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IMPORTANTE
ATUALIZAÇÃO DE DADOS NA PLATAFORMA DE FORMAÇÃO POR MUDANÇA DE AGRUPAMENTO


Solicitamos aos docentes que, no ano escolar de 2026/2027, mudaram de Agrupamento de Escolas que procedam à atualização dessa informação na plataforma, s.f.f. . Devem também atualizar os restantes dados, nomeadamente o email, caso tenha sido alterado. Deste modo evitaremos constrangimentos, nomeadamente no processo de inscrição e seleção para ações de formação. 

Obrigada e para qualquer questão pode contactar o CFAECAN

Avalie as suas Competências Digitais com a Academia Portugal Digital

A Academia Portugal Digital disponibiliza uma ferramenta de autoavaliação que permite aos docentes conhecer, analisar e refletir sobre o seu nível de competências digitais, com base no DigComp — o quadro europeu de referência para as competências digitais.

O teste abrange cinco áreas de competência e possibilita:

Identificar o seu nível atual de proficiência digital;

Reconhecer pontos fortes e áreas a desenvolver;

Apoiar o seu desenvolvimento profissional;

Promover uma integração mais eficaz do digital nas práticas pedagógicas.

Participe e descubra o seu nível de COMPETÊNCIAS DIGITIAS (AQUI)

 

  

DIVULGAÇÃO

767

AUDIÇÃO MUSICAL PARTICIPADA - Uma Estratégia para a Apreciação Musical em Sala de Aula
ADIADA _ Professores dos grupos 100, 110, 240, 250, 600, 610, 910 e M1 a M38 e outros interessados

ACD

 

4,0 horas

 

Presencial

 

Professores dos grupos 100, 110, 240, 250, 600, 610, 910 e M1 a M38

Escola Secundária D. Inês de Castro - Alcobaça

Prioridade para docentes associados do CFAECAN
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Ref. 451/1 Inscrições abertas até 28 de Outubro de 2026 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: CFAECAN/ACD 5 - 451/26

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 4,0 horas

Início: 6 de Novembro de 2026

Fim: 6 de Novembro de 2026

Regime: Presencial

Local: Escola Secundária D. Inês de Castro - Alcobaça

Formador

Miguel Nabais Pernes

Destinatários

Professores dos grupos 100, 110, 240, 250, 600, 610, 910 e M1 a M38

Releva

Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação da Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré

Enquadramento

Os Concertos Sinfónicos Participados, visando a formação de públicos para a música erudita, são per si um trabalho de formação em formato espetáculo, devido ao envolvimento que promovem pelo trabalho preparatório que exigem em sala de aula e que se concretiza na sala de espetáculos. Repensando o paradigma reacende-se a aposta num trabalho que a Foco Musical Portugal, coordenadora do serviço educativo da Orquestra Sinfónica de Lisboa, desenvolve há mais de 25 anos com as suas escolas parceiras, mas que até então era essencialmente complementar à sua atividade principal: as Aulas-Concerto. Há que dar a conhecer esta opção de trabalho que se concretiza dentro da sala de aula, contornando o problema operacional e financeiro que as escolas sentem para as saídas de campo. A formação aqui proposta vira-se para a dinamização neste domínio. Esta descentralização pelos Centros de Formação dos Agrupamentos de Escolas representativos de todas as NUTS III do território continental pretende sensibilizar os profissionais da educação para a importância de proporcionar aos seus alunos a experiência da música ao vivo, através do exemplo da atividade da Orquestra Sinfónica de Lisboa no domínio da música de câmara dentro do espaço-escola, esperando que a formação permita a consciencialização da importância destas vivências na idade certa.

Objetivos

Para além do objetivo geral de partilha, reflexão e simulação de processos e estratégias de trabalho para as valências do Pré-Escolar e do Ensino Básico no domínio da Sensibilização para a Música Erudita, estabelecem-se os seguintes objetivos específicos: (1) apresentar formas de estruturação de estratégias de trabalho nos vértices da audição, interpretação e criação, como pontos-chave para uma educação musical plena, a pretexto da exploração dos repertórios construídos para este fim; (2) garantir uma apropriação dos impactos da Audição Musical Ativa e Participada no âmbito do desenvolvimento de competências para a compreensão musical da criança; (3) partilhar ferramentas de trabalho consistentes para a exploração de repertórios ricos de conteúdo e para a construção autónoma de abordagens paralelas por parte dos profissionais da educação.

