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Avalie as suas Competências Digitais com a Academia Portugal Digital

A Academia Portugal Digital disponibiliza uma ferramenta de autoavaliação que permite aos docentes conhecer, analisar e refletir sobre o seu nível de competências digitais, com base no DigComp — o quadro europeu de referência para as competências digitais.

O teste abrange cinco áreas de competência e possibilita:

Identificar o seu nível atual de proficiência digital;

Reconhecer pontos fortes e áreas a desenvolver;

Apoiar o seu desenvolvimento profissional;

Promover uma integração mais eficaz do digital nas práticas pedagógicas.

 

Participe e descubra o seu nível de COMPETÊNCIAS DIGITIAS (AQUI)

 

AEDD 2025-2026 - Avaliação Externa do Desempenho Docente da dimensão científica e pedagógica

O processo referente à AEDD desenvolve-se através desta Plataforma do CFAECAN, desde a submissão do Requerimento para solicitar a Observação de Aulas. 

Consulta o Manual de apoio a avaliados e avaliadores e a  legislação específica e  um conjunto de documentação de apoio

Em caso de dúvida contactar os Serviços Administrativos do AE/EnA e/ou o CFAE.

                                                  

  

DIVULGAÇÃO

689

Bem me quero – promoção de bem-estar docente
Educadores de Infância; Professores de todos os grupos de recrutamento;

ACD

 

6.0 horas

 

Presencial

 

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

EBS de São Martinho do Porto
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE

Na linha das recomendações do Grupo de Peritos sobre Bem-Estar na Escola da Comissão Europeia, tem sido amplamente reconhecida a necessidade de promover condições que favoreçam o bem-estar docente enquanto dimensão central da qualidade educativa. Neste contexto, o autoconhecimento surge como uma ferramenta ...
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Ref. 398C96/A1 Inscrições abertas até 06-04-2026 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: ACD 24 - 2025/2026

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 6.0 horas

Início: 20-04-2026

Fim: 27-04-2026

Regime: Presencial

Local: EBS de São Martinho do Porto

Formador

Maria João Ferreira Antunes

Silvia Alexandra da Silva Neves

Destinatários

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE

Releva

Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

Agrupamento de Escolas de São Martinho e CFAECAN

Enquadramento

Na linha das recomendações do Grupo de Peritos sobre Bem-Estar na Escola da Comissão Europeia, tem sido amplamente reconhecida a necessidade de promover condições que favoreçam o bem-estar docente enquanto dimensão central da qualidade educativa. Neste contexto, o autoconhecimento surge como uma ferramenta estruturante, permitindo aos profissionais de educação compreenderem melhor os seus processos internos, limites, valores e motivações, com impacto direto na qualidade do desempenho profissional, no envolvimento com a comunidade escolar e na motivação para o exercício da docência.

Objetivos

Sensibilizar para a importância do autocuidado e regulação emocional na prática docente. Potenciar a motivação dos docentes através de ferramentas de autoconhecimento e bem-estar.

Conteúdos

Conceito de bem-estar docente. Identidade profissional docente: percurso pessoal, as crenças, os valores e as representações sobre a docência. Autoconhecimento enquanto competência profissional: compreensão dos processos internos, motivações, limites e emoções. Consciência e gestão emocional no contexto educativo: estratégias de autorregulação, autocuidado e prevenção do esgotamento profissional. Plano pessoal de bem-estar docente: estratégias individuais e coletivas de desenvolvimento pessoal e profissional

Metodologias

A ação privilegia uma abordagem reflexiva e experiencial, promovendo a integração entre desenvolvimento pessoal, bem-estar profissional e qualidade educativa.

Modelo

A certificação dos formandos depende do cumprimento integral das 6 horas. A Avaliação da ação é efetuada através de um questionário de satisfação a preencher pelos formandos.

Anexo(s)


Observações

Comissão Europeia. (2021). Wellbeing and mental health at school: Guidelines for education policymakers, school leaders, teachers and educators. Luxemburgo: Publications Office of the European Union. Contributo Científico OPP – Locais de Trabalho Mais Saudáveis e Produtivos – A Importância do Bem-Estar Organizacional, publicado pela Ordem dos Psicólogos Portugueses. Day, C. (2004). A paixão pelo ensino. Porto: Porto Editora. Deci, E. L., & Ryan, R. M. (2000). Intrinsic and extrinsic motivations. Psychological Inquiry, 11(4), 227–268. Esteve, J. M. (1999). O mal-estar docente. Lisboa: McGraw-Hill. Goleman, D. (2006). Inteligência Social – a nova ciência do relacionamento Humano. (1a edição).Temas e Debates. Lisboa Goleman, D. (2010). Inteligência Emocional. Porto Editora. Jennings, P. A. (2015). Mindfulness for teachers. New York: W. W. Norton & Company. Nóvoa, A. (1992). Os professores e a sua formação. Lisboa: Dom Quixote. Seligman, M. (2002). Authentic hapiness: using the new positive psychology to realize your potential for lasting fulfillment. New York: Free Press. Seligman, M. (2012). A Vida que Floresce. (2a edição). Editora Estrelapolar. Lisboa. Schön, D. A. (1983). The reflective practitioner. New York: Basic Books.

Prioridade para os docentes do Agrupamento de Escolas de São Martinho do Porto.

