflexão sobre a articulação entre as áreas de competência; à realização de atividades práticas inovadoras num ambiente colaborativo, de partilha e de reflexão; à exploração de ferramentas digitais para o desenvolvimento de atividades de aprendizagem promotoras da colaboração, comunicação, partilha e avaliação; à reflexão crítica sobre o desenvolvimento da componente de trabalho autónomo. Ao longo das sessões conjuntas estimular-se-á a criação e/ou participação e colaboração em comunidades de prática neste âmbito. As sessões serão teórico/práticas, realizadas em regime presencial/distância, síncronas. As metodologias incluirão método expositivo, demonstrativo, interrogativo e ativo, resolução de problemas e realização de trabalhos práticos. Haverá abordagem teórica; Planificação da ação a realizar; Adaptação da atividade ao contexto de cada professor; Aplicação da atividade por cada professor; Análise dos processos e dos produtos; Avaliação do trabalho desenvolvido; Conclusões. Momentos de reflexão teórica, debate, realização de atividades por parte dos formandos e apresentação e discussão conjunta das produções obtidas configura espaços de partilha de experiência sobre a aplicação da proposta, sendo feita a sua análise em termos práticos e teóricos. Trabalho autónomo No trabalho autónomo pretende-se estimular a planificação e conceção de ações que contribuam para a criação dos Planos de Ação de Desenvolvimento Digital, bem como para a sua regular monitorização e posterior avaliação. Na última sessão presencial os formandos apresentarão os resultados dessas atividades, com evidências, proporcionando-se momentos para a partilha e reflexão.

Avaliação

Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei no 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho no 4595/2015, de 6 de maio e com o “Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.o 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final individual elaborado e apresentado pelos formandos.

Modelo

Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o “Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final individual elaborado e apresentado pelos formandos.

Bibliografia

Comissão Europeia (2020). Blended learning in school education – guidelines for the start of the academic year 2020/21. Disponível em: https://www.schooleducationgateway.eu/pt/pub/resources/publications/blended-learning-guidelines.htm Comissão Europeia (2018). Plano de Ação para a Educação Digital. Disponível em: https://eur-lex.europa.eu/legal-content/PT/TXT/PDF/?uri=CELEX:52018DC0022&from=ENEU Science Hub (2018). Self-reflection tool for digitally capable schools (SELFIE). Disponível em: https://ec.europa.eu/jrc/en/digcomporg/selfie-tool Lucas, M., & Moreira, A. (2018). DigCompEdu: Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores. Aveiro: UA Editora. Licht, A.H, Tasiopoulou, E., & Wastiau, P. (2017). Open Book of Educational Innovation. European Schoolnet, Brussels. Disponível em: http://www.eun.org/documents/411753/817341/Open_book_of_Innovational_Education.pd

Anexo(s)


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo
1 24-10-2022 (Segunda-feira) 18:15 - 21:45 3:30 Online síncrona
2 07-11-2022 (Segunda-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Online síncrona
3 21-11-2022 (Segunda-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Presencial
4 05-12-2022 (Segunda-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Online síncrona
5 19-12-2022 (Segunda-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Online síncrona
6 09-01-2023 (Segunda-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Presencial
7 06-02-2023 (Segunda-feira) 18:15 - 21:45 3:30 Online síncrona
8 27-02-2023 (Segunda-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Presencial

Ref. 103C2/A16 Concluída

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-110148/20

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50.0 horas (25.0 horas presenciais + 25.0 horas de trabalho autónomo)

Início: 20-10-2022

Fim: 02-02-2023

Regime: Presencial

Local: Escola Secundária D. Inês de Castro, Alcobaça - AE Cister

Formador

José Carlos Vieira Bastos

Destinatários

Professores dos Ensinos Básico e Secundário, Professores de Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Ensinos Básico e Secundário, Professores de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. 

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação da Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré

Razões

O Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores da Comissão Europeia (doravante DigCompEdu), pretende promover a competência digital (CD) e a inovação na educação. É essencial que os docentes desenvolvam um conjunto de CD, de modo a tirar partido do potencial das tecnologias digitais. Esta ação visa contribuir para desenvolver as CD dos docentes do sistema educativo e formativo nacional (nível 2) e a sua capacidade para implementar estratégias inovadoras de ensino e de aprendizagem. Ambiciona-se criar condições favoráveis a práticas educativas que se revelem promotoras do desenvolvimento de competências digitais dos alunos. Conjuntamente com esta formação, serão submetidas outras duas, articuladas ao nível da progressão dos conteúdos.

Objetivos

EFEITOS A PRODUZIR Esta ação de formação pretende desenvolver com os docentes de nível 2 (B1/B2 do DigCompEdu) um conjunto de conhecimentos e estratégias que lhes permita desenvolver CD do nível seguinte (C1/C2 do DigCompEdu). São objetivos específicos: promover o desenvolvimento, aprofundamento e densificação das CD dos docentes, tendo em vista as 6 áreas do referencial DigCompEdu; - capacitar os docentes para a realização de atividades com tecnologias digitais em diferentes modalidades de ensino; - capacitar os docentes para a implementação de atividades que promovam a aprendizagem e o desenvolvimento das CD dos alunos; - estimular a reflexão, partilha e utilização crítica das tecnologias em contexto educativo.

Conteúdos

Os conteúdos da ação surgem, em sentido articulado e incremental, com os conteúdos da formação de nível 1. - Documentos de enquadramento das políticas educativas. - Envolvimento profissional: Discussão, renovação e inovação na prática profissional. Processos de liderança na era digital. - Recursos Educativos Digitais (RED): Utilização de estratégias e RED avançados de forma abrangente. Promoção da utilização de RED de forma colaborativa. - Ensino e Aprendizagem: Renovação da prática de ensino de forma estratégica e intencional. Inovação no processo de ensino e de aprendizagem em diferentes modalidades de ensino. - Avaliação das aprendizagens: Reflexão crítica sobre estratégias de avaliação digital. Inovação na avaliação das aprendizagens com recursos a soluções digitais. - CD dos Alunos: Promoção da CD dos alunos de forma abrangente e crítica. Inovação no envolvimento dos alunos utilizando formatos inovadores para promover a sua CD. - Planeamento da formação e aprendizagem ao longo da vida.

Metodologias

Sessões presenciais As sessões presenciais são destinadas à exploração do DigCompEdu e reflexão sobre a articulação entre as áreas de competência; à realização de atividades práticas de partilha, suportadas por um ambiente colaborativo; à exploração de ferramentas digitais para o desenvolvimento de atividades de aprendizagem promotoras da colaboração, comunicação e avaliação; à planificação e criação de atividades a implementar na escola, que promovam o desenvolvimento das CD docente e, simultaneamente, dos alunos; à reflexão crítica sobre o desenvolvimento profissional docente. Trabalho autónomo Em específico, na componente de trabalho autónomo, pretende-se assegurar a implementação das atividades planificadas nas sessões presenciais, em situações reais de ensino-aprendizagem com alunos, articulando o DigCompEdu com o respetivo currículo, e a reflexão sobre as práticas desenvolvidas. Na última sessão, os formandos apresentarão os resultados dessas atividades, com evidências, proporcionando-se a discussão e a partilha.

Avaliação

Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei no 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho no 4595/2015, de 6 de maio e com o “Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.o 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final individual elaborado e apresentado pelos formandos.

Modelo

Aplicação e análise de questionários de avaliação preenchidos pelos formadores e pelos formandos.

Bibliografia

Comissão Europeia (2020). Blended learning in school education – guidelines for the start of the academic year 2020/21. Disponível em: https://www.schooleducationgateway.eu/pt/pub/resources/publications/blended-learning-guidelines.htm Comissão Europeia (2018). Plano de Ação para a Educação Digital. Disponível em: https://eur-lex.europa.eu/legal-content/PT/TXT/PDF/?uri=CELEX:52018DC0022&from=EN Lucas, M., & Moreira, A. (2018). DigCompEdu: Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores. Aveiro: UA Editora. Licht, A.H, Tasiopoulou, E., & Wastiau, P. (2017). Open Book of Educational Innovation. European Schoolnet, Brussels. Disponível em: http://www.eun.org/documents/411753/817341/Open_book_of_Innovational_Education.pdf Ministério da Educação (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, Lisboa: ME

Anexo(s)


Observações

.

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo
1 20-10-2022 (Quinta-feira) 18:15 - 21:45 3:30 Presencial
2 27-10-2022 (Quinta-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Presencial
3 10-11-2022 (Quinta-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Presencial
4 24-11-2022 (Quinta-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Presencial
5 15-12-2022 (Quinta-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Presencial
6 05-01-2023 (Quinta-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Presencial
7 19-01-2023 (Quinta-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Presencial
8 02-02-2023 (Quinta-feira) 18:15 - 21:45 3:30 Presencial

Ref. 101C1/A10 Concluída

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-110149/20

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50.0 horas (25.0 horas presenciais + 25.0 horas de trabalho autónomo)

Início: 20-10-2022

Fim: 02-02-2023

Regime: Presencial

Local: Escola Básica e Secundária Amadeu Gaudêncio - AE Nazaré

Formador

Andrea Isabel Pereira César Osório

Destinatários

Professores dos Ensinos Básico e Secundário, Professores de Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Ensinos Básico e Secundário, Professores de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. Ao abrigo do n.º 5, do art.º 3.º, do Despacho n.º 2053/2021, de 24 /02, 2.ª alteração do Despacho n.º 779/2019, de 8 /01, a presente ação de formação é excecionalmente considerada “como efetuada na dimensão científico-pedagógica de todos os grupos de recrutamento, independentemente do disposto no n.º 2.”.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação da Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré

Razões

O Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores da Comissão Europeia (doravante DigCompEdu), pretende promover a competência digital (CD) e a inovação na educação. É essencial que os docentes desenvolvam um conjunto de CD, de modo a tirar partido do potencial das tecnologias digitais. Esta ação visa contribuir para desenvolver as CD dos docentes do sistema educativo e formativo nacional (nível 1) e a sua capacidade para implementar estratégias inovadoras de ensino e de aprendizagem. Ambiciona-se, assim, criar condições favoráveis a práticas educativas que se revelem promotoras do desenvolvimento de CD dos alunos. Conjuntamente com esta formação, serão submetidas outras duas, articuladas ao nível da progressão dos conteúdos.

Objetivos

Esta ação de formação pretende desenvolver com os docentes de nível 1 (A1/A2 do DigCompEdu) um conjunto de conhecimentos e estratégias que lhes permita desenvolver CD do nível seguinte (B1/B2 do DigCompEdu). São objetivos específicos: - promover o desenvolvimento das CD dos docentes, tendo em vista as 6 áreas do referencial DigCompEdu; - capacitar os docentes para a realização de atividades com tecnologias digitais em diferentes modalidades de ensino; - capacitar os docentes na utilização significativa de ambientes e ferramentas digitais e definição de estratégias diversificadas de integração destes em contexto educativo; - capacitar os docentes para a implementação de atividades promotoras da aprendizagem e o desenvolvimento das CD dos alunos.

Conteúdos

1. Documentos enquadradores das políticas educativas atuais associados ao Plano nacional de Transição Digital. 2. Envolvimento profissional: Exploração de opções digitais para colaboração e comunicação institucional e melhoria da prática profissional. 3. Recursos Digitais: Exploração, seleção e adequação de RED ao contexto de aprendizagem. Utilização de RED interativos. 4. Ensino e Aprendizagem: Exploração de estratégias de ensino e de aprendizagem digital. Integração significativa de RED na melhoria de atividades de ensino e aprendizagem. 5. Avaliação das aprendizagens: Exploração de estratégias de avaliação digital. Melhoria das abordagens de avaliação através de soluções digitais. 6. CD dos Alunos: Exploração de estratégias de promoção e uso pedagógico de tecnologias digitais. Utilização de ferramentas e estratégias para suporte ao desenho e implementação de atividades de promoção da CD dos alunos. 7. Planificação de atividades com tecnologias digitais em diferentes modalidades de ensino.

Metodologias

As sessões presenciais são destinadas à exploração do DigCompEdu e reflexão sobre a articulação entre as áreas de competência; à realização de atividades práticas de partilha, suportadas por um ambiente colaborativo; à exploração de ferramentas digitais para o desenvolvimento de atividades de aprendizagem promotoras da colaboração, comunicação e avaliação; à planificação e criação de atividades a implementar na escola, que promovam o desenvolvimento das CD docente e, simultaneamente, dos alunos; à reflexão crítica sobre o desenvolvimento profissional docente.

Avaliação

Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o “Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final individual elaborado e apresentado pelos formandos.

Bibliografia

Comissão Europeia (2020). Blended learning in school education – guidelines for the start of the academic year 2020/21. Disponível em: https://www.schooleducationgateway.eu/pt/pub/resources/ publications/blended-learning-guidelines.htm Comissão Europeia (2018). Plano de Ação para a Educação Digital. Disponível em: https://eur-lex.europa.eu/leg Lucas, M., & Moreira, A. (2018). DigCompEdu: Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores. Aveiro: UA Editora icht, A.H, Tasiopoulou, E., & Wastiau, P. (2017). Open Book of Educational Innovation. European Schoolnet, Brussels. Disponível em: http://www.eun.org/documents/411753/817341/ Open_book_of_Innovational_Education.pdf Ministério da Educação (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, Lisboa: ME

Anexo(s)

Capacitação Digital de Docentes – Nível 1


Observações

.

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo
1 20-10-2022 (Quinta-feira) 18:15 - 21:45 3:30 Presencial
2 27-10-2022 (Quinta-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Presencial
3 10-11-2022 (Quinta-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Presencial
4 24-11-2022 (Quinta-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Presencial
5 15-12-2022 (Quinta-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Presencial
6 05-01-2023 (Quinta-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Presencial
7 19-01-2023 (Quinta-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Presencial
8 02-02-2023 (Quinta-feira) 18:15 - 21:45 3:30 Presencial

Ref. 103C2/A13 Concluída

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-110148/20

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50.0 horas (25.0 horas presenciais + 25.0 horas de trabalho autónomo)

Início: 19-10-2022

Fim: 18-01-2023

Regime: Presencial

Local: Externato Cooperativo da Benedita

Formador

Paulo Arcanjo Ferreira Valentim

Destinatários

Professores dos Ensinos Básico e Secundário, Professores de Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Ensinos Básico e Secundário, Professores de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. 

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação da Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré

Razões

O Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores da Comissão Europeia (doravante DigCompEdu), pretende promover a competência digital (CD) e a inovação na educação. É essencial que os docentes desenvolvam um conjunto de CD, de modo a tirar partido do potencial das tecnologias digitais. Esta ação visa contribuir para desenvolver as CD dos docentes do sistema educativo e formativo nacional (nível 2) e a sua capacidade para implementar estratégias inovadoras de ensino e de aprendizagem. Ambiciona-se criar condições favoráveis a práticas educativas que se revelem promotoras do desenvolvimento de competências digitais dos alunos. Conjuntamente com esta formação, serão submetidas outras duas, articuladas ao nível da progressão dos conteúdos.

Objetivos

EFEITOS A PRODUZIR Esta ação de formação pretende desenvolver com os docentes de nível 2 (B1/B2 do DigCompEdu) um conjunto de conhecimentos e estratégias que lhes permita desenvolver CD do nível seguinte (C1/C2 do DigCompEdu). São objetivos específicos: promover o desenvolvimento, aprofundamento e densificação das CD dos docentes, tendo em vista as 6 áreas do referencial DigCompEdu; - capacitar os docentes para a realização de atividades com tecnologias digitais em diferentes modalidades de ensino; - capacitar os docentes para a implementação de atividades que promovam a aprendizagem e o desenvolvimento das CD dos alunos; - estimular a reflexão, partilha e utilização crítica das tecnologias em contexto educativo.

Conteúdos

Os conteúdos da ação surgem, em sentido articulado e incremental, com os conteúdos da formação de nível 1. - Documentos de enquadramento das políticas educativas. - Envolvimento profissional: Discussão, renovação e inovação na prática profissional. Processos de liderança na era digital. - Recursos Educativos Digitais (RED): Utilização de estratégias e RED avançados de forma abrangente. Promoção da utilização de RED de forma colaborativa. - Ensino e Aprendizagem: Renovação da prática de ensino de forma estratégica e intencional. Inovação no processo de ensino e de aprendizagem em diferentes modalidades de ensino. - Avaliação das aprendizagens: Reflexão crítica sobre estratégias de avaliação digital. Inovação na avaliação das aprendizagens com recursos a soluções digitais. - CD dos Alunos: Promoção da CD dos alunos de forma abrangente e crítica. Inovação no envolvimento dos alunos utilizando formatos inovadores para promover a sua CD. - Planeamento da formação e aprendizagem ao longo da vida.

Metodologias

Sessões presenciais As sessões presenciais são destinadas à exploração do DigCompEdu e reflexão sobre a articulação entre as áreas de competência; à realização de atividades práticas de partilha, suportadas por um ambiente colaborativo; à exploração de ferramentas digitais para o desenvolvimento de atividades de aprendizagem promotoras da colaboração, comunicação e avaliação; à planificação e criação de atividades a implementar na escola, que promovam o desenvolvimento das CD docente e, simultaneamente, dos alunos; à reflexão crítica sobre o desenvolvimento profissional docente. Trabalho autónomo Em específico, na componente de trabalho autónomo, pretende-se assegurar a implementação das atividades planificadas nas sessões presenciais, em situações reais de ensino-aprendizagem com alunos, articulando o DigCompEdu com o respetivo currículo, e a reflexão sobre as práticas desenvolvidas. Na última sessão, os formandos apresentarão os resultados dessas atividades, com evidências, proporcionando-se a discussão e a partilha.

Avaliação

Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei no 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho no 4595/2015, de 6 de maio e com o “Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.o 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final individual elaborado e apresentado pelos formandos.

Modelo

Aplicação e análise de questionários de avaliação preenchidos pelos formadores e pelos formandos.

Bibliografia

Comissão Europeia (2020). Blended learning in school education – guidelines for the start of the academic year 2020/21. Disponível em: https://www.schooleducationgateway.eu/pt/pub/resources/publications/blended-learning-guidelines.htm Comissão Europeia (2018). Plano de Ação para a Educação Digital. Disponível em: https://eur-lex.europa.eu/legal-content/PT/TXT/PDF/?uri=CELEX:52018DC0022&from=EN Lucas, M., & Moreira, A. (2018). DigCompEdu: Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores. Aveiro: UA Editora. Licht, A.H, Tasiopoulou, E., & Wastiau, P. (2017). Open Book of Educational Innovation. European Schoolnet, Brussels. Disponível em: http://www.eun.org/documents/411753/817341/Open_book_of_Innovational_Education.pdf Ministério da Educação (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, Lisboa: ME

Anexo(s)


Observações

.