Conteúdos

A ação de formação de curta duração proposta diferencia-se por apresentar ao vivo o repertório do Quinteto de Cordas da Orquestra Sinfónica de Lisboa. Os formandos presentes compreenderão através da experiência ao vivo, aquilo que nunca um projeto escrito proporcionará, por muito que se muna de registos audiovisuais.

Metodologias

Serão 4 horas frutíferas - 2 horas de contexto teórico, onde se explica de forma académica e fundamentada os benefícios da Audição Musical Participada do ponto de vista das aprendizagens significativas, comparativamente a abordagens tradicionais + 2 horas de prática simulada, onde se desenvolvem atividades contributivas para a compreensão da estrutura de uma peça musical como um objeto artístico uno e lógico - que terminarão com a apresentação da Aula-Concerto do Quinteto de Cordas.

Modelo

A certificação dos formandos depende do cumprimento integral das horas. Avaliação da ação através de questionário de satisfação a preencher pelos formandos.

Anexo(s)


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 06-11-2026 (Sexta-feira) 17:00 - 21:00 4:00 Presencial

INSCREVER-ME
763

Para além da Classificação: repensar a avaliação pedagógica na sala de aula
Exclusiva docentes do AE de São Martinho do Porto

ACD

 

6,0 horas

 

Presencial

 

Professores dos Ensinos Básico e do Ensino Secundário.

São Martinho do Porto
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE

As datas de inicio e de fim são indicativas. A calendarização definitiva será definida logo que possivel.
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Ref. 443A3 Inscrições abertas até 16 de Novembro de 2026 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: CFAECAN/ACD - 443/26

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 6,0 horas

Início: 17 de Novembro de 2026

Fim: 31 de Dezembro de 2026

Regime: Presencial

Local: São Martinho do Porto

Formador

Maria João Infante Serrado

Destinatários

Professores dos Ensinos Básico e do Ensino Secundário.

Exclusivo para os Agrupamentos associados ao CFAE

Releva

Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação de Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré

Enquadramento

“A avaliação é um elemento essencial e incontornável do processo de ensino e aprendizagem.” (Abrantes, 2002) “Através dela, os alunos, os professores e demais intervenientes educativos habilitam a sua intervenção para ajudar os alunos a aprenderem melhor, com mais compreensão e profundidade.” (Fernandes, 2020) No contexto da atual política educativa, tutelada pelo Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PASEO), reconhece-se inequivocamente que a avaliação não pode ser encarada como um processo isolado ou desligado do currículo, do desenvolvimento curricular, nem, sobretudo, do processo de aprendizagem dos alunos. As conceções e práticas de avaliação estão intimamente associadas às conceções curriculares e, concomitantemente, às conceções que se sustentam acerca do ensino e da aprendizagem. Consequentemente o entendimento que temos da educação, em geral, assim como da aprendizagem e do ensino, em particular, influenciam fortemente a forma como avaliamos as aprendizagens. Por conseguinte, impõe-se que a escola (re)pense as suas práticas de avaliação pedagógica, reconhecendo-as não apenas como instrumentos de certificação das aprendizagens, mas sobretudo como dispositivos pedagógicos com um papel determinante na promoção, monitorização e melhoria do processo de ensino/aprendizagem. Neste sentido, a avaliação formativa assume-se como um elemento central da ação educativa, na medida em que apoia a autorregulação das aprendizagens, orienta as decisões de ensino, fornece feedback relevante e contribui para a concretização do princípio da igualdade de oportunidades no acesso ao sucesso educativo. Nesta perspetiva, a classificação representa apenas um momento da avaliação; já a avaliação pedagógica, particularmente na sua dimensão formativa, assume-se como um processo contínuo de regulação das aprendizagens, cujo propósito primeiro não é atribuir uma nota, mas promover a aprendizagem efetiva de cada aluno e o desenvolvimento das competências previstas no PASEO.