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 20-04-2026 (Segunda-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Presencial
2 27-04-2026 (Segunda-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Presencial

INSCREVER-ME
695

Conhecer para incluir: Cultura, história e educação Roma/ ciganas
Educadores de Infância e Professores de todos os grupos de recrutamento dos AE Associados

ACD

 

6.0 horas

 

b-learning

 

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Online e Escola Secundária D. Inês de Castro

Prioridade para docentes dos AE de Cister. Será garantida a representatividade de docentes de todos os AE/EnA que têm alunos da cultura Roma/ ciganas
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Ref. 402C95/A1 Inscrições abertas até 17-04-2026 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: ACD 25 - 2025/2026

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 6.0 horas

Início: 22-04-2026

Fim: 29-04-2026

Regime: b-learning

Local: Online e Escola Secundária D. Inês de Castro

Destinatários

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Releva

Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.

Certificado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Agrupamento de Escolas de Cister / CFAECAN

Enquadramento

No preâmbulo do Decreto-Lei n.º 54/2018, de 6 de julho, é assumida como prioridade governativa «a aposta numa escola inclusiva, onde todos e cada um dos alunos, independentemente da sua situação pessoal e social, encontrem respostas que lhes possibilitem a aquisição de um nível de educação e formação facilitador da sua plena inclusão social». É neste enquadramento que o AE de Cister propõe a presente ação de formação. Com efeito, nas últimas três décadas, têm-se registado em Portugal progressos significativos no que respeita à frequência e permanência das comunidades ciganas no sistema educativo. Contudo, os níveis de abandono e de insucesso escolar continuam a ser substancialmente superiores aos verificados nos restantes grupos socioculturais. A máxima “é preciso conhecer para incluir” assume-se como um princípio orientador em diversos quadrantes da sociedade, sendo particularmente relevante no contexto educativo. A escola necessita de conhecer todos os seus alunos e o seu contexto cultural e social para conseguir conceber e implementar estratégias que promovam a escolarização e o sucesso educativo. Nesta sequência, é fundamental reforçar a articulação entre a escola e a família/comunidade, assim como a formação contínua de docentes em práticas inclusivas, pilares promotores de uma educação intercultura e de uma escolarização bem-sucedida das crianças e dos jovens ciganos, em particular.

Objetivos

- Dar a conhecer a cultura e a história do povo cigano; - Promover a consciencialização sobre a importância de conhecer as mentes culturais dos alunos para aumentar seu sucesso académico; - Sensibilizar para a importância da implementação de práticas inclusivas de qualidade, focadas nos direitos humanos e valores fundamentais; - Apresentar e promover as normas europeias de educação inclusiva e antirracista, não colonial, e relacioná-las com as leis educativas portuguesas; - Refletir sobre o papel das escolas, professores/as e pessoal não docente na promoção da educação e práticas interculturais antirracistas entre crianças e famílias ciganas e não ciganas. - Reconhecer os domínios de autonomia curricular (DAC), no enquadramento do DecretoLei n.º 55/2018, de 6d e julho, como uma opção curricular potenciadora de aprendizagens significativas e integradas. - Refletir sobre os princípios e estratégias que presidem à operacionalização de um DAC. - Reconhecer o trabalho interdisciplinar/articulação curricular, tendo por referência os documentos curriculares, como uma ferramenta de inclusão.

Conteúdos

- Quadro legislativo nacional e internacional dirigido às comunidades Roma: conceitos, políticas, recomendações, documentos de referência, instrumentos. - História e cultura ciganas: contexto histórico, grupos Roma, tradições culturais, movimentos emancipatórios, genocídio, respostas sociais e económicas. - Desconstrução de estereótipos: representações sociais das comunidades Roma e seu impacto social e educativo. - Articulação curricular interdisciplinar: domínios de autonomia curricular (DAC) no contexto da legislação em vigor (princípios para o planeamento, operacionalização e avaliação).

Metodologias

Sessão 1 - Exposição, debate, reflexão. Sessão 2 - Trabalho prático: planeamento de um DAC; Partilha e considerações sobre o trabalho desenvolvido. A certificação dos formandos depende do cumprimento integral das horas de formação.

Modelo

Avaliação da ação através de questionário de satisfação a preencher pelos formandos.

Anexo(s)


Observações

Bibliografia: Casa-Nova, M.J. (2020). Portugueses ciganos: Exclusão social ou não-integração?. In R. Vieira, J. C. Marques, P. Silva, A.M. Vieira, & C. Margarido (Eds.), Migrações, minorias étnicas, políticas sociais e (trans)formações (pp.49-70). Ed. Afrontamento. Direção-Geral da Educação (DGE) (2019). Promover a inclusão e o sucesso educativo das comunidades ciganas – Guião para as escolas/ Promote the inclusion and educational success of Roma communities - Guide for schools. https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/ECidadania/Educacao_Intercultural/documentos/guiao_comunidades_ciganas.pdf Decreto-Lei n.º 55/2018, de 6 de julho. Diário da República n.º 129/2018, Série I de 2018- 07-06, páginas 2928 – 2943. Ministério da Educação.

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 22-04-2026 (Quarta-feira) 15:00 - 18:00 3:00 Presencial
2 29-04-2026 (Quarta-feira) 15:00 - 18:00 3:00 Online síncrona

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