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo
1 19-10-2022 (Quarta-feira) 16:30 - 19:30 3:00 Presencial
2 26-10-2022 (Quarta-feira) 16:30 - 19:30 3:00 Presencial
3 09-11-2022 (Quarta-feira) 16:30 - 19:30 3:00 Presencial
4 23-11-2022 (Quarta-feira) 16:30 - 19:30 3:00 Presencial
5 07-12-2022 (Quarta-feira) 16:30 - 19:30 3:00 Presencial
6 14-12-2022 (Quarta-feira) 16:30 - 19:30 3:00 Presencial
7 04-01-2023 (Quarta-feira) 16:30 - 19:30 3:00 Presencial
8 18-01-2023 (Quarta-feira) 16:30 - 20:30 4:00 Presencial

Ref. 103C2/A15 Concluída

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-110148/20

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50.0 horas (25.0 horas presenciais + 25.0 horas de trabalho autónomo)

Início: 18-10-2022

Fim: 07-02-2023

Regime: Presencial

Local: Escola Secundária D. Inês de Castro, Alcobaça - AE Cister

Formador

José Carlos Vieira Bastos

Destinatários

Professores dos Ensinos Básico e Secundário, Professores de Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Ensinos Básico e Secundário, Professores de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. 

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação da Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré

Razões

O Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores da Comissão Europeia (doravante DigCompEdu), pretende promover a competência digital (CD) e a inovação na educação. É essencial que os docentes desenvolvam um conjunto de CD, de modo a tirar partido do potencial das tecnologias digitais. Esta ação visa contribuir para desenvolver as CD dos docentes do sistema educativo e formativo nacional (nível 2) e a sua capacidade para implementar estratégias inovadoras de ensino e de aprendizagem. Ambiciona-se criar condições favoráveis a práticas educativas que se revelem promotoras do desenvolvimento de competências digitais dos alunos. Conjuntamente com esta formação, serão submetidas outras duas, articuladas ao nível da progressão dos conteúdos.

Objetivos

EFEITOS A PRODUZIR Esta ação de formação pretende desenvolver com os docentes de nível 2 (B1/B2 do DigCompEdu) um conjunto de conhecimentos e estratégias que lhes permita desenvolver CD do nível seguinte (C1/C2 do DigCompEdu). São objetivos específicos: promover o desenvolvimento, aprofundamento e densificação das CD dos docentes, tendo em vista as 6 áreas do referencial DigCompEdu; - capacitar os docentes para a realização de atividades com tecnologias digitais em diferentes modalidades de ensino; - capacitar os docentes para a implementação de atividades que promovam a aprendizagem e o desenvolvimento das CD dos alunos; - estimular a reflexão, partilha e utilização crítica das tecnologias em contexto educativo.

Conteúdos

Os conteúdos da ação surgem, em sentido articulado e incremental, com os conteúdos da formação de nível 1. - Documentos de enquadramento das políticas educativas. - Envolvimento profissional: Discussão, renovação e inovação na prática profissional. Processos de liderança na era digital. - Recursos Educativos Digitais (RED): Utilização de estratégias e RED avançados de forma abrangente. Promoção da utilização de RED de forma colaborativa. - Ensino e Aprendizagem: Renovação da prática de ensino de forma estratégica e intencional. Inovação no processo de ensino e de aprendizagem em diferentes modalidades de ensino. - Avaliação das aprendizagens: Reflexão crítica sobre estratégias de avaliação digital. Inovação na avaliação das aprendizagens com recursos a soluções digitais. - CD dos Alunos: Promoção da CD dos alunos de forma abrangente e crítica. Inovação no envolvimento dos alunos utilizando formatos inovadores para promover a sua CD. - Planeamento da formação e aprendizagem ao longo da vida.

Metodologias

Sessões presenciais As sessões presenciais são destinadas à exploração do DigCompEdu e reflexão sobre a articulação entre as áreas de competência; à realização de atividades práticas de partilha, suportadas por um ambiente colaborativo; à exploração de ferramentas digitais para o desenvolvimento de atividades de aprendizagem promotoras da colaboração, comunicação e avaliação; à planificação e criação de atividades a implementar na escola, que promovam o desenvolvimento das CD docente e, simultaneamente, dos alunos; à reflexão crítica sobre o desenvolvimento profissional docente. Trabalho autónomo Em específico, na componente de trabalho autónomo, pretende-se assegurar a implementação das atividades planificadas nas sessões presenciais, em situações reais de ensino-aprendizagem com alunos, articulando o DigCompEdu com o respetivo currículo, e a reflexão sobre as práticas desenvolvidas. Na última sessão, os formandos apresentarão os resultados dessas atividades, com evidências, proporcionando-se a discussão e a partilha.

Avaliação

Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei no 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho no 4595/2015, de 6 de maio e com o “Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.o 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final individual elaborado e apresentado pelos formandos.

Modelo

Aplicação e análise de questionários de avaliação preenchidos pelos formadores e pelos formandos.

Bibliografia

Comissão Europeia (2020). Blended learning in school education – guidelines for the start of the academic year 2020/21. Disponível em: https://www.schooleducationgateway.eu/pt/pub/resources/publications/blended-learning-guidelines.htm Comissão Europeia (2018). Plano de Ação para a Educação Digital. Disponível em: https://eur-lex.europa.eu/legal-content/PT/TXT/PDF/?uri=CELEX:52018DC0022&from=EN Lucas, M., & Moreira, A. (2018). DigCompEdu: Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores. Aveiro: UA Editora. Licht, A.H, Tasiopoulou, E., & Wastiau, P. (2017). Open Book of Educational Innovation. European Schoolnet, Brussels. Disponível em: http://www.eun.org/documents/411753/817341/Open_book_of_Innovational_Education.pdf Ministério da Educação (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, Lisboa: ME

Anexo(s)


Observações

.

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo
1 18-10-2022 (Terça-feira) 18:15 - 21:45 3:30 Presencial
2 25-10-2022 (Terça-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Presencial
3 15-11-2022 (Terça-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Presencial
4 29-11-2022 (Terça-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Presencial
5 13-12-2022 (Terça-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Presencial
6 03-01-2023 (Terça-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Presencial
7 17-01-2023 (Terça-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Presencial
8 07-02-2023 (Terça-feira) 18:15 - 21:45 3:30 Presencial

Ref. 103C2/A17 Concluída

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-110148/20

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50.0 horas (25.0 horas presenciais + 25.0 horas de trabalho autónomo)

Início: 18-10-2022

Fim: 07-02-2023

Regime: Presencial

Local: Agrupamento de Escolas de São Martinho do Porto

Formador

Andrea Isabel Pereira César Osório

Destinatários

Professores dos Ensinos Básico e Secundário, Professores de Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Ensinos Básico e Secundário, Professores de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. 

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação da Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré

Razões

O Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores da Comissão Europeia (doravante DigCompEdu), pretende promover a competência digital (CD) e a inovação na educação. É essencial que os docentes desenvolvam um conjunto de CD, de modo a tirar partido do potencial das tecnologias digitais. Esta ação visa contribuir para desenvolver as CD dos docentes do sistema educativo e formativo nacional (nível 2) e a sua capacidade para implementar estratégias inovadoras de ensino e de aprendizagem. Ambiciona-se criar condições favoráveis a práticas educativas que se revelem promotoras do desenvolvimento de competências digitais dos alunos. Conjuntamente com esta formação, serão submetidas outras duas, articuladas ao nível da progressão dos conteúdos.

Objetivos

EFEITOS A PRODUZIR Esta ação de formação pretende desenvolver com os docentes de nível 2 (B1/B2 do DigCompEdu) um conjunto de conhecimentos e estratégias que lhes permita desenvolver CD do nível seguinte (C1/C2 do DigCompEdu). São objetivos específicos: promover o desenvolvimento, aprofundamento e densificação das CD dos docentes, tendo em vista as 6 áreas do referencial DigCompEdu; - capacitar os docentes para a realização de atividades com tecnologias digitais em diferentes modalidades de ensino; - capacitar os docentes para a implementação de atividades que promovam a aprendizagem e o desenvolvimento das CD dos alunos; - estimular a reflexão, partilha e utilização crítica das tecnologias em contexto educativo.

Conteúdos

Os conteúdos da ação surgem, em sentido articulado e incremental, com os conteúdos da formação de nível 1. - Documentos de enquadramento das políticas educativas. - Envolvimento profissional: Discussão, renovação e inovação na prática profissional. Processos de liderança na era digital. - Recursos Educativos Digitais (RED): Utilização de estratégias e RED avançados de forma abrangente. Promoção da utilização de RED de forma colaborativa. - Ensino e Aprendizagem: Renovação da prática de ensino de forma estratégica e intencional. Inovação no processo de ensino e de aprendizagem em diferentes modalidades de ensino. - Avaliação das aprendizagens: Reflexão crítica sobre estratégias de avaliação digital. Inovação na avaliação das aprendizagens com recursos a soluções digitais. - CD dos Alunos: Promoção da CD dos alunos de forma abrangente e crítica. Inovação no envolvimento dos alunos utilizando formatos inovadores para promover a sua CD. - Planeamento da formação e aprendizagem ao longo da vida.

Metodologias

Sessões presenciais As sessões presenciais são destinadas à exploração do DigCompEdu e reflexão sobre a articulação entre as áreas de competência; à realização de atividades práticas de partilha, suportadas por um ambiente colaborativo; à exploração de ferramentas digitais para o desenvolvimento de atividades de aprendizagem promotoras da colaboração, comunicação e avaliação; à planificação e criação de atividades a implementar na escola, que promovam o desenvolvimento das CD docente e, simultaneamente, dos alunos; à reflexão crítica sobre o desenvolvimento profissional docente. Trabalho autónomo Em específico, na componente de trabalho autónomo, pretende-se assegurar a implementação das atividades planificadas nas sessões presenciais, em situações reais de ensino-aprendizagem com alunos, articulando o DigCompEdu com o respetivo currículo, e a reflexão sobre as práticas desenvolvidas. Na última sessão, os formandos apresentarão os resultados dessas atividades, com evidências, proporcionando-se a discussão e a partilha.

Avaliação

Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei no 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho no 4595/2015, de 6 de maio e com o “Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.o 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final individual elaborado e apresentado pelos formandos.

Modelo

Aplicação e análise de questionários de avaliação preenchidos pelos formadores e pelos formandos.

Bibliografia

Comissão Europeia (2020). Blended learning in school education – guidelines for the start of the academic year 2020/21. Disponível em: https://www.schooleducationgateway.eu/pt/pub/resources/publications/blended-learning-guidelines.htm Comissão Europeia (2018). Plano de Ação para a Educação Digital. Disponível em: https://eur-lex.europa.eu/legal-content/PT/TXT/PDF/?uri=CELEX:52018DC0022&from=EN Lucas, M., & Moreira, A. (2018). DigCompEdu: Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores. Aveiro: UA Editora. Licht, A.H, Tasiopoulou, E., & Wastiau, P. (2017). Open Book of Educational Innovation. European Schoolnet, Brussels. Disponível em: http://www.eun.org/documents/411753/817341/Open_book_of_Innovational_Education.pdf Ministério da Educação (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, Lisboa: ME

Anexo(s)


Observações

.

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo
1 18-10-2022 (Terça-feira) 18:15 - 21:45 3:30 Presencial
2 25-10-2022 (Terça-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Presencial
3 15-11-2022 (Terça-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Presencial
4 29-11-2022 (Terça-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Presencial
5 13-12-2022 (Terça-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Presencial
6 03-01-2023 (Terça-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Presencial
7 10-01-2023 (Terça-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Presencial
8 07-02-2023 (Terça-feira) 18:15 - 21:45 3:30 Presencial

Ref. 101C1/A8 Concluída

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-110149/20

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50.0 horas (25.0 horas presenciais + 25.0 horas de trabalho autónomo)

Início: 18-10-2022

Fim: 13-12-2022

Regime: Presencial

Local: Escola Secundária D. Inês de Castro, Alcobaça - AE Cister

Formador

Ana Paula das Neves Santos

Destinatários

Professores dos Ensinos Básico e Secundário, Professores de Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Ensinos Básico e Secundário, Professores de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. Ao abrigo do n.º 5, do art.º 3.º, do Despacho n.º 2053/2021, de 24 /02, 2.ª alteração do Despacho n.º 779/2019, de 8 /01, a presente ação de formação é excecionalmente considerada “como efetuada na dimensão científico-pedagógica de todos os grupos de recrutamento, independentemente do disposto no n.º 2.”.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação da Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré

Razões

O Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores da Comissão Europeia (doravante DigCompEdu), pretende promover a competência digital (CD) e a inovação na educação. É essencial que os docentes desenvolvam um conjunto de CD, de modo a tirar partido do potencial das tecnologias digitais. Esta ação visa contribuir para desenvolver as CD dos docentes do sistema educativo e formativo nacional (nível 1) e a sua capacidade para implementar estratégias inovadoras de ensino e de aprendizagem. Ambiciona-se, assim, criar condições favoráveis a práticas educativas que se revelem promotoras do desenvolvimento de CD dos alunos. Conjuntamente com esta formação, serão submetidas outras duas, articuladas ao nível da progressão dos conteúdos.

Objetivos

Esta ação de formação pretende desenvolver com os docentes de nível 1 (A1/A2 do DigCompEdu) um conjunto de conhecimentos e estratégias que lhes permita desenvolver CD do nível seguinte (B1/B2 do DigCompEdu). São objetivos específicos: - promover o desenvolvimento das CD dos docentes, tendo em vista as 6 áreas do referencial DigCompEdu; - capacitar os docentes para a realização de atividades com tecnologias digitais em diferentes modalidades de ensino; - capacitar os docentes na utilização significativa de ambientes e ferramentas digitais e definição de estratégias diversificadas de integração destes em contexto educativo; - capacitar os docentes para a implementação de atividades promotoras da aprendizagem e o desenvolvimento das CD dos alunos.

Conteúdos

1. Documentos enquadradores das políticas educativas atuais associados ao Plano nacional de Transição Digital. 2. Envolvimento profissional: Exploração de opções digitais para colaboração e comunicação institucional e melhoria da prática profissional. 3. Recursos Digitais: Exploração, seleção e adequação de RED ao contexto de aprendizagem. Utilização de RED interativos. 4. Ensino e Aprendizagem: Exploração de estratégias de ensino e de aprendizagem digital. Integração significativa de RED na melhoria de atividades de ensino e aprendizagem. 5. Avaliação das aprendizagens: Exploração de estratégias de avaliação digital. Melhoria das abordagens de avaliação através de soluções digitais. 6. CD dos Alunos: Exploração de estratégias de promoção e uso pedagógico de tecnologias digitais. Utilização de ferramentas e estratégias para suporte ao desenho e implementação de atividades de promoção da CD dos alunos. 7. Planificação de atividades com tecnologias digitais em diferentes modalidades de ensino.

Metodologias

As sessões presenciais são destinadas à exploração do DigCompEdu e reflexão sobre a articulação entre as áreas de competência; à realização de atividades práticas de partilha, suportadas por um ambiente colaborativo; à exploração de ferramentas digitais para o desenvolvimento de atividades de aprendizagem promotoras da colaboração, comunicação e avaliação; à planificação e criação de atividades a implementar na escola, que promovam o desenvolvimento das CD docente e, simultaneamente, dos alunos; à reflexão crítica sobre o desenvolvimento profissional docente.

Avaliação

Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o “Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final individual elaborado e apresentado pelos formandos.

Bibliografia

Comissão Europeia (2020). Blended learning in school education – guidelines for the start of the academic year 2020/21. Disponível em: https://www.schooleducationgateway.eu/pt/pub/resources/ publications/blended-learning-guidelines.htm Comissão Europeia (2018). Plano de Ação para a Educação Digital. Disponível em: https://eur-lex.europa.eu/leg Lucas, M., & Moreira, A. (2018). DigCompEdu: Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores. Aveiro: UA Editora icht, A.H, Tasiopoulou, E., & Wastiau, P. (2017). Open Book of Educational Innovation. European Schoolnet, Brussels. Disponível em: http://www.eun.org/documents/411753/817341/ Open_book_of_Innovational_Education.pdf Ministério da Educação (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, Lisboa: ME

Anexo(s)

Capacitação Digital de Docentes – Nível 1


Observações

.

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo
1 18-10-2022 (Terça-feira) 18:15 - 21:45 3:30 Presencial
2 25-10-2022 (Terça-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Presencial
3 08-11-2022 (Terça-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Presencial
4 15-11-2022 (Terça-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Presencial
5 22-11-2022 (Terça-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Presencial
6 29-11-2022 (Terça-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Presencial
7 06-12-2022 (Terça-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Presencial
8 13-12-2022 (Terça-feira) 18:15 - 21:45 3:30 Presencial

Ref. 159C14/T1 Concluída

Registo de acreditação: ACD6-2022/2023

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 6.0 horas

Início: 18-10-2022

Fim: 06-12-2022

Regime: e-learning

Local: Online

Formador

Hélia Gonçalves Pinto

Destinatários

Professores do Grupo 230

Releva

Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação da associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré e AE/ENA Associadas

Razões

No âmbito do projeto Contexto e Visão para a revisão curricular das Aprendizagens Essenciais em Matemática, em agosto de 2021 foram homologadas as novas Aprendizagens Essenciais de Matemática para o Ensino Básico (Despacho n.º 8209/2021, de 19 de agosto) que entrarão em vigor a partir do ano letivo: a) 2022/2023, no que respeita aos 1.º, 3.º, 5.º e 7.º anos de escolaridade; b) 2023/2024, no que respeita aos 2.º, 4.º, 6.º e 8.º anos de escolaridade; c) 2024/2025, no que respeita ao 9.º ano de escolaridade. Tendo consciência da necessidade de formação dos professores do grupo 230 para a operacionalização destes novos documentos curriculares em Matemática no Ensino Básico, procurar-se-á desenvolver uma formação focada em aspetos específicos das novas AE de Matemática para o Ensino Básico (AE, 2021), destacando o que de mais significativo e novo existe nestes documentos curriculares.

Objetivos

No final da formação, os professores participantes devem: - Compreender, de forma aprofundada, as orientações curriculares expressas nas novas AE de Matemática para o Ensino Básico, o seu racional e as consequências para o ensino da Matemática; - Estar dotados do conhecimento didático e o conhecimento matemático requeridos para o ensino orientado pelas novas AE de Matemática para o Ensino Básico; - Realizar práticas de ensino de Matemática que contemplem a planificação de aulas, a sua concretização e consequente reflexão, em contextos de trabalho colaborativo, tornando-se sensíveis e capazes de resolução para os problemas que possam surgir na prática de ensino das novas AE de Matemática para o 2.º ciclo do Ensino Básico.