Objetivos

a) Compreender os fundamentos conceptuais da avaliação pedagógica no quadro das atuais orientações curriculares e da política educativa portuguesa. b) Distinguir as finalidades da avaliação formativa e da avaliação sumativa, reconhecendo o papel da classificação como uma das dimensões do processo avaliativo. c) Relacionar currículo, ensino, aprendizagem e avaliação, reconhecendo a sua natureza integrada e interdependente. d) Analisar o contributo da avaliação formativa para a regulação das aprendizagens, para a autorregulação dos alunos e para a melhoria das práticas de ensino. e) Identificar características de critérios de avaliação orientados para a aprendizagem e para o desenvolvimento das competências previstas no PASEO. f) Conceber critérios de tarefa claros, transparentes e alinhados com as aprendizagens essenciais e os objetivos curriculares. g) Construir rubricas de avaliação com níveis de desempenho descritos de forma objetiva e progressiva. h) Refletir criticamente sobre a utilização de critérios e rubricas como instrumentos de feedback, monitorização e melhoria das aprendizagens.

Conteúdos

a) Avaliação pedagógica e aprendizagem: evolução dos paradigmas da avaliação. b) Natureza e fundamentos da avaliação: clarificação concetual, terminológica e processual. c) Práticas de avaliação pedagógica (formativa e sumativa): feedback; critérios de avaliação; níveis de desempenho; processos e instrumentos de recolha de informação. d) Sistemas de avaliação e sistemas de classificação: da avaliação pedagógica à atribuição de uma classificação

Metodologias

Sessão 1 - Exposição dialogada e problematização teórica. - Análise de exemplos e estudos de caso. - Discussão em pequenos grupos. Sessão 2 - Trabalho colaborativo de construção de instrumentos de avaliação. - Apresentação e reflexão crítica sobre os produtos elaborados.

Modelo

A certificação dos formandos depende do cumprimento integral das horas de formação. Avaliação da ação através de questionário de satisfação a preencher pelos formandos.


Observações

Ministério da Educação. (2017). Perfil dos alunos à saída da escolaridade obrigatória. Decreto-Lei n.º 55/2018, de 6 de julho. Diário da República, 1.ª série, n.º 129. https://diariodarepublica.pt/dr/detalhe/decreto-lei/55-2018-115652962 Abrantes, P. (2002). Avaliação das aprendizagens: Das conceções às práticas. Ministério da Educação. Departamento da Educação Básica. Fernandes, D. (2020). Avaliar para aprender: Fundamentos, práticas e políticas. Editora UNESP. Black, P., & Wiliam, D. (1998). Assessment and classroom learning. Assessment in Education: Principles, Policy & Practice, 5(1), 7–74. https://doi.org/10.1080/0969595980050102 Wiliam, D. (2011). Embedded formative assessment. Solution Tree Press.


INSCREVER-ME
786

Google workspace: Coerência e Harmonização no AE da Benedita
Professores do 1º Ciclo; Professores do 2º Ciclo;

ACD

 

3,0 horas

 

e-learning

 

Professores dos 1º e 2º Ciclos do Ensino Básico e Professores de Educação Especial.

EB da Benedita
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE

Necessidade de Acolhimento Humano e Profissional: Mitigar o impacto da transição para uma nova comunidade escolar e acelerar a adaptação do docente ao seu novo contexto de trabalho. Complexidade das Dinâmicas específicas: Cada agrupamento possui regras de funcionamento, projetos próprios, cultura ...
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Ref. 486/1 Inscrições abertas até 20 de Novembro de 2026 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: CFAECAN/ACD 6 - 486/26

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 3,0 horas

Início: 25 de Novembro de 2026

Fim: 2 de Dezembro de 2026

Regime: e-learning

Local: EB da Benedita

Formador

Marco António Moniz de Lemos

Destinatários

Professores dos 1º e 2º Ciclos do Ensino Básico e Professores de Educação Especial.

Exclusivo para os Agrupamentos associados ao CFAE

Releva

Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

Agrupamento de Escolas da Benedita / CFAECAN

Enquadramento

Necessidade de Acolhimento Humano e Profissional: Mitigar o impacto da transição para uma nova comunidade escolar e acelerar a adaptação do docente ao seu novo contexto de trabalho. Complexidade das Dinâmicas específicas: Cada agrupamento possui regras de funcionamento, projetos próprios, cultura organizacional singular e sistemas informáticos de gestão distintos. Coerência e Harmonização Pedagógica: Assegurar que as práticas de ensino, avaliação e acompanhamento dos alunos estejam alinhadas com as diretrizes do agrupamento e com o enquadramento legal vigente. Acreditação do Tempo de Formação: Formalizar as sessões de acolhimento como ação creditada pelo Centro de Formação de Associação de Escolas (CFAE) para efeitos de progressão na carreira.

Objetivos

Promover uma integração rápida, eficaz e participativa dos novos docentes na estrutura e na cultura do Agrupamento de Escolas. Garantir a uniformização dos procedimentos pedagógicos, administrativos e relacionais ao longo do ano letivo.

Conteúdos

Aplicações do Google Workspace: Gestão de tarefas através do Classroom, partilha e gestão de documentos guardados na Google Drive, Construção de Formulários, integração do Calendário/Meet com o Classroom, utilização de Docs e Sheets, como editor de texto e folha de cálculo.

Modelo

A certificação dos formandos depende do cumprimento integral das horas. Avaliação da ação através de questionário de satisfação a preencher pelos formandos.


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 25-11-2026 (Quarta-feira) 16:00 - 17:30 1:30 Presencial
2 02-12-2026 (Quarta-feira) 16:00 - 17:30 1:30 Presencial

INSCREVER-ME
755

LEARNING THROUGH PLAY-O Brincar como Ferramenta de Ensino: Uma Nova Perspetiva
Professores do 1.º Ciclo do Ensino Básico

ACD

 

6,0 horas

 

Presencial

 

Professores do 1º Ciclo;Professores da Educação Especial;

Alcobaça, local a definir
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE

As datas de início e de fim são indicativas. A calendarização definitivas serãodefinidas logo que possível.
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Ref. 415C97/A1 Inscrições abertas até 23 de Novembro de 2026 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: ACD 27-2025-2026

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 6,0 horas

Início: 2 de Dezembro de 2026

Fim: 22 de Dezembro de 2026

Regime: Presencial

Local: Alcobaça, local a definir

Formador

Manuel Vicente Silva Cunha Calado

Destinatários

Professores do 1º Ciclo;Professores da Educação Especial;

Exclusivo para os Agrupamentos associados ao CFAE

Releva

Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação da Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré

Enquadramento

A metodologia Learning Through Play tem sido amplamente reconhecida como uma abordagem pedagógica eficaz para promover aprendizagens significativas, o desenvolvimento de competências socioeconómicas, cognitivas, motoras e a criatividade nas crianças. Estudos demonstram que o brincar estruturado, ou mesmo o brincar livre orientado, favorece o desenvolvimento ativo dos alunos no processo de aprendizagem, tornando-o mais motivador e adequado às suas necessidades e características individuas. Esta abordagem pedagógica permite que as crianças explorem, experimentem e reflitam, potenciando o pensamento crítico, a resolução de problemas e a colaboração. No contexto do 1º ciclo do ensino básico, onde se constroem as bases para o percurso académico e social dos alunos, o Learning Through Play revela-se particularmente revelante. Ao articular conteúdos curriculares com atividades lúdicas, os professores conseguem transformar o processo de ensino-aprendizagem num momento dinâmico, interativo e centrado no aluno. Além disso, esta metodologia está em sintonia com os princípios do Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, promovendo competências como a autonomia, a criatividade, a responsabilidade e a capacidade de trabalhar em equipa. Esta formação tem como objetivo dotar os professores do 1º ciclo de ferramentas práticas e de conhecimentos teóricos que os ajudem a integrar a metodologia Learning Through Play nas suas práticas pedagógicas diárias. Pretende, ainda sensibilizá-los para o papel essencial do brincar no desenvolvimento integral das crianças e na criação de contextos educativos mais ricos e inclusivos.