Conteúdos

Partilha e reflexão em contexto de replicação da formação “Aprendizagens Essenciais da Matemática para o 2.º ciclo do Ensino Básico” cujos conteúdos são os seguintes: Orientações curriculares para o ensino da Matemática no Ensino Básico expressas nas novas AE 2021 - Caracterização das novas AE de Matemática - Articulação entre os temas nas novas AE de Matemática - Reflexos dos princípios nas opções curriculares das novas AE de Matemática Serão propostas tarefas que permitirão trabalhar as novas AE segundo diversos ângulos. Articulação entre diferentes temas matemáticos e capacidades matemáticas transversais, incorporando as capacidades e atitudes gerais transversais - Conteúdos de aprendizagem (conhecimentos, capacidades matemáticas, capacidades e atitudes gerais) que uma dada tarefa preferencialmente pode promover - Análise de produções de alunos - Feedback oral e escrito a fornecer pelo professor - Recursos, em particular tecnológicos, e suas potencialidades Serão propostas tarefas de formação constituídas por tarefas a propor aos alunos, e um conjunto de questões que incidem sobre o ensino da Matemática, a partir das características da tarefa dos alunos, de produções de alunos, de episódios de sala de aula, de notas de campo de aulas realizadas no âmbito da operacionalização destas novas AE. Práticas de ensino promotoras do desenvolvimento integrado de temas matemáticos, capacidades matemáticas transversais e capacidades e atitudes gerais transversais: - Planificação (objetivos de aprendizagem, tarefas, formas de as explorar e recursos, em particular ferramentas tecnológicas) - Operacionalização (dinâmica da aula; papel do professor e dos alunos, discussão em grande grupo) - Reflexão (aprendizagens realizadas, dificuldades reveladas pelos alunos e ações do professor, identificação de aspetos a melhorar, causas e aperfeiçoamentos para futuro).

Avaliação

A Certificação requer a frequência da totalidade das horas da ACD.

Bibliografia

Educação e Matemática, 158 - Educação e Matemática, 162 - NCTM (2017). Princípios para a ação. Lisboa: APM. - Ponte, J. P., Quaresma, M., & Mata Pereira, J. (2020). Como desenvolver o raciocínio matemático na sala de aula? Educação e Matemática, 156, 7-11. - Veloso, E. (2012). Simetria e transformações geométricas. Lisboa: APM.

Anexo(s)

Orientações Curriculares das novas AE de Matemática no 2.º Ciclo e as consequências para o Ensino da Matemática _ Parte I


Observações

Atenção: Alargámos o prazo de inscrições até ao dia 21/10/2022

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo
1 18-10-2022 (Terça-feira) 15:30 - 17:00 1:30 Online síncrona
2 08-11-2022 (Terça-feira) 15:30 - 17:00 1:30 Online síncrona
3 22-11-2022 (Terça-feira) 15:30 - 17:00 1:30 Online síncrona
4 06-12-2022 (Terça-feira) 15:30 - 17:00 1:30 Online síncrona

Ref. 160C16/T1 Concluída

Registo de acreditação: ACD5-2022/2023

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 6.0 horas

Início: 18-10-2022

Fim: 06-12-2022

Regime: e-learning

Local: Online

Formador

Ana Cristina Silva Neves

Maria da Conceição Coelho Besteiro

Destinatários

Professores do grupo 500

Releva

Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.

Certificado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação da associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré e AE/ENA Associadas

Razões

No âmbito do projeto Contexto e Visão para a revisão curricular das Aprendizagens Essenciais em Matemática, em agosto de 2021 foram homologadas as novas Aprendizagens Essenciais de Matemática para o Ensino Básico (Despacho n.º 8209/2021, de 19 de agosto) que entrarão em vigor a partir do ano letivo: a) 2022/2023, no que respeita aos 1.º, 3.º, 5.º e 7.º anos de escolaridade; b) 2023/2024, no que respeita aos 2.º, 4.º, 6.º e 8.º anos de escolaridade; c) 2024/2025, no que respeita ao 9.º ano de escolaridade. Tendo consciência da necessidade de formação dos professores do grupo 500 para a operacionalização destes novos documentos curriculares em Matemática no Ensino Básico, procurar-se-á desenvolver uma formação focada em aspetos específicos das novas AE de Matemática para o Ensino Básico (AE, 2021), destacando o que de mais significativo e novo existe nestes documentos curriculares.

Objetivos

No final da formação, os professores participantes devem: - Compreender, de forma aprofundada, as orientações curriculares expressas nas novas AE de Matemática para o Ensino Básico, o seu racional e as consequências para o ensino da Matemática; - Estar dotados do conhecimento didático e o conhecimento matemático requeridos para o ensino orientado pelas novas AE de Matemática para o Ensino Básico; - Realizar práticas de ensino de Matemática que contemplem a planificação de aulas, a sua concretização e consequente reflexão, em contextos de trabalho colaborativo, tornando-se sensíveis e capazes de resolução para os problemas que possam surgir na prática de ensino das novas AE de Matemática para o 3.º ciclo do Ensino Básico.

Conteúdos

Partilha e reflexão em contexto de replicação da formação “Aprendizagens Essenciais da Matemática para o 3.º ciclo do Ensino Básico” cujos conteúdos são os seguintes: Orientações curriculares para o ensino da Matemática no Ensino Básico expressas nas novas AE 2021 - Caracterização das novas AE de Matemática - Articulação entre os temas nas novas AE de Matemática - Reflexos dos princípios nas opções curriculares das novas AE de Matemática Serão propostas tarefas que permitirão trabalhar as novas AE segundo diversos ângulos. Articulação entre diferentes temas matemáticos e capacidades matemáticas transversais, incorporando as capacidades e atitudes gerais transversais - Conteúdos de aprendizagem (conhecimentos, capacidades matemáticas, capacidades e atitudes gerais) que uma dada tarefa preferencialmente pode promover - Análise de produções de alunos - Feedback oral e escrito a fornecer pelo professor - Recursos, em particular tecnológicos, e suas potencialidades Serão propostas tarefas de formação constituídas por tarefas a propor aos alunos, e um conjunto de questões que incidem sobre o ensino da Matemática, a partir das características da tarefa dos alunos, de produções de alunos, de episódios de sala de aula, de notas de campo de aulas realizadas no âmbito da operacionalização destas novas AE. Práticas de ensino promotoras do desenvolvimento integrado de temas matemáticos, capacidades matemáticas transversais e capacidades e atitudes gerais transversais: - Planificação (objetivos de aprendizagem, tarefas, formas de as explorar e recursos, em particular ferramentas tecnológicas) - Operacionalização (dinâmica da aula; papel do professor e dos alunos, discussão em grande grupo) - Reflexão (aprendizagens realizadas, dificuldades reveladas pelos alunos e ações do professor, identificação de aspetos a melhorar, causas e aperfeiçoamentos para futuro).

Avaliação

A Certificação requer a frequência da totalidade das horas da ACD.

Bibliografia

Educação e Matemática, 158 - Educação e Matemática, 162 - NCTM (2017). Princípios para a ação. Lisboa: APM. - Ponte, J. P., Quaresma, M., & Mata Pereira, J. (2020). Como desenvolver o raciocínio matemático na sala de aula? Educação e Matemática, 156, 7-11. - Veloso, E. (2012). Simetria e transformações geométricas. Lisboa: APM.

Anexo(s)

Orientações Curriculares das novas AE de Matemática no 3.º Ciclo e as consequências para o Ensino da Matemática _ Parte I


Observações

Atenção: Alargámos o prazo de inscrições até ao dia 21/10/2022

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo
1 18-10-2022 (Terça-feira) 15:30 - 17:00 1:30 Online síncrona
2 08-11-2022 (Terça-feira) 15:30 - 17:00 1:30 Online síncrona
3 22-11-2022 (Terça-feira) 15:30 - 17:00 1:30 Online síncrona
4 06-12-2022 (Terça-feira) 15:30 - 17:00 1:30 Online síncrona

Ref. 158C12/T1 Concluída

Registo de acreditação: ACD7-2022/2023

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 6.0 horas

Início: 18-10-2022

Fim: 06-12-2022

Regime: e-learning

Local: Online

Formador

Susana Margarida Neves Bento

Ana Paula Simões Isidro Custódio

Destinatários

Professores do 1º Ciclo- grupo 110

Releva

Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.

Certificado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação da associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré e AE/ENA Associadas

Razões

No âmbito do projeto Contexto e Visão para a revisão curricular das Aprendizagens Essenciais em Matemática, em agosto de 2021 foram homologadas as novas Aprendizagens Essenciais de Matemática para o Ensino Básico (Despacho n.º 8209/2021, de 19 de agosto) que entrarão em vigor a partir do ano letivo: a) 2022/2023, no que respeita aos 1.º, 3.º, 5.º e 7.º anos de escolaridade; b) 2023/2024, no que respeita aos 2.º, 4.º, 6.º e 8.º anos de escolaridade; c) 2024/2025, no que respeita ao 9.º ano de escolaridade. Tendo consciência da necessidade de formação dos professores do grupo 110 para a operacionalização destes novos documentos curriculares em Matemática no Ensino Básico, procurar-se-á desenvolver uma formação focada em aspetos específicos das novas AE de Matemática para o Ensino Básico (AE, 2021), destacando o que de mais significativo e novo existe nestes documentos curriculares.

Objetivos

No final da formação, os professores participantes devem: - Compreender, de forma aprofundada, as orientações curriculares expressas nas novas AE de Matemática para o Ensino Básico, o seu racional e as consequências para o ensino da Matemática; - Estar dotados do conhecimento didático e o conhecimento matemático requeridos para o ensino orientado pelas novas AE de Matemática para o Ensino Básico; - Realizar práticas de ensino de Matemática que contemplem a planificação de aulas, a sua concretização e consequente reflexão, em contextos de trabalho colaborativo, tornando-se sensíveis e capazes de resolução para os problemas que possam surgir na prática de ensino das novas AE de Matemática para o 1.º ciclo do Ensino Básico.

Conteúdos

Partilha e reflexão em contexto de replicação da formação “Aprendizagens Essenciais da Matemática para o 1.º ciclo do Ensino Básico” cujos conteúdos são os seguintes: Orientações curriculares para o ensino da Matemática no Ensino Básico expressas nas novas AE 2021 - Caracterização das novas AE de Matemática - Articulação entre os temas nas novas AE de Matemática - Reflexos dos princípios nas opções curriculares das novas AE de Matemática Serão propostas tarefas que permitirão trabalhar as novas AE segundo diversos ângulos. Articulação entre diferentes temas matemáticos e capacidades matemáticas transversais, incorporando as capacidades e atitudes gerais transversais - Conteúdos de aprendizagem (conhecimentos, capacidades matemáticas, capacidades e atitudes gerais) que uma dada tarefa preferencialmente pode promover - Análise de produções de alunos - Feedback oral e escrito a fornecer pelo professor - Recursos, em particular tecnológicos, e suas potencialidades Serão propostas tarefas de formação constituídas por tarefas a propor aos alunos, e um conjunto de questões que incidem sobre o ensino da Matemática, a partir das características da tarefa dos alunos, de produções de alunos, de episódios de sala de aula, de notas de campo de aulas realizadas no âmbito da operacionalização destas novas AE. Práticas de ensino promotoras do desenvolvimento integrado de temas matemáticos, capacidades matemáticas transversais e capacidades e atitudes gerais transversais: - Planificação (objetivos de aprendizagem, tarefas, formas de as explorar e recursos, em particular ferramentas tecnológicas) - Operacionalização (dinâmica da aula; papel do professor e dos alunos, discussão em grande grupo) - Reflexão (aprendizagens realizadas, dificuldades reveladas pelos alunos e ações do professor, identificação de aspetos a melhorar, causas e aperfeiçoamentos para futuro).

Avaliação

A Certificação requer a frequência da totalidade das horas da ACD.

Bibliografia

Canavarro, A. P. (2009). O pensamento algébrico na aprendizagem da Matemática dos primeiros anos. Quadrante, 16(2), 81-118. - Canavarro, A. P., Oliveira, H., & Menezes, L. (2012). Práticas de ensino exploratório da matemática: O caso de Célia. In A. P. Canavarro, L. Santos, A. Boavida, H. Oliveira, L. Menezes, & S. Carreira (Eds.), Investigação em Educação Matemática – Práticas de ensino da Matemática, Livro de Atas do Encontro de Investigação em Educação Matemática EIEM2012 (pp. 255-266). Castelo de Vide: SPIEM. - NCTM (2017). Princípios para a Ação. Lisboa: APM. - Educação e Matemática, 2022, nº 162 (número temático sobre pensamento computacional) - Henriques, A., & Oliveira, H. (2012). Investigações estatísticas. Um caminho a seguir? Educação e Matemática, 120, 3-8.

Anexo(s)

Orientações Curriculares das novas AE de Matemática no 1.º Ciclo e as consequências para o Ensino da Matemática _ Parte I


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo
1 18-10-2022 (Terça-feira) 16:30 - 18:00 1:30 Online síncrona
2 08-11-2022 (Terça-feira) 16:30 - 18:00 1:30 Online síncrona
3 22-11-2022 (Terça-feira) 16:30 - 18:00 1:30 Online síncrona
4 06-12-2022 (Terça-feira) 16:30 - 18:00 1:30 Online síncrona

Ref. 103C2/A14 Concluída

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-110148/20

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50.0 horas (25.0 horas presenciais + 25.0 horas de trabalho autónomo)

Início: 17-10-2022

Fim: 23-01-2023

Regime: Presencial

Local: Escola Secundária D. Inês de Castro, Alcobaça - AE Cister

Formador

Salomé da Silva Pedro

Destinatários

Professores dos Ensinos Básico e Secundário, Professores de Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Ensinos Básico e Secundário, Professores de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. 

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação da Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré

Razões

O Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores da Comissão Europeia (doravante DigCompEdu), pretende promover a competência digital (CD) e a inovação na educação. É essencial que os docentes desenvolvam um conjunto de CD, de modo a tirar partido do potencial das tecnologias digitais. Esta ação visa contribuir para desenvolver as CD dos docentes do sistema educativo e formativo nacional (nível 2) e a sua capacidade para implementar estratégias inovadoras de ensino e de aprendizagem. Ambiciona-se criar condições favoráveis a práticas educativas que se revelem promotoras do desenvolvimento de competências digitais dos alunos. Conjuntamente com esta formação, serão submetidas outras duas, articuladas ao nível da progressão dos conteúdos.

Objetivos

EFEITOS A PRODUZIR Esta ação de formação pretende desenvolver com os docentes de nível 2 (B1/B2 do DigCompEdu) um conjunto de conhecimentos e estratégias que lhes permita desenvolver CD do nível seguinte (C1/C2 do DigCompEdu). São objetivos específicos: promover o desenvolvimento, aprofundamento e densificação das CD dos docentes, tendo em vista as 6 áreas do referencial DigCompEdu; - capacitar os docentes para a realização de atividades com tecnologias digitais em diferentes modalidades de ensino; - capacitar os docentes para a implementação de atividades que promovam a aprendizagem e o desenvolvimento das CD dos alunos; - estimular a reflexão, partilha e utilização crítica das tecnologias em contexto educativo.

Conteúdos

Os conteúdos da ação surgem, em sentido articulado e incremental, com os conteúdos da formação de nível 1. - Documentos de enquadramento das políticas educativas. - Envolvimento profissional: Discussão, renovação e inovação na prática profissional. Processos de liderança na era digital. - Recursos Educativos Digitais (RED): Utilização de estratégias e RED avançados de forma abrangente. Promoção da utilização de RED de forma colaborativa. - Ensino e Aprendizagem: Renovação da prática de ensino de forma estratégica e intencional. Inovação no processo de ensino e de aprendizagem em diferentes modalidades de ensino. - Avaliação das aprendizagens: Reflexão crítica sobre estratégias de avaliação digital. Inovação na avaliação das aprendizagens com recursos a soluções digitais. - CD dos Alunos: Promoção da CD dos alunos de forma abrangente e crítica. Inovação no envolvimento dos alunos utilizando formatos inovadores para promover a sua CD. - Planeamento da formação e aprendizagem ao longo da vida.

Metodologias

Sessões presenciais As sessões presenciais são destinadas à exploração do DigCompEdu e reflexão sobre a articulação entre as áreas de competência; à realização de atividades práticas de partilha, suportadas por um ambiente colaborativo; à exploração de ferramentas digitais para o desenvolvimento de atividades de aprendizagem promotoras da colaboração, comunicação e avaliação; à planificação e criação de atividades a implementar na escola, que promovam o desenvolvimento das CD docente e, simultaneamente, dos alunos; à reflexão crítica sobre o desenvolvimento profissional docente. Trabalho autónomo Em específico, na componente de trabalho autónomo, pretende-se assegurar a implementação das atividades planificadas nas sessões presenciais, em situações reais de ensino-aprendizagem com alunos, articulando o DigCompEdu com o respetivo currículo, e a reflexão sobre as práticas desenvolvidas. Na última sessão, os formandos apresentarão os resultados dessas atividades, com evidências, proporcionando-se a discussão e a partilha.

Avaliação

Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei no 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho no 4595/2015, de 6 de maio e com o “Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.o 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final individual elaborado e apresentado pelos formandos.

Modelo

Aplicação e análise de questionários de avaliação preenchidos pelos formadores e pelos formandos.

Bibliografia

Comissão Europeia (2020). Blended learning in school education – guidelines for the start of the academic year 2020/21. Disponível em: https://www.schooleducationgateway.eu/pt/pub/resources/publications/blended-learning-guidelines.htm Comissão Europeia (2018). Plano de Ação para a Educação Digital. Disponível em: https://eur-lex.europa.eu/legal-content/PT/TXT/PDF/?uri=CELEX:52018DC0022&from=EN Lucas, M., & Moreira, A. (2018). DigCompEdu: Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores. Aveiro: UA Editora. Licht, A.H, Tasiopoulou, E., & Wastiau, P. (2017). Open Book of Educational Innovation. European Schoolnet, Brussels. Disponível em: http://www.eun.org/documents/411753/817341/Open_book_of_Innovational_Education.pdf Ministério da Educação (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, Lisboa: ME

Anexo(s)


Observações

.