Objetivos

Compreender os princípios teóricos e práticos do Learning Through Play; Identificar a importância do brincar no desenvolvimento integral dos alunos; Explorar atividades práticas que permitam a integração do brincar no processo de ensino-aprendizagem; Capacitar os professores para adaptar estratégias do Learning Through Play à realidade das suas turmas

Conteúdos

SESSÃO 1 (3h) Parte Teórica (1h): Definição e fundamentos do Learning Through Play. Benefícios do brincar no desenvolvimento cognitivo e emocional das crianças. Exemplos práticos de integração em disciplinas como Matemática e Português. Parte Prática (2h): Dinâmicas de grupo: desenvolvimento de atividades baseadas no brincar. SESSÃO 2 (3h) Planeamento e simulação de uma aula utilizando a metodologia Learning Through Play.

Metodologias

Sessão interativa, alternando exposição teórica com demonstração prática.

Modelo

Questionário de Avaliação da Satisfação aplicado aos formandos no final da Ação.

Anexo(s)


Observações

LEGO Foundation.(2018). Learning Through Paly: A review of the evidence.LEGO Foundation; LEGO Foundation.(2019). Learning Through play at school: A study of playful integrated pedagogies that foster children s holistic skills developmente inthe primary schhool classroom Gray,P. (2013). Free to Learn: Why Unleashing the Instinct to Play Will Make Our Children Happier, More Self-Reliant, and Better Students for Life. Basic Books. Jensen, H., A.,Zooh, J. M., Ebraahim, H.B., Zaragoza Scherman, A., Reunamo,J., Hamre, B.K. (2019). Play facilitation: the scaience behind the art of engaging young chlidren.The LEGO Foundation,DKParker, R., Thomsen, B.S. (2019). Learning through play at Schoool-A frame work for policy and practice. Frontiers in Education Smith,J., A. (2023). Active playful learning a robust, adaptable, culturally relevant pedagogy to foster children s 21st century skills. Educational Research Press.


INSCREVER-ME

Para Além da Pesquisa: A Nova Geração de Ferramentas Google com IA
Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Educação Especial

ACD

 

3,0 horas

 

e-learning

 

Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Educação Especial

Online/ZOOM

As datas de inicio e fim são indicativas. A dia da realização da ACd será definida em breve.
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Ref. 439/A2 Inscrições abertas até 2 de Novembro de 2026 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: CFAECAN/ACD 4 - 439/26

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 3,0 horas

Início: 10 de Dezembro de 2026

Fim: 31 de Março de 2027

Regime: e-learning

Local: Online/ZOOM

Formador

Manuel Vicente Silva Cunha Calado

Destinatários

Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Educação Especial

Releva

Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação de Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré

Enquadramento

A inteligência artificial tem vindo a desempenhar um papel cada vez mais relevante nos processos de ensino e de aprendizagem, criando oportunidades para práticas pedagógicas mais eficazes, diferenciadas e ajustadas às necessidades dos alunos. Neste contexto, torna-se essencial que os docentes acompanhem a evolução tecnológica e desenvolvam uma compreensão crítica da integração da IA em educação, assegurando uma utilização ética, responsável e alinhada com os desafios do século XXI As ferramentas de inteligência artificial desenvolvidas pela Google apresentam um significativo potencial educativo. Soluções como o Google Classroom IA, com funcionalidades de apoio à gestão pedagógica, o Gemini Notebook, orientado para a organização e análise da informação, e o Gemini, enquanto assistente de apoio à criação de conteúdos e à planificação do trabalho docente, contribuem para a promoção de aprendizagens mais ativas, reflexivas e colaborativas Esta ação de curta duração procura explorar o potencial das ferramentas de IA da Google no contexto educativo, promovendo a reflexão sobre as suas possibilidades, limitações e implicações éticas nas práticas de ensino.