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo
1 17-10-2022 (Segunda-feira) 17:15 - 20:45 3:30 Presencial
2 24-10-2022 (Segunda-feira) 17:15 - 20:15 3:00 Presencial
3 07-11-2022 (Segunda-feira) 17:15 - 20:15 3:00 Presencial
4 21-11-2022 (Segunda-feira) 17:15 - 20:15 3:00 Presencial
5 05-12-2022 (Segunda-feira) 17:15 - 20:15 3:00 Presencial
6 19-12-2022 (Segunda-feira) 17:15 - 20:15 3:00 Presencial
7 09-01-2023 (Segunda-feira) 17:15 - 20:15 3:00 Presencial
8 23-01-2023 (Segunda-feira) 17:15 - 20:45 3:30 Presencial

Ref. 127C18/A2 Concluída

Registo de acreditação: ACD10-2021/2022

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 5.0 horas

Início: 28-09-2022

Fim: 03-10-2022

Regime: Presencial

Local: Agrupamento de Escolas da Benedita/Online

Formador

Marco António Moniz de Lemos

Destinatários

Educadores de Infância, professores do Ensino Básico e Secundário e de Educação Especial.

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, professores do Ensino Básico e Secundário e de Educação Especial.. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. 

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação da Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré

Razões

Com o desenvolvimento desta ACD pretende-se que os docentes acedam e aprofundem conhecimentos acerca das diferentes Plataformas/ Ferramentas/aplicações Digitais e da sua aplicação prática na atividade docente em contexto de Ensino e Aprendizagem à Distância. Tem ainda como objetivo melhorar os circuitos comunicacionais entre todos os intervenientes a diferentes níveis (docentes, alunos, famílias, estruturas de gestão e coordenação). Melhorar as condições e práticas de trabalho colaborativo entre profissionais e estruturas de administração e gestão.

Objetivos

Murais colaborativos (Padlet, Wakelet,…) Trabalho colaborativo recorrendo a ferramentas associadas às plataformas LMS adoptadas pelas escolas associadas (Google Classroom: Google Docs, Google Slides e Jamboard; MSTeams: OneNote, Word e PowerPoint; Moodle: fóruns, …). Serão escolhidas as ferramentas que melhor se adaptem ao grupo de formandos selecionado, tendo em conta a(s) plataforma(s) LMS adoptadas pelo Agrupamento de Escolas/Escola Não Agrupada de origem.

Conteúdos

Padlet Ferramentas da Google: Google Drive; Google contactos; Gmail. Pesquisa de informação. Segurança da Informação.

Avaliação

A Certificação requer a frequência da totalidade das horas da ACD.


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo
1 28-09-2022 (Quarta-feira) 16:00 - 18:30 2:30 Presencial
2 03-10-2022 (Segunda-feira) 17:00 - 19:30 2:30 Presencial

Ref. 151C1/T1 Concluída

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-116794/22

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50.0 horas (25.0 horas presenciais + 25.0 horas de trabalho autónomo)

Início: 27-09-2022

Fim: 21-03-2023

Regime: Presencial

Local: Escola Secundária D. Inês de Castro - AE Cister

Formador

Marina Vitória Valdez Faria Rodrigues

Destinatários

Professores do 1º Ciclo;

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do 1º Ciclo;. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do 1º Ciclo;. 

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

CFAECAN

Razões

No âmbito do projeto Contexto e Visão para a revisão curricular das Aprendizagens Essenciais em Matemática, em agosto de 2021 foram homologadas as novas Aprendizagens Essenciais de Matemática para o Ensino Básico (Despacho n.º 8209/2021, de 19 de agosto) que entrarão em vigor a partir do ano letivo: a) 2022/2023, no que respeita aos 1.º, 3.º, 5.º e 7.º anos de escolaridade; b) 2023/2024, no que respeita aos 2.º, 4.º, 6.º e 8.º anos de escolaridade; c) 2024/2025, no que respeita ao 9.º ano de escolaridade. Tendo consciência da necessidade de formação dos professores do grupo 110 para a operacionalização destes novos documentos curriculares em Matemática no Ensino Básico, procurar-se-á desenvolver uma formação focada em aspetos específicos das novas AE de Matemática para o Ensino Básico (AE, 2021), destacando o que de mais significativo e novo existe nestes documentos curriculares.

Objetivos

No final da formação, os professores participantes devem: - Compreender, de forma aprofundada, as orientações curriculares expressas nas novas AE de Matemática para o Ensino Básico, o seu racional e as consequências para o ensino da Matemática; - Estar dotados do conhecimento didático e o conhecimento matemático requeridos para o ensino orientado pelas novas AE de Matemática para o Ensino Básico; - Realizar práticas de ensino de Matemática que contemplem a planificação de aulas, a sua concretização e consequente reflexão, em contextos de trabalho colaborativo, tornando-se sensíveis e capazes de resolução para os problemas que possam surgir na prática de ensino das novas AE de Matemática para o 1.º ciclo do Ensino Básico.

Conteúdos

Orientações curriculares para o ensino da Matemática no Ensino Básico expressas nas novas AE 2021 (2 sessões de 2,5h cada): - Caracterização das novas AE de Matemática - Articulação entre os temas nas novas AE de Matemática - Reflexos dos princípios nas opções curriculares das novas AE de Matemática Serão propostas tarefas que permitirão trabalhar as novas AE segundo diversos ângulos. Articulação entre diferentes temas matemáticos e capacidades matemáticas transversais, incorporando as capacidades e atitudes gerais transversais (5 sessões de 2,5h cada): - Conteúdos de aprendizagem (conhecimentos, capacidades matemáticas, capacidades e atitudes gerais) que uma dada tarefa preferencialmente pode promover - Análise de produções de alunos - Feedback oral e escrito a fornecer pelo professor - Recursos, em particular tecnológicos, e suas potencialidades Serão propostas tarefas de formação constituídas por tarefas a propor aos alunos, e um conjunto de questões que incidem sobre o ensino da Matemática, a partir das características da tarefa dos alunos, de produções de alunos, de episódios de sala de aula, de notas de campo de aulas realizadas no âmbito da operacionalização destas novas AE. Práticas de ensino promotoras do desenvolvimento integrado de temas matemáticos, capacidades matemáticas transversais e capacidades e atitudes gerais transversais (3 sessões de 2,5h cada): - Planificação (objetivos de aprendizagem, tarefas, formas de as explorar e recursos, em particular ferramentas tecnológicas) - Operacionalização (dinâmica da aula; papel do professor e dos alunos, discussão em grande grupo) - Reflexão (aprendizagens realizadas, dificuldades reveladas pelos alunos e ações do professor, identificação de aspetos a melhorar, causas e aperfeiçoamentos para futuro). A primeira sessão será dedicada ao início da planificação da aula a lecionar, e as duas restantes decorrerão após o término do trabalho autónomo e destinar-se-ão à apresentação e reflexão da intervenção na prática letiva. Para o trabalho autónomo propor-se-á a leitura de textos que sustentem teoricamente algumas ideias chave das orientações curriculares consideradas nos documentos curriculares, assim como a leitura de textos de apoio sobre os temas trabalhados. Prevê-se ainda que o trabalho autónomo incida na conclusão da planificação, na realização da aula e na preparação da apresentação aos restantes formandos desta intervenção na prática letiva.

Metodologias

A periodicidade deverá ser variável: começando de forma mais concentrada, passando a ser mais espaçada decorridos cerca de 2/3 da formação, a fim de permitir tempo para uma intervenção na prática letiva. Sessões presenciais (momentos em pequenos grupos e em grande grupo): análise e discussão das AE, de textos teóricos que as suportam, resolução e discussão de tarefas de formação e planificação e reflexão de uma intervenção na prática. As tarefas de formação poderão incluir a resolução de tarefas a propor aos alunos, o seu enquadramento curricular, a análise de produções matemáticas de alunos e de episódios de sala de aula, e o seu enquadramento curricular no âmbito das novas AE de Matemática.

Avaliação

A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a realização e discussão das tarefas propostas nas sessões presenciais, a planificação de tarefas para os alunos e análise da sua realização na sala de aula, e o trabalho final elaborado pelos formandos. O trabalho final deverá ser uma reflexão escrita individual sobre a formação, as aprendizagens realizadas e capacidades desenvolvidas, e a sua participação na formação.

Bibliografia

- Canavarro, A. P. (2009). O pensamento algébrico na aprendizagem da Matemática dos primeiros anos. Quadrante, 16(2), 81-118. - Canavarro, A. P., Oliveira, H., & Menezes, L. (2012). Práticas de ensino exploratório da matemática: O caso de Célia. In A. P. Canavarro, L. Santos, A. Boavida, H. Oliveira, L. Menezes, & S. Carreira (Eds.), Investigação em Educação Matemática – Práticas de ensino da Matemática, Livro de Atas do Encontro de Investigação em Educação Matemática EIEM2012 (pp. 255-266). Castelo de Vide: SPIEM. - NCTM (2017). Princípios para a Ação. Lisboa: APM. - Educação e Matemática, 2022, nº 162 (número temático sobre pensamento computacional) - Henriques, A., & Oliveira, H. (2012). Investigações estatísticas. Um caminho a seguir? Educação e Matemática, 120, 3-8.

Anexo(s)

Aprendizagens essenciais de Matemática para o 1.º ciclo do Ensino Básico


Observações

Marina Vitória Valdez Faria Rodrigues

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo
1 27-09-2022 (Terça-feira) 16:30 - 19:00 2:30 Presencial
2 11-10-2022 (Terça-feira) 16:30 - 19:00 2:30 Presencial
3 25-10-2022 (Terça-feira) 16:30 - 19:00 2:30 Presencial
4 15-11-2022 (Terça-feira) 16:30 - 19:00 2:30 Presencial
5 29-11-2022 (Terça-feira) 16:30 - 19:00 2:30 Presencial
6 10-01-2023 (Terça-feira) 16:30 - 19:00 2:30 Presencial
7 24-01-2023 (Terça-feira) 16:30 - 19:00 2:30 Presencial
8 07-02-2023 (Terça-feira) 16:30 - 19:00 2:30 Presencial
9 07-03-2023 (Terça-feira) 16:30 - 19:00 2:30 Presencial
10 21-03-2023 (Terça-feira) 16:30 - 19:00 2:30 Presencial

Ref. 152C2/T1 Concluída

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-116793/22

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50.0 horas (25.0 horas presenciais + 25.0 horas de trabalho autónomo)

Início: 27-09-2022

Fim: 21-03-2023

Regime: Presencial

Local: Escola Secundária D. Inês de Castro - AE Cister

Formador

Hélia Gonçalves Pinto

Destinatários

Professores do grupo 230

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do grupo 230. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do grupo 230. 

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

CFAECAN

Razões

No âmbito do projeto Contexto e Visão para a revisão curricular das Aprendizagens Essenciais em Matemática, em agosto de 2021 foram homologadas as novas Aprendizagens Essenciais de Matemática para o Ensino Básico (Despacho n.º 8209/2021, de 19 de agosto) que entrarão em vigor a partir do ano letivo: a) 2022/2023, no que respeita aos 1.º, 3.º, 5.º e 7.º anos de escolaridade; b) 2023/2024, no que respeita aos 2.º, 4.º, 6.º e 8.º anos de escolaridade; c) 2024/2025, no que respeita ao 9.º ano de escolaridade. Tendo consciência da necessidade de formação dos professores do grupo 230 para a operacionalização destes novos documentos curriculares em Matemática do Ensino Básico procurar-se-á desenvolver uma formação focada em aspetos específicos das novas AE de Matemática para o Ensino Básico, destacando o que de mais significativo e novo existe nestes documentos curriculares.

Objetivos

No final da formação, os professores participantes devem ser capazes de: • Compreender, de forma aprofundada, as orientações curriculares expressas nas novas AE de Matemática para o Ensino Básico, o seu racional e as consequências para o ensino da Matemática; • Estar capacitados com o conhecimento didático e o conhecimento matemático requeridos para o ensino orientado pelas novas AE de Matemática para o Ensino Básico; • Realizar experiências de ensino de Matemática que contemplem a planificação de aulas, a sua concretização e consequente reflexão, em contextos de trabalho colaborativo, tornando-se sensíveis e alertados para os problemas que possam surgir na prática de ensino das novas AE de Matemática para o 2.º ciclo do Ensino Básico.

Conteúdos

Orientações curriculares para o ensino da Matemática no Ensino Básico expressas nas novas AE 2021 (2 sessões de 2,5h cada): - Caracterização das novas AE de Matemática - Articulação entre os temas nas novas AE de Matemática - Reflexos dos princípios nas opções curriculares das novas AE de Matemática Serão propostas tarefas que permitirão trabalhar as novas AE segundo diversos ângulos. Articulação entre diferentes temas matemáticos e capacidades matemáticas transversais, incorporando as capacidades e atitudes gerais transversais (5 sessões de 2,5h cada): - Conteúdos de aprendizagem (conhecimentos, capacidades matemáticas, capacidades e atitudes gerais) que uma dada tarefa preferencialmente pode promover - Análise de produções de alunos - Feedback oral e escrito a fornecer pelo professor - Recursos, em particular tecnológicos, e suas potencialidades Serão propostas tarefas de formação constituídas por tarefas a propor aos alunos, e um conjunto de questões que incidem sobre o ensino da Matemática, a partir das características da tarefa dos alunos, de produções de alunos, de episódios de sala de aula, de notas de campo de aulas realizadas no âmbito da operacionalização destas novas AE. Práticas de ensino promotoras do desenvolvimento integrado de temas matemáticos, capacidades matemáticas transversais e capacidades e atitudes gerais transversais (3 sessões de 2,5h cada): - Planificação (objetivos de aprendizagem, tarefas, formas de as explorar e recursos, em particular ferramentas tecnológicas) - Operacionalização (dinâmica da aula; papel do professor e dos alunos, discussão em grande grupo) - Reflexão (aprendizagens realizadas, dificuldades reveladas pelos alunos e ações do professor, identificação de aspetos a melhorar, causas e aperfeiçoamentos para futuro). A primeira sessão será dedicada ao início da planificação da aula a lecionar, e as duas restantes decorrerão após o término do trabalho autónomo e destinar-se-ão à apresentação e reflexão da intervenção na prática letiva. Para o trabalho autónomo propor-se-á a leitura de textos que sustentem teoricamente algumas ideias chave das orientações curriculares consideradas nos documentos curriculares, assim como a leitura de textos de apoio sobre os temas trabalhados. Prevê-se ainda que o trabalho autónomo incida na conclusão da planificação, na realização da aula e na preparação da apresentação aos restantes formandos desta intervenção na prática letiva.

Metodologias

A periodicidade deverá ser variável: começando de forma mais concentrada, passando a ser mais espaçada decorridos cerca de 2/3 da formação, a fim de permitir tempo para uma intervenção na prática letiva. Sessões presenciais (momentos em pequenos grupos e em grande grupo): análise e discussão das AE, de textos teóricos que as suportam, resolução e discussão de tarefas de formação e planificação e reflexão de uma intervenção na prática. As tarefas de formação a propor nessas sessões poderão incluir a resolução de tarefas a propor aos alunos, a análise de produções de alunos e de episódios de sala de aula, e o seu enquadramento curricular no âmbito das novas AE de Matemática.

Avaliação

A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a realização e discussão das tarefas propostas nas sessões presenciais, a planificação de tarefas para os alunos e análise da sua realização na sala de aula, e o trabalho final elaborado pelos formandos. O trabalho final deverá ser uma reflexão escrita individual sobre a formação, as aprendizagens realizadas e capacidades desenvolvidas, e a sua participação na formação.

Bibliografia

- Educação e Matemática, 158 - Educação e Matemática, 162 - NCTM (2017). Princípios para a ação. Lisboa: APM. - Ponte, J. P., Quaresma, M., & Mata Pereira, J. (2020). Como desenvolver o raciocínio matemático na sala de aula? Educação e Matemática, 156, 7-11. - Veloso, E. (2012). Simetria e transformações geométricas. Lisboa: APM.

Anexo(s)

Aprendizagens essenciais de Matemática para o 2.º ciclo do Ensino Básico


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo
1 27-09-2022 (Terça-feira) 15:30 - 18:00 2:30 Presencial
2 11-10-2022 (Terça-feira) 15:30 - 18:00 2:30 Presencial
3 25-10-2022 (Terça-feira) 15:30 - 18:00 2:30 Presencial
4 15-11-2022 (Terça-feira) 15:30 - 18:00 2:30 Presencial
5 29-11-2022 (Terça-feira) 15:30 - 18:00 2:30 Presencial
6 10-01-2023 (Terça-feira) 15:30 - 18:00 2:30 Presencial
7 24-01-2023 (Terça-feira) 15:30 - 18:00 2:30 Presencial
8 07-02-2023 (Terça-feira) 15:30 - 18:00 2:30 Presencial
9 07-03-2023 (Terça-feira) 15:30 - 18:00 2:30 Presencial
10 21-03-2023 (Terça-feira) 15:30 - 18:00 2:30 Presencial

Ref. 153C3/T1 Concluída

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-116798/22

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50.0 horas (25.0 horas presenciais + 25.0 horas de trabalho autónomo)

Início: 27-09-2022

Fim: 21-03-2023

Regime: Presencial

Local: Escola Secundária D. Inês de Castro - AE Cister

Formador

Raquel Sofia Antunes Vieira

Destinatários

Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário;

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário;. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário;. 

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

CFAECAN

Razões

No âmbito do projeto Contexto e Visão para a revisão curricular das Aprendizagens Essenciais em Matemática, em agosto de 2021 foram homologadas as novas Aprendizagens Essenciais de Matemática para o Ensino Básico (Despacho n.º 8209/2021, de 19 de agosto) que entrarão em vigor a partir do ano letivo: a) 2022/2023, no que respeita aos 1.º, 3.º, 5.º e 7.º anos de escolaridade; b) 2023/2024, no que respeita aos 2.º, 4.º, 6.º e 8.º anos de escolaridade; c) 2024/2025, no que respeita ao 9.º ano de escolaridade. Tendo consciência da necessidade de formação dos professores do grupo 500, para a operacionalização destes novos documentos curriculares em Matemática do Ensino Básico procurar-se-á desenvolver uma formação focada em aspetos específicos das novas AE de Matemática para o Ensino Básico (AE, 2021), destacando o que de mais significativo e novo existe nestes documentos curriculares.

Objetivos

No final da formação, os professores participantes devem: • Compreender, de forma aprofundada, as orientações curriculares expressas nas novas AE de Matemática para o Ensino Básico, o seu racional e as consequências para o ensino da Matemática; • Estar dotados com o conhecimento didático e o conhecimento matemático requeridos para o ensino orientado pelas novas AE de Matemática para o Ensino Básico; • Realizar práticas de ensino de Matemática que contemplem a planificação de aulas, a sua concretização e consequente reflexão, em contextos de trabalho colaborativo, tornando-se sensíveis e capazes de resolução para os problemas que possam surgir na prática de ensino das novas AE de Matemática para o 3.º ciclo do Ensino Básico.