Objetivos

Compreender o papel da inteligência artificial nos processos de ensino e de aprendizagem; Conhecer as potencialidades pedagógicas das ferramentas de IA desenvolvidas pela Google; Explorar funcionalidades de IA integradas no Google Classroom, no Gemini Notebook e no Gemini, enquanto apoio à gestão pedagógica, à organização da informação e à criação de conteúdos; Refletir sobre a integração das ferramentas de IA da Google em práticas pedagógicas inovadoras e diferenciadas; Desenvolver uma abordagem crítica, ética e responsável à utilização da inteligência artificial em contexto educativo; Promover a utilização consciente da IA como suporte ao trabalho docente e à aprendizagem dos alunos.

Conteúdos

IIntrodução às Ferramentas de IA da Google para a Educação • Enquadramento da inteligência artificial no contexto educativo • Apresentação das principais ferramentas de IA da Google aplicadas à educação • Exemplos de integração da IA da Google nas práticas pedagógicas Utilização Pedagógica do Gemini Notebook • Organização e análise de informação a partir de documentos fornecidos • Geração de resumos, questões orientadoras e explicações simplificadas • Apoio ao estudo, à compreensão leitora e à análise comparativa de textos Utilização Pedagógica do Gemini • Apoio à criação de conteúdos educativos e materiais pedagógicos • Suporte à planificação de atividades e à diferenciação pedagógica • Estímulo ao pensamento crítico através da reformulação e aprofundamento de ideias Potencialidades de IA no Google Classroom • Apoio à gestão pedagógica e à organização do trabalho docente • Integração de recursos e atividades com suporte de IA • Promoção de aprendizagens mais autónomas e orientadas Questões Éticas e Limitações • Importância de uma utilização ética, responsável e consciente da inteligência artificial Reflexão e Perspetivas Futuras • Potencial da integração das ferramentas de IA da Google nas práticas educativas • Impacto da IA na evolução do papel do professor e dos alunos • Desafios e oportunidades da inteligência artificial na educação

Metodologias

Introdução às Ferramentas de IA da Google para a Educação • Enquadramento da inteligência artificial no contexto educativo • Apresentação das principais ferramentas de IA da Google aplicadas à educação • Exemplos de integração da IA da Google nas práticas pedagógicas Utilização Pedagógica do Gemini Notebook • Organização e análise de informação a partir de documentos fornecidos • Geração de resumos, questões orientadoras e explicações simplificadas • Apoio ao estudo, à compreensão leitora e à análise comparativa de textos Utilização Pedagógica do Gemini • Apoio à criação de conteúdos educativos e materiais pedagógicos • Suporte à planificação de atividades e à diferenciação pedagógica • Estímulo ao pensamento crítico através da reformulação e aprofundamento de ideias Potencialidades de IA no Google Classroom • Apoio à gestão pedagógica e à organização do trabalho docente • Integração de recursos e atividades com suporte de IA • Promoção de aprendizagens mais autónomas e orientadas Questões Éticas e Limitações • Importância de uma utilização ética, responsável e consciente da inteligência artificial Reflexão e Perspetivas Futuras • Potencial da integração das ferramentas de IA da Google nas práticas educativas • Impacto da IA na evolução do papel do professor e dos alunos • Desafios e oportunidades da inteligência artificial na educação

Modelo

Para frequentar esta ACD os formandos devem dispor de computador, com sistema de áudio e câmara, que deve permanecer ligada durante toda a sessão. A certificação dos formandos depende do cumprimento integral das horas de formação. Avaliação da ação através de questionário de satisfação a preencher pelos formandos.

Anexo(s)