Conteúdos

Orientações curriculares para o ensino da Matemática no Ensino Básico expressas nas novas AE 2021 (2 sessões de 2,5h cada): - Caracterização das novas AE de Matemática - Articulação entre os temas nas novas AE de Matemática - Reflexos dos princípios nas opções curriculares das novas AE de Matemática Serão propostas tarefas que permitirão trabalhar as novas AE segundo diversos ângulos. Articulação entre diferentes temas matemáticos e capacidades matemáticas transversais, incorporando as capacidades e atitudes gerais transversais (5 sessões de 2,5h cada): - Conteúdos de aprendizagem (conhecimentos, capacidades matemáticas, capacidades e atitudes gerais) que uma dada tarefa preferencialmente pode promover - Análise de produções de alunos - Feedback oral e escrito a fornecer pelo professor - Recursos, em particular tecnológicos, e suas potencialidades Serão propostas tarefas de formação constituídas por tarefas a propor aos alunos, e um conjunto de questões que incidem sobre o ensino da Matemática, a partir das características da tarefa dos alunos, de produções de alunos, de episódios de sala de aula, de notas de campo de aulas realizadas no âmbito da operacionalização destas novas AE. Práticas de ensino promotoras do desenvolvimento integrado de temas matemáticos, capacidades matemáticas transversais e capacidades e atitudes gerais transversais (3 sessões de 2,5h cada): - Planificação (objetivos de aprendizagem, tarefas, formas de as explorar e recursos, em particular ferramentas tecnológicas) - Operacionalização (dinâmica da aula; papel do professor e dos alunos, discussão em grande grupo) - Reflexão (aprendizagens realizadas, dificuldades reveladas pelos alunos e ações do professor, identificação de aspetos a melhorar, causas e aperfeiçoamentos para futuro). A primeira sessão será dedicada ao início da planificação da aula a lecionar, e as duas restantes decorrerão após o término do trabalho autónomo e destinar-se-ão à apresentação e reflexão da intervenção na prática letiva. Para o trabalho autónomo propor-se-á a leitura de textos que sustentem teoricamente algumas ideias chave das orientações curriculares consideradas nos documentos curriculares, assim como a leitura de textos de apoio sobre os temas trabalhados. Prevê-se ainda que o trabalho autónomo incida na conclusão da planificação, na realização da aula e na preparação da apresentação aos restantes formandos desta intervenção na prática letiva.

Metodologias

A periodicidade deverá ser variável: começando de forma mais concentrada, passando a ser mais espaçada decorridos cerca de 2/3 da formação, a fim de permitir tempo para uma intervenção na prática letiva. Sessões presenciais (pequenos grupos e em grande grupo): análise e discussão das AE, de textos teóricos que as suportam, resolução e discussão de tarefas de formação e planificação e reflexão de uma intervenção na prática. As tarefas de formação a propor poderão incluir a resolução de tarefas a propor aos alunos, o seu enquadramento curricular, a análise de produções matemáticas de alunos e de episódios de sala de aula, e o seu enquadramento curricular no âmbito das novas AE de Matemática.

Avaliação

A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a realização e discussão das tarefas propostas nas sessões presenciais, a planificação de tarefas para os alunos e análise da sua realização na sala de aula, e o trabalho final elaborado pelos formandos. O trabalho final deverá ser uma reflexão escrita individual sobre a formação, as aprendizagens realizadas e capacidades desenvolvidas, e a sua participação na formação.

Bibliografia

- Educação e Matemática, 158 (Temático sobre avaliação - Educação e Matemática, 162 (Temático sobre pensamento computacional) - NCTM (2017). Princípios para a ação. Lisboa: APM. - Ponte, J. P., Quaresma, M., & Mata Pereira, J. (2020). Como desenvolver o raciocínio matemático na sala de aula? Educação e Matemática, 156, 7-11. - Veloso, E. (2012). Simetria e transformações geométricas. Lisboa: APM.

Anexo(s)

Aprendizagens essenciais de Matemática para o 3.º ciclo do Ensino Básico


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo
1 27-09-2022 (Terça-feira) 15:30 - 18:00 2:30 Presencial
2 11-10-2022 (Terça-feira) 15:30 - 18:00 2:30 Presencial
3 03-11-2022 (Quinta-feira) 15:30 - 18:00 2:30 Presencial
4 15-11-2022 (Terça-feira) 15:30 - 18:00 2:30 Presencial
5 29-11-2022 (Terça-feira) 15:30 - 18:00 2:30 Presencial
6 10-01-2023 (Terça-feira) 15:30 - 18:00 2:30 Presencial
7 24-01-2023 (Terça-feira) 15:30 - 18:00 2:30 Presencial
8 07-02-2023 (Terça-feira) 15:30 - 18:00 2:30 Presencial
9 07-03-2023 (Terça-feira) 15:30 - 18:00 2:30 Presencial
10 21-03-2023 (Terça-feira) 15:30 - 18:00 2:30 Presencial

Ref. 1472_AEBenedita Concluída

Registo de acreditação: ACD4- 2022/2023

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 3.0 horas

Início: 12-09-2022

Fim: 12-09-2022

Regime: e-learning

Local: Online

Destinatários

Educadores de Infância, Professores dos Ensino Básico e Secundário e Professores de Educação Especial.

Releva

Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação da Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré e AE/ENA associados

Razões

Ano Escolar 2022_2023_ novos desafios e oportunidades 10:00_ Abertura e boas vindas - Diretores (as) dos AE/ENA e diretora do CFAE 10:30 - Conferência - Professora Doutora Maria João Santos "Docente/aluno e o processo relacional: das causas emocionais às consequências para a construção do contexto ensino aprendizagem" ... Educar é uma atividade exercida por educadores para outros a quem chamamos educandos. Este processo exige uma coisa ”vulgar” que se designa de relação e esta, para acontecer, subentende um conjunto de sistemas de regulação e reconhecimento de processo de significação dos acontecimentos.

Objetivos

- Refletir acerca do processo relacional professor/aluno Docente/aluno: das causas emocionais às consequências para a construção do contexto ensino aprendizagem.

Conteúdos

Ano Escolar 2022_2023_ Novos desafios e oportunidades 10:00_ Abertura e boas vindas - Diretores (as) dos AE/ENA e diretora do CFAE 10:30 - Conferência; Docente/aluno e o processo relacional: das causas emocionais às consequências para a construção do contexto ensino aprendizagem. Professora Doutora Maria João Santos Educar é uma atividade exercida por educadores para outros a quem chamamos educandos. Este processo exige uma coisa ”vulgar” que se designa de relação e esta, para acontecer, subentende um conjunto de sistemas de regulação e reconhecimento de processo de significação dos acontecimentos. Como é possível transmitir algo que ainda possa estimular o desejo de saber? Como podem os professores transmitir alguma coisa que dê vontade ao aluno de querer saber face às incertezas do futuro e à instabilidade do presente que aumenta a crise da transmissão? Vamos centrar-nos noutro lugar desta reflexão: a pessoa do professor, detentor do saber e não da informação. Conceito de orçamento físico; A pessoa do professor, falando de pessoas; O afeto, fonte de todas as tristezas e alegrias; A previsão; Cérebro social. E, ainda, perceber de que forma os ciclos de significação negativa dos acontecimentos, uma vez que fomentam no indivíduo o desenho interior e exterior de crenças e comportamentos desadequados, se revelam prejudiciais no confronto e superação de circunstâncias.

Avaliação

A Certificação requer a frequência da totalidade das horas da ACD.


Observações

Conferencista: Professora Doutora Maria João Pinto Sousa Santos


Ref. 1473_SMPorto Concluída

Registo de acreditação: ACD4- 2022/2023

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 3.0 horas

Início: 12-09-2022

Fim: 12-09-2022

Regime: e-learning

Local: Online

Destinatários

Educadores de Infância, Professores dos Ensino Básico e Secundário e Professores de Educação Especial.

Releva

Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação da Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré e AE/ENA associados

Razões

Ano Escolar 2022_2023_ novos desafios e oportunidades 10:00_ Abertura e boas vindas - Diretores (as) dos AE/ENA e diretora do CFAE 10:30 - Conferência - Professora Doutora Maria João Santos "Docente/aluno e o processo relacional: das causas emocionais às consequências para a construção do contexto ensino aprendizagem" ... Educar é uma atividade exercida por educadores para outros a quem chamamos educandos. Este processo exige uma coisa ”vulgar” que se designa de relação e esta, para acontecer, subentende um conjunto de sistemas de regulação e reconhecimento de processo de significação dos acontecimentos.

Objetivos

- Refletir acerca do processo relacional professor/aluno Docente/aluno: das causas emocionais às consequências para a construção do contexto ensino aprendizagem.

Conteúdos

Ano Escolar 2022_2023_ Novos desafios e oportunidades 10:00_ Abertura e boas vindas - Diretores (as) dos AE/ENA e diretora do CFAE 10:30 - Conferência; Docente/aluno e o processo relacional: das causas emocionais às consequências para a construção do contexto ensino aprendizagem. Professora Doutora Maria João Santos Educar é uma atividade exercida por educadores para outros a quem chamamos educandos. Este processo exige uma coisa ”vulgar” que se designa de relação e esta, para acontecer, subentende um conjunto de sistemas de regulação e reconhecimento de processo de significação dos acontecimentos. Como é possível transmitir algo que ainda possa estimular o desejo de saber? Como podem os professores transmitir alguma coisa que dê vontade ao aluno de querer saber face às incertezas do futuro e à instabilidade do presente que aumenta a crise da transmissão? Vamos centrar-nos noutro lugar desta reflexão: a pessoa do professor, detentor do saber e não da informação. Conceito de orçamento físico; A pessoa do professor, falando de pessoas; O afeto, fonte de todas as tristezas e alegrias; A previsão; Cérebro social. E, ainda, perceber de que forma os ciclos de significação negativa dos acontecimentos, uma vez que fomentam no indivíduo o desenho interior e exterior de crenças e comportamentos desadequados, se revelam prejudiciais no confronto e superação de circunstâncias.

Avaliação

A Certificação requer a frequência da totalidade das horas da ACD.


Observações

Conferencista: Professora Doutora Maria João Pinto Sousa Santos


Ref. 1474-AENazaré Concluída

Registo de acreditação: ACD4- 2022/2023

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 3.0 horas

Início: 12-09-2022

Fim: 12-09-2022

Regime: e-learning

Local: Online

Destinatários

Educadores de Infância, Professores dos Ensino Básico e Secundário e Professores de Educação Especial.

Releva

Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação da Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré e AE/ENA associados

Razões

Ano Escolar 2022_2023_ novos desafios e oportunidades 10:00_ Abertura e boas vindas - Diretores (as) dos AE/ENA e diretora do CFAE 10:30 - Conferência - Professora Doutora Maria João Santos "Docente/aluno e o processo relacional: das causas emocionais às consequências para a construção do contexto ensino aprendizagem" ... Educar é uma atividade exercida por educadores para outros a quem chamamos educandos. Este processo exige uma coisa ”vulgar” que se designa de relação e esta, para acontecer, subentende um conjunto de sistemas de regulação e reconhecimento de processo de significação dos acontecimentos.

Objetivos

- Refletir acerca do processo relacional professor/aluno Docente/aluno: das causas emocionais às consequências para a construção do contexto ensino aprendizagem.

Conteúdos

Ano Escolar 2022_2023_ Novos desafios e oportunidades 10:00_ Abertura e boas vindas - Diretores (as) dos AE/ENA e diretora do CFAE 10:30 - Conferência; Docente/aluno e o processo relacional: das causas emocionais às consequências para a construção do contexto ensino aprendizagem. Professora Doutora Maria João Santos Educar é uma atividade exercida por educadores para outros a quem chamamos educandos. Este processo exige uma coisa ”vulgar” que se designa de relação e esta, para acontecer, subentende um conjunto de sistemas de regulação e reconhecimento de processo de significação dos acontecimentos. Como é possível transmitir algo que ainda possa estimular o desejo de saber? Como podem os professores transmitir alguma coisa que dê vontade ao aluno de querer saber face às incertezas do futuro e à instabilidade do presente que aumenta a crise da transmissão? Vamos centrar-nos noutro lugar desta reflexão: a pessoa do professor, detentor do saber e não da informação. Conceito de orçamento físico; A pessoa do professor, falando de pessoas; O afeto, fonte de todas as tristezas e alegrias; A previsão; Cérebro social. E, ainda, perceber de que forma os ciclos de significação negativa dos acontecimentos, uma vez que fomentam no indivíduo o desenho interior e exterior de crenças e comportamentos desadequados, se revelam prejudiciais no confronto e superação de circunstâncias.

Avaliação

A Certificação requer a frequência da totalidade das horas da ACD.


Observações

Conferencista: Professora Doutora Maria João Pinto Sousa Santos


Ref. 1475_EPADRC Concluída

Registo de acreditação: ACD4- 2022/2023

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 3.0 horas

Início: 12-09-2022

Fim: 12-09-2022

Regime: e-learning

Local: Online

Destinatários

Educadores de Infância, Professores dos Ensino Básico e Secundário e Professores de Educação Especial.

Releva

Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação da Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré e AE/ENA associados

Razões

Ano Escolar 2022_2023_ novos desafios e oportunidades 10:00_ Abertura e boas vindas - Diretores (as) dos AE/ENA e diretora do CFAE 10:30 - Conferência - Professora Doutora Maria João Santos "Docente/aluno e o processo relacional: das causas emocionais às consequências para a construção do contexto ensino aprendizagem" ... Educar é uma atividade exercida por educadores para outros a quem chamamos educandos. Este processo exige uma coisa ”vulgar” que se designa de relação e esta, para acontecer, subentende um conjunto de sistemas de regulação e reconhecimento de processo de significação dos acontecimentos.

Objetivos

- Refletir acerca do processo relacional professor/aluno Docente/aluno: das causas emocionais às consequências para a construção do contexto ensino aprendizagem.

Conteúdos

Ano Escolar 2022_2023_ Novos desafios e oportunidades 10:00_ Abertura e boas vindas - Diretores (as) dos AE/ENA e diretora do CFAE 10:30 - Conferência; Docente/aluno e o processo relacional: das causas emocionais às consequências para a construção do contexto ensino aprendizagem. Professora Doutora Maria João Santos Educar é uma atividade exercida por educadores para outros a quem chamamos educandos. Este processo exige uma coisa ”vulgar” que se designa de relação e esta, para acontecer, subentende um conjunto de sistemas de regulação e reconhecimento de processo de significação dos acontecimentos. Como é possível transmitir algo que ainda possa estimular o desejo de saber? Como podem os professores transmitir alguma coisa que dê vontade ao aluno de querer saber face às incertezas do futuro e à instabilidade do presente que aumenta a crise da transmissão? Vamos centrar-nos noutro lugar desta reflexão: a pessoa do professor, detentor do saber e não da informação. Conceito de orçamento físico; A pessoa do professor, falando de pessoas; O afeto, fonte de todas as tristezas e alegrias; A previsão; Cérebro social. E, ainda, perceber de que forma os ciclos de significação negativa dos acontecimentos, uma vez que fomentam no indivíduo o desenho interior e exterior de crenças e comportamentos desadequados, se revelam prejudiciais no confronto e superação de circunstâncias.

Avaliação

A Certificação requer a frequência da totalidade das horas da ACD.


Observações

Conferencista: Professora Doutora Maria João Pinto Sousa Santos


Ref. 1476-ECB Concluída

Registo de acreditação: ACD4- 2022/2023

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 3.0 horas

Início: 12-09-2022

Fim: 12-09-2022

Regime: e-learning

Local: Online

Destinatários

Educadores de Infância, Professores dos Ensino Básico e Secundário e Professores de Educação Especial.

Releva

Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação da Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré e AE/ENA associados

Razões

Ano Escolar 2022_2023_ novos desafios e oportunidades 10:00_ Abertura e boas vindas - Diretores (as) dos AE/ENA e diretora do CFAE 10:30 - Conferência - Professora Doutora Maria João Santos "Docente/aluno e o processo relacional: das causas emocionais às consequências para a construção do contexto ensino aprendizagem" ... Educar é uma atividade exercida por educadores para outros a quem chamamos educandos. Este processo exige uma coisa ”vulgar” que se designa de relação e esta, para acontecer, subentende um conjunto de sistemas de regulação e reconhecimento de processo de significação dos acontecimentos.

Objetivos

- Refletir acerca do processo relacional professor/aluno Docente/aluno: das causas emocionais às consequências para a construção do contexto ensino aprendizagem.

Conteúdos

Ano Escolar 2022_2023_ Novos desafios e oportunidades 10:00_ Abertura e boas vindas - Diretores (as) dos AE/ENA e diretora do CFAE 10:30 - Conferência; Docente/aluno e o processo relacional: das causas emocionais às consequências para a construção do contexto ensino aprendizagem. Professora Doutora Maria João Santos Educar é uma atividade exercida por educadores para outros a quem chamamos educandos. Este processo exige uma coisa ”vulgar” que se designa de relação e esta, para acontecer, subentende um conjunto de sistemas de regulação e reconhecimento de processo de significação dos acontecimentos. Como é possível transmitir algo que ainda possa estimular o desejo de saber? Como podem os professores transmitir alguma coisa que dê vontade ao aluno de querer saber face às incertezas do futuro e à instabilidade do presente que aumenta a crise da transmissão? Vamos centrar-nos noutro lugar desta reflexão: a pessoa do professor, detentor do saber e não da informação. Conceito de orçamento físico; A pessoa do professor, falando de pessoas; O afeto, fonte de todas as tristezas e alegrias; A previsão; Cérebro social. E, ainda, perceber de que forma os ciclos de significação negativa dos acontecimentos, uma vez que fomentam no indivíduo o desenho interior e exterior de crenças e comportamentos desadequados, se revelam prejudiciais no confronto e superação de circunstâncias.

Avaliação

A Certificação requer a frequência da totalidade das horas da ACD.


Observações

Conferencista: Professora Doutora Maria João Pinto Sousa Santos


Ref. 149C22/A1 Concluída

Registo de acreditação: ACD2-2022/2023

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 3.0 horas

Início: 09-09-2022

Fim: 09-09-2022

Regime: Presencial

Local: Externato Cooperativo da Benedita

Formador

Samuel Carvalho Branco

Destinatários

Professores do 3.º Ciclo, Ensino Secundário e de Educação Especial.

Releva

Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

Externato Cooperativo da Benedita /Centro de Formação da Associação de Escolas dos concelhos de Alcobaça e Nazaré



Ref. 150C5/T1 Concluída

Registo de acreditação: ACD3-2022_2023

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 3.0 horas

Início: 09-09-2022

Fim: 09-09-2022

Regime: Presencial

Local: Escola Secundária D. Inês de Castro - AECISTER

Formador

Salomé da Silva Pedro

Destinatários

Educadores de Infância; Professores do 1º Ciclo; Professores da Educação Especial;

Releva

Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.

Certificado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

AE Cister/Centro de Formação da Associação de Escolas dos concelhos de Alcobaça e Nazaré

Razões

A garantia de uma educação inclusiva, equitativa e de qualidade é o objetivo central do Agrupamento de Escolas de Cister e dos seus profissionais. Tendo em vista a melhoria das aprendizagens dos alunos, esta ACD constitui uma oportunidade de excelência para que os profissionais em colaboração possam melhorar as metodologias e estratégias de ensino e consequentemente contribuir para melhorar as aprendizagens dos alunos.

Objetivos

Partilhar projetos e práticas de sala de aula; Promover a reflexão acerca de práticas educativas de sucesso , num perspetiva desenvolvimento profissional, do processos de ensino e da aprendizagem.

Conteúdos

9:30 - Abertura Departamento de Educação Pré-Escolar - Projeto " Truz, truz,... posso entrar?" - EB1/JI de Alcobaça - Projeto "Autonomia e Flexibilidade na Sala de Aula" - Metodologia do trabalho de projeto (intervalo) 11.30 EB1/JI de Casal dos Ramos - Projeto " Conhecer o Mundo" EB1/JI de Pataias - Projeto " Escola em @ção" Projeto de Ciências Experimentais " Laboratório em @çã

Metodologias

Apresentação, debate das experiência apresentadas

Avaliação

A Certificação requer a frequência da totalidade das horas da ACD.


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo
1 10-02-2023 (Sexta-feira) 09:30 - 12:30 3:00 Presencial

Ref. 1382 Concluída

Registo de acreditação: ACD1-2022/2023

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 3.0 horas

Início: 08-09-2022

Fim: 08-09-2022

Regime: Presencial

Local: Escola Secundária D. Inês de Castro, AE de Cister

Formador

Salomé da Silva Pedro

Destinatários

Professores do1.º 2.º e 3º Ciclos/Ensino Secundário; Professores da Educação Especial.

Releva

Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.

Certificado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação da Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré e AE/ENA associados

Razões

A publicação do Decreto-Lei n.º 55/2018, de 6 de julho, que define os princípios de organização do currículo dos ensinos básico e secundário, bem como do Decreto-Lei n.º 54/2018, de 6 de julho, que estabelece o regime jurídico da Educação Inclusiva, visa permitir às escolas a gestão do currículo, de forma autónoma, flexível, atendendo ao meio em que se inserem, de modo a que todos os alunos alcancem as competências previstas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Os DAC são um dos instrumentos que permitem a adequação do currículo às exigências do século XXI, contribuindo para o desenvolvimento de aprendizagens de qualidade, enquanto respostas efetivas às necessidades educativas de todos os alunos.

Objetivos

Desenvolver competências para que a gestão autónoma e flexível do currículo conduza à aquisição das competências definidas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Promover o trabalho colaborativo entre professores. Identificar os Domínios de Autonomia Curricular como uma das opões curriculares das escolas, no âmbito do Decreto-Lei n.º 55/2018. Compreender os diferentes tipos e níveis de integração curricular; Desenvolver competências para a elaboração de Domínios de Autonomia Curricular, de acordo com as Aprendizagens Essenciais e com o Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória.

Conteúdos

Autonomia e Flexibilização Curricular: enquadramento teórico e legal ; Níveis de integração curricular: disciplinaridade, multidisciplinaridade, interdisciplinaridade, transdisciplinaridade; Reflexão e partilha de práticas do AE relacionadas com articulação curricular e DAC; Planificação, Abordagens e Concretização de Domínios de Autonomia Curricular; O eixo 1.2.6. do Plano de Recuperação de Aprendizagens.

Avaliação

A Certificação requer a frequência da totalidade das horas da ACD.

Bibliografia

Direção-Geral da Educação, 2018. Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Decreto-Lei n.º 55/2018 de 6 de julho Decreto-Lei n.º 54/2018 de 6 de julho

Anexo(s)


Observações

Sessão 1 - 9h30min - preferencialmente para diretores de turma de 2.º ciclo

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo
1 08-09-2022 (Quinta-feira) 09:30 - 12:30 3:00 Presencial

Ref. 1383 Concluída

Registo de acreditação: ACD1-2022/2023

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 3.0 horas

Início: 08-09-2022

Fim: 08-09-2022

Regime: Presencial

Local: Escola Secundária D. Inês de Castro, AE de Cister

Formador

Salomé da Silva Pedro

Destinatários

Professores do1.º 2.º e 3º Ciclos/Ensino Secundário; Professores da Educação Especial.

Releva

Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.

Certificado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação da Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré e AE/ENA associados

Razões

A publicação do Decreto-Lei n.º 55/2018, de 6 de julho, que define os princípios de organização do currículo dos ensinos básico e secundário, bem como do Decreto-Lei n.º 54/2018, de 6 de julho, que estabelece o regime jurídico da Educação Inclusiva, visa permitir às escolas a gestão do currículo, de forma autónoma, flexível, atendendo ao meio em que se inserem, de modo a que todos os alunos alcancem as competências previstas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Os DAC são um dos instrumentos que permitem a adequação do currículo às exigências do século XXI, contribuindo para o desenvolvimento de aprendizagens de qualidade, enquanto respostas efetivas às necessidades educativas de todos os alunos.

Objetivos

Desenvolver competências para que a gestão autónoma e flexível do currículo conduza à aquisição das competências definidas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Promover o trabalho colaborativo entre professores. Identificar os Domínios de Autonomia Curricular como uma das opões curriculares das escolas, no âmbito do Decreto-Lei n.º 55/2018. Compreender os diferentes tipos e níveis de integração curricular; Desenvolver competências para a elaboração de Domínios de Autonomia Curricular, de acordo com as Aprendizagens Essenciais e com o Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória.

Conteúdos

Autonomia e Flexibilização Curricular: enquadramento teórico e legal ; Níveis de integração curricular: disciplinaridade, multidisciplinaridade, interdisciplinaridade, transdisciplinaridade; Reflexão e partilha de práticas do AE relacionadas com articulação curricular e DAC; Planificação, Abordagens e Concretização de Domínios de Autonomia Curricular; O eixo 1.2.6. do Plano de Recuperação de Aprendizagens.

Avaliação

A Certificação requer a frequência da totalidade das horas da ACD.

Bibliografia

Direção-Geral da Educação, 2018. Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Decreto-Lei n.º 55/2018 de 6 de julho Decreto-Lei n.º 54/2018 de 6 de julho

Anexo(s)


Observações

Sessão 2 - 14h30min - preferencialmente para diretores de turma do 3.º ciclo

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo
1 08-09-2022 (Quinta-feira) 14:30 - 17:30 3:00 Presencial

Ref. 1381 Concluída

Registo de acreditação: ACD1-2022/2023

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 3.0 horas

Início: 06-09-2022

Fim: 06-09-2022

Regime: Presencial

Local: Externato Cooperativo da Benedita

Formador

Salomé da Silva Pedro

Destinatários

Professores do1.º 2.º e 3º Ciclos/Ensino Secundário; Professores da Educação Especial.

Releva

Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.

Certificado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação da Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré e AE/ENA associados

Razões

A publicação do Decreto-Lei n.º 55/2018, de 6 de julho, que define os princípios de organização do currículo dos ensinos básico e secundário, bem como do Decreto-Lei n.º 54/2018, de 6 de julho, que estabelece o regime jurídico da Educação Inclusiva, visa permitir às escolas a gestão do currículo, de forma autónoma, flexível, atendendo ao meio em que se inserem, de modo a que todos os alunos alcancem as competências previstas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Os DAC são um dos instrumentos que permitem a adequação do currículo às exigências do século XXI, contribuindo para o desenvolvimento de aprendizagens de qualidade, enquanto respostas efetivas às necessidades educativas de todos os alunos.

Objetivos

Desenvolver competências para que a gestão autónoma e flexível do currículo conduza à aquisição das competências definidas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Promover o trabalho colaborativo entre professores. Identificar os Domínios de Autonomia Curricular como uma das opões curriculares das escolas, no âmbito do Decreto-Lei n.º 55/2018. Compreender os diferentes tipos e níveis de integração curricular; Desenvolver competências para a elaboração de Domínios de Autonomia Curricular, de acordo com as Aprendizagens Essenciais e com o Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória.

Conteúdos

Autonomia e Flexibilização Curricular: enquadramento teórico e legal ; Níveis de integração curricular: disciplinaridade, multidisciplinaridade, interdisciplinaridade, transdisciplinaridade; Reflexão e partilha de práticas do AE relacionadas com articulação curricular e DAC; Planificação, Abordagens e Concretização de Domínios de Autonomia Curricular; O eixo 1.2.6. do Plano de Recuperação de Aprendizagens.

Avaliação

A Certificação requer a frequência da totalidade das horas da ACD.

Bibliografia

Direção-Geral da Educação, 2018. Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Decreto-Lei n.º 55/2018 de 6 de julho Decreto-Lei n.º 54/2018 de 6 de julho

Anexo(s)


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo
1 06-09-2022 (Terça-feira) 14:30 - 17:30 3:00 Presencial

Ref. 135B20/T1 Concluída

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-115028/22

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 12.0 horas

Início: 07-07-2022

Fim: 08-07-2022

Regime: Presencial

Local: Biblioteca Municipal de Alcobaça e ESDICA, AE CISTER

Formador

Paula da Conceição Rodrigues Ribeiro

Destinatários

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. 

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Rede Bibliotecas do Concelho de ALcobaça

Razões

A promoção da leitura, a criação e o desenvolvimento de leitores são desafios que exigem conhecimento e atualização constante. As bibliotecas escolares e municipais assumem-se como genuínas plataformas de recursos formativos, potenciadores de boas práticas profissionais, facilitadores da formação dos docentes e restante comunidade educativa, favorecendo uma profícua Aprendizagem ao Longo da Vida, combatendo, de forma ativa, empreendedora e colaborativa, a iliteracia cultural. Neste sentido, o Seminário Da Arte de Ler… o Fantástico, na sua 8ª edição, surge como um espaço-tempo para debater e recentrar temáticas pertinentes que vão ao encontro das necessidades formativas dos docentes do século XXI.

Objetivos

1.Contribuir para uma mudança de práticas, proporcionando o debate e a reflexão sobre o papel da escola e da literatura no contexto da sociedade moderna. 2.Atualizar os percursos profissionais dos docentes face à sua missão e às exigências da sociedade da informação e do conhecimento. 3.Contribuir para o reforço das competências e conhecimento dos agentes educativos, mobilizando-os para a importância do papel das Bibliotecas, enquanto espaços propiciadores do trabalho colaborativo, a desenvolver com toda a comunidade educativa. 4. Motivar para o papel do fantástico como potenciador de recriação de sentidos na apropriação de conhecimentos e de conceitos. 5. Partilhar diferentes experiências, visões e conhecimentos. 6. Explorar novos modos de comunicação e novas abordagens em contexto educativo, partindo de textos e de práticas que tenham subjacente o fantástico.

Conteúdos

A formação englobará sessões teóricas/palestras e oficinas, com a presença de especialistas convidados, de acordo com a seguinte proposta: 1- Introdução ao tema e organização das atividades; 2- O fantástico é um mecanismo complexo, pela multiplicidade de dimensões que encerra. Como tal, a reflexão sobre a arte de ler o fantástico torna-se enriquecedora pelos desafios que se colocam aos agentes educativos e culturais no mundo contemporâneo, atravessado por múltiplas linguagens e interações mediáticas. 3- O fantástico como uma estratégia discursiva capaz de revelar/reinterpretar/denunciar os componentes sociais, axiológicos e culturais que caracterizam as épocas; 4- O papel do fantástico na aquisição de conhecimentos e de conceitos; 5- O fantástico como potenciador da imaginação e (re)criação do mundo; 6- O fantástico nas diferentes linguagens de comunicação e expressão; 7- Reflexão, sistematização, avaliação.

Metodologias

A ação prevê comunicações/painéis e debates em torno dos conteúdos definidos. Decorrerão também oficinas temáticas, com vista ao desenvolvimento de estratégias promotoras de competências, valores e literacias múltiplas.

Modelo

A avaliação final é quantitativa, na escala de 1 a 10, conforme indicado no Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo em conta a apreciação do Relatório Individual Final e da participação nas sessões e atividades.

Bibliografia

Cordeiro, C. R. et al (2008). O Fantástico, Centro de Literatura Portuguesa, Universidade de Coimbra: Coimbra Gama, J. (2018). Livros de fantasia portugueses? Existem e recomendam-se. Espalhafactos. Disponível em https://espalhafactos.com/2018/08/23/fantasia-que-por-ca-mora-os-principais-autores-e-obras-que-povoam-o-fantastico-em-portugal/ Ministério da Educação (2017), Perfil dos Alunos à saída da Escolaridade Obrigatória; Ministério da Educação (2017). Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania. Rede de Bibliotecas Escolares (2021). Bibliotecas Escolares: presentes para o futuro. Quadro estratégico:2021-2027. Todorov, T. (1992). Introdução à Literatura Fantástica. Debates nº 98. Perspetiva.


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo
1 07-07-2022 (Quinta-feira) 09:30 - 11:00 1:30 Presencial
2 07-07-2022 (Quinta-feira) 11:00 - 12:30 1:30 Presencial
3 07-07-2022 (Quinta-feira) 14:30 - 16:00 1:30 Presencial
4 07-07-2022 (Quinta-feira) 16:00 - 17:30 1:30 Presencial
5 08-07-2022 (Sexta-feira) 09:30 - 12:30 3:00 Presencial
6 08-07-2022 (Sexta-feira) 14:30 - 17:30 3:00 Presencial

Ref. 135B20/T2 Concluída

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-115028/22

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 12.0 horas

Início: 07-07-2022

Fim: 08-07-2022

Regime: Presencial

Local: Biblioteca Municipal de Alcobaça e ESDICA

Formador

Ana Paula Príncipe Cardoso

Destinatários

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. 

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Rede Bibliotecas do Concelho de ALcobaça

Razões

A promoção da leitura, a criação e o desenvolvimento de leitores são desafios que exigem conhecimento e atualização constante. As bibliotecas escolares e municipais assumem-se como genuínas plataformas de recursos formativos, potenciadores de boas práticas profissionais, facilitadores da formação dos docentes e restante comunidade educativa, favorecendo uma profícua Aprendizagem ao Longo da Vida, combatendo, de forma ativa, empreendedora e colaborativa, a iliteracia cultural. Neste sentido, o Seminário Da Arte de Ler… o Fantástico, na sua 8ª edição, surge como um espaço-tempo para debater e recentrar temáticas pertinentes que vão ao encontro das necessidades formativas dos docentes do século XXI.

Objetivos

1.Contribuir para uma mudança de práticas, proporcionando o debate e a reflexão sobre o papel da escola e da literatura no contexto da sociedade moderna. 2.Atualizar os percursos profissionais dos docentes face à sua missão e às exigências da sociedade da informação e do conhecimento. 3.Contribuir para o reforço das competências e conhecimento dos agentes educativos, mobilizando-os para a importância do papel das Bibliotecas, enquanto espaços propiciadores do trabalho colaborativo, a desenvolver com toda a comunidade educativa. 4. Motivar para o papel do fantástico como potenciador de recriação de sentidos na apropriação de conhecimentos e de conceitos. 5. Partilhar diferentes experiências, visões e conhecimentos. 6. Explorar novos modos de comunicação e novas abordagens em contexto educativo, partindo de textos e de práticas que tenham subjacente o fantástico.

Conteúdos

A formação englobará sessões teóricas/palestras e oficinas, com a presença de especialistas convidados, de acordo com a seguinte proposta: 1- Introdução ao tema e organização das atividades; 2- O fantástico é um mecanismo complexo, pela multiplicidade de dimensões que encerra. Como tal, a reflexão sobre a arte de ler o fantástico torna-se enriquecedora pelos desafios que se colocam aos agentes educativos e culturais no mundo contemporâneo, atravessado por múltiplas linguagens e interações mediáticas. 3- O fantástico como uma estratégia discursiva capaz de revelar/reinterpretar/denunciar os componentes sociais, axiológicos e culturais que caracterizam as épocas; 4- O papel do fantástico na aquisição de conhecimentos e de conceitos; 5- O fantástico como potenciador da imaginação e (re)criação do mundo; 6- O fantástico nas diferentes linguagens de comunicação e expressão; 7- Reflexão, sistematização, avaliação.

Metodologias

A ação prevê comunicações/painéis e debates em torno dos conteúdos definidos. Decorrerão também oficinas temáticas, com vista ao desenvolvimento de estratégias promotoras de competências, valores e literacias múltiplas.

Modelo

A avaliação final é quantitativa, na escala de 1 a 10, conforme indicado no Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo em conta a apreciação do Relatório Individual Final e da participação nas sessões e atividades.

Bibliografia

Cordeiro, C. R. et al (2008). O Fantástico, Centro de Literatura Portuguesa, Universidade de Coimbra: Coimbra Gama, J. (2018). Livros de fantasia portugueses? Existem e recomendam-se. Espalhafactos. Disponível em https://espalhafactos.com/2018/08/23/fantasia-que-por-ca-mora-os-principais-autores-e-obras-que-povoam-o-fantastico-em-portugal/ Ministério da Educação (2017), Perfil dos Alunos à saída da Escolaridade Obrigatória; Ministério da Educação (2017). Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania. Rede de Bibliotecas Escolares (2021). Bibliotecas Escolares: presentes para o futuro. Quadro estratégico:2021-2027. Todorov, T. (1992). Introdução à Literatura Fantástica. Debates nº 98. Perspetiva.


Observações

A inscrição apenas será considerada definitiva após a submissão do comprovativo de pagamento na sua área pessoal desta plataforma, e da validação pelos Serviços. A abertura de cada Turma está condicionada a um número mínimo de inscritos. Caso a turma em que se inscreveu não abra, será colocado(a) numa turma onde haja vagas. Para qualquer esclarecimento contactar o CFAECAN ou RBCA através dos emails: geral.cfaecan@gmail.com e rbcacb@gmail.com ou ainda através do telefone 262505171

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo
1 07-07-2022 (Quinta-feira) 09:30 - 11:00 1:30 Presencial
2 07-07-2022 (Quinta-feira) 11:00 - 12:30 1:30 Presencial
3 07-07-2022 (Quinta-feira) 14:30 - 16:00 1:30 Presencial
4 07-07-2022 (Quinta-feira) 16:00 - 17:30 1:30 Presencial
5 08-07-2022 (Sexta-feira) 09:30 - 12:30 3:00 Presencial
6 08-07-2022 (Sexta-feira) 14:30 - 17:30 3:00 Presencial

Ref. 135B20/T3 Concluída

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-115028/22

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 12.0 horas

Início: 07-07-2022

Fim: 08-07-2022

Regime: Presencial

Local: Biblioteca Municipal de Alcobaça e ESDICA

Formador

Eliana Borges Henriques Vieira

Destinatários

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. 