Observações

Comissão Europeia. (2024). Plano de Ação para a Educação Digital 2024-2027: Adaptando-se à era da Inteligência Artificial. Serviço das Publicações da União Europeia. https://education.ec.europa.eu/pt-pt/focus-topics/digital-education/action-plan/action-6 Comissão Europeia. (2025). Diretrizes éticas para educadores sobre o uso da IA. https://education.ec.europa.eu/pt-pt/focus-topics/digital-education/action-plan/ethical-guidelines-for-educators-on-using-ai Conselho da União Europeia. (2025). Legislação para utilização da inteligência artificial. https://www.dge.mec.pt/noticias/conselho-da-uniao-europeia-aprova-legislacao-para-utilizacao-da-inteligencia-artificial Franqueira, A. S., Souza, E. G., & Wanderley, T. G. (2024). Inteligência artificial na educação: tendências atuais e perspectivas futuras. Revista Caderno Pedagógico, 21(5), 1-21. https://ojs.studiespublicacoes.com.br/ojs/index.php/cadped/article/download/4148/2920/10584 Gabinete de Estratégia e Estudos do Ministério da Economia. (2024). Regulamentação da inteligência artificial na União Europeia: Uma análise do AI Act. https://www.gee.gov.pt/pt/documentos/estudos-e-seminarios/artigos/10243-gee-em-analise-regulamento-da-inteligencia-artificial/file Google. (2024). Generative AI in education: Opportunities, challenges, and considerations. Google for Education. https://edu.google.com/ai/ Governo de Portugal. (2022). Estratégia Nacional de Inteligência Artificial. INCoDe 2030. https://www.incode2030.gov.pt/aip-2030/ Parlamento Europeu. (2023). Lei da UE sobre IA: primeira regulamentação de inteligência artificial. https://www.europarl.europa.eu/pdfs/news/expert/2023/6/story/20230601STO93804/20230601STO93804_pt.pdf União Europeia. (2024). Regulamento sobre Inteligência Artificial. https://www.compete2030.gov.pt/comunicacao/noticias-pt-informacao/comissao-europeia-aprova-regulamento-sobre-inteligencia-artificial/


INSCREVER-ME
771

Do Brincar ao Projeto Curricular de Grupo: Organização Documental, Espacial e Comunitária em EPE
Educadores de Infância (Grupo de Recrutamento 100)

Oficina

 

50,0 horas

 

b-learning

 

Educadores de Infância (Grupo de Recrutamento 100)

Escola Secundária D. Inês de Castro, Alcobaça/ Plataforma ZOOM

A data de início e fim são meramente indicativas. A calendarização definitiva será divulgada posteriormente.
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Ref. 455/A1 Inscrições abertas até 28 de Novembro de 2026 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-142313/26

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50,0 horas (25,0 horas presenciais + 25,0 horas de trabalho autónomo)

Início: 8 de Janeiro de 2027

Fim: 29 de Abril de 2027

Regime: b-learning

Local: Escola Secundária D. Inês de Castro, Alcobaça/ Plataforma ZOOM

Formador

Henrique Filipe Henriques dos Santos

Destinatários

Educadores de Infância (Grupo de Recrutamento 100)

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância (Grupo de Recrutamento 100). Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância (Grupo de Recrutamento 100). 

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação de Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré

Enquadramento

A continuidade da reflexão sobre o ciclo "Planear-Avaliar" exige uma descida à prática quotidiana através da construção identitária do Projeto Curricular de Grupo (PCG). As Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar (OCEPE) reafirmam o Brincar como o contexto primordial de aprendizagem. Contudo, persiste a dificuldade em articular a espontaneidade do jogo livre com a estrutura formal do documento do PCG, a gestão do tempo e a organização dos espaços. Esta oficina justifica-se pela necessidade de capacitar os educadores para desenharem um PCG dinâmico, onde a intencionalidade educativa assente na observação direta das crianças. Procura-se ir além da visão do brincar como mera transição, integrando-o como eixo estruturante na gestão do tempo diário e no desenho do espaço (o ambiente como terceiro educador). Alinhada com as metas do PASEO e do Plano Nacional das Artes (criatividade e ludicidade), esta formação dota os docentes de estratégias para mapear a intencionalidade do brincar no PCG, convertendo o envolvimento das famílias e dos parceiros comunitários em pilares de uma documentação pedagógica transparente e participada.

Objetivos

Fundamentar a centralidade do brincar nas OCEPE como motor do desenvolvimento curricular e da diferenciação pedagógica. 1. Estruturar o Projeto Curricular de Grupo (PCG) enquanto documento dinâmico, integrando a gestão do espaço, do tempo e das rotinas. 2. Desenvolver ferramentas de observação e registo do brincar livre e guiado para alimentar o diagnóstico e a avaliação formativa no PCG. 3. Desenhar layouts espaciais inclusivos e selecionar materiais abertos ("loose parts") que promovam a autonomia e a agência infantil. 4. Criar estratégias de documentação pedagógica que promovam a comunicação, o envolvimento das famílias e a parceria com a comunidade.