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Rede Bibliotecas do Concelho de ALcobaça

Razões

A promoção da leitura, a criação e o desenvolvimento de leitores são desafios que exigem conhecimento e atualização constante. As bibliotecas escolares e municipais assumem-se como genuínas plataformas de recursos formativos, potenciadores de boas práticas profissionais, facilitadores da formação dos docentes e restante comunidade educativa, favorecendo uma profícua Aprendizagem ao Longo da Vida, combatendo, de forma ativa, empreendedora e colaborativa, a iliteracia cultural. Neste sentido, o Seminário Da Arte de Ler… o Fantástico, na sua 8ª edição, surge como um espaço-tempo para debater e recentrar temáticas pertinentes que vão ao encontro das necessidades formativas dos docentes do século XXI.

Objetivos

1.Contribuir para uma mudança de práticas, proporcionando o debate e a reflexão sobre o papel da escola e da literatura no contexto da sociedade moderna. 2.Atualizar os percursos profissionais dos docentes face à sua missão e às exigências da sociedade da informação e do conhecimento. 3.Contribuir para o reforço das competências e conhecimento dos agentes educativos, mobilizando-os para a importância do papel das Bibliotecas, enquanto espaços propiciadores do trabalho colaborativo, a desenvolver com toda a comunidade educativa. 4. Motivar para o papel do fantástico como potenciador de recriação de sentidos na apropriação de conhecimentos e de conceitos. 5. Partilhar diferentes experiências, visões e conhecimentos. 6. Explorar novos modos de comunicação e novas abordagens em contexto educativo, partindo de textos e de práticas que tenham subjacente o fantástico.

Conteúdos

A formação englobará sessões teóricas/palestras e oficinas, com a presença de especialistas convidados, de acordo com a seguinte proposta: 1- Introdução ao tema e organização das atividades; 2- O fantástico é um mecanismo complexo, pela multiplicidade de dimensões que encerra. Como tal, a reflexão sobre a arte de ler o fantástico torna-se enriquecedora pelos desafios que se colocam aos agentes educativos e culturais no mundo contemporâneo, atravessado por múltiplas linguagens e interações mediáticas. 3- O fantástico como uma estratégia discursiva capaz de revelar/reinterpretar/denunciar os componentes sociais, axiológicos e culturais que caracterizam as épocas; 4- O papel do fantástico na aquisição de conhecimentos e de conceitos; 5- O fantástico como potenciador da imaginação e (re)criação do mundo; 6- O fantástico nas diferentes linguagens de comunicação e expressão; 7- Reflexão, sistematização, avaliação.

Metodologias

A ação prevê comunicações/painéis e debates em torno dos conteúdos definidos. Decorrerão também oficinas temáticas, com vista ao desenvolvimento de estratégias promotoras de competências, valores e literacias múltiplas.

Modelo

A avaliação final é quantitativa, na escala de 1 a 10, conforme indicado no Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo em conta a apreciação do Relatório Individual Final e da participação nas sessões e atividades.

Bibliografia

Cordeiro, C. R. et al (2008). O Fantástico, Centro de Literatura Portuguesa, Universidade de Coimbra: Coimbra Gama, J. (2018). Livros de fantasia portugueses? Existem e recomendam-se. Espalhafactos. Disponível em https://espalhafactos.com/2018/08/23/fantasia-que-por-ca-mora-os-principais-autores-e-obras-que-povoam-o-fantastico-em-portugal/ Ministério da Educação (2017), Perfil dos Alunos à saída da Escolaridade Obrigatória; Ministério da Educação (2017). Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania. Rede de Bibliotecas Escolares (2021). Bibliotecas Escolares: presentes para o futuro. Quadro estratégico:2021-2027. Todorov, T. (1992). Introdução à Literatura Fantástica. Debates nº 98. Perspetiva.


Observações

A inscrição apenas será considerada definitiva após a submissão do comprovativo de pagamento na sua área pessoal desta plataforma, e da validação pelos Serviços. A abertura de cada Turma está condicionada a um número mínimo de inscritos. Caso a turma em que se inscreveu não abra, será colocado(a) numa turma onde haja vagas. Para qualquer esclarecimento contactar o CFAECAN ou RBCA através dos emails: geral.cfaecan@gmail.com e rbcacb@gmail.com ou ainda através do telefone 262505171

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo
1 07-07-2022 (Quinta-feira) 09:30 - 11:00 1:30 Presencial
2 07-07-2022 (Quinta-feira) 11:00 - 12:30 1:30 Presencial
3 07-07-2022 (Quinta-feira) 14:30 - 16:00 1:30 Presencial
4 07-07-2022 (Quinta-feira) 16:00 - 17:30 1:30 Presencial
5 08-07-2022 (Sexta-feira) 09:30 - 12:30 3:00 Presencial
6 08-07-2022 (Sexta-feira) 14:30 - 17:30 3:00 Presencial

Ref. 145B22/T1 Concluída

Registo de acreditação: ACD22 - 2021/2022

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 3.0 horas

Início: 28-06-2022

Fim: 28-06-2022

Regime: Presencial

Local: Escola Secundária D. Inês de Castro, Alcobaça - AE Cister

Formador

Ana Rita Almeida Barreto

Destinatários

Professores do 1º Ciclo; Professores do 2º Ciclo; Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário; Professores da Educação Especial;

Releva

Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

Agrupamento de Escolas de Cister e CFAECAN

Razões

A Lei 31/2002 de 20 de dezembro aprovou o sistema de avaliação dos estabelecimentos de educação pré-escolar e dos ensinos básico e secundário, definindo orientações gerais para a autoavaliação e para a avaliação externa. Em 2008, veio o Decreto-Lei nº 75/2008 relativo à autonomia, administração e gestão das Escolas, reforçar a referida metodologia, instituindo o relatório de autoavaliação enquanto instrumento de autonomia e de prestação de contas referente à concretização dos objetivos do projeto educativo. A implementação de modelos de autoavaliação CAF – Common Assessment Framework, recentemente revista para a versão 2020, permite o recurso aos modelos específicos da qualidade desenhados para a Administração Pública Europeia, posicionando as Escolas, através da CAF, no “estado de arte” da qualidade em serviços públicos e no acesso a uma rede vasta de partilha de experiências europeias, mediante o EIPA – European Institute for Public Administration. A pertinência do presente projeto formativo centra-se no desenvolvimento de um Sistema da Qualidade que represente a estratégia organizacional dos Agrupamentos/Escolas participantes na adoção nos princípios transversais de uma Cultura da Qualidade, considerando as atuais referências nos domínios de atuação e mudança das Organizações da Administração Pública. Mediante os instrumentos de autoavaliação instituídos pelo Modelo Europeu da Administração Pública – CAF pretende-se desenvolver o diagnóstico de desempenho organizacional e instituir uma ferramenta de gestão específica do sector público de forma a construir projetos de mudança sustentados, desenvolvendo uma cultura de serviço público orientado para a comunidade educativa.

Conteúdos

Apresentação à Comunidade Educativa dos resultados do Curso de Formação "CAF 2020 - Excelência Organizacional "

Bibliografia

• Referenciais normativos internacionais ISO – International Standard Organization: NP EN ISO 9001, 14001, NP 4397, SA 8000 – Instituto Português da Qualidade • EIPA – European Institute for Public Administration – CAF and Education – www.eipa.eu/en/topic/show/&tid=191 • DGAEP - www.caf.dgaep.gov.pt/ - Guião de Auto-avaliação, Esquema 10 passos para a Auto-avaliação, Apresentação da CAF, Folheto da CAF2006; EFQM leading excellence - http://www.efqm.org • OECD - http://www.oecd.org/edu/ceri/governingcomplexeducationsystemsgces.htm Governing Education in a Complex World e Education Governance in Action • OECD Measuring Innovation in Education - http://www.oecd.org/edu/ceri/measuring-innovation-in-education.htm


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo
1 28-06-2022 (Terça-feira) 16:00 - 19:00 3:00 Presencial

Ref. 139C20/A1 Concluída

Registo de acreditação: ACD18-2021/2022

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 3.0 horas

Início: 22-06-2022

Fim: 22-06-2022

Regime: Presencial

Local: Online, nos termos da Carta Circular n.º 5/21, do CCPFC

Formador

Ana Paula das Neves Santos

Destinatários

Professores do 1º Ciclo;

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do 1º Ciclo;. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. 

Certificado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação da Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré

Razões

A versão preliminar do Referencial de Competências Digitais para o 1ºCEB foi concebido e enquadrado nas ações de I&D previstas no Projeto Escol@s Digitais, iniciado em 2021 com a finalidade de apoiar a transformação digital em todas as escolas do 1.º CEB da rede pública municipal da Amadora. Este referencial foi desenvolvido por um conjunto de professores do 1.º CEB do concelho da Amadora tendo como base as “Orientações Curriculares de TIC no 1.º Ciclo do Ensino Básico”. De acordo com n.º 3 do artigo 13 do Decreto-Lei n.o 55/2018, de 6 de julho, a componente de Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC), constitui-se como “uma componente de integração curricular transversal potenciada pela dimensão globalizante do ensino no 1.º ciclo de escolaridade, de natureza instrumental e de suporte às aprendizagens a desenvolver em todas as componentes do currículo”. Visando constituir uma ajuda concreta e efetiva ao trabalho que os professores se propõem realizar com tecnologias, foi nessa perspetiva que o referencial foi concebido, constituindo, portanto, uma proposta de operacionalização das Orientações Curriculares TIC para o 1.º CEB acima referidas. Para enquadrar todo este processo também à luz das novas exigências sociais e culturais, foram consideradas as recomendações e iniciativas em curso no âmbito do reforço da “capacitação digital”, considerando, no entanto, de forma muito particular a especificidade que caracteriza o contexto educativo e, consequentemente, as práticas e os processos formais de aprendizagem que ocorrem em contexto escolar, assim como as aquisições que os alunos são capazes de realizar num determinado momento do seu desenvolvimento.

Objetivos

Sensibilização dos docentes para a construção do referencial salientando a natureza evolutiva do documento que, procura constituir uma ajuda concreta e efetiva ao trabalho que os professores se propõem realizar com tecnologias, propondo estimular novos processos de discussão sobre o que pode e deve ser feito pelos professores para garantir que os alunos desenvolvam e mobilizem competências digitais em contexto escolar, de forma intencional e incremental. Como se prevê uma revisão periódica do referencial, com base no trabalho a desenvolver no terreno e recorrendo às sugestões que os próprios professores e outros interessados façam chegar à equipa esta ACD tem por objetivo recolher ideias que possam enriquecer a construção do referencial.

Conteúdos

Os princípios orientadores para a construção do referencial traduziram-se na identificação de 4 domínios de competência digital que, tal como preconizado nas orientações curriculares, concorrem para o desenvolvimento das competências previstas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória: I – Segurança, Responsabilidade e Respeito - capacidade para usar ferramentas e recursos digitais com segurança, respeitando as normas de utilização e de comportamento previamente definidas com o apoio do professor. II – Investigar e Pesquisar - capacidade de pesquisar, selecionar, analisar e tratar a informação no contexto de atividades investigativas previamente definidas com o apoio do professor. III – Comunicar e Colaborar - capacidade de comunicar, interagir e colaborar usando ferramentas e ambientes de comunicação em rede previamente selecionados com o apoio do professor. IV – Criar e Inovar - capacidade de aplicar o pensamento computacional para gerar ideias, criar artefactos digitais e encontrar soluções para a resolução de problemas previamente identificados com o apoio do professor. Para além destes quatro domínios de competência, que também se encontram no ciclo de escolaridade subsequente, apresenta-se também a definição de níveis de progressão e de desenvolvimento das competências digitais a adquirir ao longo do 1.º CEB. Assim, apresenta-se o estabelecimento das competências na área do digital a adquirir pelos alunos deste nível de escolaridade, com discriminação explícita de conhecimentos, capacidades e atitudes, organizadas em duas etapas distintas do 1.º CEB: a primeira etapa, contemplando as competências digitais visadas ao longo dos primeiros dois anos de escolaridade; e a segunda etapa, estabelecendo as competências digitais visadas para os dois últimos anos de escolaridade do 1.º CEB.

Bibliografia

Martins, G.; Gomes, C.; Brocardo, J.; Pedroso, J.; Carrillo, J.; Silva, L.; Encarnação, M.M; Horta, M. J; Calçada, M.T.; Nery, R.; Rodrigues, S. (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Ministério da Educação, Direção-Geral da Educação (DGE). https://escolasdigitais.ie.ulisboa.pt/wp-content/uploads/2022/02/Referencial_CD_v1.pdf


Observações

A ACD decorrerá no dia 22 de junho entre as 17:15H e as 20:15H em regime online.

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo
1 22-06-2022 (Quarta-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Presencial

Ref. 126C17/A2 Concluída

Registo de acreditação: ACD11-2021/2022

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 5.0 horas

Início: 08-06-2022

Fim: 15-06-2022

Regime: Presencial

Local: Online ( nos termos da Carta Circular n.º5/21, do CCPFC)

Formador

Ana Paula das Neves Santos

Destinatários

Educadores de Infância, professores do Ensino Básico e Secundário e de Educação Especial

Releva

Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.

Certificado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação da Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré

Razões

A evolução das tecnologias digitais e de uma consciência de mundialização em rede têm provocado mudanças acentuadas na sociedade, impulsionando o nascimento de novos paradigmas, modelos, processos de comunicação educacional, bem como novos cenários de ensino e de aprendizagem. É, pois, impossível imaginar uma educação “unblended” – e não é se devemos combinar, mas como combinar, o que exige uma reengenharia dos processos de ensino e mudanças culturais, nas instituições e nos atores. Esta é a visão híbrida, uma visão de inovação sustentada, que projeta a realidade de um caminho nem sempre fácil de percorrer. É neste contexto de uma educação blended e híbrida, compreendida quanto à presença (física e digital), quanto às tecnologias (analógicas e digitais), quanto à cultura (pré-digital e digital) e, sobretudo, quanto aos ambientes e espaços (analógicos e digitais), que este texto encontra o seu espaço. O seu principal objetivo é, por um lado, analisar modelos híbridos que permitem articular e combinar diferentes ambientes de aprendizagem e, por outro, apresentar alguns conceitos a ter em consideração na planificação e gestão de atividades de aprendizagem nesses ambientes.

Objetivos

Com o desenvolvimento desta ACD pretende-se que os docentes acedam e aprofundem conhecimentos acerca das diferentes Plataformas/ Ferramentas/aplicações Digitais e da sua aplicação prática na atividade docente em contexto de Ensino e Aprendizagem à Distância. Tem ainda como objetivo melhorar os circuitos comunicacionais entre todos os intervenientes a diferentes níveis (docentes, alunos, famílias, estruturas de gestão e coordenação). Melhorar as condições e práticas de trabalho colaborativo entre profissionais e estruturas de administração e gestão. Serão escolhidas as ferramentas que melhor se adaptem ao grupo de formandos selecionado, tendo em conta a(s) plataforma(s) LMS adoptadas pelo Agrupamento de Escolas/Escola Não Agrupada de origem. Exploração da ferramenta de criação de apresentações interativas: Mentimeter Exploração da ferramenta de criação de questionários: Quizizz

Conteúdos

- Enquadramento e conceitos associados aos ambientes híbridos de aprendizagem - Recursos digitais em modelos de aprendizagem híbridos: Picker Weel, Wheele of Names, Padlet - Exploração da ferramenta de criação de apresentações interativas: Mentimeter - Exploração das ferramentas de criação de questionários: Kahoot e Quizizz.

Metodologias

A metodologia utilizada consistiu na simulação de exemplos práticos de planos de aula enquadrando modelos de aprendizagem híbridos e respetivos recursos digitais utilizados. Explanação do funcionamento e construção dos REd's utilizados nos planos de aula apresentados.

Avaliação

A Certificação requer a frequência da totalidade das horas da ACD.

Bibliografia

Moreira & Horta (2020). Educação e Ambientes Híbridos de Aprendizagem. Um Processo de Inovação Sustentada. José António Moreira. Revista UFG. 2020, v.20: e66027. Graham, Borup, Short, Archambault (2019). K-12 Blended Teaching: A Guide to Personalized Learning and Online Integration. Teacher Edition. - v1.1 CC-BY SA.


Observações

- Exploração da ferramenta de criação de questionários: Quizizz - Enquadramento e conceitos associados aos ambientes híbridos de aprendizagem - Recursos digitais em modelos de aprendizagem híbridos: Picker Weel, Wheele of Names, Padlet - Exploração da ferramenta de criação de apresentações interativas: Mentimeter - Exploração das ferramentas de criação de questionários: Kahoot e Quizizz

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo
1 08-06-2022 (Quarta-feira) 17:00 - 19:30 2:30 Presencial
2 15-06-2022 (Quarta-feira) 17:00 - 19:30 2:30 Presencial

Ref. 137B15/T1 Concluída

Registo de acreditação: ACD17-2021/2022

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 5.0 horas

Início: 13-05-2022

Fim: 13-05-2022

Regime: Presencial

Local: Mosteiro de Alcobaça

Destinatários

Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e de Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. 

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

Universidade de Coimbra/Centro de Formação da Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré

Razões

O conhecimento do Programa de Cátedras UNITWIN / UNESCO promove a cooperação e a partilha interuniversitária internacional, a fim de reforçar as capacidades institucionais através da partilha do conhecimento e do trabalho colaborativo. Através desta rede, instituições de ensino superior e de investigação em todo o mundo canalizam os seus recursos, tanto humanos como materiais, para enfrentar desafios prementes e contribuir para o desenvolvimento das suas sociedades. Frequentemente, as Redes e Cátedras servem como grupos de reflexão e como construtores de pontes entre o mundo académico, a sociedade civil, as comunidades locais, a investigação e a definição de políticas. Ao mesmo tempo que promovem a diversidade cultural, provaram ser úteis para influenciar decisões políticas, introduzir novas ideias no ensino, originar inovação através da investigação e contribuir para o enriquecimento dos programas universitários existentes. Em áreas que sofrem de falta de competências, as Cátedras e Redes tornaram-se polos de excelência e inovação a nível regional ou sub-regional, além de contribuírem para o reforço da cooperação Norte-Sul-Sul.

Objetivos

Refletir sobre o património e a sua gestão pós-pandemia COVID 19; Contruir pontes entre o mundo académico, a sociedade civil, as comunidades locais, a investigação e a definição de políticas; Promover a diversidade cultural; Introduzir novas ideias no ensino; Originar inovação através da investigação e contribuir para o enriquecimento dos programas existentes; apoiar e desenvolver a investigação; Melhorar e divulgar o uso de boas práticas e sensibilizar e transmitir conhecimentos sobre as ligações entre o património material e imaterial, nomeadamente realçando a importância do saber-fazer tradicional para a conservação, salvaguarda e valorização do património cultural móvel e imóvel; Fomentar a mobilidade de profissionais e alunos e Partilhar informação.

Conteúdos

Visita guiada ao Mosteiro de Alcobaça; Gestão de equipamentos culturais na era pós-covid; Património UNESCO um livro que também permite ler o território; A UNESCO, o GeoPatrimónio e o Desenvolvimento Sustentável [partilha de conhecimentos científicos de História, História da Arte, Arquitetura; Arqueologia; Geografia; Biodiversidade e Gestão].

Bibliografia

Atkinson , D. et al (Eds.) (2005). Cultural Geography. A critical dictionary of key concepts. London and New YorK: I. B. Taurus. Carvalho, P. & Fernandes, J. (2012). Património cultural e paisagístico. Políticas, intervenções e representações. Coimbra: Imprensa da Universidade de Coimbra. Moore, N. & Whelan, Y. (Eds.) (2007). Heritage, memory and the politics of identity. New perspectives on the cultural landscape. Aldershot: Ashgate. Moynagh, M. (2008). Political tourism and its texts. Toronto: University of Toronto Press. Foley, M. & Lennon, J. (2000); Dark tourism. London: Continuum International Publishing Group Stone, P. & Sharpley, R (2008). Consuming dark-tourism a thanatological perspective. Annals of Tourism Santos, Norberto Santos et al. (2021), Geografia, Turismo e Território: Homenagem à Professora Fernanda Cravidão Coimbra: Imprensa da Universidade de Coimbra Monteiro, João Gouveia. (2014), "As bibliotecas e a consolação da leitura". Trabalho apresentado em Congresso Internacional A Biblioteca da Universidade: permanência e metamorfoses, Coimbra.

Anexo(s)

cartaz_alcobaca


Observações

Consulte https://www.redecultura2027.pt/pt/agenda/rede-da-catedra-unesco-para-a-cultura--ciclo-de-conferencias Horário das 10H às 12H30 e das 14H às 16:30H.

Formador: Professor Doutor Norberto Nuno Pinto dos Santos

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo
1 30-05-2022 (Segunda-feira) 10:00 - 12:30 2:30 Presencial
2 30-05-2022 (Segunda-feira) 14:00 - 16:30 2:30 Presencial

Ref. 114B5/T2 Concluída

Registo de acreditação: ACD14-2021/2022

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 3.0 horas

Início: 09-05-2022

Fim: 09-05-2022

Regime: Presencial

Local: AE Cister_ Escola Secundária D. Inês de Castro, Alcobaça

Destinatários

Professores do Grupo 620

Releva

Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

INEM_ DGE_ CFAE

Razões

A doença cardiovascular assume uma liderança destacada no mundo ocidental na morbilidade e mortalidade das populações. A morte súbita é muitas vezes a primeira manifestação dessa doença. A fibrilhação ventricular é o mecanismo mais frequente da paragem cardio-respiratória (PCR) de origem cardíaca e o seu único tratamento eficaz é a desfibrilhação eléctrica. A probabilidade de sobrevivência é tanto maior quanto menor o tempo decorrido entre a fibrilhação e a desfibrilhação. Sendo que a rápida desfibrilhação enquanto objetivo é difícil de atingir se efetuada apenas por médicos, já que a PCR ocorre na maioria das vezes em ambiente pré-hospitalar, recomenda-se que profissionais não médicos sejam treinados e autorizados a utilizar desfibrilhadores desde que a sua atuação seja enquadrada em Programas de DAE com controlo e auditoria médica qualificada. Só assim se conseguirá a conjugação de esforços que tornam a desfibrilhação um meio para atingir um objetivo último de melhoria da sobrevida após PCR de origem cardíaca. Nesse sentido, e com intenção de promover a utilização de Desfibrilhadores Automáticos Externos (DAE) em locais públicos ou em veículos de emergência, organizou-se esta ação que visa formar operacionais de Desfibrilhação Automática Externa.

Objetivos

Gerais: ▪ Adquirir competências que lhe permitam realizar corretamente manobras de SBV com utilização de um Desfibrilhador Automático Externo (DAE), numa vítima em paragem cardiorrespiratória. Específicos (Operacionais): Compreender o conceito de cadeia de sobrevivência; ▪ Identificar os potenciais riscos para o reanimador; ▪ Saber executar corretamente as manobras de SBV; ▪ Conhecer o conceito de DAE; ▪ Identificar as regras de segurança inerentes à utilização de DAE; ▪ Descrever os passos e a sequência de intervenções com o DAE; ▪ Saber executar corretamente o algoritmo de SBV com utilização de DAE.

Conteúdos

15 Minutos – Apresentação, Objetivos e Contextualização do Curso 60 Minutos – Teórica I - Suporte Básico de Vida Adulto 10 Minutos – Demonstração algoritmo de SBV (4 passos) 60 Minutos – Sessão Prática I Suporte básico de vida (30 min) Demonstração de PLS (demo da técnica/ 5 min) Posição lateral de Segurança (10 min) Demonstração algoritmo DVA (demo da técnica/ 5 min) Desobstrução da VA (10 min)

Metodologias

▪ Sessões teóricas; ▪ Demonstrações; ▪ Workshop; ▪ Sessões práticas.

Avaliação

Avaliação Prática Contínua (com todos os formandos em sala).

Modelo

Avaliação Prática Contínua (com todos os formandos em sala). Aprovação: classificação igual ou superior a 10 valores.

Anexo(s)


Observações

Formadores INEM


Ref. 117B12/T2 Concluída

Registo de acreditação: ACD13-2021/2022

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 4.0 horas

Início: 09-05-2022

Fim: 09-05-2022

Regime: Presencial

Local: AE Cister_ Escola Secundária D. Inês de Castro, Alcobaça

Destinatários

Professores do Grupo 620_ AE/ENA do CFAECAN

Releva

Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.

Certificado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

INEM_ DGE_ CFAE

Razões

A doença cardiovascular assume uma liderança destacada no mundo ocidental na morbilidade e mortalidade das populações. A morte súbita é muitas vezes a primeira manifestação dessa doença. A fibrilhação ventricular é o mecanismo mais frequente da paragem cardio-respiratória (PCR) de origem cardíaca e o seu único tratamento eficaz é a desfibrilhação eléctrica. A probabilidade de sobrevivência é tanto maior quanto menor o tempo decorrido entre a fibrilhação e a desfibrilhação. Sendo que a rápida desfibrilhação enquanto objetivo é difícil de atingir se efetuada apenas por médicos, já que a PCR ocorre na maioria das vezes em ambiente pré-hospitalar, recomenda-se que profissionais não médicos sejam treinados e autorizados a utilizar desfibrilhadores desde que a sua atuação seja enquadrada em Programas de DAE com controlo e auditoria médica qualificada. Só assim se conseguirá a conjugação de esforços que tornam a desfibrilhação um meio para atingir um objetivo último de melhoria da sobrevida após PCR de origem cardíaca. Nesse sentido, e com intenção de promover a utilização de Desfibrilhadores Automáticos Externos (DAE) em locais públicos ou em veículos de emergência, organizou-se esta ação que visa formar operacionais de Desfibrilhação Automática Externa.

Objetivos

Gerais: ▪ Adquirir competências que lhe permitam realizar corretamente manobras de SBV com utilização de um Desfibrilhador Automático Externo (DAE), numa vítima em paragem cardiorrespiratória. Específicos (Operacionais): Compreender o conceito de cadeia de sobrevivência; ▪ Identificar os potenciais riscos para o reanimador; ▪ Saber executar corretamente as manobras de SBV; ▪ Conhecer o conceito de DAE; ▪ Identificar as regras de segurança inerentes à utilização de DAE; ▪ Descrever os passos e a sequência de intervenções com o DAE; ▪ Saber executar corretamente o algoritmo de SBV com utilização de DAE.

Conteúdos

30 Minutos – Teórica II – Desfibrilhação Automática Externa/Situações especiais com DAE. 30 Minutos – Workshop: Comandos do DAE e Colocação de Elétrodos 15 Minutos – Demonstração algoritmo de SBV com DAE 45 Minutos – Sessão Prática II: Casos clínicos SBV DAE (Sucesso imediato) 45 Minutos – Sessão Prática III: Casos clínicos SBV DAE (Choque não recomendado) 60 Minutos – Sessão Prática IV: Casos clínicos SBV DAE (Insucesso) 60 Minutos - Sessão Prática V: Casos clínicos SBV DAE (Sucesso tardio) 15 Minutos – Avaliação e Encerramento do Curso

Metodologias

▪ Sessões teóricas; ▪ Demonstrações; ▪ Workshop; ▪ Sessões práticas.

Avaliação

Avaliação Prática Contínua (com todos os formandos em sala). Aprovação: classificação igual ou superior a 10 valores.


Observações

Responsabilidade do INEM


Ref. 126C17/A1 Concluída

Registo de acreditação: ACD11-2021/2022

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 5.0 horas

Início: 02-05-2022

Fim: 09-05-2022

Regime: Presencial

Local: Online, nos termos da Carta Circular n.º 5/21, do CCPFC

Formador

Ana Paula das Neves Santos

Destinatários

Educadores de Infância, professores do Ensino Básico e Secundário e de Educação Especial

Releva

Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.

Certificado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação da Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré

Razões

A evolução das tecnologias digitais e de uma consciência de mundialização em rede têm provocado mudanças acentuadas na sociedade, impulsionando o nascimento de novos paradigmas, modelos, processos de comunicação educacional, bem como novos cenários de ensino e de aprendizagem. É, pois, impossível imaginar uma educação “unblended” – e não é se devemos combinar, mas como combinar, o que exige uma reengenharia dos processos de ensino e mudanças culturais, nas instituições e nos atores. Esta é a visão híbrida, uma visão de inovação sustentada, que projeta a realidade de um caminho nem sempre fácil de percorrer. É neste contexto de uma educação blended e híbrida, compreendida quanto à presença (física e digital), quanto às tecnologias (analógicas e digitais), quanto à cultura (pré-digital e digital) e, sobretudo, quanto aos ambientes e espaços (analógicos e digitais), que este texto encontra o seu espaço. O seu principal objetivo é, por um lado, analisar modelos híbridos que permitem articular e combinar diferentes ambientes de aprendizagem e, por outro, apresentar alguns conceitos a ter em consideração na planificação e gestão de atividades de aprendizagem nesses ambientes.

Objetivos

Com o desenvolvimento desta ACD pretende-se que os docentes acedam e aprofundem conhecimentos acerca das diferentes Plataformas/ Ferramentas/aplicações Digitais e da sua aplicação prática na atividade docente em contexto de Ensino e Aprendizagem à Distância. Tem ainda como objetivo melhorar os circuitos comunicacionais entre todos os intervenientes a diferentes níveis (docentes, alunos, famílias, estruturas de gestão e coordenação). Melhorar as condições e práticas de trabalho colaborativo entre profissionais e estruturas de administração e gestão. Serão escolhidas as ferramentas que melhor se adaptem ao grupo de formandos selecionado, tendo em conta a(s) plataforma(s) LMS adoptadas pelo Agrupamento de Escolas/Escola Não Agrupada de origem. Exploração da ferramenta de criação de apresentações interativas: Mentimeter Exploração da ferramenta de criação de questionários: Quizizz

Conteúdos

- Enquadramento e conceitos associados aos ambientes híbridos de aprendizagem - Recursos digitais em modelos de aprendizagem híbridos: Picker Weel, Wheele of Names, Padlet - Exploração da ferramenta de criação de apresentações interativas: Mentimeter - Exploração das ferramentas de criação de questionários: Kahoot e Quizizz.

Metodologias

A metodologia utilizada consistiu na simulação de exemplos práticos de planos de aula enquadrando modelos de aprendizagem híbridos e respetivos recursos digitais utilizados. Explanação do funcionamento e construção dos REd's utilizados nos planos de aula apresentados.

Avaliação

A Certificação requer a frequência da totalidade das horas da ACD.

Bibliografia

Moreira & Horta (2020). Educação e Ambientes Híbridos de Aprendizagem. Um Processo de Inovação Sustentada. José António Moreira. Revista UFG. 2020, v.20: e66027. Graham, Borup, Short, Archambault (2019). K-12 Blended Teaching: A Guide to Personalized Learning and Online Integration. Teacher Edition. - v1.1 CC-BY SA.


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo
1 02-05-2022 (Segunda-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Online síncrona
2 09-05-2022 (Segunda-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Online síncrona

Ref. 103C2/A19 Concluída

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-110148/20

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50.0 horas (25.0 horas presenciais + 25.0 horas de trabalho autónomo)

Início: 28-04-2022

Fim: 30-06-2022

Regime: Presencial

Local: Escola Secundária D. Inês de Castro, Alcobaça - AE Cister

Formador

Salomé da Silva Pedro

Destinatários

Professores dos Ensinos Básico e Secundário, Professores de Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Ensinos Básico e Secundário, Professores de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. 

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação da Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré

Razões

O Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores da Comissão Europeia (doravante DigCompEdu), pretende promover a competência digital (CD) e a inovação na educação. É essencial que os docentes desenvolvam um conjunto de CD, de modo a tirar partido do potencial das tecnologias digitais. Esta ação visa contribuir para desenvolver as CD dos docentes do sistema educativo e formativo nacional (nível 2) e a sua capacidade para implementar estratégias inovadoras de ensino e de aprendizagem. Ambiciona-se criar condições favoráveis a práticas educativas que se revelem promotoras do desenvolvimento de competências digitais dos alunos. Conjuntamente com esta formação, serão submetidas outras duas, articuladas ao nível da progressão dos conteúdos.

Objetivos

EFEITOS A PRODUZIR Esta ação de formação pretende desenvolver com os docentes de nível 2 (B1/B2 do DigCompEdu) um conjunto de conhecimentos e estratégias que lhes permita desenvolver CD do nível seguinte (C1/C2 do DigCompEdu). São objetivos específicos: promover o desenvolvimento, aprofundamento e densificação das CD dos docentes, tendo em vista as 6 áreas do referencial DigCompEdu; - capacitar os docentes para a realização de atividades com tecnologias digitais em diferentes modalidades de ensino; - capacitar os docentes para a implementação de atividades que promovam a aprendizagem e o desenvolvimento das CD dos alunos; - estimular a reflexão, partilha e utilização crítica das tecnologias em contexto educativo.

Conteúdos

Os conteúdos da ação surgem, em sentido articulado e incremental, com os conteúdos da formação de nível 1. - Documentos de enquadramento das políticas educativas. - Envolvimento profissional: Discussão, renovação e inovação na prática profissional. Processos de liderança na era digital. - Recursos Educativos Digitais (RED): Utilização de estratégias e RED avançados de forma abrangente. Promoção da utilização de RED de forma colaborativa. - Ensino e Aprendizagem: Renovação da prática de ensino de forma estratégica e intencional. Inovação no processo de ensino e de aprendizagem em diferentes modalidades de ensino. - Avaliação das aprendizagens: Reflexão crítica sobre estratégias de avaliação digital. Inovação na avaliação das aprendizagens com recursos a soluções digitais. - CD dos Alunos: Promoção da CD dos alunos de forma abrangente e crítica. Inovação no envolvimento dos alunos utilizando formatos inovadores para promover a sua CD. - Planeamento da formação e aprendizagem ao longo da vida.

Metodologias

Sessões presenciais As sessões presenciais são destinadas à exploração do DigCompEdu e reflexão sobre a articulação entre as áreas de competência; à realização de atividades práticas de partilha, suportadas por um ambiente colaborativo; à exploração de ferramentas digitais para o desenvolvimento de atividades de aprendizagem promotoras da colaboração, comunicação e avaliação; à planificação e criação de atividades a implementar na escola, que promovam o desenvolvimento das CD docente e, simultaneamente, dos alunos; à reflexão crítica sobre o desenvolvimento profissional docente. Trabalho autónomo Em específico, na componente de trabalho autónomo, pretende-se assegurar a implementação das atividades planificadas nas sessões presenciais, em situações reais de ensino-aprendizagem com alunos, articulando o DigCompEdu com o respetivo currículo, e a reflexão sobre as práticas desenvolvidas. Na última sessão, os formandos apresentarão os resultados dessas atividades, com evidências, proporcionando-se a discussão e a partilha.

Avaliação

Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei no 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho no 4595/2015, de 6 de maio e com o “Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.o 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final individual elaborado e apresentado pelos formandos.

Modelo

Aplicação e análise de questionários de avaliação preenchidos pelos formadores e pelos formandos.

Bibliografia

Comissão Europeia (2020). Blended learning in school education – guidelines for the start of the academic year 2020/21. Disponível em: https://www.schooleducationgateway.eu/pt/pub/resources/publications/blended-learning-guidelines.htm Comissão Europeia (2018). Plano de Ação para a Educação Digital. Disponível em: https://eur-lex.europa.eu/legal-content/PT/TXT/PDF/?uri=CELEX:52018DC0022&from=EN Lucas, M., & Moreira, A. (2018). DigCompEdu: Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores. Aveiro: UA Editora. Licht, A.H, Tasiopoulou, E., & Wastiau, P. (2017). Open Book of Educational Innovation. European Schoolnet, Brussels. Disponível em: http://www.eun.org/documents/411753/817341/Open_book_of_Innovational_Education.pdf Ministério da Educação (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, Lisboa: ME

Anexo(s)


Observações

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Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo
1 28-04-2022 (Quinta-feira) 17:30 - 20:15 2:45 Presencial
2 05-05-2022 (Quinta-feira) 17:15 - 20:00 2:45 Presencial
3 12-05-2022 (Quinta-feira) 17:15 - 20:00 2:45 Presencial
4 19-05-2022 (Quinta-feira) 17:15 - 20:00 2:45 Presencial
5 26-05-2022 (Quinta-feira) 17:15 - 20:00 2:45 Presencial
6 02-06-2022 (Quinta-feira) 17:15 - 20:00 2:45 Presencial
7 07-06-2022 (Terça-feira) 17:15 - 20:00 2:45 Presencial
8 21-06-2022 (Terça-feira) 17:15 - 20:00 2:45 Presencial
9 30-06-2022 (Quinta-feira) 17:15 - 20:15 3:00 Presencial