Conteúdos

Módulo 1 - O Brincar como Matriz Curricular (6 horas online): O Brincar nas OCEPE: pressupostos teóricos, éticos e o direito à infância. O jogo simbólico e de regras na construção de significados: mapeamento de competências transversais. A observação do brincar como ponto de partida para a caracterização do grupo. Módulo 2 - O Espaço e o Tempo: Arquitetura da Sala (5 horas presenciais): Oficina de Análise de Espaços: O ambiente como "terceiro educador" (áreas de interesse e cantos dinâmicos). A gestão do tempo e o equilíbrio das rotinas diárias: tempo para brincar, tempo para partilhar. Seleção e curadoria de materiais abertos ("loose parts") e o seu impacto nas áreas de conteúdo. Módulo 3 - Comunicação, Famílias e Parcerias (4 horas presenciais): Oficina Prática de Documentação: Estratégias de registo (diários de bordo, notas e fotografia pedagógica). O PCG aberto à comunidade: metodologias para envolver famílias e parceiros locais. Tornar visível a aprendizagem: painéis de processo e portefólios. Módulo 4 - Redação, Reflexão e Sistematização (10 horas online): Escrita pedagógica: Como definir metas curriculares flexíveis a partir das investigações emergentes. Monitorização e reestruturação do PCG: o papel do educador entre a intervenção e a observação. Seminário final de apresentação e análise crítica das secções do PCG desenvolvidas pelos formandos.

Metodologias

Presencial: A oficina privilegia a metodologia de investigação-ação e a prática reflexiva. Nas sessões presenciais (9 horas), adota-se um pendor oficinal, focado na análise de layouts de salas de atividades, manipulação de materiais lúdicos e construção cooperativa de painéis de documentação pedagógica. As sessões online síncronas (16 horas) articulam a fundamentação teórica com momentos de mentoria e tutoria para a escrita e estruturação do documento do PCG. Trabalho autónomo: No trabalho autónomo, os formandos são desafiados a aplicar as ferramentas de observação e a reorganizar um elemento da sua prática (seja o espaço, a rotina temporal ou a relação com as famílias), transpondo essa evidência e reflexão diretamente para a redação ou reestruturação de uma secção do seu Projeto Curricular de Grupo, a partilhar no seminário final.

Avaliação

A avaliação dos formandos rege-se pelos regulamentos do CCFCP e pela legislação em vigor para a formação contínua de professores (Decreto-Lei n.º 22/2014). Condição de Assiduidade: Frequência mínima obrigatória de 2/3 das horas totais da ação (mínimo de 17 horas de presença efetiva). Critérios de Avaliação (Escala Quantitativa de 1 a 10 valores): - Participação nas Sessões (40%): - Envolvimento nas dinâmicas práticas, pertinência das intervenções e realização das tarefas em oficina. Trabalho Final (60%); - Elaboração, entrega e partilha do trabalho final individual e proposta de intervenção fundamentada no respetivo contexto profissional.

Modelo

Questionário de Avaliação da Satisfação aplicado aos formandos no final da Ação, Relatório do(a) formador(a) e do CFAECAN.

Bibliografia

Lopes da Silva, I., Marques, L., Mata, L., & Rosa, M. (2016). Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar. Lisboa: Ministério da Educação/DGE. Oliveira-Formosinho, J. (Org.). (2016). O Brincar e a Aprendizagem. Porto: Porto Editora. Portugal. G., & Laevers, F. (2010). Avaliação em Educação Pré-Escolar: O Sistema de Monitorização do Bem-Estar e do Envolvimento. Porto: Porto Editora. Portugal. Ministério da Educação. (2021), Planear e Avaliar na Educação Pré-Escolar: Contributos para a Reflexão Prática. Lisboa: Direção-Geral da Educação (DGE). Zabalza, M. A. (2019). Qualidade na Educação Infantil. Porto Alegre: Penso Editora.

Anexo(s)



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